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GRUPOS TERRORISTAS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO

Terrorismo é uma realidade que o mundo tem que lidar, uma realidade que todos desejariam distância, se fosse possível. Um terrorista é um covarde, egoísta que através de atos violentos tentar causar medo e pressionar autoridades por objetivos religiosos, econômicos, ideológicos, ou políticos, enquanto alveja inocentes civis, sem levar em conta a segurança deles, prevenção ou vidas.
Esta seleção contém alguns dos grupos terroristas mais aterrorizantes e conhecidos do mundo, portanto trata-se dos 10 grupos terroristas mais perigosos do planeta.

The Lord’s Resistance Army, LRA

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O “Exército de Resistência do Senhor” trata-se de uma organização terrorista operando em partes de Uganda, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, e partes do sul do Sudão. Este movimento é um grupo terrorista e um culto, sob liderança de Joseph Kony, que está atualmente na clandestinidade. Através do cristianismo apocalíptico, ele acredita que é porta-voz de Deus e pode apresentar-se em diversas manifestações.

Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, FARC

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Acredita-se ter sido formada durante o período do conflito entre os conservadores e os liberais na Colômbia. Esta organização afirma ser um grupo anti-imperialista que luta pelo comunismo, defende os pobres agricultores, e luta contra a privatização dos recursos naturais na Colômbia, entre eles, a maconha. Para fazer isto, o grupo emprega táticas de guerrilha e outros meios violentos.

Tehrik-e Taliban Pakistan

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Este grupo é principalmente composto de grupos islâmicos ativos ao longo da fronteira entre Paquistão e Afeganistão, e os principais objetivos dos grupos é derrubar o governo do Paquistão, lutar contra forças NATO no Afeganistão, e estabelecer a lei sharia como a única lei neste mesmo país.

Lashkar-e-Tayyiba

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LT é um grupo terrorista cujo nome significa Exército dos Justos. Este grupo opera nas áreas dentro e ao redor do Paquistão e Índia, e tem reputação como um de maiores grupos militantes e mais qualificados na área.

Al-Shabaab

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Fundado em 2006, Al-Shabaab é um grupo terrorista com base no leste da África, cujo principal objetivo é a eliminação das forças militares estrangeiras na Somália, e formação de um governo islâmico.
O grupo terrorista é bem financiado, com a maior parte da sua receita proveniente de sequestros e resgates, pirataria, comércio ilegal, coleta ilegal de impostos, e obtenção de patrocínios de outras organizações terroristas.

Hezbollah

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Hezbollah é um grupo militar que está lentamente caindo fora da lista dos grupos de terror internacionais, mas ainda é considerado um grupo terrorista em muitas partes do mundo. Hezbollah, que é um grupo de militantes muito forte, formados por clérigos muçulmanos surgiu como uma forma de resistência à ocupação de 1982 de Israel do Líbano.

Boko Haram

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Boko Haram é o pior grupo terrorista africano com base na África Ocidental, e não é surpresa que possui laços estreitos com Al-Qaeda. Como outros grupos terroristas, Boko Haram se engaja no sequestro, bombardeando edifícios e matando civis inocentes.
Ainda propagando e adotando a lei extrema e intolerante sharia, e tomando parte em outras atividades desumanas, este grupo é unicamente contra a educação ocidental. Na realidade, o nome Boko Haram realmente significa “educação ocidental é pecado”.

Taliban

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Taliban foi fundado por Mullah Mohammed Omar, o homem que continua a ser o líder espiritual do grupo desde sua criação, em 1994. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos ajudaram o Taliban na libertação do Afeganistão do poder soviético e o grupo mais tarde governou o Afeganistão e formou o governo entre 1996 e 2001.
Atualmente, o Taliban é um dos piores grupos terroristas do mundo. Algumas das maneiras deste grupo de fazer dinheiro incluem engajar-se em atividades como tráfico humano, tráfico de drogas, e extorsão.

ISIS

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ISIS é um acrônimo para Estado Islâmico do Iraque e al-Sham, e este grupo está rapidamente se tornando um dos piores grupos terroristas do mundo, operando especialmente no Iraque, Síria, Palestina e na maior parte do Oriente Médio.
Este é um grupo jihadista extremista com sua liderança vindo dos árabes suni, vivendo no Iraque e Síria. ISIS tem grupos afiliados em diferentes partes do mundo, a incluir grupos no sul da Ásia, Nigéria e Líbia. Este grupo reivindica a autoridade política, militar e religiosa de todos os muçulmanos em torno do mundo, e tem aproximadamente 80.000 combatentes dispostos em lutar pela causa.

