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O 12 Décimo Segundo Planeta (Download)

Nibiru - Decimo segundo Planeta
Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados"planetas", embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos...

DIREITA: Ut’napishtim, o Noé da Suméria, resgata Gilgamesh do meio dos oceanos durante o Dilúvio provocado pelos Anunnaki.

Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como "raça de deuses". Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.

A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais.

Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como , 12º planeta ou "planeta da cruz" (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.

Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o "Planeta X" existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.

Os Sumérios descrevem o Planeta X ou Nibiru, no ponto mais extremo de suatrajetória, distante da Terra aproximadamente 30 milhões de anos-luz. Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam "servos" que eram "seres andróides". Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.

Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.

nibiru21

A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.

Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o "sétimo planeta", contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?

O lingüísta acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os "instrutores", os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma "colonização" ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as "artes" que caracterizam as civilizações.

Sempre buscando a identidade desses "instrutores celestes", Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.

Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípicios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.

O Buraco de Saddam

Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. 

A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o "buraco" onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.

O Céu do Hemisfério Sul

A NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.

Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alenígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.

nibiru Alfabeto cuneforme

A tradução do alfabeto cuneiforme, da Mesopotâmia, para o alfabeto atual, invenção atribuída aos fenícios.

Os Anunnaki


Anunnaki: na língua suméria significa "Aqueles que desceram dos céus"; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.

Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.

Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.

Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os "Iniciados", versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio "colégios" - os "colégios dos mistérios".

A Evidência Astronômica

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a "descoberta" de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.

Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.

Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado "intruder - "planeta intruso". Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.

O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. 

A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo "intruso". Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.

Misterio de tiamati

A Evidência Tecnológica

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás.

A Evidência Documental

O registro histórico documentado da existência e das realizções dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com às questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de "carne e osso". A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de "cápsula do tempo" feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.

A Evidência Genética

Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos.

Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente "sair das cavernas" é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus

Fonte: Net
Arranjo: JTC
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Qual a origem da Lua? Estudo pretende acabar com o mistério

Pesquisadores apontam que uma colisão tão violenta quando um ‘martelo acertando uma melancia’ entre a Terra e um corpo celeste teria formado a Lua

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Um novo estudo traz indícios de que uma grande colisão, mais violenta que o esperado, entre a Terra e um corpo celeste, deu origem à Lua. A análise de elementos químicos contidos no satélite, detalhada em pesquisa publicada nesta semana na prestigiada revista científica Nature, revela que o impacto teria sido tão forte que foi capaz de pulverizar a Terra e o corpo celeste. Em seguida, a densa atmosfera resultante do choque teria esfriado e se condensado, formando a Terra e a Lua.
“Nossos resultados oferecem a primeira evidência contundente de que o impacto realmente vaporizou a Terra”, afirmou o geoquímico Kun Wang, da Universidade Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, em comunicado.

A origem de Lua

A explicação mais aceita sobre a origem do satélite terrestre foi proposta nos anos 1970 e é conhecida como a “hipótese do grande impacto”. Segundo essa ideia, o choque da Terra com um corpo celeste do tamanho de Marte teria desprendido rochas e poeira que, reunidos, formaram nosso satélite. Assim, cerca de 80% da Lua teria vindo do corpo celeste e o restante, da Terra.

Contudo, análises mais recentes, feitas com amostras lunares trazidas das missões Apollo, revelaram que a Terra e a Lua têm composições muito parecidas. Esse novo fato levou os cientistas a reformular o modelo, propondo que uma atmosfera de silicatos (compostos de silício, oxigênio, metais e, possivelmente, hidrogênio) teria surgido ao redor dos dois corpos e possibilitado o trânsito de materiais entre a Terra e a Lua. Por esse motivo, o planeta e seu satélite seriam tão parecidos.

