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Yellowstone - Consequências se houver erupção

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O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, pois sua erupção poderia durar semanas e os efeitos de sua erupção seriam globais, persistindo por meses, ou até por anos.

Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.

O vulcão e sua caldeira situam-se no Parque Nacional de Yellowstone, que ocupa grande parte da região noroeste no Wyoming, além de pequenas partes dos estados de Idaho e Montana, nos Estados Unidos da América.

Consequências da erupção


Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30º C. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50º C.

Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°c, incinerando tudo em um raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.

O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando uma tsunami com ondas de 60 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.

Cenas do Apocalipse - O supervulcão Yellowstone



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Vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção

PARQUE NACIONAL DE YELLOWSTONE

Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.



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SAN ANDREAS – O PERIGO REAL DE UMA DAS FALHAS GEOLÓGICAS MAIS TEMIDAS DO MUNDO

SAN ANDREAS–O PERIGO REAL

A terra treme os e arranha-céus do distrito financeiro de Los Angeles desmoronam, prendendo milhares sob os escombros.

Um tsunami de proporções bíblicas adentra a baía de San Francisco, engolindo, por sua vez, a famosa ponte Golden Gate, antes de arrasar a cidade californiana.

Esses são dois dos cenários terríveis que mostram o filme catástrofe "Terremoto - A Falha de San Andreas" (2015).

Seu roteiro gira em torno das consequências devastadoras de um terremoto na falha que dá nome ao filme e traz caos e destruição à costa oeste americana.

A premissa é projetada para agradar os amantes do cinema de desastre, mas, quando se trata de terremotos, a linha que separa realidade e ficção é muito tênue.

Na quarta-feira (4), em declarações citadas no jornal "Los Angeles Times", cientistas advertiram na Conferência Nacional sobre Terremotos, realizada na cidade californiana de Long Beach, que a seção sul da falha de San Andreas está "carregada e pronta" para provocar um grande terremoto.

O trecho sul


A falha de San Andreas, que atravessa a Califórnia de norte a sul ao longo de 1,3 mil quilômetros e delimita a parte norte-americana da placa do Pacífico, é uma das mais estudadas no mundo, uma vez que está quase inteiramente na superfície da terra.

Ela foi a causa do devastador terremoto de magnitude 7,8 que destruiu grande parte de São Francisco em 1906, matando mais de 3 mil pessoas.

Embora a premissa extrema de "Terremoto" seja mais ficção científica do que cenário real, o fato é que o blockbuster foi um lembrete de que, mais cedo ou mais tarde, a falha voltará a afetar as mais de 38 milhões de pessoas que vivem em suas imediações precisam estar preparadas.

O que mais preocupa os cientistas é a seção sul da falha, que não produz um terremoto há cerca de 300 anos, embora os registros geológicos indiquem que ela causaria um grande terremoto a cada 150 anos.

Estimativas mais conservadoras apontam que, se houvesse um terremoto de magnitude 7,8 na escala Richter nessa seção - o que teria um impacto direto em Los Angeles, a segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos -, cerca de 2 mil pessoas morreriam e haveria mais de 50 mil feridos Os danos materiais superariam os US$ 200 bilhões.

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YellowStone pode explodir e varrer os Yankes da Terra?



Esta é uma daquelas perguntas cuja resposta correta valeria bilhões de dólares. Ninguém tem realmente certeza se ou quando isto ocorrerá, tendo em vista que Yellowstone é parte de um sistema que contém três caldeiras geradas por um hot spot, que é um ponto de calor anômalo no manto, cujo mecanismo de formação ainda não foi totalmente esclarecido. Neste link é possível acompanhar o efeito dohot spot na placa Norte-Americana nos últimos 16 milhões de anos, com a formação de seis campos vulcânicos e mais a região de Yellowstone. Pela figura se deduz que a placa está se deslocando de NE para SW, a uma taxa estimada de 4 cm/ano.

