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O RELATO DE UMA DEPRESSÃO: TERRÍVEL AFLIÇÃO

RELATO DE UMA DEPRESSÃO

O pior de uma depressão e a falta de compressão dos amigos e parentes, ajude um depressivo pois você pode ser a próxima vitima deste mau terrível!


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Depressão: 11 sinais de que esse mal (Depressão) está dominando você

Sintomas de depressão 11 sinais de que esse mal está dominando você
De uma maneira geral, os sintomas de depressão se confundem bastante com sintomas de outras doenças. E saber qual a diferença entre um quadro de tristeza, por exemplo, e um caso real de depressão não é a tarefa mais simples do mundo. “Tristeza é uma emoção, enquanto depressão é uma doença”, explica o psiquiatra Ken Robbins, da Universidade de Wisconsin-Madison – nos Estados Unidos.
E verdadeira depressão difere da tristeza em dois pontos-chave:

Sintomas de depressão

A. Severidade

Os sintomas da depressão são severos o suficiente para dominar sua vida e interferir profundamente em sua rotina diária. É como se você estivesse atolado em um mar de areia movediça e, não importa quanta força faça, apenas não consegue sair dali.

B. Duração

A tristeza com certeza faz parte da lista de sintomas de depressão. Mas, quando é “só” tristeza, o sentimento acaba passando em alguns dias e a vida volta a ser como era antes – o que não acontece em uma caso de depressão, quando a pessoa fica triste o tempo todo e por mais de duas semanas.
E, ao contrário do que muitos pensam, os sintomas de depressão vão muito além da tristeza. A seguir, vamos apresentar 11 sintomas de depressão que são os mais comuns. Mas, antes de falar mais sobre cada um deles, vale um alerta: é possível que uma pessoa deprimida não tenha os 11 sintomas de uma só vez, e a intensidade de cada um deles pode variar. O importante, e fundamental, é verificar se vários desses sintomas estão presentes por mais de duas semanas em você, ou em alguém que você conheça. Nesse caso, talvez seja hora de procurar ajuda médica especializada.
Vamos aos sintomas:

11. Baixo astral generalizado

Quando o baixo astral domina todos os seus momentos, talvez seja hora de ficar em estado de alerta. Perda de interesse na vida, incapacidade de sentir ou expressar felicidade ou outras emoções também fazem parte do pacote. Como dissemos, é normal se sentir assim quando alguma coisa que não gostaríamos acontece com a gente. Como ser demitido, ou terminar um relacionamento, por exemplo. Mas, o normal é que essa melancolia seja passageira. Quando ela insiste em ficar e anula todas as possibilidades de sorrir e sentir qualquer tipo de alegria, ela não se torna apenas um sintoma, mas também uma das evidências mais fortes de que se trata de um quadro real de depressão.
Se você está em dúvida sobre estar ou não nessa situação, pergunte a você mesmo: “quando foi a última vez que eu fiquei feliz?”.

10. Sentimento constante de desesperança, inutilidade ou desamparo

Quando uma pessoa está com depressão, ela não consegue deixar de sentir que está tudo errado e a culpa de todos os problemas do mundo é dela. A pessoa parece incapaz de ver qualquer lado positivo ou luz no fim do túnel. E então começa a se fixar em erros do passado, ficando horas, dias e semanas remoendo um sentimento de culpa infinito. Falas como “eu não tenho escolha”, “eu não posso fazer nada”, “ninguém se importa” são comuns de se ouvir de alguém que se encontra nessa situação.

9. Choro frequente

Quando o choro é frequente e aparentemente não tem uma causa que o justifique, vem “do nada”, ele pode entrar para a lista de sintomas de depressão. Mas é importante ressaltar que nem toda pessoa deprimida chora. Na verdade, algumas nunca choram. E, segundo um estudo feito na Universidade de São Francisco (Estados Unidos) em 2001, a quantidade de choro não está diretamente relacionada à gravidade da depressão. Contudo, pode ser a pontinha do iceberg.

8. Inquietação e agitação constante

Pessoas com depressão podem se sentir incapazes de relaxar. Podem ter também um sentimento constante de irritação e raiva de tudo e de todos.

7. Cansaço exagerado e perda de energia

Normalmente, quando uma pessoa está com depressão e não mostra a agitação de que falamos no item anterior, ela tende a ficar mais quieta e se queixar constantemente de cansaço e falta de energia para tudo. Daí vem uma onda implacável de improdutividade que atinge desde o trabalho até as atividades mais rotineiras. Esse sintoma pode ser tão forte a ponto de a pessoa não conseguir mais nem sair da cama.

6. Perda de interesse em atividades e hobbies que gostava

Esse é um dos sintomas de depressão mais reveladores da doença. A pessoa não tem mais vontade alguma de fazer coisas que antes adorava. E essas coisas podem ser as mais variadas possíveis, como passear com os cachorros, se exercitar, ou tomar conta dos seus sobrinhos. E, assim, a pessoa depressiva vai lentamente se isolando do mundo, recusando convites e qualquer outro motivo para sair de casa.

5. Dificuldade de concentração

Esquecer compromissos e recados, cometer erros bobos, não se lembrar de nomes e evitar fazer planos ou adiar decisões. A pessoa considerada “deprimida” é vítima constante de “pensamentos confusos”. Entre os sintomas de depressão, esse é aquele que começa virando motivo de piada, mas pode ficar sério a ponto da pessoa começar a escrever lembretes para ela mesma.
E atenção: essas falhas mentais associadas à depressão podem se parecer muito com “demência”. E, de fato, as pessoas com esta condição são propensas à depressão, e vice-versa.

4. Dormir demais ou problemas de sono

Falta de sono, ou sono em excesso, e a depressão estão intimamente relacionados. Em algumas pessoas, a depressão se manifesta com insônia, enquanto em outros acontece exatamente o contrário: tudo o que a pessoa quer é dormir. De um jeito ou de outro, a rotina de sono é interrompida e a pessoa nunca se sente descasada o suficiente. Importante saber: a depressão é uma das principais causas de problemas de sono, porque ela interfere nos ritmos biológicos naturais.

3. Falta de apetite ou comer compulsivamente

Esse é mais um caso em que o sintoma tende a aparecer como um extremo ou outro: a pessoa depressiva pode perder totalmente o interesse na comida, ou começar a comer descontroladamente. De um jeito ou de outro, é relativamente fácil detectar um comportamento anormal, principalmente porque nesse caso, um pouco mais que nos outros, os resultados desse comportamento é geralmente visível.

2. Pensamentos suicidas

A depressão é uma das condições mais comumente associadas ao suicídio. Ele começa com o que parece ser uma solução lógica para toda a dor e sofrimento que uma pessoa depressiva sente. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, 90% das pessoas que cometem suicídio tem um quadro clínico de depressão, estão sob efeito de drogas ou ambos.
Quem tem esse tipo de pensamento geralmente fala coisas como “eu queria morrer”, “eu quero acabar com tudo” e por aí vai. O perigo é que muitas pessoas podem pensar que essas são palavras ditas “da boca pra fora”, mas a verdade é que elas realmente sentem essa vontade de colocar um ponto final na vida. E esse, mais do que todos os sintomas, é um indicador de que a ajuda profissional não só é necessária, como é urgente.