Al-Qaeda

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Al-Qaeda é sem dúvida o grupo terrorista mais perigoso do mundo, cujo objetivo é a união de todos os muçulmanos através de jihad, e a interpretação da Lei Sharia ao pé da letra. O fundador deste grupo é o falecido Osama Bin Laden, uma vez o homem mais procurado pelos Estados Unidos e muitos outros governos, mas que foi supostamente morto pelas forças dos Estados Unidos em 2011.


Esta organização terrorista é tão perigosa pois realiza atos de terror que resultam na perda de numerosas vidas, com um dos ataques mais notáveis, ataques de 11 de setembro de 2001 no solo dos Estados Unidos, onde mais de 3.000 americanos perderam suas vidas.

http://top10mais.org/

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11 de Setembro 2001 - Novo Vídeo Chocante: O Momento Do Ataque Às Torres Gêmeas filmado em Câmera de Helicóptero NYPD

O Momento Do Ataque Às Torres Gêmeas filmado em Câmera de Helicóptero NYPD
11 de setembro ataque as torres gemeas
Este Dia Aconteceu 11 De Setembro De 2001, Que Foi A Mudar Para Sempre O Mundo E Da Polícia De Nova York Lançou Um Helicóptero Chocante Vídeo Que Registra A Hora Do Ataque Às Torres Gêmeas.
Quatorze Anos Mais Tarde, No Entanto Teorias Da Conspiração
E Quem Está Por Trás Desse Ataque É Muitas Vezes Mantendo Um Grande Interesse Em Como Os Terroristas Atacaram No Centro Do Mundo.
Tradução automática


11 DE SETEMBRO 2001 NW FILMADO DE UM HELICOPTERO por Jhero_Brasil
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Terrorismo internacional deixa de ser ideológico e passa a ser fanatismo religioso

Terrorismo internacional deixa de ser ideológico e passa a ser fanatismo religioso

Os ataques ocorridos na semana passada na França, com o massacre ao jornal satírico, Charlie Hebdo e ao mercado de artigos comestíveis judaico, chamam atenção para uma mudança no terrorismo internacional.

Em entrevista a rádio Sputnik, o professor de Relações Internacionais da USP – Universidade de São Paulo, Samuel Feldberg analisou com preocupação a evolução do terrorismo internacional, que agora está com novas características.

O movimento perdeu a ideologia de libertação nacional e de contestação das estruturas econômicas dos países ocidentais das décadas de 1960 e 1970, e se transformou em fanatismo religioso. “Desde o advento da Al-Qaeda, essa forma de terrorismo baseada em valores islâmicos, exige mudança no comportamento das sociedades ocidentais. Não há demanda específica, como nos movimentos de libertação nacional, que exigiam a mudança de governos de determinados estados. São grupos que querem mudar a forma de vida e valores da sociedade ocidental, e não vão abrir mão dessa luta”, analisou.

Samuel Feldberg diz que o fenômeno se deve ao aumento da intolerância e do antissemitismo na França. “Nos últimos anos na França aconteceram vários atentados e a maioria deles contra instituições da comunidade judaica, e não vemos esse grupo atacando outras comunidades pelos menos não no Mundo Ocidental”.

Mesmo com o acesso às mais avanças tecnologias e informações, o professor de Relações Internacionais da USP, revela que o maior desafio hoje das agências de inteligência é o de conseguir reunir dados concretos que desarticulem a formação desses grupos, principalmente por não serem terroristas que vem de algum país, mas sim muitos são membros das comunidades locais.

“Muitas informações difundidas na mídia de que os terroristas passaram por treinamento no Oriente Médio pela Al-Qaeda, e tinham envolvimento com recrutamento de membros da comunidade imigrante muçulmana na França, chegaram até os governos e serviços de inteligência, mas assim como no 11 de setembro, ainda existe a dificuldade dos dados serem encadeados de forma a impedir que os elementos consigam armamentos onde vão efetuar os atentados, e serem interceptados e presos ainda nas fronteiras”.



