A invasão extraterrestre está próxima - AVISO! Segundo jornal Britânico 23/09/17

No inicio algumas aparições consideradas poucas em consideração ao numero incrível de avis-tamentos que ocorrem todos os dias, logo em seguida depoimento impactante de um líder de alto Escalão.


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Nova versão para o caso Roswell Área 51





A suposta queda de um UFO em Roswell, no Novo México, em 1947, acaba de ganhar mais uma versão, que está reacendendo o debate sobre aquele que é considerado o episódio mais famoso e controverso da Ufologia nos Estados Unidos.

Área 51: livro polêmico (Click para ampliar)

As "revelações" divulgadas pela jornalista Annie Jacobsen em seu livro "Area 51, An Uncensored History of America's Top Secret Military Base" (Área 51, história sem censura da mais secreta base militar da América) agora misturam nazistas, soviéticos e um plano para gerar pânico e caos.

Noticiado pela primeira vez poucos dias depois do ocorrido, o Incidente em Roswell, como mais tarde viria a ficar conhecido, foi imediata e oficialmente creditado, pela própria USAF, a Força Aérea dos EUA, a uma visita alienígena. Algumas horas depois, essa versão foi desmentida e transformou-se numa ocorrência das mais comuns, envolvendo um balão meteorológico.

Mais de 30 anos adiante, o caso foi revisado e, pelas mãos dos pesquisadores Stanton Friedman e Willian Moore, ganhou o status pelo qual realmente se tornaria conhecido: uma queda de OVNI legítima em solo americano, com resgate de criaturas extraterrestres, seguido de uma campanha de acobertamento nunca antes vista por parte do Governo.

A partir dessa história se desdobraram inúmeras outras teorias que povoam o ideário conspiracionista: a descoberta de como funcionariam os discos voadores, tecnologia alienígena patenteada, autópsias em entidades biológicas extraterrestres, acordos secretos entre ETs e Governo, governo secreto e por aí afora...

No final dos anos 1980 e início dos anos 1990, o Incidente em Roswell ganharia proporções ainda mais fantásticas, com a alegação de que o UFO resgatado, bem como seus tripulantes, teriam sido levados para uma instalação altamente secreta do governo dos EUA, localizada em Groom Lake, Nevada: a Área 51. 

A história se notabilizou com o físico Robert Scott Lazar, também conhecido por Bob Lazar. Ele alegou ter trabalhado de 1988 a 1989 em uma área chamada S-4, localizada perto de Groom Lake.

Segundo Lazar, S-4 servia como um esconderijo militar para o estudo de discos voadores extraterrestres. Ele disse ter visto pelo menos 9 tipos de discos lá, onde teria trabalhado na engenharia reversa dos objetos (desmontar para entender o funcionamento), além de fornecer detalhes sobre o sistema de propulsão das supostas naves

A história de Lazar nunca foi completamente aceita pela comunidade ufológica norte-americana, mas rendeu muita publicidade à Área 51, que rapidamente transformou-se na base secreta mais conhecida do mundo.

Projeto Mogul e manequins de testes

Em 1997, no dia 24 de junho, quando muitos ufólogos celebravam o 50º aniversário da Ufologia, a USAF tentou uma cartada final sobre o "Roswell Incident", divulgando o documento "The Roswell Report, Case Closed" (Relatório Roswell, Caso Encerrado). Segundo as 231 páginas de relatório, o episódio ocorrido no Novo México não decorria de apenas um evento, mas dois.

Primeiro, a queda de um novo tipo de balão dos EUA na fazenda de  William "Mac" Brazel, em Roswell, originário de um projeto secreto chamado Mogul, que visaria detectar possíveis explosões nucleares soviéticas. Os balões também foram utilizados para experimentos com raios cósmicos.

Segundo - e daí viriam as histórias de captura de ETs que permeiam o "folclore" do Novo México - testes com bonecos de testes lançados a partir de balões a alta altitude, como parte do desenvolvimento de cápsulas de escape para os futuros veículos espaciais. Entre junho de 1954 e fevereiro de 1959, sessenta e sete bonecos foram lançados de balões na região do Novo México.

O relatório detalha que os manequins de prova eram transportados em caixas de madeira, semelhantes a caixões, com roupas de alumínio para evitar danos aos sensores montados em seu interior. 

Quando fora das caixas, eram carregados em macas e cobertos com sacos plásticos. Estes fatos, além de sua aparência, teriam contribuído para sua identificação como corpos de alienígenas. (Veja mais sobre o Caso Roswell aqui).

A testemunha de Annie Jacobsen

Primeira versão oficial: disco voador (Click para ampliar)

Primeira versão oficial: disco voador

A versão agora divulgada pela jornalista Annie Jacobsen, editora-colaboradora da revista Los Angeles Times, em seu livro sobre a Área 51, muda completamente a abordagem sobre o incidente em Roswell. Sua obra apresenta, em 523 páginas, relatos de um total de 74 testemunhas que esmiuçam o funcionamento da base secreta e as provas ali realizadas. 