1. Dores persistentes, dores de cabeça, cólicas ou problemas digestivos que não melhoram com tratamento

A depressão é estressante. Os efeitos físicos do estresse crônico, somado à falta de cuidados com si mesmo, provocam uma série de problemas de saúde, como os que enumeramos acima. Obviamente, alguns destes sinais físicos podem ser pistas para problemas de saúde não relacionados à depressão. O importante é perceber se isso está acontecendo junto com outro(s) sintoma(s) que listamos neste artigo.
Dica: levar uma pessoa ao médico sob o pretexto de avaliar sintomas crônicos permite que você tenha uma chance de fazer um relatório completo de outros sintomas preocupantes que podem levar ao diagnóstico de uma depressão. Isso pode ser muito importante porque pessoas com depressão costumam negar essa condição e todos os possíveis sintomas relacionados a ela. E, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, até os casos mais severos de depressão costumam responder muito bem ao tratamento adequado.

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Depressão, o mal do século 21, Depressão atingi 30% da população

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Depressão pode atingir 30% da população e o seu tratamento deve incluir a psicoterapia

A depressão é um problema de saúde pública, e será o mal do século 21, juntamente com a síndrome do pânico", afirma Sílvia Ivancko, psicoterapeuta e psicóloga do Instituto de Cancerologia de São Paulo. 

Os números da depressão são mesmo alarmantes: embora não se tenha um cálculo exato, estima-se que cerca de 30% da população mundial sofra da doença, sem saber.

"O maior problema com a depressão é o desconhecimento. O indivíduo deprimido está doente, sofre muito, mas sua falta de interesse pela vida costuma ser vista como preguiça ou falta de caráter", explica Sílvia.

Quimicamente, a depressão é causada por um defeito nos neurotransmissores responsáveis pela produção de hormônios como a serotonina e endorfina, que nos dão a sensação de conforto, prazer e bem-estar. 

Quando há algum problema nesses neurotransmissores, a pessoa começa a apresentar sintomas como desânimo, tristeza, autoflagelação, perda do interesse sexual, falta de energia para atividades simples.

Em geral, em algum momento de suas vidas, uma em cada cinco pessoas experimentará pelo menos um episódio depressivo. 

Mas Sílvia Ivancko explica que, embora trate-se de um distúrbio químico, a depressão sempre tem, em sua raiz, algum motivo psicológico. 

Assim, seu tratamento inclui, necessariamente, a psicoterapia. 

"O remédio ajuda muito, mas ele não é eterno. Se a causa primeira não for tratada, a depressão voltará¨



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Depressão destrói partes do cérebro, afirma estudo

A depressão persistente é causadora de danos cerebrais ao invés de ser um fator predisponente para isso, concluíram pesquisadores após décadas de hipóteses não confirmadas.



Um estudo publicado na revista Molecular Psychiatry provou de uma vez por todas que a depressão recorrente encolhe o hipocampo - uma região do cérebro responsável pela formação de novas memórias - levando a uma perda da função emocional e comportamental.

O encolhimento do hipocampo tem sido associado à depressão, mas estudos anteriores não foram conclusivos. Amostras de pequenas dimensões, variando os tipos de níveis de depressão e de tratamento, assim como a variação nos métodos de recolha e interpretação dos resultados, em conjunto conduziram a resultados inconsistentes e muitas vezes conflitantes.

Agora, através de uma análise global e transversal de imagens cerebrais de 9.000 pessoas, os cientistas foram capazes de conclusivamente associar os danos cerebrais à depressão. O encolhimento do hipocampo surge naqueles em que a depressão começa cedo (antes da idade de 21), assim como em pessoas que têm episódios recorrentes de depressão.

Os pesquisadores notaram que era essa persistência que produzia o dano. De facto, aqueles que têm apenas um episódio de depressão não têm um hipocampo menor, por isso o tamanho do hipocampo não é um fator predisponente, mas uma conseqüência do estado da doença. Isso coloca a ênfase na identificação precoce dos casos persistentes ou recorrentes mais graves.

É importante ressaltar que, em sistemas de identificação precoces, os cientistas devem dar atenção áqueles em que a depressão persiste ou é recorrente, porque eles são os únicos que vão ser mais prejudicados do ponto de vista do dano cérebro.

Os pesquisadores utilizaram dados de scans de ressonância magnética (MRI) do cérebro e dados clínicos de 1.728 pessoas com depressão major e 7.199 indivíduos saudáveis, combinando 15 conjuntos de dados da Europa, EUA e Austrália. As amostras foram obtidas a partir da base de dados de grupo Enigma - um consórcio internacional que investiga perturbações psiquiátricas.

Este estudo confirma - numa amostra muito grande - uma descoberta que tem sido relatado em algumas ocasiões. É interessante que nenhuma das outras áreas subcorticais do cérebro sofram um efeito tão nefasto de forma tão consistente. Por esse movito, também se confirma que o hipocampo é particularmente vulnerável à depressão.

O hipocampo faz parte do sistema límbico do cérebro, ou do que é conhecido como o seu centro emocional. O sistema também contém a amígdala, uma outra parte do cérebro que parece também ser afectada pela depressão, mas em menor escala. O hipocampo desempenha um papel importante na consolidação e formação de novas memórias.

Ainda assim, e apesar dos resultados do estudo serem importantes, eles não são susceptíveis de afectar imediatamente o tratamento clínico dos pacientes com depressão. Tal não acontecerá do dia para a noite, mas a investigação não deixa de ter implicações para o desenvolvimento de melhores tratamentos para a depressão.

Assim, os investigadores devem no futuro medir os volumes das regiões individuais dentro do hipocampo, que são responsáveis ​​por diferentes funções cognitivas. Ter uma melhor compreensão de como são as diferenças de volume regionais proporcionará uma maior capacidade para tirar conclusões que visem o tratamento.

Os cientistas esperam agora confirmar os danos do hipocampo na depressão através de estudos empíricos dirigidos precisamente a verificar esse facto. É importante notar, contudo, que os efeitos da depressão sobre o cérebro são reversíveis com o tratamento certo para o indivíduo, até porque o hipocampo é uma das áreas mais importantes de regeneração do cérebro, concluem os pesquisadores.
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Depressão na infância e adolescência (Depressão não é tristeza)


Depressão é uma doença crônica, recorrente, muitas vezes com alta concentração de casos na mesma família, que se manifesta não só em adultos, mas também em crianças e adolescentes.

Qualquer criança ou adolescente pode ficar triste, mas o que caracteriza os quadros depressivos nessas faixas etárias é o estado persistentemente irritado, tristonho ou atormentado que compromete as relações familiares, as amizades e a performance escolar.

Em pelo menos 20% dos pacientes com depressão instalada na infância ou adolescência, existe risco de surgirem distúrbios bipolares, nos quais fases de depressão se alternam com outras de mania, caracterizadas por euforia, agitação psicomotora, diminuição da necessidade de sono, idéias de grandeza e comportamentos de risco.

