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NASA Estão Preocupados com enxames de Terremotos Agitando Yellowstone em 2017

NASA Preocupados com enxames de Terremotos Agitando Yellowstone em 2017
É Yellowstone Awakening? Um terremoto de M4.5 atinge Yellowstone e NASA está voando maior observatório no ar do mundo sobre o supervulcão. Sobrevôos misteriosas de SOFIA mais de Yellowstone supervulcão. SOFIA (Observatório Estratosférico para Astronomia Infravermelha), é a maior e mais sensível observatório no ar do mundo no ar.
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Quando a NASA coloca SOFIA no ar é importante. Este Ave de Rapina não ir 'caça' a menos que haja alguma coisa para caçar. Eles estão assistindo algo, você pode apostar nisso!
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2,5 metros de SOFIA (8,2 pés) -Diameter telescópio infravermelho torna possível fazer observações científicas que são impossíveis até mesmo para o maior e mais alta de telescópios baseados na Terra.
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Nos últimos quatro dias durante o nascer do sol / NASA tem vindo a acompanhar o sol, mas ontem, Flightradar24 mostra que eles também estavam monitorando Yellowstone National Park.
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Uma seqüência energético de terremotos está a ter lugar no Parque Nacional de Yellowstone, cerca de 13 km (8 milhas) ao norte-nordeste da cidade de West Yellowstone, Montana, A Universidade de estações sismográficas Utah, um membro Volcano Observatory Yellowstone, relata. O terremoto mais forte até agora foi M4.5 em 00:48 UTC em 16 de junho de 2017. É o maior terremoto a ocorrer no parque nacional de Yellowstone desde 30 de março de 2014.
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Em um comunicado de imprensa emitido 03:03 UTC em 16 de junho, 2017, YVO relata que um terremoto de luz com magnitude registrado de 4,5 ocorreu a uma profundidade de 9,4 km (5,8 milhas) a 00:48 UTC em 16 de junho ( 18:48 MDT em 15 de junho) no parque nacional de Yellowstone.
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O terremoto foi relatado para ser sentida nas cidades de West Yellowstone e Gardiner, Montana e em outros lugares na região circundante.
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"Este terremoto é parte de uma seqüência energético de terremotos na mesma área que começou em 12 de junho Esta seqüência incluiu aproximadamente trinta terremotos de magnitude 2 e maiores e quatro terremotos de magnitude 3 e maiores, incluindo magnitude 4,5 evento de ontem."
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Este é o maior terremoto a ocorrer no parque nacional de Yellowstone desde 30 de Março, 2014, quando um evento de magnitude 4,8 ocorreu 29 km (18 milhas a leste), perto de Norris Geyser Basin. A 30 de março de 2014 terremoto foi o maior terremoto em Yellowstone desde 22 de fevereiro de 1980.
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Lembre-se do enorme lago de Molten carbono sendo o tamanho do México recentemente encontrado em Yellowstone? O carbonato fundido senta-se abaixo Yellowstone National Park, o que causaria uma grande erupção que seria um escalonamento 2.000 vezes mais potentes como a do Monte St. Helens em Washington, em 1980, que matou 57 pessoas e cinzas depositadas em 11 estados diferentes e cinco províncias canadenses.
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Yellowstone - Consequências se houver erupção

yellystone
O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, pois sua erupção poderia durar semanas e os efeitos de sua erupção seriam globais, persistindo por meses, ou até por anos.

Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.

O vulcão e sua caldeira situam-se no Parque Nacional de Yellowstone, que ocupa grande parte da região noroeste no Wyoming, além de pequenas partes dos estados de Idaho e Montana, nos Estados Unidos da América.

Consequências da erupção


Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30º C. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50º C.

Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°c, incinerando tudo em um raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.

O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando uma tsunami com ondas de 60 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.

Cenas do Apocalipse - O supervulcão Yellowstone



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Vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção

PARQUE NACIONAL DE YELLOWSTONE

Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.



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SAN ANDREAS – O PERIGO REAL DE UMA DAS FALHAS GEOLÓGICAS MAIS TEMIDAS DO MUNDO

SAN ANDREAS–O PERIGO REAL

A terra treme os e arranha-céus do distrito financeiro de Los Angeles desmoronam, prendendo milhares sob os escombros.