O estudo feito pela equipe de Kun Wang, entretanto, oferece uma terceira explicação. Analisando isótopos (átomos de um mesmo elemento químico que diferem em massa) de potássio contidos em sete rochas lunares e oito rochas terrestres, os pesquisadores descobriram que a Lua contém os isótopos mais pesados e a Terra, os mais leves. A única explicação para essa composição, de acordo com os cientistas, é que o impacto entre a Terra e o corpo celeste teria sido extremamente violenta, capaz de vaporizar os dois astros.

“Os dados confirmam o modelo em que o impacto pulveriza a Terra como um martelo acertando uma melancia”, afirma o comunicado da Universidade St. Louis sobre a descoberta. Dessa maneira, durante a condensação da Lua e da Terra, os isótopos teriam tempo para se acomodar em quantidades diferentes nos dois corpos celestes.

Discussão

A comunidade científica, entretanto, vê com cautela o novo estudo. “É uma proposta arriscada”, afirmou Munir Humayun, geólogo da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos, ao site americano The Verge. Segundo o cientista, é preciso que outras análises e mais indícios confirmem a teoria proposta na Nature.

“Levará tempo para que essa nova ideia seja aceita”, afirma Wang. “Foi preciso décadas para que a ‘hipótese do grande impacto’ fosse aceita. Agora, estamos dizendo que ela não estava correta, então esse novo modelo deve levar mais dez ou vinte anos para ser aceita.”
FONTE: VEJA
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UM PROTETOR HUMANO QUE ENVOLVE A TERRA FOI DETECTADO PELAS SONDAS DA NASA


A humanidade criou uma barreira protetora em torno da Terra. Isso nos protege de partículas nocivas encontradas no espaço.
Quem sabia que algo tão maravilhoso pode ser um subproduto do desperdício e das criações do homem de volta à Terra?
Os cientistas acreditam que este foi criado por frequências muito baixas (VLF), que são encontrados principalmente em instalações militares e projetos de engenharia.
Eles descobriram que VLFs interagem com partículas no espaço para influenciar como e onde eles se movem. Os VLFs podem penetrar no espaço, mas também são usados ​​para comunicação submarina profunda entre submarinos.
Os cientistas estão exultantes em desvendar esta descoberta como saber como os VLFs podem moldar e influenciar a região espacial que circunda a Terra é a porta de entrada para descobertas mais surpreendentes, como uma melhor proteção para nossos satélites no Espaço.
A descoberta foi feita por duas sondas espaciais enviadas para os nossos cintos Van Allen em 2012, onde tinham orbitado a 3.200 km / h nos últimos cinco anos antes desta incrível descoberta foi feita.
A barreira agora é chamada de barreira "impenetrável" por Dan Baker, do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade de Colorado. No entanto, cientistas como o Dr. Baker são céticos sobre outros efeitos que as freqüências para baixo na Terra têm sobre o ambiente espacial.
Afinal, nem todos podem ser bons. A NASA acrescentou sua própria explicação nisso, alegando que a radiação é um grande problema. Agora que as armas nucleares são uma necessidade para a defesa nacional, lá em cima no espaço, muitos satélites principais foram realmente danificados por eles . Para ser capaz de criar uma barreira espacial quase indestrutível parece algo fora de um filme de ficção científica, no entanto, esta é a vida real.
Todos os dias, a humanidade está fazendo descobertas milagrosas em qualquer momento. Agora que sabemos que nem tudo que é criado pela humanidade é destrutivo, só podemos esperar que a humanidade possa ter mais influências positivas na galáxia em que vivemos.
Para assistir a uma explicação simples deste fenômeno, assista a este vídeo:


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NASA descobriu provas de portais e acaba de enviar quatro espaçonaves para testá-los

Os portais têm sido considerados uma mera ficção, mas parece que a NASA reuniu provas concorrenciais de tais portas conectando lugares distantes em nosso sistema solar.


Os portais têm sido considerados uma mera ficção, mas parece que a NASA reuniu provas concorrenciais de tais portas conectando lugares distantes em nosso sistema solar.