De testes com aeronaves stealth a explosões termo-nucleares na alta atmosfera. Do total, apenas 2 páginas mencionam Roswell e a captura de corpos. E eles não eram extraterrestres.

Conforme revelou Jacobsen, segundo uma de suas fontes - um engenheiro que ela pretende manter anônimo, mas garante ter as credenciais para falar do assunto - o que caiu no Novo México foram disco voadores terrestres baseados nos projetos dos irmãos Horten, do partido nazista. Eles trabalhavam com naves discoides desde 1942. Depois da queda da Alemanha, em 1945, foram procurados por diversos outros países, incluindo América Latina (sic!), para projetos de novas aeronaves.

Mais ainda, a fonte de Jacobsen revelou que não apenas uma dessas naves nazistas caiu em 47, como seus tripulantes eram nada menos que duas crianças de cerca de 13 anos, resultado de um programa de experiências com humanos que teria sido desenvolvido pela extinta União Soviética. 

Um programa para produzir humanos deformados o suficiente para parecerem-se com extraterrestres, numa operação supostamente coordenada por ninguém menos que Josef Mengele. A idéia era reproduzir em larga escala a histeria coletiva gerada em 1938, com a narrativa de Orson Welles para "A Guerra dos Mundos", na novela de rádio.

Em entrevista ao programa "Fresh Air", da rádio NPR, nos EUA, Jacobsen relatou que "o plano, segundo a minha fonte, era criar pânico nos Estados Unidos com a crença de que um OVNI havia pousado com aliens dentro. 

E um dos documentos mais interessantes é o memorando do segundo chefe da CIA, Walter Bedell Smith, para o Conselho de Segurança Nacional, falando sobre o medo de que os soviéticos poderiam criar um embuste contra a América, envolvendo um OVNI, que sobrecarregaria  nosso sistema de alerta de defesa aérea, fazendo com que a América ficasse vulnerável a um ataque".

A revelação mais contundente é de que não é por isso que a história teria sido acobertada. Com a União Soviética manipulando crianças para virarem pilotos "alienígenas", aparentemente, segundo autora, o governo americano teria decidido levar a cabo suas próprias experiências humanas!

Diante de alegações tão ou mais fantásticas que a própria visitação alienígena, o livro foi recebido com descrédito pela comunidade ufológica, e está fomentando intensos debates, sobretudo nas listas de Ufologia internacionais. Embora tenha recebido elogios em relação à pesquisa sobre a Área 51, a tese da autora para Roswell é criticada por apoiar-se no depoimento de apenas uma testemunha.

Os defensores da hipótese extraterrestre argumentam que há pelo menos seis centenas de testemunhas que corroboram a teoria de um acidente alienígena. Outros, mais ácidos, como Billy Cox, questionam a própria qualidade da jornalista como escritora.

Enquanto isso, a USAF continua dizendo que eram balões e manequins de testes. Em diferentes épocas, inclusive.
O que é a Área 51
Jesse Marcel apresenta os destroços: balão? (Click para ampliar)

Jesse Marcel apresenta os destroços: balão?

Área 51 é uma base militar e um destacamento remoto da Base da Força Aérea de Edwards. 

Está localizada na porção sul de Nevada, no oeste dos EUA, 133 km ao norte-noroeste da cidade de Las Vegas. 

Na região central, na costa sul de Groom Lake, fica uma gigantesca pista de pouso. 

Objetivo principal da base é apoiar o desenvolvimento e testes de aeronaves experimentais e sistemas de armas. Embora as instalações sejam gerenciadas pela Base Aérea de Nellis, a instalação do campo de pouso parece justamente ser operada pelo centro de testes aéreos da Edwards, no Deserto de Mojave, cerca de 300 km a sudoeste de Groom Lake.

Embora o nome Área 51 seja usado na documentação oficial da CIA, o local também é conhecido por outros nomes, tais como Dreamland, Paradise Ranch, Home Base, Groom Lake, e, mais recentemente Homey Airport. Seu espaço aéreo é restrito e, por terra, placas sinalizam que o uso de força letal contra invasores é permitido.

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A verdade atrás dos sigilos sobre a Ufologia no Brasil

ovnis quadroRegistros gravados comprovam comunicação de oficial da Aeronáutica (Cindacta- Brasília) e piloto da Transbrasil, quando estavam sendo perseguidos por OVNIs.
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Isso em 2008, há 13 anos atrás. Imagens impressionantes, que deram ao Fantástico da Globo (na época narrado por Cid Moreira) um 'prato cheio' provando (ou quase isso) a existência de extras- terrestes sondando e sobrevoando o Brasil, inclusive o Planalto Central de Brasília. 
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Incrível. Vale a pena ver, pois daqui há alguns anos qualquer pessoa deverá estar bem informado sobre estas evidências (que a Globo e o Governo não divulgam mais ).
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Repostado por Jornal da Região palestina (SP) serginho roncolato apolo sergio centro intregado de defesa e controle aéreo
OADM
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Os antigos egípcios a 5 mil anos atrás navegaram para a América e aqui está a "evidência"