Antes da puberdade, o risco de apresentar depressão é o mesmo para meninos ou meninas. Mais tarde, ele se torna duas vezes maior no sexo feminino.
A prevalência da enfermidade é alta: depressão está presente em 1% das crianças e em 5% dos adolescentes.

Ter um dos pais com depressão aumenta de 2 a 4 vezes o risco da criança.

O quadro é mais comum entre portadores de doenças crônicas como diabetes, epilepsia ou depois de acontecimentos estressantes como a perda de um ente querido.

Negligência dos pais ou violência sofrida na primeira infância também aumenta o risco.

É muito difícil tratar depressão em adolescentes sem os pais estarem esclarecidos sobre a natureza da enfermidade, seus sintomas, causas, provável evolução e as opções medicamentosas.

Os estudos mostram que 60% desses pacientes respondem ao tratamento.

Esses medicamentos apresentam menos efeitos colaterais e risco de complicações por overdose menor do que outras classes de antidepressivos.

A recomendação é iniciar o esquema com 50% da dose e depois ajustá-la no decorrer de três semanas de acordo com a resposta e os efeitos colaterais.

Obtida a resposta clínica, o tratamento deve ser mantido por seis meses, no mínimo, para evitar recaídas.

A terapia comportamental mostrou eficácia em ensaios clínicos, e parece dar resultados melhores do que outras formas de psicoterapia.

Através dela os especialistas procuram ensinar aos pacientes como encontrar prazer em atividades rotineiras, melhorar relações interpessoais, identificar e modificar padrões cognitivos que conduzem à depressão.

Outro tipo de psicoterapia eficaz em ensaios clínicos é conhecida como terapia interpessoal. Nela, os pacientes aprendem a lidar com dificuldades pessoais como a perda de relacionamentos, as decepções e frustrações da vida cotidiana.

O tratamento psicoterápico deve ser mantido por seis meses, no mínimo.

Como o abuso de drogas psicoativas e suicídio são conseqüências possíveis de quadros depressivos, os familiares devem estar atentos e encaminhar os doentes a serviços especializados assim que surgirem os primeiros indícios de que os problemas da depressão possam estar presentes.

Depressão: doença que precisa de tratamento (Ricardo Moreno - médico psiquiatra e professor do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo). 

Depressão não é tristeza.

É uma doença que precisa de tratamento. Cerca de 18% das pessoas vão apresentar depressão em algum período da vida.

Quando o quadro se instala, se não for tratado convenientemente, costuma levar vários meses para desaparecer. É também uma doença recorrente.

Quem já teve um episódio na vida, apresenta cerca de 50% de possibilidades de manifestar outro; quem teve dois, 70% e, no caso de três quadros bem caracterizados, esse número pode chegar a 90%.

A depressão é uma patologia que atinge os mediadores bioquímicos que agem na condução dos estímulos através dos neurônios que possuem prolongamentos que não se tocam.

Entre um e outro, há um espaço livre chamado sinapse absolutamente fundamental para a troca de substâncias químicas, íons e correntes elétricas. Essas substâncias trocadas na transmissão do impulso entre os neurônios, os neurotransmissores, vão modular a passagem do estímulo representado por sinais elétricos.

Na depressão, há um comprometimento dos neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento normal do cérebro.

Diferença entre tristeza e depressão


Dráuzio – Vamos começar pela pergunta clássica: qual a diferença entre tristeza e depressão?

- R. Moreno - Tristeza é um fenômeno normal que faz parte da vida psicológica de todos nós.

- Depressão é um estado patológico. Existem diferenças bem demarcadas entre uma e outra.

A tristeza tem duração limitada, enquanto a depressão costuma afetar a pessoa por mais de 15 dias.

Podemos estar tristes porque alguma coisa negativa aconteceu em nossas vidas, mas isso não nos impede de reagir com alegria se algum estímulo agradável surgir.

Além disso, a depressão provoca sintomas como desânimo e falta de interesse por qualquer atividade.

É um transtorno que pode vir acompanhado ou não do sentimento de tristeza e prejudica o funcionamento psicológico, social e de trabalho.

Possibilidades de prevenção


Dráuzio – O que se pode fazer neste mundo moderno para não cair em depressão?

- R. Moreno – A primeira coisa é apelar para o bom-senso. Não há uma receita básica , mas todos podemos contar com o bom-senso para conseguir uma qualidade de vida satisfatória.

Depois, é preciso desenvolver a capacidade de enfrentar e resolver problemas, dificuldades e conflitos.

Tanto isso é possível que apenas 18% da população apresenta quadros depressivos ao longo da vida.

Problemas todos temos. É necessário, dentro das possibilidades, aprender a lidar com eles e a não deixar que nos abalem demais.
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Depressão, O número de casos entre mulheres é o dobro dos homens

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Fatores de risco para depressão

· História familiar de depressão;
· Sexo feminino;
· Idade mais avançada;
· Episódios anteriores de depressão;
· Parto recente;
· Acontecimentos estressantes;
· Dependência de droga.



O número de casos entre mulheres é o dobro dos homens. Não se sabe se a diferença é devida a pressões sociais, diferenças psicológicas ou ambas. A vulnerabilidade feminina é maior no período pós-parto: cerca de 15% das mulheres relatam sintomas de depressão nos seis meses que se seguem ao nascimento de um filho.

A doença é recorrente. Os que já tiveram um episódio de depressão no passado correm 50% de risco de repeti-lo. Se já ocorreram dois, a probabilidade de recidiva pode chegar a 90%; e se tiverem sido três episódios, a probabilidade de acontecer o quarto ultrapassa 90%.

Como é sabido, quadros de depressão podem ser disparados por problemas psicossociais como a perda de uma pessoa querida, do emprego ou o final de uma relação amorosa.

No entanto, até um terço dos casos estão associados a condições médicas como câncer, dores crônicas, doença coronariana, diabetes, epilepsia, infecção pelo HIV, doença de Parkinson, derrame cerebral, doenças da tireóide e outras.

Diversos medicamentos de uso continuado podem provocar quadros depressivos.

Entre eles estão os anti-hipertensivos, as anfetaminas (incluídas em diversas fórmulas para controlar o apetite), os benzodiazepínicos, as drogas para tratamento de gastrites e úlceras (cimetidina e ranitidina), os contraceptivos orais, cocaína, álcool, antiinflamatórios e derivados da cortisona.

A maioria dos autores concorda que a psicoterapia pode controlar casos leves ou moderados de depressão.

O método oferece a vantagem teórica de não empregar medicamentos e diminuir o risco de recidiva do quadro, desde que a pessoa aprenda a reconhecer e lidar com os problemas que a conduziram a ele.

A grande desvantagem, no entanto, está na lentidão e imprevisibilidade da resposta.

A psicoterapia não deve ser indicada como tratamento exclusivo nos casos graves.

Embora reconheçam os benefícios da psicoterapia, a maioria dos autores admite que a tendência moderna é empregar medicamentos para tratar quadros depressivos.


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Como ajudar um familiar ou amigo que esta com depressão

Depressão
É absolutamente natural no ser humano sentir-se triste ou melancólico diante de mágoas ou perdas.