Há ciência na ciência-ficção, e que a ciência está se tornando ficção enquanto falamos, e vice-versa. Em 1998, dados enviados pela nave espacial Polar da NASA revelaram que os portais estavam se abrindo ao redor da atmosfera da Terra, o tipo que permite viajar em distâncias incomensuráveis ​​em um piscar de olhos.
Chamamos-lhes pontos X ou regiões de difusão de elétrons ", explicou o físico de plasma Jack Scudder da Universidade de Iowa. "São lugares onde o campo magnético da Terra se conecta ao campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que leva do nosso planeta à atmosfera do Sol a 93 milhões de milhas de distância".
Por mais irreal que isso possa parecer, tudo se baseia na ciência real. Esses "pontos X" são ondulações no espaço e no tempo que conectam todos os corpos celestes com um campo magnético. Eles provavelmente foram chamados de X-pontos em vez de wormholes para não chamar muita atenção para eles. No momento, a NASA e outras agências espaciais estão tentando descobrir uma maneira de enviar objetos materiais através desses portais, já que apenas partículas carregadas foram vistas fazendo isso antes.
De fato, as partículas energéticas que fluem através dessas aberturas são responsáveis ​​pelos fenômenos que vemos na Terra, como tempestades geomagnéticas, auroras polares, pilares claros e aquecimento da atmosfera superior da Terra. Por sua vez, as partículas do nosso lado da cerca são hurtling através das aberturas e reunião do Sol.

Ligh pilares sobre o Alasca

Esses X-pontos são tipicamente encontrados a dezenas de milhares de quilômetros da Terra, acima da órbita da Terra Média, em órbita geosíncrona (GSO) e predominantemente na órbita da Terra Alta, 22.000 milhas acima do ponto azul. Este é o ponto em que o campo geomagnético encontra o campo magnético de Sun e forma esses bizarros "buracos de minhoca".
Alguns são minúsculos e duram por um breve momento, enquanto outros são enormes e podem suportar por longos períodos de tempo. Enquanto a informação é de alguma forma vaga sobre este tópico, podemos presumir que esteexemplo surpreendido por um caçador OVNI é de um X-ponto de abertura na órbita média / alta da Terra. Ele só dura por um breve momento, mas certamente se encaixa a descrição acima.
Então por que a NASA não está testando esta tecnologia já? E o mais importante, por que não há nenhum barulho na mídia sobre isso?
A primeira coisa a considerar é que tais observações são bastante novas. A segunda coisa a ter em mente é que uma análise completa leva um tempo considerável. Estes portais magnéticos também são invisíveis a olho nu, eles não duram muito e aparecem em pontos aleatórios. É por isso que a NASA preparou um esquadrão de quatro satélites equipados com detectores de partículas enérgicas e sensores magnéticos para atingir a órbita da Terra Alta em 2014. No entanto, a missão foi adiada até 2015, quando as sondas foram lançadas e atingiram a órbita da Terra Média.
Com base em dados coletados pela espaçonave Polar, os pesquisadores determinaram como esses pontos X pareciam e como eles se comportaram.
Usando dados Polar, encontramos cinco combinações simples de medições de partículas energéticas de campo magnético que nos dizem quando nos deparamos com um X-ponto ou uma região de difusão de elétrons ", disse Scudder. "Uma única espaçonave, adequadamente instrumentada, pode fazer essas medições."
A nova missão Multi-Escala Magnetosférica (MMS) fornecerá imagens de alta resolução dessas áreas. Em fevereiro de 2017, as sondas começaram um esforço de três meses em uma órbita mais alta, atingindo a órbita média à órbita terrestre alta, que é o dobro do que anteriormente voado.
A missão envolveu em uma certa aura de sigilo, possivelmente por razões de "segurança nacional". O relatório oficial estipula que a missão " continuará a traçar as características fundamentais do espaço ao redor da Terra, ajudando-nos a compreender a região chave através da qual nossos satélites e astronautas viajam ". O MMS irá atravessar regiões onde ocorrem grandes explosões chamadas "reconexões magnéticas" e retransmitir imagens de alta resolução desse fenômeno.
Nada é mencionado sobre os X-pontos, mas a leitura através das linhas revela certas idéias. Afinal, a NASA não está mentindo para nós, é apenas usando uma máscara de camada em todas as explicações, que vão além do discurso trivial. Embora Scudder não pudesse se opor a seu entusiasmo em 2012, quando afirmou:
É um atalho digno dos melhores portais de ficção, só que desta vez os portais são reais. E com os novos "sinais" sabemos como encontrá-los. "
Agora que sabemos qual é a sua verdadeira missão, como devemos interpretar a sua intenção de "compreender a região chave através da qual os nossos satélites e astronautas viajam?" É possível que eles já tenham alcançado a condução warp e / ou viagens de portal? Eles já estão enviando espaçonaves através de X-points? Ou eu tenho esticado bastante a minha imaginação longe demais?
Seja qual for o caso, o futuro tende a espelhar o universo de Star Wars, que provavelmente não é apenas um trabalho de ficção mais. Resta apenas uma questão de tempo até que colocam todas as cartas sobre a mesa e trazem o futuro para a realidade de todos.
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O que foi realmente que encontraram no outro lado da Lua?, foi encontrado um objeto estranho...