antigo egipsios
Coca e tabaco encontrados em múmias egípcias antigas: Esta é a prova definitiva das viagens transoceanicas há 5.000 anos?
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E se a antiga civilização egípcia fosse muito mais avançada do que imaginamos? Afinal, eles são os legítimos proprietários de algumas das estruturas antigas mais impressionantes da superfície do planeta.
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É difícil acreditar que poderiam ter construído navios poderosos que lhes permitiriam viajar para outros continentes?
De acordo com a análise de DNA realizada em múmias egípcias antigas, isso pode não ser apenas "outra conspiração louca".
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O Dr. Svetla Balabanova ficou totalmente descrédito quando viu os resultados de suas próprias análises.
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O prestigiado médico legista alemão foi encarregado de analisar várias múmias à procura de vestígios de uso de drogas nos governantes do antigo Egito.
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O que ela encontrou foi considerado um trocador de histórico.
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Depois de analisar várias múmias egípcias antigas, os pesquisadores descobriram a presença de altos níveis de cocaína, nicotina e tetrahidrocannabinol em corpos que foram preservados por milhares de anos.
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Com rigor científico, o Dr. Balabanova repetiu os testes várias vezes e enviou amostras para outros laboratórios para testes independentes.
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Todas as análises sucessivas confirmaram os resultados iniciais.
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As múmias egípcias antigas tinham altos níveis de cocaína, nicotina e tetrahidrocannabinol. Mas de onde os egípcios antigos obtiveram os produtos?
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Apesar de encontrar evidências, a comunidade científica permaneceu cética, acusando os pesquisadores que haviam feito a descoberta de incompetência.
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Começaram afirmando que as múmias eram falsas até serem comprovadamente autênticas.
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Em seguida, eles prosseguiram argumentando que estavam contaminados até se mostrar que é impossível contaminar o tronco interno de um cabelo.
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Eles alegaram que os experimentos não eram reproduzíveis até que um grupo independente de especialistas encontrou traços de cocaína e nicotina em outras múmias egípcias em um museu britânico.
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Finalmente, eles acabaram defendendo o indefensável: o tabaco e a coca não vieram da América do Sul, mas sim variedades muito raras de origem africana.
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Mas nenhuma evidência de cultivo de coca ou tabaco foi encontrada em África, Europa ou Ásia antes da época de Cristóvão Colombo.
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O que as múmias nos dizem é uma história intolerável para a história, como aprendemos na escola.
A Coca e o tabaco são, sem dúvida, originários da América do Sul.
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Os egípcios aparentemente tinham a capacidade de construir a pirâmide, mas não tinham habilidades navais suficientes para atravessar o Oceano Atlântico.
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Como podemos explicar esses resultados controversos?
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É possível que os antigos egípcios tenham viajado de alguma forma ao continente americano há milhares de anos?
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Ou isso poderia ser uma evidência suficiente de que uma civilização altamente avançada existia na Terra há milhares de anos?
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Uma civilização que possuía conhecimentos e tecnologias que nem os egípcios nem os gregos nem os romanos tinham naquele momento?
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Seja como for, muitos autores concordam que esta é uma prova irrefutável de que os antigos egípcios tiveram contato com produtos que se originaram a meio caminho ao redor do globo; no continente americano.
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Mas e se eramos? Para todos aqueles que estão interessados ​​em ver outro lado desta história, eu recomendo que você leia um artigo que foi publicado pela primeira vez na  Revista New Dawn Magazine  156, maio / junho de 2016.
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Ele basicamente se opõe a tudo que se afirma neste.
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Para aqueles que não podem ler o artigo da revista atual, aqui é uma alternativa .
Imagem em destaque: The Ebers papyrus
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Fonte:
Drogas Americanas em Mummies Egípcias
O Mistério das Mummies da Cocaína
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O que são essas luzes estranhas no céu?

halos-de-gelo-fenomenos-luzes-naturais
Apesar dessas luzes parecerem seres alienígenas com vida própria, não há nada de antinatural nelas. Muito pelo contrário, elas foram produzidas por fenômenos atmosféricos do nosso planeta: halos de gelo.

O vídeo abaixo, por exemplo, ilustra um acontecimento bastante raro chamado de “cachorro do sol pulando”. As imagens foram capturadas em Singapura em agosto de 2011.
Segundo a NASA, uma descarga atmosférica em uma nuvem de chuva pode mudar temporariamente o campo elétrico acima da nuvem, onde cristais de gelo ficam carregados e refletem a luz solar.
A hipótese é que um novo campo elétrico rapidamente reorienta os cristais geométricos em uma nova direção que reflete a luz solar de forma diferente (causando os “pulos”). Uma descarga de relâmpago é o que aciona essa mudança. O campo eléctrico pode ser restaurado à sua forma antiga, assim, os cristais de gelo voltam à sua orientação original e o cachorro para de “pular”.