Um tsunami de proporções bíblicas adentra a baía de San Francisco, engolindo, por sua vez, a famosa ponte Golden Gate, antes de arrasar a cidade californiana.

Esses são dois dos cenários terríveis que mostram o filme catástrofe "Terremoto - A Falha de San Andreas" (2015).

Seu roteiro gira em torno das consequências devastadoras de um terremoto na falha que dá nome ao filme e traz caos e destruição à costa oeste americana.

A premissa é projetada para agradar os amantes do cinema de desastre, mas, quando se trata de terremotos, a linha que separa realidade e ficção é muito tênue.

Na quarta-feira (4), em declarações citadas no jornal "Los Angeles Times", cientistas advertiram na Conferência Nacional sobre Terremotos, realizada na cidade californiana de Long Beach, que a seção sul da falha de San Andreas está "carregada e pronta" para provocar um grande terremoto.

O trecho sul


A falha de San Andreas, que atravessa a Califórnia de norte a sul ao longo de 1,3 mil quilômetros e delimita a parte norte-americana da placa do Pacífico, é uma das mais estudadas no mundo, uma vez que está quase inteiramente na superfície da terra.

Ela foi a causa do devastador terremoto de magnitude 7,8 que destruiu grande parte de São Francisco em 1906, matando mais de 3 mil pessoas.

Embora a premissa extrema de "Terremoto" seja mais ficção científica do que cenário real, o fato é que o blockbuster foi um lembrete de que, mais cedo ou mais tarde, a falha voltará a afetar as mais de 38 milhões de pessoas que vivem em suas imediações precisam estar preparadas.

O que mais preocupa os cientistas é a seção sul da falha, que não produz um terremoto há cerca de 300 anos, embora os registros geológicos indiquem que ela causaria um grande terremoto a cada 150 anos.

Estimativas mais conservadoras apontam que, se houvesse um terremoto de magnitude 7,8 na escala Richter nessa seção - o que teria um impacto direto em Los Angeles, a segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos -, cerca de 2 mil pessoas morreriam e haveria mais de 50 mil feridos Os danos materiais superariam os US$ 200 bilhões.

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A FALHA DE SAN ANDREAS ESTÁ PREPARADA, TRAVADA E PRONTA PARA CAUSAR DESTRUIÇÃO, AFIRMAM SISMÓLOGOS


Na abertura do congresso nacional americano de sismologia, o diretor do Centro de Terremotos do Sul da Califórnia (SCEC), disse a seguinte frase: “as molas do sistema de San Andreas estão muito mal, muito comprimidas. E no sul da falha de San Andreas, em particular, parece que está pronto para causar um grande abalo “.

Com base nos estudos feito com as placas tectônicas da região, eles dizem que há uma grande quantidade de energia a ser liberadas por elas, pois isso acontecem em ciclos, e fazem mais de 100 anos que elas não se movimentam, ficando muito mais próximo o dia em que isso irá acontecer.
A ultima vez que isso aconteceu foi em 1857, quando um trecho de 360 ​​quilômetros se quebrou na superfície, causando um terremoto de magnitude 7,9, que durou ao todo, três minutos. Existem alguns lugares que não sofrem terremotos desde o século 17.
Um terremoto de magnitude 7,8 em 1906 matou 3.000 pessoas em San Francisco, e foi um dos mais poderosos do século 20.

Los Angeles não está diretamente em baixo da Falha, porém, está a apenas 48 km dela, e provavelmente será afetada pelo próximo terremoto que acontecer no local. Porém, não se consegue prever o epicentro de um terremoto ainda. Não há precursores ou sinais de alerta para terremotos; os cientistas podem fazer é dizer onde vai acontecer, e se uma grande quantidade de tempo se passou desde o último tremor, é provável que o próximo vai ser particularmente forte. Quanto mais tempo nada acontece, o pior será quando ele despertar.
Porém, não é apenas a falha de San Andreas que preocupa os cientistas, mas sim, toda a rede que a liga, podendo gerar um efeito catastrófico se o terremoto se espalhar. Por exemplo, abaixo da Califórnia encontra-se a falha de San Jacinto. Embora relativamente pequena, não há evidências de que no passado a sua ruptura provocou sua companheira maior para se projetam também. Estes terremotos “dupla falta” não são necessariamente mais poderoso do que rupturas individuais, mas eles mostram como terremotos pequenos podem desencadear maiores.