O que configura depressão não é a incidência ocasional dessas emoções, e sim a constância com que elas se manifestam interferindo, inclusive, nas funções orgânicas das pessoas. Um familiar com depressão precisa do apoio de todos os parentes para entender a necessidade de se tratar e obter o máximo do tratamento.

Como a família pode ajudar

Segundo o artigo “Depressão e o Apoio da Família” do médico-psiquiatra Dr. TárcioCarvalho:
“A depressão é um transtorno que afeta toda a família. As pessoas deprimidas podem despertar sentimentos de frustração, culpa e até mesmo de raiva nos familiares, os quais podem guardar ressentimento ou ter dificuldade de entender os problemas da pessoa deprimida. Estudos mostram que as pessoas deprimidas são mais passíveis de experimentar sentimentos de rejeição ou julgamentos negativos por parte de terceiros do que as não deprimidas, e as reações negativas de outros membros da família podem agravar ainda mais os seus sentimentos de desesperança e baixa autoestima”.

Baseando-se nas conclusões do especialista citado podemos fazer algumas considerações:

1- Compreender o que se passa com a pessoa depressiva é a melhor maneira de lidar com ela e oferecer o apoio que ela precisa. Procure informar-se sobre a depressão e suas manifestações.

2- Incentive seu familiar a procurar tratamento adequado, seja o estímulo que ele precisa. Ofereça-se para marcar uma consulta no psiquiatra e o acompanhar.

3- Converse com o psiquiatra sobre as formas de tratamento; busque entender como elas funcionam no organismo das pessoas.

4- Encare seu familiar como portador de uma doença e amplie seu grau de tolerância em relação a ele. Evite criticar seu comportamento depressivo.

5- Reconheça a dificuldade que ela tem para superar o próprio sofrimento, não espere, muito menos exija uma melhora repentina.

6- Não se culpe. Mesmo que você considere ter errado com a pessoa, o momento é de se redimir tendo paciência e auxiliando na sua recuperação.

7- Pessoas depressivas têm baixa autoestima, ajude-a enfatizando o que há de bom e bonito nela. O poder do elogio sincero é arrebatador.

8- Você pode ajudar muito a pessoa que estima demonstrando esse sentimento para ela. Carinho e afeto potencializam o tratamento.

9- Pessoas depressivas costumam se isolar; é preciso ter cuidado com isso. O ideal é fazer uma escala entre familiares de boa vontade.

10- Fique atento e procure averiguar se seu familiar tem ideia de suicídio, não negligencie essa possibilidade e em caso positivo avise o psiquiatra imediatamente.

Conviver com um familiar deprimido exige grande esforço, paciência e tolerância. Desenvolver essas virtudes é primordial para que a relação não se deteriore. Uma pessoa deprimida precisa muito do apoio e da presença das pessoas que estima, portanto, é preciso se preparar para isso.


A chave de acesso ao coração de seu afeto depressivo é a sua compreensão; use dela, talvez seja isso o que ele mais precisa para encontrar a cura.
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O que é depressão?

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Todo mundo já se sentiu triste ou para baixo pelo menos uma vez na vida – é uma parte normal de ser humano. Podemos experimentar emoções negativas devido a muitas coisas, como um dia ruim no trabalho, o término de um relacionamento, um filme triste, etc. Às vezes, dizemos até que estamos nos sentindo um pouco “deprimidos”.

Mas o que isso significa e quando podemos dizer se é mais do que apenas um sentimento passageiro?

Depressão é mais do que sentir tristeza ou estresse. É uma doença altamente prevalente e pode ser significativamente incapacitante. Também é comumente associada com outros transtornos mentais comuns, incluindo transtornos de ansiedade ou de uso de substâncias.

De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. No decorrer de um ano, 5% da população mundial sofrem com a doença.

No Brasil, estima-se que pelo menos dez milhões de pessoas ou 18% da população tenham depressão, mas esse número pode ser bem maior, já que muitos nem sabem que possuem a doença (e consequentemente não a tratam).

A OMS aponta que apenas 35% das pessoas com sintomas de problemas de saúde mental procuram ajuda. Isso pode ser por causa de dificuldades em identificar a depressão na comunidade devido a uma falta de conhecimento ou acesso a cuidados médicos, ou pelo estigma que a doença carrega.

Segundo os médicos, isso precisa mudar: depressão é coisa séria e leva a inúmeros suicídios (cerca de um milhão) todos os anos. Para enfatizar tal grave potencial, vale pensar em um exemplo prático que fez a manchete dos jornais recentemente: a morte do cantor Chorão, que muitos especulam ter sido causada por ele mesmo, devido a uma depressão que sua família afirmou que ele estava passando.

Episódio depressivo: diagnóstico e fatores de risco

Um episódio depressivo é definido como um período de duas semanas ou mais no qual o indivíduo experimenta sentimentos persistentes de tristeza ou perda de prazer, juntamente com uma série de outros sintomas físicos e psicológicos, incluindo fadiga, alterações no sono ou apetite, sentimentos de culpa ou inutilidade, dificuldade de concentração ou pensamentos de morte.

Para ser diagnosticado com transtorno depressivo maior, o indivíduo deve ter pelo menos um episódio depressivo que atrapalhe o seu trabalho, vida social ou vida domiciliar.

Geralmente, não há uma única razão pela que um indivíduo torna-se deprimido. Existem vários fatores de risco, incluindo influências fisiológicas, genéticas, psicológicas, sociais e demográficas.

Fatores de risco biológicos incluem ter um histórico familiar de depressão, sofrer de uma doença ou lesão de longo prazo de natureza física, experimentar dor crônica, usar drogas ilícitas ou tomar certos medicamentos, ter problemas de sono crônicos ou ter um bebê. Ter experimentado depressão no passado é um fator de risco para um episódio depressivo ainda maior;

Fatores de risco psicológicos para a depressão incluem ter baixa autoestima ou ter uma tendência a ser autocrítico;

Influências demográficas e sociais incluem ser do sexo feminino (as mulheres são quase duas vezes mais propensas a sofrer de depressão do que os homens), passar por eventos estressantes (como conflitos de relacionamento ou cuidar de alguém com uma doença grave), ter experimentado uma infância difícil ou abusiva ou estar desempregado.

As pessoas são muito diferentes na quantidade ou tipo de fatores de risco aos quais estão expostas ou experimentam. E ter vários fatores de risco por si só não é suficiente para desencadear a depressão.

Uma combinação de fatores de risco e a experiência de eventos estressantes ou adversos é que pode levar ao aparecimento da doença. Quanto maior o número de fatores de risco que uma pessoa experimenta, mais vulnerável está a desenvolver a condição quando se depara com eventos de vida estressantes.

Em contraste, aqueles expostos a menos fatores de risco estão um pouco mais protegidos, e só podem desencadear depressão quando expostos a níveis extremos de estresse.
Tratamento e prevenção

Hoje, há uma série de tratamentos eficazes para a depressão. O mais eficaz e amplamente utilizado é a terapia cognitivo-comportamental aliada a medicamentos antidepressivos.