Halos de gelo

Halos de gelo ocorrem quando minúsculos cristais de gelo são suspensos no céu e refletidos pelo sol. Os cristais podem estar a alturas elevadas em nuvens do tipo cirros, ou mais perto do chão, por exemplo, em um nevoeiro gelado.

Do mesmo jeito que gotas de chuva dispersam a luz em arco-íris, os cristais de gelo podem refletir e refratar a luz na qualidade de espelhos ou prismas, dependendo da forma do cristal e do ângulo de incidência.
Enquanto halos mais baixos só acontecem em climas frios, nuvens cirros são tão altas que são muito frias em qualquer lugar do mundo, por isso até pessoas nos trópicos durante o verão têm uma chance de ver esses fenômenos (existem vários tipos de halos de gelo).

Confira os vídeos de alguns:

Jaisalmer, Índia, em agosto de 2012

Polônia em 2014

Aeroporto Suvanabhumi, Tailândia, em maio de 2014

Halo de gelo colorido visto de uma aeronave

Foguete Atlas V, do Observatório da Dinâmica Solar da NASA, destrói um halo de gelo em fevereiro de 2010


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NASA destaca possibilidade de colapso da civilização

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COM O PADRÃO DE CONSUMO ATUAL E A DESIGUALDADE SOCIAL, A TERRA VAI ESQUENTAR (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)
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Estudo encomendado pela agência espacial americana sugere que a humanidade está em risco - o sistema de produção e exploração seria impossível de ser mantido
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Um estudo encomendado pela NASA e divulgado essa semana destaca a possibilidade de que, nas próximas décadas, a humanidade entre em colapso. A exploração insustentável de recursos naturais e o aumento da desigualdade na distribuição de renda seriam as principais causas.
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O estudo, conduzido pelo Centro Nacional de Síntese Sócio-Ambiental, um orgão parceiro da Fundação Nacional de Ciências Norte-Americana, destacou que testemunhamos vários exemplos civilizações com níveis de desenvolvimento complexos entrarem em colapso ao longo da história. "A queda do Império Romano (...), bem como de vários Impérios Mesopotâmicos avançados, confirmam o fato de que civilizações sofisticadas, complexas e criativas podem também ser frágeis e impermanentes", diz a pesquisa.
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Superpopulação, clima, água, agricultura e energia são, de acordo com o estudo, os fatores mais importantes relacionados a um possível declínio da humanidade e que podem, inclusive, ajudar a avaliar o risco desse colapso. A desigualdade social também contribui para o colapso, dizem os cientistas responsáveis pela pesquisa, porque hoje em dia, altos níveis de desigualdade social estão ligados a um consumo excessivo de recursos.
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A conclusão do relatório é que, em uma situação que reflita a realidade do mundo hoje, (...), "achamos que será difícil evitar um colapso". Os cenários possíveis preveem um alto consumo de recursos por parte das elites, o que acaba privando as outras classes sociais desses recursos - e como são as classes sociais abaixo da elite as responsáveis por produzir a riqueza consumida pela elite, sem ela, toda a sociedade entraria em declínio.
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A tecnologia pode nos salvar?
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Apesar de a tecnologia ter o potencial economizar recursos naturais ao aumentar sua eficiência, ela também aumenta a velocidade com que esses recursos são extraídos e o consumo de recursos per capita. Ou seja: no fim das contas, o aumento da eficiência dos recursos extraídos acaba ficando no zero a zero, já que a gente consome mais por ter mais acesso aos produtos industrializados que são resultados dos recursos.
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As soluções apontadas pelo estudo são a redução da desigualdade econômica, pra garantir uma distribuição de recursos mais justa, e a diminuição drástica do consumo de recursos e também do crescimento populacional.
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O relatório não prevê a situação para datas específicas mas fala em 'próximas décadas'. Outros estudos que analisam a insustentabilidade do modelo tradicional de sociedade ocidental e a possibilidade de colapso falam em 15 a 20 anos, mas essa é considerada uma estimativa pessimista. Cedo ou tarde, todos esses relatórios costumam concordar que melhorar a distribuição de renda e reduzir drasticamente o consumo de recursos é a única maneira de impedir o colapso do modelo socioeconômico ocidental.

Fonte: The Guardian, tradução por Revista Galileu.
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Conheça o megalito de Al-Naslaa - dividido ao meio com precisão laser, um mistério


Localizado no Tamya Oasis na Arábia Saudita é um megalito fascinante chamado Al-Naslaa. É perfeitamente dividido pela metade e tem símbolos curiosos retratados em sua superfície. Se isso não bastasse, as duas rochas divididas ao meio com precisão semelhante a um laser conseguiram permanecer em pé durante séculos e estão de alguma forma perfeitamente equilibradas. As pedras foram divididas ao meio com precisão LASER-LIKE.

Imagine andar ao redor no deserto, explorando o desconhecido e você se deparar com uma enorme pedra em pé, dividida pela metade por uma LINHA PERFEITA. Qual seria a primeira coisa que salta para sua mente?