Se um terremoto começasse na Falha San Andreas de magnitude 7,5, desencadearia valor de energia de 1.000 ombas atômicas de Hiroshima em um piscar de olhos. Assustadoramente, as coisas poderiam ser ainda pior: A SCEC fez uma simulação supercomputador em 2010 para simular uma magnitude 8,0 na região, e revelou que a bacia inteira Los Angeles seria atingido fortemente, com uma destruição forte.
Fonte: iflscience.com
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YellowStone pode explodir e varrer os Yankes da Terra?



Esta é uma daquelas perguntas cuja resposta correta valeria bilhões de dólares. Ninguém tem realmente certeza se ou quando isto ocorrerá, tendo em vista que Yellowstone é parte de um sistema que contém três caldeiras geradas por um hot spot, que é um ponto de calor anômalo no manto, cujo mecanismo de formação ainda não foi totalmente esclarecido. Neste link é possível acompanhar o efeito dohot spot na placa Norte-Americana nos últimos 16 milhões de anos, com a formação de seis campos vulcânicos e mais a região de Yellowstone. Pela figura se deduz que a placa está se deslocando de NE para SW, a uma taxa estimada de 4 cm/ano.

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Mapa esquemático do estado do Wyoming, com destaque para o Parque Nacional de Yellowstone e a caldeira homônima, cujo limite foi demarcado por uma linha tracejada vermelha.
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Desde o surgimento do homem moderno não houve nenhuma grande erupção no local. De fato, nos últimos dois milhões de anos ocorreram três grandes erupções há: 2,00; 1,25 e 0,64 milhões de anos AP. A terceira caldeira, que contém praticamente todo o Parque Nacional do Yellowstone, possui cerca de 80 km de extensão e 50 km de largura. A última erupção significativa ocorreu há cerca de 75.000 anos, considerada pequena porque só ejetou 200 Km3 de magma riolítico e material piroclástico. Nos últimos 640 mil anos ocorreram cerca de 30 destas pequenas erupções, algumas com menos de 1 km3 de material ejetado.
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Eu, pessoalmente, acho que haverá pelo menos outro grande evento eruptivo porque a região continua tendo uma atividade magmática, tipificada nos diversos gêiseres e pelos constantes sismos que indicam movimentações na grande câmara magmática que jaz em subsuperfície, ainda que existam alívios temporários na pressão formada na câmara.
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Entre 1923 e 1984 a superfície da região foi elevada em 83 cm, retornando praticamente ao nível de 1923 entre 1985 e 1989, sendo que tal alçamento e subsidência ocorreram pela combinação da variação no volume de material na câmara magmática e pela variação na pressão da água subterrânea que circula e alimenta os geiseres daquela área. Os freqüentes terremotos desde 1920 também serviram para aliviar o esforço tensional, e eles tem sido muito bem estudados nos últimos 10 anos. Em 1959 foi registrado um terremoto de magnitude 7,5.
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Figura esquemática mostrando os vetores de deslocamento por deformação da superfície na região do Parque Nacional de Yellowstone (flechas) e os sismos associados (bolinhas), entre 2004 e 2009.
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Na década passada, observou-se um soerguimento de aproximadamente 17 cm desde 2004, sendo que este alçamento foi atribuído a uma recarga de magma na câmara magmática, que teria sido aumentada em pelo menos 6 km lineares.
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Mas, diferentemente de outros locais da Terra, as variações geológicas do Parque Nacional de Yellowstone são muito bem acompanhadas remotamente, com várias estações sismológicas e de GPS (estas para acompanhar eventuais deformações e ou deslocamentos).