Moon Over Morro Bay CA 30Oct2009

Recentemente, agências de notícias de todo o mundo receberam uma notícia sensacional: na Lua, com ajuda dos mapas do Google Moon, foi encontrado um objeto estranho de forma triangular com pontos brilhantes nos lados.

O que poderá ser isso – uma ilusão de ótica ou realmente um objeto de origem extraterrestre?

A descoberta foi feita por um usuário do YouTube com o nome Wowforreeel quando olhava a superfície do satélite da Terra no serviço Google Moon. Numa das crateras no lado de trás da lua viu um objeto estranho de forma triangular perfeita com sete pontos de luz formando um ângulo de 90 graus. O diâmetro aproximado do “triângulo” é de 180—200 metros.



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O Big Bang nunca existiu e o Universo nunca teve começo e nunca terá fim, diz novos cálculos complexos

Big bem
O nosso Universo, de acordo com as teorias de Einstein, possui cerca de 13,8 bilhões anos de idade e foi formado a partir de um ponto infinitamente pequeno.
Enquanto a maioria das pessoas aceita este modelo, os cientistas ainda não conseguem explicar o que aconteceu dentro deste pequeno ponto ou o que veio antes dele.

Agora, dois físicos propuseram um novo modelo que acredita que o Big Bang, na verdade, nunca aconteceu e que o nosso Universo não tem começo nem fim.
"A matemática e a teoria do Big Bang, em si, se anulam por conta dos infinitos”, disse Saurya Das, professor na Universidade de Lethbridge, no Canadá, em entrevista ao Dailymail. "Em outras palavras, a teoria prevê a sua própria morte. Ela também não explica onde esse estado inicial ocorreu”, completa.
Para ajudar a resolver este problema, os cientistas combinaram teorias da relatividade geral, que descreve as forças em torno de nós através da mecânica quântica, que rege pequenos objetos. Eles começaram com equações criadas pelo físico David Bohm, que na década de 1950 tentou usar a teoria quântica no lugar da equação clássica para descrever o caminho mais curto entre dois pontos em uma superfície curva.

Então, combinando isso com uma equação feita pelo professor Amal Kumar Raychaudhuri, da Presidency University, em Calcutá, Índia, os cientistas descreveram um fluido de pequenas partículas que permeia o espaço. Este fluido é a versão quântica da gravidade, apelidada de gráviton pelo Professor Das e pelo coautor Ahmed Ali Farag, da Universidade de Benha.