As pedras de pé de Al-Naslaa são verdadeiramente um mistério GIGANTE. Localizado na Arábia Saudita, as duas pedras divididas ao meio criaram confusão entre os especialistas desde a sua descoberta.

Considerado como um dos petróglifos mais fotogênicos na superfície do planeta, a rocha maciça é dividida ao meio com extrema precisão. No entanto, de acordo com especialistas, o corte de precisão semelhante a laser não foi criado artificialmente .

De acordo com muitos, é um dos maiores mistérios encontrados pelo homem, e esta incrível estrutura de pedra antiga atrai milhares de turistas a cada ano que vêm a Al-Naslaa para observar a sua perfeição e equilíbrio, o que deu origem a inúmeras teorias que tentam Explicar sua origem.



A rocha está em perfeito equilíbrio, apoiada por duas bases ea coisa mais estranha é que é perfeitamente dividido pela metade. Tudo sugere que em algum momento ele deve ter sido trabalhado por ferramentas extremamente precisas, alguns até se aventuraram fora e disse laser-como ferramentas .

Olhe para essa precisão!


  
Cada parte da pedra dividida tem uma pedra menor ou amortecedor de choque na parte inferior, impedindo que ele toque o chão.

As descobertas arqueológicas mostram que nos tempos antigos a região onde a rocha está localizada era habitada. Na verdade, é um dos petroglifos mais fotogênicos da região.

O megalito foi descoberto por Charles Huver em 1883, e desde a sua descoberta, tem sido objeto de debate entre especialistas que dividiram opiniões quando se trata de sua origem.

Em 2010, a SCTH - Comissão Saudita de Turismo e  Patrimônio Nacional anunciou a descoberta de uma rocha perto de Tayma com uma inscrição hieroglífica do faraó Ramsés III. Com base nesta descoberta, os investigadores têm a hipótese de que Tayma era parte de uma importante rota terrestre entre a costa do Mar Vermelho da Península Arábica eo Vale do Nilo. Recentes descobertas arqueológicas mostram que Tayma foi habitada desde a Idade do Bronze.

Conforme observado por http://saudi-archaeology.com a divisão entre dois pé rock e sua superfície plana é uma ocorrência completamente natural.

UnusualPlaces oferece uma explicação natural para o enigmático, corte a laser ...

"... Provavelmente o chão mudou ligeiramente debaixo de um dos dois suportes ea divisão da rocha. Poderia ser de um dique vulcânico de algum mineral mais fraco que solidificou lá antes de tudo foi exumado. Ou, poderia ser uma antiga pressão crack (você vê uma rachadura paralela apenas à direita dele) que foi empurrado / puxado alguns. Ou, poderia ser uma linha de falha antiga (menor), uma vez que o movimento de falha geralmente cria uma zona de rocha enfraquecida que se erode relativamente mais fácil do que a rocha circundante ... "




Mas isso, é claro, é apenas mais uma teoria. O corte extremamente preciso, dividindo as duas pedras levantou mais perguntas do que respostas.

Se quisermos entender sua origem, talvez devêssemos viajar de volta no tempo.

Segundo relatos, a menção mais antiga da cidade de oásis aparece como "Tiamat" em inscrições assírias que remontam ao século 8 aC. O oásis tornou-se uma cidade próspera, rica em poços de água e edifícios bonitos.

Além disso, os arqueólogos descobriram inscrições cuneiformes possivelmente datando do século VI aC na cidade de oásis. É mencionado várias vezes no Velho Testamento. O epônimo bíblico é aparentemente Tema, um dos filhos de Ismael.

Curiosamente, durante parte do seu reinado, o rei babilônico Nabonidus retirou-se para Tayma para adoração e procura de profecias, confiando a realeza de Babilônia a seu filho, Belsasar.

Como você pode ver, além de ser uma área onde inúmeras descobertas arqueológicas foram feitas, a área onde o incrível megalito de Al-Naslaa está localizado também é rica em história.

Dando uma olhada na pedra de Al-Naslaa você não pode ajudar e quer saber qual era o seu verdadeiro propósito. É a separação na rocha realmente um resultado das forças da natureza como alguns especialistas sugerem? Ou é possível que, assim como há muitos outros lugares antigos na Terra - que datam de milhares de anos - com cortes de precisão, essa pedra também foi trabalhada por uma tecnologia desconhecida?

Fonte:  http://saudi-archaeology.com/gigapan/al-naslaa-tayma/

Crédito de imagem: Saudi-archaeology.com
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A LENTE em que vivemos! Todo mundo deve assistir e compartilhar esse vídeo, I'm Speechless, espalhe-o!