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Mapa esquemático mostrando as estações de GPS em funcionamento (amarelo) e as programadas (azul) em 1999, na região do Parque Nacional do Yellowstone.
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Por fim, a mídia leiga veicula há algum tempo que o “supervulcão” (este termo não existe na literatura vulcanológica) está prestes a explodir de novo porque “ocorreram grandes erupções há cerca de 1,30 e 0,64 milhões de anos” e deste modo “a próxima erupção é eminente”.
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Isto é uma tremenda bobagem. Não há nenhuma evidência de que as erupções ocorram em ciclos, em períodos pré-determináveis. Seria ótimo se assim fosse, pois facilitaria o trabalho dos geólogos, pois a estes bastava datar dois eventos e os demais seriam deduzidos. Infelizmente a natureza dos vulcões é muito mais complexa, não provendo o menor sinal de uma regularidade eruptiva ao longo do tempo geológico.




 


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Vulcões Com Potencial de Gerar Catástrofes Globais e Extinção



Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.

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Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.

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Um dos maiores mistérios da Terra encontra-se no Parque Nacional de Yellowstone.

Este é um dos locais mais ativos, geológicamente, sacudido por mais de 5.000 terremotos no ano e com mais geiseres e fontes quentes que todo o resto do mundo.

Por que Yellostone é tão ativo?

Como se formou? E por que no coração das montanhas rochosas?

Os cientistas estão revelando um passado violento, escavando pelo água, esmagado por glaciais antigos e explodido pelas mais antigas erupções vulcânicas do planeta.

Ainda hoje Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.
Veja este documentário sobre super-vulcões:


Desvendando os mistérios por trás dos super vulcões, conheça mais sobre esse fenômeno natural com grande poder de destruição e ainda imprevisível.

Veja mais: Vulcões

Arranjo: Jhero
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Yellowstone: Geólogos afirmam que erupção do vulcão poderá mudar rumo da humanidade

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A erupção de um vulcão norte-americano provocaria uma catástrofe de caráter mundial, advertem especialistas. Na realidade, o vulcão de Yellowstone  é apenas a saída de um enorme lago de magma subterrâneo localizado no parque homônimo, em uma área que fica entre os estados de Wyoming, Montana e Idaho, nos EUA.
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A humanidade teria passado por um grande flagelo, há 74 mil anos, quando ocorreu a explosão do vulcão de Toba, localizado no atual território de Sumatra. A força da explosão foi 10 mil vezes mais forte que a do monte Santa Helena em 1980, localizado no sudoeste do estado norte-americano de Washington, a 160 quilômetros ao sul de Seattle. Esta erupção causou  graves consequências climáticas no século XX, espalhando cinzas pelo mundo.
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Michael Rampino, geólogo da Universidade de Nova York, salienta que no caso do vulcão de Toba, as temperaturas de lugares altos teriam sofrido um acréscimo de até 21 graus Celsius na época, resultando na morte de três quartos de todas as espécies vegetais do hemisfério norte. Diversos estudos demonstram que tal catástrofe criou um verdadeira devastação na pirâmide demográfica da espécie humana, que foi reduzida a 10 mil pessoas, ancestrais de todos os seres humanos atuais.
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O vulcão de Yellowstone vem mantendo um comportamento bastante regular, com um ciclo de erupções que ocorre a cada 600 mil anos. Especialistas afirmam que a última ocorreu há 640 mil anos, razão pela qual muitos acreditam que uma nova erupção seja iminente. A expectativa é que a erupção de Yellowstone seja 2500 vezes mais forte que a de Santa Helena. Entretanto, pesquisadores da Universidade de Utah asseguram que “não há evidência concreta de uma catástrofe no Parque Nacional de Yellowstone”. Segundo seus cálculos, a próxima erupção ainda deve tardar, pelo menos, 10 mil anos.
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Possivel Mega Tsunami Ameaça exterminar partes da Espanha e Portugal e matar 10.000 pessoas a qualquer momento!

Possivel Mega Tsunami Ameaça exterminar partes da Espanha e Portugal e matar 10.000

Mario Lopes, professor do Instituto Superior Técnico de Lisboa, afirmou:

“Os políticos sabem do risco sísmico e sabem que pode ser reduzido, mas não fazem nada”.