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Mapa esquemático do estado do Wyoming, com destaque para o Parque Nacional de Yellowstone e a caldeira homônima, cujo limite foi demarcado por uma linha tracejada vermelha.
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Desde o surgimento do homem moderno não houve nenhuma grande erupção no local. De fato, nos últimos dois milhões de anos ocorreram três grandes erupções há: 2,00; 1,25 e 0,64 milhões de anos AP. A terceira caldeira, que contém praticamente todo o Parque Nacional do Yellowstone, possui cerca de 80 km de extensão e 50 km de largura. A última erupção significativa ocorreu há cerca de 75.000 anos, considerada pequena porque só ejetou 200 Km3 de magma riolítico e material piroclástico. Nos últimos 640 mil anos ocorreram cerca de 30 destas pequenas erupções, algumas com menos de 1 km3 de material ejetado.
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Eu, pessoalmente, acho que haverá pelo menos outro grande evento eruptivo porque a região continua tendo uma atividade magmática, tipificada nos diversos gêiseres e pelos constantes sismos que indicam movimentações na grande câmara magmática que jaz em subsuperfície, ainda que existam alívios temporários na pressão formada na câmara.
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Entre 1923 e 1984 a superfície da região foi elevada em 83 cm, retornando praticamente ao nível de 1923 entre 1985 e 1989, sendo que tal alçamento e subsidência ocorreram pela combinação da variação no volume de material na câmara magmática e pela variação na pressão da água subterrânea que circula e alimenta os geiseres daquela área. Os freqüentes terremotos desde 1920 também serviram para aliviar o esforço tensional, e eles tem sido muito bem estudados nos últimos 10 anos. Em 1959 foi registrado um terremoto de magnitude 7,5.
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Figura esquemática mostrando os vetores de deslocamento por deformação da superfície na região do Parque Nacional de Yellowstone (flechas) e os sismos associados (bolinhas), entre 2004 e 2009.
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Na década passada, observou-se um soerguimento de aproximadamente 17 cm desde 2004, sendo que este alçamento foi atribuído a uma recarga de magma na câmara magmática, que teria sido aumentada em pelo menos 6 km lineares.
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Mas, diferentemente de outros locais da Terra, as variações geológicas do Parque Nacional de Yellowstone são muito bem acompanhadas remotamente, com várias estações sismológicas e de GPS (estas para acompanhar eventuais deformações e ou deslocamentos).

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Mapa esquemático mostrando as estações de GPS em funcionamento (amarelo) e as programadas (azul) em 1999, na região do Parque Nacional do Yellowstone.
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Por fim, a mídia leiga veicula há algum tempo que o “supervulcão” (este termo não existe na literatura vulcanológica) está prestes a explodir de novo porque “ocorreram grandes erupções há cerca de 1,30 e 0,64 milhões de anos” e deste modo “a próxima erupção é eminente”.
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Isto é uma tremenda bobagem. Não há nenhuma evidência de que as erupções ocorram em ciclos, em períodos pré-determináveis. Seria ótimo se assim fosse, pois facilitaria o trabalho dos geólogos, pois a estes bastava datar dois eventos e os demais seriam deduzidos. Infelizmente a natureza dos vulcões é muito mais complexa, não provendo o menor sinal de uma regularidade eruptiva ao longo do tempo geológico.




 


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Vulcões Com Potencial de Gerar Catástrofes Globais e Extinção



Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.

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Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.

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Um dos maiores mistérios da Terra encontra-se no Parque Nacional de Yellowstone.

Este é um dos locais mais ativos, geológicamente, sacudido por mais de 5.000 terremotos no ano e com mais geiseres e fontes quentes que todo o resto do mundo.

Por que Yellostone é tão ativo?

Como se formou? E por que no coração das montanhas rochosas?

Os cientistas estão revelando um passado violento, escavando pelo água, esmagado por glaciais antigos e explodido pelas mais antigas erupções vulcânicas do planeta.

Ainda hoje Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.
Veja este documentário sobre super-vulcões:


Desvendando os mistérios por trás dos super vulcões, conheça mais sobre esse fenômeno natural com grande poder de destruição e ainda imprevisível.

Veja mais: Vulcões

Arranjo: Jhero
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O primeiro ser humano a viver por mil anos está vivo hoje, diz cientista de Cambridge

O primeiro ser humano a viver por mil anos está vivo hoje, diz cientista de Cambridge
Você gostaria de viver para sempre?

Eu não tenho certeza se eu quero, mas ao mesmo tempo, eu não sou uma daquelas pessoas que pensam que os seres humanos estão melhor morrendo na idade média de 70. Há muitos livros em minha casa que eu preciso Ler e muitos lugares para ir! E se eu lhe dissesse que a ciência pode ter encontrado uma maneira de estender a expectativa de vida humana?

Aubrey de Grey , Cambridge geneticista da Universidade, acredita que qualquer pessoa com idade inferior a 40 tem o potencial de viver por mil anos - ou seja, é claro, se eles não cometer suicídio ou ter um acidente. Esta teoria só se aplica aos que de outra forma morreriam de causas naturais. Envelhecimento é visto como uma doença!