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Este documentário curto de 8 minutos de Spencer Cathcart questiona nossa liberdade, sistema educacional, corporações, dinheiro, sistema capitalista americano, governo dos EUA, colapso mundial, meio ambiente, mudanças climáticas, alimentos geneticamente modificados e nosso tratamento de animais.
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Estamos vivendo uma mentira? Este vídeo abrirá sua mente e fará com que você pergunte muitos aspectos da vida como a conhecemos. Vídeos como este são importantes para pessoas que preferem não ler, mas sim assistir, desta forma podemos chegar a todos os tipos de pessoas com informações que nos ajudarão a despertar e evoluir para esta nova era de informação. Esperamos que você aproveite este vídeo e sinta-se à vontade para comentar na seção de comentários abaixo!
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Um filme de Spencer Cathcart
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A ALERTA DA ONU sobre mega terremoto no México e nos EUA nas próximas 48 horas

A ALERTA DAS ONU sobre mega terremoto no México e nos EUA nas próximas 48 horas
20/09/2017
A ALERTA DA ONU sobre mega terremoto no México e nos EUA nas próximas 48 horas
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Notícias alarmantes acabaram de abalar o mundo. O chefe do departamento de sismologia do Instituto de Geofísica da Universidade de Harvard, Clin Roberts, alertou os governos do México e dos Estados Unidos para se prepararem para a chegada de um mega terremoto que afetaria ambos os países nas próximas 48 horas.
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Esta notícia veio como resultado de uma série de terremotos que foram gravados em várias partes do mundo com uma intensidade superior a 5 graus. Países como o Japão, a China, as Ilhas Salomão, os Estados Unidos e o México, especialmente os dois últimos, como a principal atividade sísmica ocorreu na perigosa e conhecida falha de San Andrés.
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A maior preocupação com esta situação para os países de ambos os lados da fronteira é que a culpa, após mais de 200 anos, é o momento mais estressante, razão pela qual Clin Roberts advertiu todas as agências governamentais sobre desse fenômeno desastroso.
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O mencionado "Big One" (o grande) pode estar presente após mais de 100 anos de muita atividade sísmica nesta zona. Mesmo o prestigiado pesquisador sísmico das Nações Unidas (ONU), Han Boseph, confirmou esse aviso e fez um apelo internacional para que a comunidade permaneça unida na chegada iminente de um poderoso desastre natural.
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No momento, o único que se sabe é que as autoridades mexicanas e norte-americanas estão trabalhando juntas em uma operação de prevenção e, portanto, salvam muitas vidas e, diante de tal risco, o Sistema Nacional de Proteção Civil emitiu uma declaração com as seguintes recomendações .
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Source Single News
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SIMBOLOS ILLUMINATI EM PESSOAS E EM CIDADES

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Muitos usam marcas e símbolos e ao menos sabem o que significa, objetos são consagrados a demônios e são vendidos, a mídia ajuda a divulgar a simbologia satânica pois eles mesmos fazem parte, a fama o dinheiro a falsa ilusão de poder levam alguns em plena consciência se venderem, se vc não sabe e quer se afastar disso se livre de tudo, queime não de a ninguém!
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Os Maias o passado e o presente

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CONSIDERA-SE que eles tenham sido uma das maiores civilizações do Hemisfério Ocidental. Não é para menos, pois esses antigos habitantes de Belize, El Salvador, Guatemala, Honduras e México desenvolveram arquitetura, pintura, cerâmica e escultura de excepcional qualidade. Criaram uma escrita complexa e fizeram grandes avanços na matemática. Chegaram até a aperfeiçoar um calendário baseado no ano solar. Quem era esse povo? Os maias — uma das civilizações antigas mais ricas e avançadas das Américas.

Grande parte do que sabemos sobre os maias deve-se a inscrições e relevos em pedra. Os maias registraram sua história e seus costumes em escadarias, ombreiras e placas ou pilares de pedra usando um sistema de escrita que consistia em mais de 800 caracteres, muitos deles hieroglíficos. Escreviam também em papel feito da parte interna da casca de figueiras silvestres. Dobrando as folhas, formavam livros (chamados códices) com capa de pele de jaguar. A maior parte desses volumes foi destruída quando os espanhóis conquistaram os maias por volta de 1540 EC, mas ainda restam alguns.