Um tsunami catastrófico ameaça exterminar partes da Espanha e Portugal, matar 10.000 pessoas e causar “perdas econômicas altíssimas.

A pesquisa foi apresentada no documentário “La Gran Ola” adverte que um terremoto no Golfo de Cádiz poderá desencadear um tsunami monstruoso.

Se um terremoto “grande” ocorrer, os cientistas acreditam que o maremoto resultante poderá devastar grandes partes do litoral, incluindo Maiorca, Benidorm e a ilha de Ibiza .

Begona Pérez, chefe da Divisão de Oceanografia dos Portos Espanhóis, relata:

“A questão não é se haverá um tsunami […] e sim mas quando acontecerá. Ele é inevitável”.

Perez explica que sistemas de alerta não conseguem detectar um tsunami com antecedência, apenas quando chegam à costa […] o que significa que milhares “não poderão fazer absolutamente nada” para evitar a morte.

Cerca de 10.000 pessoas poderão ser mortas se o grande terremoto de Lisboa de 1755 for repetido.

O diretor Fernando Arroyo disse que “nenhum cientista no mundo” pode dizer que o tremor de Lisboa, que desencadeou uma onda devastadora, não voltará a acontecer.

“Isso afetará centenas de milhares de pessoas e causará perdas econômicas muito altas”

Grandes áreas não teriam tempo para serem evacuadas, não haveria energia elétrica, nem comunicações, nem água, e cidades inteiras como Cadiz teriam que ser evacuadas com antecedência”.

Ms quando? Ele não soube responder.

Luis Matias, Pesquisador de Risco Tectônico e Sísmico no Instituto Dom Luiz em Portugal, disse:

“No Golfo de Cádiz, várias falhas podem causar um terremoto a qualquer momento”.

Emilio Carreno, diretor da Rede Sísmica Nacional, disse: “Algumas pessoas não serão salvas porque se você não tem um terreno mais alto onde possa ir, não pode fazer nada”.

 

Fonte

www.saibatananet.blogspot.com

 

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Os desastres naturais e o fator humano

Desastres naturais
QUANDO um carro é bem conservado, pode ser um meio de transporte seguro. Mas quando é mal usado e negligenciado, pode ser perigoso. De certo modo, pode-se dizer o mesmo sobre o planeta Terra.

Na opinião de muitos cientistas, mudanças na atmosfera e nos oceanos induzidas pelos humanos tornaram nosso planeta um lugar perigoso por contribuir para que os desastres naturais sejam piores e mais freqüentes. E o futuro parece incerto. “Estamos no meio de um grande e descontrolado experimento no único planeta que temos para viver”, disse um editorial sobre mudança climática, da revista Science.

Para entender melhor como a atividade humana pode estar afetando a freqüência e a gravidade dos desastres naturais, precisamos saber um pouco sobre o que está por trás dos fenômenos naturais. Por exemplo, o que faz com que fortes tempestades, como furacões, se formem?

Trocadores globais de calor

O sistema climático da Terra tem sido comparado a uma máquina que converte e distribui a energia solar. Como os trópicos recebem a maior parte do calor do Sol, o resultante desequilíbrio nas temperaturas causa deslocamentos na atmosfera. A rotação diária da Terra faz com que essa massa de ar úmido em movimento forme redemoinhos, alguns se tornando depressões, ou áreas de baixa pressão atmosférica. As depressões, por sua vez, podem tornar-se tempestades.

Se prestar atenção à rota usual das tempestades tropicais, notará que elas tendem a movimentar-se para longe do equador — para o norte ou para o sul — em direção às regiões mais frias. Ao fazer isso, as tempestades também servem como enormes trocadores de calor, ajudando a temperar o clima. Mas quando a temperatura da superfície dos oceanos — a “sala da caldeira” da máquina climática — ultrapassa cerca de 27 graus Celsius, as tempestades tropicais podem ganhar energia suficiente para se tornar ciclones, furacões ou tufões — nomes usados basicamente para o mesmo fenômeno, dependendo da região em que ocorre.