Terapia cognitivo-comportamental é uma terapia baseada no diálogo que tem como principal objetivo reduzir os padrões de pensamentos negativos, enquanto os medicamentos antidepressivos agem sobre substâncias químicas cerebrais que podem desempenhar um papel na doença.

Há também evidências de que a terapia cognitivo-comportamental combinada com a educação sobre a depressão pode impedir que um indivíduo desenvolva a condição. Para ampliar o alcance de tais programas de prevenção, terapias online foram desenvolvidas e se mostraram eficazes.

Pesquisadores australianos estão na vanguarda do desenvolvimento de plataformas na internet para reduzir a prevalência de depressão e outros transtornos mentais. Por exemplo, eles testaram um programa online que necessitou de apenas 111 minutos de contato entre o paciente e o médico durante um período de oito semanas para eliminar o diagnóstico de depressão nos participantes, um tempo significativamente menor do que o necessário para outras terapias similares.

Outro estudo do mesmo grupo, da Universidade de New South Wales (Austrália), mostrou que a terapia cognitiva comportamental via internet tem o poder de reduzir dramaticamente tanto a depressão quanto os pensamentos suicidas em pelo menos 50% dos pacientes.
Por fim, há evidências de que alterações de estilo de vida também podem ajudar a prevenir a depressão em algumas pessoas. 

Engajar-se em comportamentos saudáveis – tais como ter um sono adequado, evitar o uso de substâncias, tomar vitaminas ou suplementos de óleo de peixe, praticar atividade física e ter uma alimentação saudável – tem sido associado com sintomas de depressão reduzidos. No entanto, os cientistas não sabem dizer se simplesmente alterar o estilo de vida pode levar diretamente a prevenção da doença.

A pesquisa atual sobre as bases biológicas e genéticas da depressão está resultando em um contínuo refinamento de tratamentos físicos e farmacológicos.

A análise e melhor compreensão das opções de tratamento para determinar quais são mais eficazes para cada tipo de pessoa também é uma grande promessa para permitir uma abordagem individualizada de tratamento e prevenção da depressão no futuro.
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A depressão pós-parto, entenda melhor!

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O que há de errado comigo? Acabei de ter um bebê lindo e saudável. Devia estar feliz e orgulhosa, mas me sinto infeliz e ansiosa, até mesmo com raiva. Será que não sou uma boa mãe? Por que me sinto tão deprimida?

SE VOCÊ teve um parto recentemente e se sente assim, saiba que não é a única. Calcula-se que de 70% a 80% das novas mamães vez por outra têm esses sentimentos. Mas o que é depressão pós-parto e quais são as suas causas? Como a pessoa pode lidar com esse problema, e o que a família e outros podem fazer para ajudar?
Distúrbio físico e psíquico
A expressão “depressão pós-parto” se refere a crises depressivas que se seguem ao parto. As crises podem ocorrer após o nascimento de qualquer um dos filhos (não necessariamente do primeiro) ou mesmo após um aborto espontâneo ou provocado. De acordo com o Centro de Saúde da Mulher do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, dos Estados Unidos, os sintomas variam muito em intensidade e severidade.
Um grande número de mulheres manifesta o que se chama de baby blues, um quadro caracterizado por leve tristeza, ansiedade, irritabilidade, flutuações de humor e fadiga. Esses sintomas, considerados normais, são de curta duração e passam espontaneamente sem ajuda médica em questão de uns dez dias após o parto.
Contudo, de acordo com a Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas, uma em cada dez mulheres apresenta tais sintomas (que podem aparecer até mesmo vários meses após o parto) de forma mais intensa e prolongada. Neste caso, pode tratar-se da depressão pós-parto propriamente dita, em que os sentimentos de tristeza, ansiedade ou desespero são tão intensos que a mulher se sente incapaz de realizar suas tarefas diárias.
Além disso, entre 1 e 3 mulheres de cada 1.000 que dão à luz sofrem de uma forma ainda mais grave de depressão chamada de psicose pós-parto, em que a mulher tem delírios ou alucinações que podem levá-la a machucar a si mesma ou ao bebê. Esse quadro exige atenção médica imediata.
Causas
Não é possível isolar uma causa específica para o problema, pois tanto fatores físicos como emocionais parecem estar envolvidos. Um dos fatores pode ser a queda drástica de estrógeno e progesterona nas primeiras 24 a 48 horas após o parto, a níveis mais baixos do que antes da concepção. Isso provoca uma mudança abrupta no estado fisiológico do organismo, podendo causar a depressão, da mesma forma que é comum ocorrer flutuações de humor e tensão no período pré-menstrual. O nível dos hormônios produzidos pela tireóide também pode cair depois do parto, provocando sintomas parecidos com os da depressão. Em vista disso, pesquisadores chamam a depressão pós-parto de “distúrbio bioquímico e hormonal”.
É interessante notar que certo boletim médico sugere que a depressão pós-parto talvez seja causada por desequilíbrio nutricional, como deficiência de vitaminas do complexo B.
A fadiga e a privação do sono também podem contribuir para a depressão. O psiquiatra Steven I. Altchuler, da Clínica Mayo, no Estado de Minnesota, EUA, disse: “Logo após dar à luz, a falta de energia e a privação do sono podem fazer com que pequenos problemas pareçam bem maiores. Algumas mulheres se sentem frustradas porque têm dificuldade de lidar com coisas que não representavam problema quando elas ainda não tinham baby blues e dormiam a noite inteira.” Fatores emocionais como gravidez não-planejada, parto prematuro, perda da liberdade, preocupação com a aparência e falta de apoio também podem contribuir para a depressão.
Ademais, há vários mitos comuns sobre a maternidade que podem contribuir para sentimentos de depressão e inutilidade. Podemos citar, como exemplo, o conceito de que cuidar do bebê é algo que toda mãe já sabe por instinto, que o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê é automático, que o bebê será perfeito e nunca vai ficar irritado, e que a mãe tem de ser perfeita. A realidade é bem diferente: a pessoa tem de aprender a cuidar do bebê, o vínculo afetivo leva tempo para ser desenvolvido, alguns bebês são mais fáceis de cuidar do que outros, e mãe perfeita e supermãe simplesmente não existem.
Reconhecida como doença
Até recentemente, a depressão pós-parto não era levada a sério. O Dr. Laurence Kruckman disse: “Os problemas relacionados com a saúde mental da mulher têm sido despercebidos, e no passado eram rotulados como histeria que não devia ser levada a sério. O manual de diagnósticos da Associação Americana de Psiquiatria nunca reconheceu a depressão pós-parto como doença, de forma que os médicos não foram instruídos a respeito nem se obtiveram dados confiáveis.  . . . E hoje, ao contrário de 30 anos atrás, as mães geralmente têm alta dentro de 24 horas. A maioria das psicoses pós-parto, blues e depressão ocorrem de 3 a 14 dias após o parto. De modo que, quando manifestam os sintomas, as mães já estão em casa e não são examinadas por profissionais que conhecem os sintomas.”
Segundo a Dra. Carol E. Watkins, da Associação Psiquiátrica do Condado Norte em Baltimore, Maryland, EUA, a depressão pós-parto, quando não é diagnosticada nem tratada, pode levar a uma depressão prolongada e dificultar a criação de um vínculo afetivo com o bebê. Mães depressivas tendem a ignorar passivamente as necessidades do bebê, ou então perder o controle e utilizar a punição física para disciplinar a criança. Essa atitude pode ter um efeito negativo sobre o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança.
Um artigo publicado na revista American Family Physician sugere que crianças pequenas de mães deprimidas não se saem tão bem em testes cognitivos como as crianças cujas mães não têm depressão. Além disso, a depressão pós-parto pode afetar os outros filhos e o marido.
Tratamento
O que pode ser feito? Será que o jeito é agüentar firme até que passe? É consolador saber que a depressão pós-parto é comprovadamente um distúrbio temporário que pode ser tratado. Em casos mais brandos, o repouso e o apoio da família talvez sejam suficientes. Mas quando a depressão se torna incapacitante, é necessário buscar cuidados médicos, diz o Centro de Saúde da Mulher.
Tratamentos comuns são medicamentos antidepressivos, consultar um especialista em saúde mental, tratamento hormonal ou uma combinação desses métodos, dependendo da gravidade do caso. O método canguru (colocar o bebê em contato com a pele da mãe) também pode amenizar a depressão. Além disso, há tratamentos alternativos como ervas, acupuntura e remédios homeopáticos.
Mas há algumas coisas que você mesma pode fazer para se ajudar. Por exemplo, ter uma alimentação nutritiva (incluindo frutas, verduras e cereais integrais); evitar cafeína, álcool e açúcar; fazer exercícios moderados e tirar uma soneca quando o bebê está dormindo. Zoraya, uma mãe cristã que só chorava por vários dias após dar à luz uma menininha saudável, disse que o que a ajudou a superar a depressão foi envolver-se o mais rápido possível nas suas atividades cristãs regulares como Testemunha de Jeová. — O quadro acompanhante fornece outras dicas.
Como outros podem ajudar?
Visto que uma das coisas que mais contribuem para a depressão pós-parto é a falta do devido descanso, outras pessoas podem ajudar por assumir algumas das tarefas domésticas e por ajudar a cuidar da criança. Estudos revelam que a depressão pós-parto é muito menos freqüente em culturas onde diversos membros da família ampliada participam em dar apoio e instrução. Muitas vezes a pessoa pode ser de grande ajuda por simplesmente ouvir com empatia, reanimando a nova mamãe e evitando fazer críticas ou suposições. Lembre-se de que a depressão pós-parto é um distúrbio físico e não algo provocado pela própria pessoa. Conforme salientado pela organização Educação Pós-Parto para Pais, “a mulher não consegue reagir quando está com depressão pós-parto da mesma forma que não conseguiria se tivesse gripe, diabetes ou uma doença cardíaca”.
Em vista do precedente, pode-se ver que, embora o pós-parto possa ser uma fase maravilhosa para as novas mamães, pode também ser muito estressante. Entender que se trata de uma doença pode ajudar-nos a dar o apoio necessário às mulheres que acabam de ter um filho.
Nota
A depressão pós-parto não deve ser confundida com o distúrbio de estresse pós-traumático que algumas mulheres sofrem depois de um parto difícil, embora ambos os quadros possam manifestar-se simultaneamente.
Veja o artigo “Venci a luta contra a depressão pós-parto”, na Despertai! de 22 de julho de 2002.
Alguns medicamentos podem contaminar o leite materno. Assim, se desejar amamentar o bebê ao peito, consulte o médico para saber qual a opção mais apropriada.