Os primeiros agricultores maias talvez tenham se estabelecido nas planícies do norte da Guatemala cerca de mil anos antes de Cristo. Mas a civilização maia atingiu o seu apogeu entre 250 EC e 900 EC — em geral chamado de Período Clássico. Consideremos brevemente o que se tem descoberto sobre os antigos maias.
Arquitetos e construtores por excelência
Os maias eram especialistas em trabalhar com pedra e construíram grandes pirâmides e templos com argamassa e calcário. Essas pirâmides têm notável semelhança com as pirâmides do Egito, o que no passado levou alguns a concluir erroneamente que os maias eram na realidade descendentes dos egípcios.
Ruínas de cidades maias construídas de pedra foram encontradas na Guatemala, em Honduras e em Yucatán, no sul do México. No apogeu, o império maia abrangia mais de 40 cidades desse tipo, cada uma com população que variava entre 5.000 e 50.000 habitantes. De acordo com The New Encyclopædia Britannica, “no seu auge, a população maia pode ter chegado a 2.000.000. A maioria habitava as planícies do que hoje é a Guatemala”.
A construção dessas cidades com suas magníficas estruturas de pedra teria sido impossível não fossem os estrênuos esforços dos cultivadores de milho. Além de plantar para a subsistência da família, eles tinham de trabalhar nas construções. Não bastasse isso, era sua obrigação cultivar alimentos para os nobres e para os sacerdotes, cujas atribuições eram consideradas mais importantes.
Vida familiar
As famílias maias eram unidas. Era comum avós, pais e filhos viverem sob o mesmo teto. A maior parte do trabalho no campo era realizada por homens e meninos mais velhos. As meninas aprendiam a cozinhar, a fazer roupas e a cuidar dos irmãozinhos.
Os lavradores plantavam abacate, pimenta e batata-doce. Mas o alimento básico era o milho, que as mulheres e as meninas preparavam de diversas maneiras. Elas faziam por exemplo uma espécie de panqueca, hoje conhecida como tortilla. Até mesmo a bebida alcoólica chamada balche era à base de milho. Calcula-se hoje que cerca de 75% dos pratos maias levem milho ou seus derivados, e é bem possível que a proporção tenha sido ainda maior no passado.
Pluralidade de deuses e deusas
A religião tinha destaque na vida dos maias. Eles adoravam uma pluralidade de deuses — certo documento menciona 160. Para mencionar apenas alguns, havia o deus criador, o deus do milho, o deus da chuva e o deus-sol. As mulheres faziam peregrinações ao templo da deusa Ixchel na ilha de Cozumel para orar pela fertilidade ou, se já estivessem grávidas, para terem um bom parto.
Cada dia tinha um significado religioso e cada mês do calendário maia tinha sua própria festividade. O sepultamento dos mortos era acompanhado de cerimônias especiais. O corpo era pintado de vermelho e embrulhado numa esteira de palha com alguns pertences pessoais. Depois era enterrado sob o piso da casa onde a pessoa havia morado. Havia algumas diferenças no caso dos governantes, cujo corpo era depositado numa pirâmide sob um templo. Junto eram sepultados os servos, que eram sacrificados, e também diversos utensílios que acreditavam ser úteis no além.
Como parte dos ritos religiosos, era costume furarem as orelhas ou as extremidades dos membros inferiores. Perfuravam até mesmo a língua. As representações em murais e cerâmica não deixam dúvida de que os sacrifícios também faziam parte da adoração. “Os maias sacrificavam diversos animais”, escreve o Dr. Max Shein no livro The Precolumbian Child (Crianças na Era Pré-Colombiana), “mas o sacrifício supremo era de vidas humanas. Escolhiam como vítimas não só soldados inimigos e escravos, mas também crianças livres de ambos os sexos”. Segundo certos historiadores, as meninas oferecidas como noivas ao deus da chuva eram jogadas vivas num lago sagrado em Chichén Itzá. Se a menina sobrevivesse até o pôr-do-sol, entendia-se que o deus da chuva estava satisfeito com a noiva oferecida anteriormente, e a menina era tirada das águas.
Os maias hoje
Depois de 900 EC, diz The New Encyclopædia Britannica, “a clássica civilização maia declinou abruptamente: as grandes cidades e os centros cerimoniais ficaram vazios e foram tomados pela selva”. Ninguém sabe dizer ao certo o que provocou o desaparecimento dos maias. Alguns dizem que foi a exaustão do solo fértil. Há quem diga que a escassez de alimentos levou os camponeses a práticas agrícolas destrutivas, enquanto outros fugiram para cidades pobres que já estavam apinhadas. Quaisquer que sejam as causas, os maias não desapareceram completamente. Restam ainda uns dois milhões deles, principalmente na parte norte de Yucatán e na Guatemala.
A maioria dos maias hoje é católica nominal, e a Igreja tem feito grandes esforços para conquistar a população nativa. Por exemplo, um relatório da Associated Press diz que “em 1992 — aniversário de 500 anos da conquista da Guatemala pelos espanhóis — a Igreja Católica da Guatemala emitiu um pedido de desculpas formal pelos abusos cometidos contra os nativos na época da evangelização na Guatemala”.
Mas para os maias, ser católico não significa abandonar a religião de seus antepassados. Pelo contrário, muitos sacerdotes católicos aceitam o sincretismo das práticas da Igreja com os ensinos e rituais dos nativos. Por exemplo, os maias há muito acreditam no animismo — a crença de que objetos, animados ou inanimados, têm vida. Esse conceito é aceito pela Igreja, embora sob o manto do catolicismo. Alguns líderes da Igreja se perguntam quanto paganismo a Igreja pode tolerar e ainda assim se chamar cristã.