De Gray diz,

" Eu acho que estamos em distância impressionante de manter as pessoas tão saudável, que em 90 eles vão continuar a acordar no mesmo estado físico como estavam na idade de 30."

E, é claro, de Gray encontraria oposição em suas reivindicações ambiciosas. Sherwin Nuland , antiga Escola de Medicina de Yale, cirurgião, não acha que é possível para os seres humanos a viver este tempo.

Nuland diz em referência a de Gray,

"Seu plano não terá sucesso. Se assim fosse, isso minaria o que significa ser humano ".

Apesar das dúvidas, de Gray não está sozinho em suas crenças.

Há muitas pessoas que desejam imortalidade, incluindo numerosos geneticistas, especialistas em nanotecnologia, médicos e cientistas. É teoricamente possível para abrandar ou mesmo parar o processo de envelhecimento , de acordo com cientistas, e um objetivo que podemos esperar atingir a fim de beneficiar aqueles que estão vivos hoje.

A imortalidade, ao que parece, é importante para muitas pessoas. Mesmo o governo dos EUA doa milhões para o Instituto Nacional do Envelhecimento, parte do Instituto Nacional de Saúde. Os fundos vão para "a biologia do envelhecimento", não incluindo tratamentos de câncer ou pesquisa cardíaca.

Robert Freitas do Instituto de Molecular Manufacturing disse ,

"Há muitos componentes diferentes do envelhecimento e nós estamos desgastando afastado em todos eles."

E Freitas acredita que estamos perto da resposta, a estratégia definida para a imortalidade. Na verdade, em duas a quatro décadas, a doença chamado "envelhecimento", pode ser curado! Não é maravilhoso?

De certa forma, sim. Mas há algo que você pode estar esquecendo ... superpopulação .

Nuland fez uma percepção ao dissipar a imortalidade. Acho que até ele sabe que é possível, simplesmente não é viável. Enquanto os cientistas estão correndo para a resposta definitiva, eu espero que eles estão considerando a questão óbvia de superpopulação . Afinal, em algumas cidades, não há mais espaço, literalmente.

Por outro lado, aqueles que defendem para a imortalidade e a ciência de assá-lo, acho que uma solução para a superpopulação virá fácil - diz colonização da lua , por exemplo.

E o governo, como sempre faz, vira e flops sobre as questões, em que, ao financiar a pesquisa, alguns políticos lutam para eliminar essa mesma pesquisa. Durante a presidência de Bush, a pesquisa com células-tronco foi um tema delicado, e o financiamento foi restringido nesta área. A maioria acredita que este é outro movimento para parar a busca pela fonte da juventude.

Então, por que queremos viver para sempre?

Há tantas razões pelas quais podemos querer viver para sempre, ou mesmo apenas mais mil anos. Como eu disse, há tantas coisas para explorar e lições a aprender, para não mencionar o horror geral de morte. Cada um de nós, se deixado sozinho com nossos pensamentos, pensa sobre o nosso fim. Ninguém realmente quer morrer, no sentido básico da palavra. Ninguém quer sentir dor e finalidade. Eu só não acredito que há paz final nisso.

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Você sabe qual é a diferença entre o Cânhamo e a Maconha?


É fácil se confundir quando se trata de distinguir o cânhamo da maconha. Muitas vezes estes termos são usados erroneamente de forma intercambiável, apesar de existir diferenças claras entre as duas plantas. Primeiramente, é importante entender que o cânhamo e a maconha são plantas da mesma espécie, a Cannabis sativa. No entanto, ambas são geneticamente distintas e geralmente utilizadas para finalidades diferentes.

O que é o cânhamo?

O cânhamo é uma planta de canabis cultivada por suas sementes, fibras e caule. As sementes são usadas na produção de alimentos, suplementos nutricionais, medicamentos e cosméticos. O caule e suas fibras são usados na produção de papel, tecidos, cordas, compostos plásticos e materiais de construção.
O cânhamo se desenvolve bem in natura, tipicamente cultivado ao ar livre, onde plantas macho e fêmea são semeadas lado a lado para encorajar sua polinização pelo vento. A planta cresce vigorosamente, chegando a uma altura de 2 a 4 metros.
Para uma planta de canabis ser considerada cânhamo, ela deve conter no máximo 0,3% de tetrahidrocanabinol (THC), o princípio ativo que causa efeitos psicoativos. Este nível de THC é 33 vezes mais baixo do que o encontrado na maconha menos potente. Desta forma, é impossível um usuário sentir efeitos psicotrópicos com o cânhamo, que naturalmente tem um teor mais alto de canabidiol (CBD), um dos mais de 85 canabinóides até então identificados na canabis.