Fonte: Estudo e Pesquisa
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Combate à depressão intensa - tratamentos especializados

informes “OADM” não está sancionando ou promovendo quaisquer dos métodos populares de tratamento. Simplesmente, estamos relatando alguns dos métodos reconhecidos de tratamentos especializados. Estes combatem uma grave desordem mental que é muito mais intensa do que a mera tristeza que ocasionalmente todos nós sentimos.
A DEPRESSÃO do paciente o incapacitava. Não conseguia trabalhar e repetidas vezes ficava internado em hospitais psiquiátricos. Vendo que todos os demais tratamentos não produziam resultados, o neurocirurgião Keith Langford fez uma cirurgia, abrindo a cabeça do homem e colocando-lhe no cérebro um “marca-passo” que opera com bateria. Segundo se informou, esse “marca-passo” emite um impulso elétrico rítmico que alivia a depressão, sem prejudicar o cérebro nem alterar a faculdade de raciocínio.
Funcionou! O referido senhor voltou a ter uma atitude positiva e retomou seu trabalho. “O senhor salvou minha vida”, disse ele ao médico. “Agora posso levar uma vida normal.”
Esse homem sentia mais do que a tristeza que é normal a pessoa sentir. Ele estava entre os oito milhões de norte-americanos que anualmente procuram ajuda especializada por depressão intensa — um distúrbio que gera forte sentimento de culpa, de inutilidade e faz encarar o futuro sem esperança. Usualmente, há alterações no apetite e no sono, há constante fadiga, acessos de choro e incapacidade de sentir prazer algum na vida.
Bem poucos casos exigem um tratamento radical com um “marca-passo”. Em geral, porém, sugere-se, para casos de depressão intensa, alguma forma de assistência por profissionais experientes. A estatística indica que em alguns países o número dos que passam por tal episódio alguma vez na vida chega a ser de cada quatro mulheres uma e 10 por cento dos homens.
Quais os tratamentos disponíveis? Há uma variedade. Alguns são diametralmente opostos no modo de tratar; contudo, outros coincidem em parte. Por que se dá isto?
Alguns pesquisadores acham que as depressões graves são causadas por uma disfunção física do organismo (mesmo que seja desencadeada por algum evento que produz tensão) — um desequilíbrio bioquímico do cérebro — e, por conseguinte, julga-se que a medicação seja de suma importância em sanar tal desequilíbrio. Outros argumentam que o distúrbio é resultante do modo errado de a pessoa pensar e que a mente gera o desequilíbrio, podendo, por conseguinte retificá-lo. Tais acreditam que a mente precisa de correção através da “terapia de diálogo”, a psicoterapia. Há alguma verdade em cada um dos métodos, mas nenhum dos dois tem a solução totalmente.
A Mente e o Corpo Estão Relacionados
É uma questão difícil de solucionar, por causa da íntima relação existente entre a mente e o corpo. Ambos têm efeitos decisivos um sobre o outro.
As desordens mentais são muito complexas e cada paciente é diferente. Portanto, um médico familiarizado com o paciente pode usualmente fazer recomendações quanto ao melhor tipo de tratamento para o paciente. Se o paciente não ficar satisfeito, talvez o médico possa ajudá-lo a encontrar outros especialistas. A matéria que se segue talvez sirva para ajudar tanto o paciente como o médico a compreender que há diversos tipos de tratamento disponíveis. Nenhuma forma única de tratamento cura todos os casos de depressão intensa. Sabe-se, também, que, dentro de cada tipo de tratamento, há amiúde uma grande variedade de especializações. Por exemplo, na psicoterapia, há 130 métodos diferentes de tratamento, segundo se informa. Outrossim, os que usam o método à base de nutrição podem variar entre pesquisadores proeminentes que têm um cabedal de décadas de experiência em estudos e os que se tornaram “especialistas de fim-de-semana” após terem assistido a um seminário de dois dias de duração.
Cura da Depressão por Meio de Diálogo
Uma vez diagnosticada a depressão intensa, um tipo de tratamento recomendado é a psicoterapia ou  a “terapia de diálogo”. Visto que a pessoa deprimida tem em geral idéias muitíssimo perturbadas, muitos foram ajudados através de conversação com um terapeuta. Especialistas neste campo podem incluir psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e outros com treinamento especializado. Entretanto, alguns foram ajudados falando com um ministro que tem amorosa preocupação.
Armand DiMele, diretor do Centro de Psicoterapia, dos E.U.A., comenta: “A pessoa deprimida protege-se fechando a mente e o corpo e não permitindo nenhum estímulo. Por exemplo, quando alguém sofre uma perda, tal como na morte, pode ficar deprimido ao invés de enfrentar a perda.” A tarefa do conselheiro é ajudar o sofredor a fazer face aos sentimentos e à ansiedade decorrentes de tal perda. DiMele continua: “Se o terapeuta que se senta com ele puder realmente instruí-lo e dizer-lhe o que esperar quanto às sensações em seu organismo, então a pessoa compreende gradativamente que pode fazer face à emoção, e a depressão desaparece.”
Sentimentos ocultos, como a ira, o ressentimento e o sentimento de culpa, têm amiúde desencadeado a depressão. Por exemplo, um psicólogo do Departamento de Saúde Mental do Estado de Nova Iorque tratou uma mulher de 58 anos que sofria de depressão grave. Ela achava que Deus a havia abandonado e que todos falavam contra ela. Quando este especialista, que tinha 20 anos de experiência, começou a falar com ela de modo bondoso cada semana, ele notou que nas conversações sobre sua família ela nunca mencionava a mãe, com quem estava morando. Ele sondou. Com o tempo, ela revelou que achava que sua mãe, por causa de negligência, era responsável pela morte recente de seu pai a quem tanto amava. Aos poucos, o conselheiro a ajudou a vencer esse ressentimento, e sua depressão desapareceu.