O pior desastre natural da história dos EUA, em termos de perda de vidas, ocorreu por causa de um furacão que atingiu violentamente a cidade-ilha de Galveston, Texas, em 8 de setembro de 1900. Ondas causadas pela tempestade provocaram entre 6 mil e 8 mil mortes na cidade, além das quase 4 mil mortes em áreas próximas, e derrubaram umas 3.600 casas. De fato, nem uma única construção em Galveston ficou ilesa.

Conforme mencionado no artigo anterior, muitas tempestades fortíssimas têm ocorrido em anos recentes. Os cientistas estão pesquisando se isso está relacionado ao aquecimento global, que talvez esteja fornecendo mais energia às tempestades. No entanto, as mudanças nas condições atmosféricas talvez sejam apenas um sintoma do aquecimento global. Outra conseqüência potencialmente destrutiva talvez já esteja em evidência.

Aumento no nível do mar e desmatamento

De acordo com um editorial na revista Science, “o nível do mar subiu de 10 a 20 centímetros [4 a 8 polegadas] no século passado, e podemos esperar piora”. Como isso pode estar relacionado ao aquecimento global? Os pesquisadores sugerem dois fatores possíveis. Uma possibilidade é que o gelo que cobre as regiões polares esteja derretendo, aumentando assim o volume dos oceanos. A outra, é a expansão térmica — à medida que os oceanos ficam mais quentes, seu volume aumenta.

As pequenas ilhas Tuvalu, no Pacífico, talvez já estejam sentindo os efeitos do aumento do nível do mar. A revista Smithsonian observa que dados coletados no atol de Funafuti mostram que o nível do mar ali subiu “uma média de 5,6 milímetros por ano na década passada”.
Em muitas partes do mundo, o crescimento populacional causa mais expansão urbana, mais favelas e mais degradação ambiental. Esses fatores podem aumentar a gravidade dos desastres naturais. Veja alguns exemplos.

O Haiti é muito populoso e tem uma história de desmatamento. Certa reportagem recente sugeriu que, apesar dos problemas econômicos, políticos e sociais serem graves, nada ameaça mais a existência do país do que o desmatamento. Essa ameaça tornou-se evidente de maneira trágica em 2004, quando chuvas torrenciais causaram deslizamentos de terra que ceifaram milhares de vidas.

A versão asiática da revista Time aponta para “aquecimento global, represas, desmatamento e queimadas” como agravantes dos desastres naturais que assolaram o sul da Ásia. Em outro extremo, o desmatamento pode piorar a seca, fazendo com que o solo perca a umidade mais rapidamente. Em anos recentes, por causa da seca, florestas na Indonésia e no Brasil, que normalmente são muito úmidas para queimar, sofreram os incêndios mais destrutivos já registrados. No entanto, as condições meteorológicas extremas de modo algum são a única causa de desastres naturais. Muitas regiões estão sujeitas a desastres gerados bem no interior da Terra.

Quando o solo entra em convulsão

A camada externa da crosta terrestre é feita de placas de vários tamanhos que se movimentam umas em relação às outras. De fato, há tanto movimento na crosta terrestre que vários milhões de terremotos podem ocorrer anualmente. É claro que muitos deles passam despercebidos.

Diz-se que cerca de 90% de todos os terremotos ocorrem ao longo de falhas, nas extremidades das placas. Apesar de serem raros, abalos sísmicos muito destrutivos também ocorrem no interior das placas. De acordo com estimativas, o terremoto que causou mais mortes em toda a história foi o que atingiu três províncias da China em 1556. Talvez tenha ceifado até 830 mil vidas.

Os terremotos também podem ter efeitos secundários mortais. Por exemplo, em 1.° de novembro de 1755, um deles arrasou a cidade de Lisboa, Portugal, que tinha uma população de 275 mil pessoas. Mas a tragédia não terminou aí. O terremoto causou incêndios e também tsunamis, segundo estimativas, de até 15 metros de altura, que invadiram a terra, vindos do oceano Atlântico. Tudo isso resultou em mais de 60 mil mortes.