O que é a maconha?

A maconha é a canabis cultivada principalmente por suas propriedades psicoativas que causam o barato associado à planta. O caule e as fibras não são utilizados, mas suas flores, a parte da planta que apresenta níveis bastante elevados de THC.
Para maximizar estes níveis de THC na maconha, ela é comumente cultivada em um ambiente fechado para que as condições como luz, temperatura e humidade possam ser controladas de perto. Todas as plantas macho são removidas do recinto para evitar que as fêmeas sejam fertilizadas, o que faz com que a energia da planta seja direcionada à produção de sementes, diminuindo a concentração de THC das flores. Diferente do cânhamo, que se desenvolve como uma planta esguia e com poucas ramificações laterais, a maconha tem baixa estatura, é mais cerrada e apresenta muitas flores.
Através de reprodução selecionada, variedades de maconha podem apresentar concentrações de THC que variam entre 10 e 30%. A planta naturalmente tem um nível muito baixo de CBD, e sua posse, seja para uso recreativo ou medicinal é ilegal no Brasil.

O Real Scientific Hemp Oil possui alto teor de CBD

RSHO™ é um óleo derivado do caule de cânhamo rico em canabidiol e está legalmente disponível no país através da HempMeds® Brasil aos pacientes com uma prescrição médica e o ofício de importação da ANVISA.
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O que é Cannabis, Maconha e Cânhamo?

É comum as pessoas se confundirem com os termos Cannabis, Cânhamo e Maconha. O Cânhamo e a Maconha são plantas que pertencem ao gênero Cannabis. Uma boa forma de analisar a Cannabis é através de uma analogia: o Cânhamo e a Maconha estão para a Cannabis assim como limões e laranjas estão para frutas cítricas. Duas plantas diferentes, mas com um ancestral comum.
De fato, visualmente as plantas apresentam diferenças bem distintas. O cânhamo é alto e esguio, com poucas ramificações laterais, permitindo a utilização de toda a planta. A Maconha, por outro lado, normalmente tem baixa estatura e é mais encorpada, além de apresentar muitas flores. Na prática, o termo Cânhamo é usado para descrever a variedade da Cannabis utilizada como fibra e alimento. Já a maconha é a Cannabis cultivada para produção de THC, ou Tetrahidrocanabinol.
Através de reprodução seletiva ao longo dos anos, a Maconha hoje apresenta uma concentração de THC que varia entre 10 e 30%. Por outro lado, o Cânhamo, praticamente não apresenta THC em sua composição, mas uma alta concentração de outro canabinóide – o Canabidiol, ou CBD. O Cânhamo tem no máximu 0,3% de THC. Para a planta ser considerada Maconha, ela deve apresentar uma concentração de THC superior a 0,31%. Ou seja, o Cânhamo tem 33 vezes menos THC do que a maconha menos potente — é impossível ficar chapado com Cânhamo.
As duas formas de Cannabis, o Cânhamo e a Maconha, têm demonstrado conter níveis diferentes de canabinóides benéficos, os compostos ativos encontrados na planta. No entanto, uma vez que o óleo de cânhamo é extraído da cannabis com alto teor de CBD e baixo THC, ele não causa efeitos psicoativos, o que o torna uma opção legal e segura para todas as idades.





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Caminhamos para uma extinção em massa, pouco divulgado pela mídia, mas o perigo existe

7 sinais de que caminhamos para uma extinção em massa
Hoje, alguns cientistas acreditam que estamos na iminência de uma sexta extinção em massa que pode acabar com a maior parte da vida na Terra. Aqui estão sete sinais de que eles podem estar certos.

Uma extinção em massa acontece quando mais de 75% de todas as espécies do planeta morrem em um período de menos de dois milhões de anos. Isso pode parecer muito para você, mas é um piscar de olhos no tempo geológico. Houve cinco extinções em massa na Terra nos últimos 540 milhões anos.
A Terra está borbulhando com supervulcões
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O Parque de Yellowstone, nos Estados Unidos, é na verdade uma cratera vulcânica, uma fina camada de terra que fica no topo de uma enorme caldeira. E esse supervulcão pode explodir a qualquer momento.

A última vez que a Terra testemunhou uma explosão desta dimensão foi em 1812, quando o Monte Tambora, na Indonésia, entrou em uma erupção tão grande  que o clima da Terra esfriou por vários anos.