Visto que o sentimento de culpa é com freqüência um grande sintoma da depressão, os psicólogos procuram eliminá-lo junto com os sentimentos de desvalorização própria do paciente. Certa senhora ficou gravemente deprimida quando sua filha se tornou rebelde. “Eu nunca fui realmente uma mãe adequada, não é?” disse ela chorando ao psiquiatra. “É por isso que ela foi para um caminho errado.” O médico a ajudou a ver todo o bem que ela fizera pela criança. Então, desapareceu o sentimento de culpa — também a depressão dela.
Entretanto, tal tratamento para a maioria dos casos não produz efeito, segundo o Dr. Ronald Fieve. Ele relata no seu livro Variação de Ânimo — A Terceira Revolução em Psiquiatria (em inglês) que não é infreqüente, após semanas, meses e anos de labuta com uma pessoa deprimida moderada ou gravemente, ajudando-a a analisar seu comportamento, que “muito pouco conseguiu”.
Há nisso também um perigo para pessoas que procuram levar uma vida de elevadas normas morais. Alguns terapeutas se excedem em justificar atitudes que a Bíblia desaprova. Fazem isso para aliviar o sentimento de culpa do paciente. É verdade que uma pessoa não deve ser vencida pelo sentimento de culpa e nem sentir-se “condenada por Deus” caso entrem em sua mente sentimentos impróprios. Contudo, ao invés de se raciocinar que tais pensamentos não são errados, como diriam alguns terapeutas, os que valorizam altamente o conselho bíblico preferem corrigir tais idéias ou abandoná-las. Portanto, precisam pesar (ou obter ajuda para pesar) seriamente o conselho dado por um terapeuta. Os problemas em potencial podem ser evitados se o paciente, ou uma pessoa acompanhante, explicar ao terapeuta a importância das crenças religiosas do paciente. — Gálatas 5:16, 19-21; Tiago 1:14, 15.
As autoridades nesse campo diferem quanto à eficácia da psicoterapia intensiva. Uma das razões disto é que muitos médicos acham que o desequilíbrio químico existente em graves estados de variação de ânimo não pode ser sempre corrigido pela psicoterapia. Aconselham o uso de . . .
Medicamentos Antidepressores
“Eu pensava que as pessoas podiam vencer qualquer disposição mental por simplesmente decidirem isso em sua mente, mas  agora não creio que seja assim”, confessou uma dona-de-casa que havia outrora sucumbido à depressão intensa. “Às vezes, eu me deixava cair no chão e soluçava sem uma razão para isso.” Por fim, ela entrou em contato com um médico que encontrou uma solução que a ajudou.
Após ouvir seus sintomas de depressão intensa, o médico disse: “De imediato, deixe-me explicar que você sofre de uma doença física. Tenho medicamentos que acho que a ajudará.” Ele receitou um antidepressor tricíclico. Acreditava que isso contrabalançaria um suspeito desequilíbrio químico no seu cérebro, o que aliviaria a depressão. “Por um tempo, não houve nenhuma melhora”, mas, depois, disse ela, “em seis meses eu parecia uma nova pessoa, não precisava mais tomar a droga absolutamente”.
Há disponíveis mais de 20 antidepressores e também lítio. Não são “pílulas estimulantes” (anfetaminas) ou tranqüilizantes, que estimulem ou acalmem imediatamente o sistema nervoso, e que possam viciar. Em vez de impedirem certos impulsos geradores de ansiedade, como no caso dos tranqüilizantes, esses antidepressores (tricíclicos e inibidores da monoaminoxidase, MAO, abreviado) modificam aparentemente os níveis de certos neurotransmissores no “centro do prazer” do cérebro, e acredita-se que isto facilita a transmissão de impulsos agradáveis de uma célula nervosa para a próxima. Portanto, estas drogas tratam possivelmente um desequilíbrio químico dentro do cérebro.
Segundo o Dr. Ronald Fieve, diretor da Clínica Fieve de Lítio, da cidade de Nova Iorque, “o lítio trata a fase maníaca do estado maníaco-depressivo bipolar e serve bem como preventivo desse distúrbio e às vezes ajuda na depressão intensa recorrente”. Ele relatou que, num período de 20 anos, mais de 6.000 pacientes, aos quais se administrou o lítio numa dezena de países, foram cuidadosamente estudados. Dos que sofriam de depressão maníaca, 70 a 80 por cento foram tratados com bom êxito.
Naturalmente, pode haver efeitos colaterais-desagradáveis de todas essas drogas. Com freqüência, diversas drogas são testadas até que se encontre “uma acertada”. Os inibidores MAO podem causar uma reação letal se forem combinados com certos alimentos, tais como queijos curados, cerveja, vinhos e fígado de galinha. Portanto, todas as drogas precisam ser usadas sob cuidadosa supervisão de um médico bem-informado.
“[A terapia medicamentosa] não é, porém, uma solução mágica para todos os problemas de um paciente”, escreve o Dr. Nathan Kline, da cidade de Nova Iorque, na sua obra Do Triste Para o Alegre, em inglês. Este pioneiro no uso de antidepressores continua: “O que faz é corrigir uma determinada espécie de colapso funcional, de modo que o paciente possa enfrentar problemas com as capacidades restauradas.”
Tratamento Dietético
Que uma deficiência no que se come pode causar distúrbios mentais, inclusive a de pressão intensa, ficou atestado há mais de 65 anos. Uma doença fatal, a pelagra, assolava então muitos países e ceifava anualmente a vida de 10.000 norte-americanos. As primeiras manifestações da doença eram usualmente distúrbios mentais — predominantemente a depressão.
Procurando chegar a raiz do problema, o Dr. Joseph Goldberger colocou algumas pessoas sadias na mesma dieta que observou que estava sendo fornecida a alguns pacientes mentais — refeições que consistiam principalmente em fubá, canjica, maisena e outros produtos de milho, e uma pequena quantidade de hortaliças. Ele aguardou. Sete dos 11 participantes desenvolveram depressão e passaram a sofrer de pelagra! O médico acrescentou então à dieta deles levedura de cerveja, carne magra e leite. Todos se recuperaram rapidamente. Uma deficiência dietética havia sido responsável pela sua depressão.