Big bem 2
Eles mostraram que, diferentemente das trajetórias clássicas - que são caminhos de partículas no futuro ou passado - as partículas quânticas podem nunca se encontrarem


"Podemos analisar que, já que diferentes pontos do Universo na verdade nunca convergiram no passado, não pode haver um começo”, disse o Professor Das. 


"Durará para sempre. Também não terá um fim. Em outras palavras, não há nenhuma singularidade universal”,completou.Mas se não houve Big Bang, qual é a origem do nosso Universo? "

O Universo poderia ter existido e durado para sempre. Ele poderia ter passado por ciclos, pequenos ou grandes. Ou poderia ter sido criado muito mais cedo”, explicou Das. A teoria pode também vir a explicar a origem da matéria e da energia escura.

"Nós mostramos que um gigante Bose-Einstein de grávitons pode ter se formado muito cedo, ter durado para sempre, representando tanto a matéria quanto a energia escura", disse Das.

No final de 1990, os astrônomos descobriram que a expansão do Universo está acelerando devido a presença de uma energia escura. O modelo tem o potencial para isso, uma vez que o fluido cria força constante para fora, expandindo o espaço.

A massa de gráviton poderia fazer a sua densidade de fluido ter a mesma densidade observada do Universo de matéria escura. 


"É gratificante notar que tais correções simples podem, potencialmente, resolver tantos problemas de uma só vez", concluiu Das.


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Cálculo recente prevê centenas de bilhões de planetas semelhantes à Terra

planeta que pode ter vida

Usando uma técnica estatística, uma equipe de astrônomos australianos concluíram que praticamente todas as estrelas na Via Láctea abrigam pelo menos um ou dois planetas terrestres capazes de promover a vida.


Desde o início, é importante notar que este não é um estudo empírico.

Os pesquisadores, liderados por Tim Bovaird e Charley Lineweaver, da Universidade Nacional da Austrália, chegaram às suas conclusões através da aplicação de uma técnica secular chamada de relação Titius-Bode, para prever a posição dos planetas hipotéticos, que telescópios espaciais e terrestres não conseguem detectar.

Para realizar seus cálculos, os pesquisadores mostraram sistemas multi-exoplanetas conhecidos que contenham pelo menos três planetas em trânsito, detectados pelo telescópio espacial Kepler (apelidados de "múltiplos Kepler").

Em seguida, usando a relação Titius-Bode, eles previram os períodos de 228 planetas adicionais em 151 destes múltiplos Kepler. Os resultados mostraram que, em média, há cerca de dois planetas na zona habitável de cada estrela. A zona habitável é a distância em que um planeta está de sua estrela, de forma que seja capaz de sustentar água líquida na superfície - um pré-requisito essencial para a vida como a conhecemos.

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Funcionário demitido da NASA revela coisas incríveis (Registro)

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O ex-gerente de Dados e do Departamento de Controle de Fotografia do Laboratório Receptor Lunar da Nasa durante o Programa Lunar tripulado Apollo, Ken Johnston, liberou totalmente recentemente várias declarações sensacionais nos EUA. 

O especialista disse que os astronautas norte-americanos acharam ruínas antigas de origem artificial e uma tecnologia previamente desconhecida para controlar a gravitação quando a missão pousou na Lua. Os astronautas tiraram fotos dos objetos que eles acharam, mas a NASA ordenou que Johnston destruísse as imagens. Johnston não seguiu a ordem. Ele disse que o governo norte-americano estava mantendo esta informação um segredo durante 40 anos.