Fonte:
http://portuguese.ruvr.ru/news/2015_01_13/O-Terrorismo-Internacional-deixa-de-ser-ideol-gico-e-passa-a-ser-fanatismo-religioso-5494/

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Tecnologia SILEX ameaça segurança nuclear global

Работа Института систем обработки изображений РАН в Самаре

A tecnologia de enriquecimento de urânio a laser, que recebeu nos Estados Unidos um novo impulso para o desenvolvimento, é capaz, em teoria, de minar o regime de não-proliferação de armas nucleares. A tecnologia consiste na separação de isótopos de urânio através de excitação por laser (SILEX, na sigla inglesa). Os mais otimistas depositam grandes esperanças nela, os pessimistas alertam para as consequências negativas.

As principais formas de enriquecimento industrial de urânio permanecem, por enquanto, a difusão gasosa e a centrifugação. Em ambos é usada diretamente a diferença de massa entre os isótopos do urânio-238 não físsil e do urânio-235 físsil. O método a laser é projetado para usar a diferença na reação dos isótopos à excitação eletromagnética.

Desde os anos 1970, os EUA têm feito grandes esforços para projetar sistemas eficazes de enriquecimento a laser. Não conseguiram superar as dificuldades técnicas, e a ideia foi guardada para depois. Agora, os norte-americanos estão tentando dar-lhe uma segunda vida. A General Electric e a Hitachi, tendo criado uma joint venture, estão construindo na Carolina do Norte um dispositivo para a separação de isótopos através de excitação por laser.

Os apologistas da tecnologia acreditam que será uma revolução: a eficácia do enriquecimento é alegadamente até 16 vezes maior, reduzindo drasticamente os investimentos e custos de energia. Os céticos notam em resposta que os benefícios para o usuário final não serão assim tão grandes porque os custos do enriquecimento constituem apenas 5% do custo total da energia nuclear. Eis o que diz o diretor do Centro de Energia e Segurança Anton Khlopkov:

“Os EUA não são os primeiros a investir na tecnologia de enriquecimento de urânio a laser. Os respectivos trabalhos foram realizados em outros grandes países nucleares, em particular na União Soviética e depois na Rússia. As conclusões foram claras: a tecnologia pode ser usada com êxito em nível laboratorial para enriquecer pequenas quantidades de urânio. Mas não pode ser utilizada à escala industrial. Pelo menos, os ganhos em custos de produção obtidos ao nível laboratorial não podem ser mantidos com a transição para o nível industrial.”

O principal problema da tecnologia SILEX reside, obviamente, não no plano econômico. Há receios de que ela se torne uma ferramenta essencial para aquelas forças que estão envolvidas na proliferação nuclear. Em teoria, a tecnologia SILEX aumenta o risco de “cenário de avanço” para adquirir a bomba. Em todo caso, qualquer nova tecnologia coloca perante os fiadores do regime de não-proliferação várias perguntas difíceis. Isto acontece por causa de inconsistências fundamentais do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) com a realidade de hoje.

Especialistas citam vários grandes desafios do TNP. Em primeiro lugar é a natureza contraditória do sistema de relações internacionais e o abismo crescente entre a maioria dos países do mundo e um grupo dos mais avançados em tecnologia militar. Isto leva a um uso mais livre da força por parte dos líderes e cria incentivos para os forasteiros, que com todo o direito veem as armas nucleares como o meio de dissuasão mais eficaz. O terceiro desafio ao regime de não-proliferação é o progresso científico e tecnológico que contribui para a redução da distância entre estados capazes e incapazes de desenvolver suas próprias armas nucleares. O SILEX cabe justamente nessa categoria. Desta forma, as preocupações sobre esta tecnologia podem ser justificadas. Eis o que diz o membro do Conselho de Política Externa e de Defesa Vladimir Averchev:

“O papel decisivo no desenvolvimento de armamentos pertence à tecnologia. Em cada nova etapa de desenvolvimento, a tecnologia desafia os políticos. Isso, como sabemos, acontece regularmente na esfera de armas estratégicas. Por exemplo, a corrida contínua entre sistemas de ataque e sistemas de defesa. A história do enriquecimento do urânio a laser é a mesma coisa. Novas possibilidades tecnológicas, teoricamente, colocam a produção de urânio enriquecido à disposição de países menos ricos. E, assim, criam uma ameaça potencial.”

Os esforços de conservação do regime de não-proliferação encontram resistência cada vez mais ativa. Vários países chamam este regime de economicamente discriminatório. Ele permite que os Estados que possuem armas nucleares controlem o mercado de materiais radioativos e de tecnologia nuclear.