Novamente, porém, o elemento humano é responsável até certo ponto pela gravidade de tais desastres. Um fator é a densidade populacional em áreas de alto risco. “Quase metade das grandes cidades do mundo ficam em áreas de risco sísmico”, diz o autor Andrew Robinson. Outro fator são as construções — os materiais usados e a qualidade estrutural. A verdade da frase: “Não são os terremotos que matam as pessoas, mas sim os prédios”, é confirmada muitas vezes. Mas se as pessoas são muito pobres para construir estruturas resistentes a terremotos, que outra escolha elas têm?

Vulcões — construtores e destruidores

“Pelo menos 20 vulcões provavelmente estarão em erupção enquanto você lê estas palavras”, declara um relatório do Instituto Smithsonian nos Estados Unidos. Falando de maneira geral, a teoria das placas tectônicas dita que terremotos e vulcões ocorrem em regiões similares — nas falhas, especialmente nas falhas oceânicas; na crosta terrestre, onde o magma ascende do manto através de fissuras; e nas zonas de subdução, onde duas placas se chocam, entrando uma sob a outra.

O vulcanismo de subdução é a maior ameaça em termos de número de erupções observadas e ocorrências perto de áreas habitadas. A Orla do Pacífico, conhecida como Círculo de Fogo, é salpicada com centenas de vulcões. Um pequeno número deles também pode ser encontrado nos pontos quentes, que ficam longe das extremidades das placas. As ilhas havaianas, os Açores, as ilhas Galápagos e as ilhas Sociedade, todas parecem ser produto de vulcanismo em pontos quentes.

Na verdade, os vulcões têm tido uma longa e construtiva participação na história da Terra. De acordo com o site de uma universidade, até “90% de todos os continentes e bacias oceânicas são o produto de vulcanismo”. Mas o que faz com que algumas erupções sejam extremamente violentas?

As erupções começam com uma ressurgência de magma do interior quente da Terra. Alguns vulcões simplesmente vazam lava, que raramente avança com velocidade suficiente para pegar as pessoas de surpresa. Mas outros explodem com mais energia do que uma bomba nuclear! Os fatores que determinam isso incluem a composição e viscosidade do material derretido que alimenta o vulcão e a quantidade de água superaquecida e gases dissolvidos nesse material. À medida que o magma se aproxima da superfície, água capturada no caminho e gás se expandem rapidamente. Com a composição certa de magma, o efeito pode ser bem semelhante ao do refrigerante que jorra ao ser aberto.

Felizmente, os vulcões em geral dão sinais antecipados de que entrarão em erupção. Foi o que ocorreu com o monte Pelée em 1902, na ilha caribenha da Martinica. Mas uma eleição estava para ocorrer numa cidade próxima, Saint Pierre, e os políticos incentivaram as pessoas a ficar ali, apesar das cinzas, mal-estar e medo que tomavam conta da cidade. De fato, a maioria das lojas já estavam fechadas havia vários dias!

Oito de maio era o Dia da Ascensão do Senhor e muitas pessoas foram à catedral católica a fim de rezar para que fossem salvas do vulcão. Naquela manhã, pouco antes das 8 horas, o monte Pelée entrou em erupção expelindo uma massa incandescente de piroclastos — cinzas, brasas, obsidianas, pedra-pomes e gás superaquecido — que chegava a temperaturas entre 200 e 500 graus Celsius. Rente ao chão, a negra nuvem mortal desceu pela montanha, cobriu a cidade, derreteu o sino da igreja, incendiou os navios que estavam no porto e matou quase 30 mil pessoas. Foi a erupção mais mortífera do século 20. Mas não teria sido assim se as pessoas tivessem acatado os sinais de aviso.

Os desastres naturais vão aumentar?

No seu relatório anual World Disasters Report 2004, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho declara que, durante a década passada, os desastres geofísicos e os relacionados às condições meteorológicas aumentaram em mais de 60%. “Isso reflete tendências a longo prazo”, diz o relatório, que foi publicado um pouco antes dos catastróficos tsunamis de 26 de dezembro, no oceano Índico. Com certeza, se as populações em áreas de alto risco continuarem a aumentar e as florestas continuarem a diminuir, há pouco motivo para otimismo.