As alegações assustadoras de Johnston sobre a missão Apollo apareceram recentemente em um novo livro chamado "Dark Mission: the Secret History of NASA", (A Missão Escura: a História Secreta da NASA) de co-autoria com o consultor da NASA e Conselheiro científico da CBS, Richard C. Hoagland e Mike Bara, um consultor de engenharia aeroespacial. De acordo com Kay Ferrari, Diretor da JPL do Programa SSA (em um telefonema para Johnston semana passada), foi Johnston que era citado como crítico da NASA no livro novo de Hoagland, "Dark Mission" (Missão Escura), isso a incitou pedir a resignação de Johnston do Programa SSA. Quando Johnston se recusou, citando primeiro as proteções da Emenda de liberdade de expressão a disposição de todos os empregados da NASA, até mesmo aos que pertencem a JPL, Ferrari decidiu removê-lo arbitrariamente do Programa SSA esta semana sem uma real causa aparente.

As fotos de baixa qualidade que estão no livro mostram ruínas de edifícios, uma enorme cúpula como se fossem objetos feitos de vidro, torres de pedra e castelos pendurados no ar.

"Não tenho nada que perder. Briguei com a NASA e fui despedido", Ken Johnston disse.

Realmente, a NASA acredita que as alegações sobre a civilização antiga achada na Lua não são sérias. Os autores do livro controverso também dizem que o presidente John F. Kennedy que lançou a corrida lunar com a União soviética realmente pretendia compartilhar tecnologias extraterrestres com Moscou. Fazendo um discurso nas Organizações das Nações Unidas em setembro de 1963, Kennedy ofereceu supostamente para a URSS para organizar uma missão em conjunto à Lua.

Richard Hoagland acredita que o interesse de Washington na exploração de Lua que apareceu de repente depois de 30 anos de silêncio está baseado nos achados lunares que o governo norte-americano tem mantido em segredo durante 40 anos. Rússia, China, Japão e até mesmo a Índia anunciaram publicamente os seus planos para trabalhar na exploração da Lua. O EUA, Hoagland disse, quer ser neste momento o primeiro.

Em dezembro a NASA anunciou planos para construir para uma base internacional em um dos pólos da Lua. A base será terminada antes de 2024. O fabricante de foguete de lançamento da Rússia, Energia, tem um programa mais ambicioso: construir uma base tripulada permanente na Lua antes de 2015.

A Rússia diz que a base será construída para desenvolver a produção industrial de hélio-3. Especialistas norte-americanos preferem não dizer nada específico sobre assunto. Para coroar tudo isso, a China lançou seu primeiro satélite à Lua no dia 24 de outubro. A China também pretende lançar uma base lunar e uma sonda espacial não tripulada à Lua antes de 2010.

Isótopo não radioativo do hélio, o hélio-3, é um combustível poderoso para a síntese nuclear. Só seis toneladas deste combustível proveriam energia suficiente para abastecer um grande país europeu durante um ano. A qualidade do gás (produção livre de poluição e rendimento muito alto) faz com que muitos países tratem esta perspectiva com a maior seriedade possível. A Alemanha, Índia e China conduzem vários trabalhos de pesquisa para desenvolver métodos de extração de hélio-3.

Hoagland e Johnston também pretendem provar que a NASA age virtualmente como outro departamento de defesa dos Estados Unidos, intitulado para classificar importantes informações técnicas e científicas sem o controle do congresso americano.

Hoagland disse que os astronautas americanos poderiam entregar amostras de tecnologias extraterrestres secretamente da Lua para a Terra. As tecnologias, o cientista diz, empurre todas as nações líderes do mundo para uma nova corrida lunar. "Ao contrário da corrida espacial anterior entre a URSS e o EUA, esta nova determinará a vida de todo ser humano na Terra", disse Hoagland.

Hoagland e Johnston acham que os EUA intensificarão deliberadamente os lançamentos do ônibus espacial para fechar o programa à frente cronograma inicial que utilizará uma nova espaçonave Contellation, que permitirá os EUA pousar novamente na Lua.

Richard Hoagland diz que a NASA esconde vários outros segredos, inclusive a descoberta de micróbios na superfície de Marte. A descoberta foi feita supostamente através da sonda espacial não tripulada Viking em 1976.
Tradução: Milton Dino Frank Junior
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