Continuamos com mais informações sobre os Maias
10. ALGUNS MAIAS AINDA VIVEM NA SUA REGIÃO ORIGINAL
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Atualmente, mais de sete milhões de Maias vivem nas suas regiões originais, e muitos ainda mantêm muito de sua cultura ancestral. Alguns estão integrados com a cultura dos países onde vivem, mas muitos ainda utilizam a linguagem Maia como idioma principal.
As maiores populações dos Maias modernos habitam os estados mexicanos de Yucatán, Campeche, Quintana Roo, Tabasco e Chiapas. Na América Central, eles costumam ser encontrados em Belize, Guatemala e nas regiões oeste de Honduras e El Salvador.
9. A INFÂNCIA MAIA
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A civilização Maia desejava características físicas específicas de seus filhos, e faziam intervenções para alcançar este padrão. Quando a criança ainda era pequena, blocos de madeira eram empurrados contra sua testa para que ela ficasse mais achatada. Outra intervenção era feita para deixar as crianças vesgas. Objetos eram balançados na frente de recém-nascidos, até que eles ficassem estrábicos.
Outra curiosidade é que os Maias davam os nomes de seus filhos de acordo com o dia em que eles nasciam. Cada dia do ano tinha um nome feminino e um masculino, e esta era uma tradição seguida fielmente pelos pais.
8. AS HABILIDADES MÉDICAS
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A saúde na sociedade Maia era uma mistura entre ciência, religião, mente e corpo. Poucos cidadãos estudavam a medicina a fundo e praticavam feitiçarias, de modo a curar, ver o futuro e controlar eventos naturais. A medicina tinha uma forte relação com a religião, mas as práticas médicas dos Maias eram muito avançadas. Sabe-se que os médicos realizavam suturas com cabelos humanos, cuidavam de fraturas, e até faziam próteses dentárias.
7. SACRIFÍCIOS HUMANOS
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A tradição Maia sempre teve o costume de realizar sacrifícios de sangue por motivos religiosos e médicos, e muitos Maias ainda realizam este tipo de sacrifícios. Mas não se preocupe, hoje em dia o sangue humano foi substituído pelo de animais para realizar as tradições ritualísticas de seus ancestrais.
6. O USO DE ANALGÉSICOS
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Mesmo na época pré-colombiana, o conhecimento médico dos Maias permitia que eles utilizassem plantas como analgésicos. Plantas alucinógenas utilizadas em rituais religiosos eram também usadas com este propósito.
5. QUADRAS DE ESPORTES
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O jogo mesoamericano era um esporte com associação com rituais, jogado por até 3 mil anos antes da chegada de Colombo na América. O esporte sofreu várias modificações com o tempo, e uma versão do jogo, chamada de ulama, ainda é jogada em alguns lugares pela população Maia atual.
As quadras de esportes eram utilizadas como uma área para rituais religiosos e culturais e para os jogos. A quadra eram feita em formato da letra “I” maiúscula, e o jogo era realizado com uma bola mais ou menos do tamanho de uma bola de vôlei, feita de borracha (extraída de vegetais) e bem pesada. A decapitação é muito associada com o jogo, e há especulações que cabeças decepadas e caveiras eram utilizadas como bolas no jogo.
4. SAUNAS
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Uma espécie de sauna era um importante elemento de purificação para os Maias. Essas “saunas” eram construídas com paredes e teto de pedras, com uma pequena abertura no topo. A água entrava por este buraco e entrava em contato com as rochas quentes, produzindo vapor para retirar impurezas do corpo, segundo a crença da civilização.
3. O ÚLTIMO ESTADO MAIA
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A cidade de Tayasal foi o último reino Maia, e acabou apenas em 1697, quando padres espanhóis entraram em contato com o rei Maia e dominaram a população do local.
2. A VIDA CONTINUA
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Ao contrário do que é muito divulgado, os Maias não têm um calendário, e sim vários calendários – e nenhum deles afirma que o mundo vai acabar em 2012. O que ocorre é que a mitologia Maia acredita que o mundo está na sua quarta “criação”. A última criação acabou em 12.19.19.17.19, na linguagem de um de seus calendários, e esta sequência irá se repetir no dia 20 de dezembro de 2012.

Esta data será, entretanto, marcada pelo fim de um ciclo e o início de outro, para os Maias, e não o fim do mundo, como o ano novo para a civilização ocidental.

1. MISTÉRIO ANTIGO

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O fim da civilização Maia ainda é um mistério muito debatido. Durante os séculos 8 e 9, as grandes cidades Maias foram entrando em declínio e depois foram abandonadas, deixando para trás uma arquitetura incrível e sinais da civilização. Algumas teorias acreditam que isso aconteceu devido à superpopulação, invasão de estrangeiros, revoltas da população e até problemas com as rotas usadas para trocas comerciais.

Outras teorias, entretanto, afirmam que o declínio pode ter ocorrido devido a desastres ambientais, como doenças e mudanças climáticas. Existem evidências que a população excedeu a capacidade de seu solo, acabando com o potencial da sua agricultura e caça. Atualmente, alguns estudiosos acreditam que uma seca de mais de dois séculos possa ter acabado com a civilização.

Arranjo: JTC
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