Ainda mais assustador é a perspectiva de que um outro tipo de super-vulcão, chamado LIP, pode se tornar ativo em algum momento no futuro. O LIP, agora inativo, surgiu há 250 milhões de anos na Sibéria.

Ele vomitou tanto carbono e outros gases de efeito estufa no ar que a Terra sofreu uma catastrófica mudança climática, oscilando loucamente entre calor e frio extremos, onde até 95% de toda a vida morreu.
Espécies invasoras estão em toda parte
Na Terra, os seres humanos têm agressivamente invadido todos os continentes, exceto a Antártida, inchando nossa população em mais de 7 bilhões de pessoas. Isso pode forçar muitas criaturas a mudar seu habitat, provocando mudanças em toda a cadeia alimentar. Cerca de 359 milhões anos atrás, 75% de todas as espécies na Terra morreram durante a extinção em massa do período Devoniano.

Os geólogos acreditam que essa extinção foi resultado de espécies invasoras.
Mudanças Climáticas
Derretimento das geleiras
A calota de gelo do Ártico está encolhendo. As temperaturas estão subindo. Os cientistas de vários países estão unidos em sua crença de que o clima na Terra está ficando mais quente.

A boa notícia é que os seres humanos podem não ser a única causa da mudança climática – o planeta sofreu com mudanças dramáticas na temperatura muitas vezes ao longo de sua história.

A má notícia é que praticamente todas as vezes que isso acontece também ocorre uma extinção em massa.

A primeira extinção em massa, há 540.000 mil anos atrás, foi desencadeada por uma idade de gelo rápida seguida de um período de rápido efeito estufa.

Outra extinção em massa no final do Triássico causou incêndios maciços em todo o mundo, o que sufocou o planeta em fumaça e cinzas.
A acidificação dos oceanos
Embaixo do mar
Os níveis de ácidos nos oceanos da Terra estão subindo, o que está matando todos os recifes e tornando a vida difícil para os mariscos.

A acidificação dos oceanos já causou uma extinção em massa no período Triássico, há 200 milhões de anos, que acabou com 80% das espécies do planeta – especialmente nos oceanos.

Quando as águas estão muito ácidas, os níveis de cálcio descem. Isso significa que as criaturas sem casca simplesmente não podem construir suas conchas, e morrem antes mesmo de ter uma chance de lutar.

Quando as criaturas sem casca morrem, os predadores que se alimentam delas também morrem, e por aí vai.
Extinções estão acontecendo em uma taxa superior à média
Extinções são normais. Na verdade, os estatísticos que estudam as extinções descobriram um número normal de criaturas que estão sendo extintas a qualquer momento.

Assim, uma extinção em massa é como um grande pico estatístico. E, infelizmente, há uma grande quantidade de evidências de que a taxa de extinção que temos experimentado ao longo dos últimos 500 anos é superior à taxa normal.

Não, essa taxa não é nada perto dos níveis de extinção em massa. Mas ela está subindo, algo que é exatamente o que você esperaria ver no início de uma extinção em massa.
Todos os megafaunas estão mortos
Megafauna
Uma maneira de os cientistas descobrirem a taxa de extinção é olhando para a diversidade de fósseis. Com base nessas evidências, eles podem descobrir como muitas criaturas e plantas estavam vivos em um determinado momento, além de como rapidamente (ou lentamente), elas desapareceram do registro fóssil.

Em registros fósseis mais recentes, dos últimos 50 mil anos, podemos facilmente ver um declínio na diversidade de espécies. A Terra foi recentemente lar de muitas espécies dos chamados megafaunas, de mastodontes, cangurus gigantes e preguiças gigantes. 

Quando você vê uma categoria inteira de criaturas que desapareceram rapidamente (em tempo geológico), é sinal de que uma extinção em massa pode ocorrer em breve.
Os anfíbios estão morrendo
Hoje, estamos testemunhando um outro grupo gigante de espécies em extinção tão rapidamente que podemos realmente medir em tempo humano, ao invés do tempo geológico. Anfíbios, principalmente sapos, estão morrendo em um ritmo avassalador. A maioria foi derrubada pela rápida propagação de um fungo mortal que mata comunidades inteiras de rãs em semanas.

É provável que o fungo atingiu proporções pandêmicas, já as rãs estão sendo expulsas de seus habitats, e entrando em contato com novas espécies que nunca poderiam ter visto de outra forma.

Quanto mais nós perdemos nossa diversidade animal, mais nos aproximamos de um mundo dominado por espécies invasoras. E esse cenário realmente não terminou bem na extinção em massa do período Devoniano.

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