Além disso, muitos países industrializados continuam a lançar cada vez mais gases de efeito estufa na atmosfera. De acordo com um editorial na revista Science, adiar a redução dessas emissões “é como recusar tomar remédio para uma infecção em fase de desenvolvimento: isso com certeza vai sair mais caro no futuro”. Referindo-se a esses custos, um relatório canadense sobre diminuição de desastres disse: “A mudança climática pode ser considerada a questão ambiental mais profunda e abrangente com a qual a comunidade internacional já lidou.”

Atualmente, porém, a comunidade internacional não consegue nem mesmo entrar em acordo sobre se as atividades humanas contribuem para o aquecimento global, quanto mais concordar sobre como lidar com ele. Essa situação traz à lembrança a verdade bíblica: “Não é do homem  . . . o dirigir o seu passo.” ( Jeremias 10:23) Ainda assim, há esperança para essa situação, conforme veremos no próximo artigo. De fato, as aflições atuais, incluindo as condições tempestuosas da sociedade humana, dão ainda mais evidência de que o alívio está próximo.

Fonte: Estudo e Pesquisa
Jhero

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ALERTA AO EUA: MEGATSUNAMI PODERÁ DEIXAR MAIS DE 40 MILHÕES DE MORTOS

Putin alerta os EUA: Megatsunami poderá dividir os continentes e deixar mais de 40 milhões de mortos.

O presidente Putin enviou tropas russas no Distrito Militar do Leste para se preparar para o que poderia ser uma série de terremotos devastadores e tsunamis que atingirão a península de Kamchatka durante as próximas duas semanas.

EUA MEGATSUNAMI PODE MATAR MAIS DE 40 MILHÕES

Ele também emitiu um aviso de que um Tsunami muito maior poderia atingir os Estados Unidos na região do noroeste Oceano Pacífico nas próximas semanas. A implantação foi motivada por um "aviso urgente" enviado ao Conselho de Segurança no fim de semana pelo cientista Mehran Keshe, que alertou que o terremoto de 5,8 que atingiu o Reino de Tonga sinalizou que a Placa do Pacífico está se preparando para um "novo alinhamento catastrófico".

O portal Whatdoesitmean.com relata: O Médico-cientista Keshe é o inventor da "tecnologia magrav" (nome de código Ocidental de código "Khibiny") usado por forças militares da Federação em suas armas de defesa secretas usadas ​​para paralisar navios de guerra americanos, como foi feito contra o USS Donald Cook na semana passada.


Ao utilizar um "aspecto diferente" de sua "tecnologia magrav", o doutor Keshe em outubro passado (2015) emitiu seu primeiro pronunciamento sobre o aviso alertando que a Placa do Pacífico iria "mudar o mundo causando um mega-tremor com o poder para dividir os continentes ". Três meses após o aviso de outubro 2015 Keshe, observou o relatório, tanto a península de Kamchatka e do Sul Alaska foram atingidas. Durante semana passada, este relatório afirma sobriamente, o uso de "tecnologia magrav" para fazer suas "avaliações de previsão" sobre o movimento acelerado da Placa do Pacífico.

 
Juntando pronunciamentos terríveis do médico sobre a Placa do Pacífico, e do doutor Roger Bilham, da Universidade do Colorado de Pesquisa em Ciências Ambientais (CIRES), advertiu ontem também que "As condições atuais podem desencadear ao menos quatro terremotos superiores a 8,0 de magnitude, e se atrasar, a tensão acumulada durante os séculos poderia provocar mega-terremotos mais catastróficos. " 


Mega-tsunamis poderiam atingir a América e Ásia matando no mínimo 40 milhões de pessoas". Embora este relatório não dê nenhuma data para qualquer terremoto, tsunami ou erupção de vulcão é interessante notar que o mais curioso foi que o Ministério da Defesa ordenou todos os seus principais comandantes e titulares de cargos políticos das regiões do Extremo Oriente do Oceano Pacífico estarem em Moscou no dia 27 de abril para o que este relatório classifica como sendo uma "conferência de prontidão"

 

FONTE(via yournewswire.com ).

 

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