Em certo sentido, o regime de não-proliferação existe por causa da inércia. Pelo menos, só a vontade política não permite dar um passo decisivo a todo um grupo de países com elevado potencial tecnológico e econômico. E aqui, o rigor e a uniformidade de aplicação das normas de não-proliferação por todos os países tornam-se particularmente importantes. Entretanto, são evidentes duplos padrões. Os Estados Unidos incentivaram o programa nuclear do Irã no tempo do Xá e tinham uma atitude muito suave para com os preparativos nucleares do Paquistão. Duplos padrões apenas contribuem para maiores riscos. São eles, e não novas tecnologias de enriquecimento de urânio, o principal desafio para o Tratado de Não-Proliferação.

 

Fonte: Voz da Russia

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Holocausto Nazista


Em 1933, Adolf Hitler subiu ao poder na Alemanha e estabeleceu um regime racista sob o enganoso título de Nacional-Socialista, ou do alemão NSDAP - Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei - Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães.

Esse regime foi baseado na doutrina racial de acordo com a qual os alemães arianos pertencem à “raça Mestre” - Raça Pura, enquanto os judeus eram conhecidos como "Untermenschen", subumanos, que não faziam parte da raça humana.

Em 1939, o exército alemão invadiu a Polônia e deu início ao que se tornaria a Segunda Guerra Mundial.

Uma série de vitórias fáceis no começo da guerra deu a Hitler a oportunidade em implementar suas idéias. Ele começou a aniquilação do povo judeu, especialmente em solo polonês, onde vivia o maior contingente de judeus da Europa.

Documentos descobertos depois da guerra mostram que sua intenção era exterminar todo judeu no mundo. Para realizar seu plano, suas forças primeiramente concentraram os judeus em guetos; estabeleceram campos de concentração e de trabalho, em muitos casos simplesmente campos de extermínio, e transportaram os judeus para esses campos.

Os que não eram aptos para o trabalho eram logo exterminados. A maioria dos outros morreram de inanição ou em virtude de doenças.

Na frente oriental, à medida que ocupavam cidades e aldeias, os judeus iam sendo mortos por pelotões de fuzilamento ou por gás, em caminhões fechados. Durante os seis anos de guerra, foram assassinados pelos nazistas aproximadamente seis milhões de judeus – incluindo 1,5 milhão que eram crianças – representando um terço do povo judeu naquela época.

Esta decisão de aniquilar os judeus, já prevista desde 1924 no livro "Mein Kampf", de Adolf Hitler, foi uma operação feita com fria eficiência, um genocídio cuidadosamente planejado e executado. Foi única na história em escala, gerenciamento e implementação, e por essa razão recebeu um nome próprio – o Holocausto.

Menos de cinqüenta anos depois, grupos racistas de neonazistas e grupos anti-semitas tentam negar que o Holocausto tivesse alguma vez existido, ou afirmam que a escala foi muito menor.

Existem algumas causas para esse chamado "revisionismo", especialmente políticas e anti-semitas. Alguns desejam limpar o nazismo de sua injúria maior; outros acreditam que o Estado de Israel foi estabelecido para compensar os judeus pelo Holocausto, e ao negar o Holocausto estão procurando destituir Israel de seu direito de existir.

Este é o motivo pelo qual os que negam o Holocausto têm muito mais suporte nos países árabes. Mas o Holocausto existiu, como atestam os testemunhos documentais e pessoais, e o povo judeu decidiu impedir que seja esquecido, para que, com sua lembrança, fique assegurado que o mundo não permitirá jamais que torne a acontecer com os judeus ou com qualquer outro povo ou grupo na Terra.

A negativa da existência do Holocausto é uma abominação e uma ameaça potencial para o mundo inteiro.


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Plano dos EUA revelado - ataque nuclear fulminante contra China e Rússia

EUA Rússia e China

Documentos secretos mostram que um ataque nuclear simultâneo contra Rússia e China estava pronto para ser iniciado pelos EUA, caso fosse atacado por um dos dois, mesmo que acidentalmente ou por armas convencionais, informa o The New York Daily Mail.

Os dados dos arquivos da segurança norte-americana, indicam que até 1968, os EUA tinham um protocolo com uma ordem de lançar um ataque nuclear fulminante, com várias bombas, contra russos e chineses, exterminando ao mesmo tempo qualquer ameaça contra o seu território.

Segundo informações do jornal, a ordem era destruir os dois países mesmo que apenas um tivesse atacado os EUA. O protocolo também valia para ataques com armas convencionais e até acidentais.

No final da década de 1960, o presidente Lyndon Johnson ordenou uma revisão da política para uma reação militar mais comedida.

Fonte: I A Noticia Net

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