Milho, que é a base da dieta da população mais pobre naquela área, é quase totalmente deficiente de um aminoácido vital — o triptofano. Isto causou carência de algumas das vitaminas do complexo de vitamina B.
Os cientistas descobriram que outras deficiências dietéticas causam sintomas tais como a depressão, a irritabilidade nervosa, a estafa e mudanças de personalidade. Muita pesquisa feita tem relacionado as vitaminas, especialmente do complexo B, com a conversão dos aminoácidos, como o triptofano, em neurotransmissores, que conduzem os impulsos do nosso pensamento entre as células nervosas. A carência de certos neurotransmissores tem sido associada com alguns tipos de depressão.
“Colocar o paciente em ótimo equilíbrio nutricional é a primeira coisa a se fazer”, explica o Dr. David Hawkins, o presidente fundador da Academia de Psiquiatria Ortomolecular. Mas, mesmo quando se descobre uma deficiência alimentar, os suplementos corretivos nem sempre aliviam a depressão.
Por exemplo, uma paciente profundamente deprimida havia lido um livro sobre terapia megavitamínica e estava tomando grandes doses de diversas vitaminas para encontrar alívio, mas sem notar efeito. Um médico, usando o método de tratamento dietético, examinou cuidadosamente a dieta da paciente. Ele descobriu que a única refeição diária dela consistia em um hamburgo e batatas fritas, com um pouquinho de alface e tomate. Ela tomava 25 a 30 xícaras de café por dia. Acrescentando uma variedade de hortaliças, frutas e nozes na dieta dela, e limitando seu consumo de café, ela se recuperou completamente em poucos meses, segundo se informa.
Mesmo alguns desses médicos que usam o método dietético empregam também a terapia de drogas e de eletrochoque. Isto se dá porque o método de tratar com dieta amiúde é lento, e o paciente, especialmente se tiver tendência suicida, talvez precise de alívio imediato.
Os médicos que defendem o tratamento dietético usam primariamente substâncias normalmente presentes no organismo e assim evitam os perigosos efeitos colaterais das drogas psicotrópicas. Relatou-se em The American Journal of Psychiatry (maio de 1980) como um aminoácido que ocorre naturalmente, a tirosina, foi administrado a uma senhora de 30 anos que havia sofrido por diversos anos de depressão intensa e tinha tido reações desfavoráveis à medicação de antidepressores. Ela “melhorou de modo marcante depois de duas semanas de terapia com tirosina”. Como teste, para se ver se a melhora era realmente em base psicológica, foi-lhe administrado um placebo de aspecto similar. Em questão de uma semana, tornou a ter depressão! Quando lhe foi dado de novo o aminoácido, sua depressão ficou “de novo totalmente aliviada”.
As experiências de estudo indicaram que um outro aminoácido, o triptofano, é tão eficaz quanto algumas drogas antidepressoras, sem nenhum dos efeitos colaterais. Embora nem todas as experiências tenham sido bem-sucedidas, o Dr. J. H. Growden disse em síntese: “Parece provável que existe um grupo de pacientes, cujos distúrbios de humor melhoram clinicamente depois de se lhes administrar o triptofano, quer sozinho, quer em combinação com outras terapias mais convencionais.”
Entretanto, um pioneiro na pesquisa dietética, o Dr. Allen Cott, adverte: “É sempre necessário que um médico resolva a fórmula correta. A pessoa não deve ir tomando punhados de vitaminas. Se se saturar de B6 esgota-se a reserva de magnésio de seu organismo. . . . Só um médico experiente pode certificar-se de que a correção de uma deficiência de vitamina não vá criar outra.” Portanto, os nutricionistas recomendam em geral diversos suplementos, inclusive vitaminas, minerais, oligoelementos, enzimas e aminoácidos. Também, sabe-se que, se um suplemento for usado em doses maciças, ele atua no organismo como droga.
O psiquiatra H. M. Ross, que normalmente emprega vitaminas e dieta no exercício de sua profissão e que, segundo relatado, tratou centenas de casos de grave depressão com pleno êxito, declara: “As vitaminas não são a solução completa para muitos dos problemas psiquiátricos.” Em defesa dessa opinião equilibrada há o porta-voz popular dos que usam esse método de tratamento, o Dr. Carlton Fredericks, que admite: “Assim como o psiquiatra e o psicólogo ficaram obsedados com o conceito de que a doença mental é puramente mental, assim também o médico ortomolecular precisa resistir à tentação de colocar ênfase demais num método de tratamento singelo pela bioquímica das desordens emocionais e mentais.”
Uma Cuidadosa Introspecção
Embora com freqüência se possa encontrar uma solução por meio de tratamento especializado, a solução não vem pronta e imediatamente. É de suma importância que a pessoa deprimida faça uma introspeção honesta. Certa senhora deprimida, de 35 anos, descobriu que ela tinha de fazer diversos ajustes além dos feitos nos seus hábitos de alimentação, a fim de encontrar eventualmente alívio duradouro. Ela explica: “Os antidepressores não solucionam todos os problemas da pessoa. É preciso admitir e enfrentar os temores e as ansiedades, e mudar seu modo de pensar.”
Sim, toda forma de terapia tem suas limitações. Nenhuma única delas pode em si fazer de alguém uma nova pessoa. Os medicamentos e as vitaminas talvez controlem sua disposição mental, mas não podem pôr em ordem sua vida familiar. “Se você exige execução ‘perfeita’ no seu trabalho, amigos ‘impecáveis’, dispendiosos e numerosos bens materiais”, adverte DiMele, “está se preparando para uma depressão periódica durante toda a sua vida”.
Portanto, embora haja uma variedade de tratamentos especializados para a depressão intensa, não esqueça jamais que um esforço sincero da parte da pessoa deprimida tem de acompanhar todos esses. Só então é que vencerá a depressão intensa.
Fonte: Estudo e Pesquisa
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