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Haveria outro planeta em nosso Sistema Solar? Tudo indica que sim!

dnot_7916 Segundo novo estudo, um mundo ainda oculto poderia orbitar os escuros limites de nosso sistema
A procura por evidências da existência do Planeta X - o misterioso orbe hipotético no limite de nosso sistema planetário, conhecido igualmente por vários nomes míticos como Nibiru, Marduk,Hercólubus, 12º planeta, Theia etc – tomou um novo rumo graças aos cálculos de um astrônomo brasileiro. Rodney Gomes, do Observatório Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, afirma que as órbitas irregulares de pequenos corpos gelados além de Netuno implicam que um planeta quatro vezes maior que a Terra está girando em volta do nosso Sol, nas bordas do Sistema Solar.
As informações são da National Geographic. Gomes mediu as órbitas de 92 objetos do cinturão de Kuiper (pequenos corpos e planetas anões) e afirmou que seis desses objetos pareciam ser arrastados para fora de curso em comparação com suas órbitas esperadas.
Na terça-feira, ele contou aos pesquisadores daSociedade Americana de Astronomia que, provavelmente, a razão para essas órbitas irregulares fosse um companheiro solar de massa planetária – um corpo distante do tamanho de um planeta que é poderoso o bastante para mover os objetos do cinturão de Kuiper. Ele sugere que o planeta seria quatro vezes do tamanho da Terra, quase do tamanho de Netuno, e estaria 1,5 mil vezes mais longe do Sol do que a Terra.
Mesmo estando em cima do muro, outros astrônomos aplaudiram os métodos utilizados pelo brasileiro.Rory Barnes, da Universidade de Washington, falou que Gomes “traçou um caminho para determinar como um planeta seria capaz de ‘esculpir’ partes do nosso Sistema Solar”. E continuou: “Por enquanto, a evidência ainda não existe. Eu acho que o principal ponto que ele demonstrou é que há maneiras de encontrar essas evidências. Mas não acho que haja provas de que o planeta realmente está lá”, afirmou Barnes.
Douglas Hamilton, astrônomo da Universidade de Maryland, também nos EUA, está de acordo de que as constatações não são definitivas. Hal Levison, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste em Boulder, Colorado, acha ”surpreendente que um companheiro solar tão pequeno quanto Netuno possa ter os efeitos que ele Rodney Gomes vê. Mas eu conheço Rodney e tenho certeza de que ele fez os cálculos corretos”, disse.
CRÉDITO: BHMPICS
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Afinal, o homem esteve ou não na Lua?

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Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua
Bandeira americana está amassada e não tremula. 

Veja o que é verdade e o que é mentira sobre a missão da Apollo 11.
Em 20 de julho de 1969 o homem pisou na Lua, mas muitos ainda não acreditam nisso. E apesar de astronautas terem voltado lá outras cinco vezes, o fato de que ninguém nunca mais tocou o solo lunar desde 1972 abriu margem para dúvidas de muita gente. Afinal: o homem foi mesmo à Lua ou tudo não passou de uma bem montada encenação americana? Para o astrônomo Ronaldo Mourão, um dos mais respeitados cientistas brasileiros, está claro: há 40 anos Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin chegaram sim à Lua.

Os soviéticos

Para o cientista, a principal prova de que os americanos chegaram à Lua é simplesmente o fato de que seus inimigos, os soviéticos, nunca duvidaram disso. A URSS em 1969 tinha uma tecnologia avançada, um programa espacial de ponta e plenas condições de verificar se os sinais de rádio da Apollo 11 vinham mesmo da Lua. “Se os soviéticos descobrissem qualquer indício de que era uma mentira, eles iam fazer um samba enorme em cima. Não iam esconder de jeito nenhum”, afirma Mourão.

Além do rádio, os soviéticos tiveram outras comprovações da missão. “Nos mesmos dias da Apollo 11, a União Soviética lançou a Luna 15”, conta o astrônomo. A Luna 15 foi uma sonda robótica importante. Tentando desmerecer o feito americano, os soviéticos queriam que ela fosse à Lua, recolhesse amostras e voltasse, mostrando que aquela história de levar gente para fora de órbita era perda de tempo e dinheiro (não deu certo e a Luna 15 se espatifou em uma montanha lunar um dia depois da chegada dos americanos).

Antes disso, no entanto, a sonda serviu como prova para os soviéticos de que os americanos estavam mesmo por ali. Pela primeira vez na história, americanos e russos cooperaram no espaço – meio a contragosto, mas cooperaram. Para evitar uma tragédia espacial, com a sonda soviética colidindo com a nave americana, as duas agências trocaram dados sobre seus planos de voo. Ou seja: a URSS não apenas ouviu as transmissões de rádio vindas da Lua, mas também acompanhou o voo da Apollo 11.

Essa é, obviamente, a prova número 1 da chegada do homem na Lua. Mas ela não impediu a propagação de teorias que afirmam que tudo não passou de uma filmagem feita em um estúdio de Hollywood. E não é à toa. Quando a Nasa acabou com o projeto Apollo e passou a dedicar suas energias e verbas para as estações e os ônibus espaciais, ela deu margem para tudo isso se fortalecer. Conforme os anos passaram, o argumento “se o homem foi à Lua há tanto tempo, por que não voltou?” foi repetido a exaustão.



É quase impossível falar da missão da Apollo 11 e não ouvir alguém dizer que “a bandeira está tremulando e na Lua isso é impossível”. Sim, é impossível a bandeira tremular no espaço. É por isso que ela não tremula.

Preste atenção nas imagens: a bandeira americana não está voando. Ela está amassada, por que estava guardada em algum canto do apertadíssimo módulo lunar. É possível perceber que não há variação nas “ondas” da bandeira, não importa qual foto se veja. “Além de estar amassada, a bandeira se mantém ereta por que tinha uma haste superior que a mantinha assim”, explica Mourão. “Essa é a única maneira de ela não ficar para baixo, que é o que seria esperado na Lua, onde não há vento e a gravidade é um sexto da terrestre”, explica o astrônomo.

A foto de Neil Armstrong descendo do módulo lunar
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Buzz Aldrin, e não Neil Armstrong, deixa o módulo lunar (Foto: Nasa/Divulgação)

Outra dúvida recorrente: “se Armstrong foi o primeiro homem na Lua, quem é que tirou a foto dele descendo?”. É simples: ninguém. Ninguém, por que essa foto não existe. Armstrong foi o primeiro homem na Lua e, por isso, não existe foto “de fora” do módulo lunar enquanto ele desce.

A foto clássica de um homem saindo da nave? “É o Aldrin”, explica Mourão. Buzz Aldrin, o piloto do módulo, foi o segundo homem na Lua. Enquanto ele descia, Armstrong fotografava. Aliás, a maioria das fotos “clássicas” da Lua, que muita gente acredita serem de Armstrong, são, na verdade, de Aldrin.
As pegadas
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Poeira lunar muito fina deixa pegada marcada (Foto: Nasa/Divulgação)

Uma das muitas missões de Buzz Aldrin na Lua era bem simples: fazer uma pegada clara e tirar uma foto para que os cientistas na Terra pudessem estudar a mecânica do solo lunar. A foto virou um clássico e foi reproduzida no mundo inteiro. Além dela, diversas imagens mostram as pegadas dos dois astronautas na Lua.

Não se sabe onde isso começou, mas muitas pessoas passaram a debater na internet afirmando que “se não tem umidade, não deveria existir pegadas”. Mas a verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não é preciso água para deixar pegadas, como qualquer beduíno do deserto pode demonstrar. O que deixa as pegadas ali é a areia extremamente fina e porosa da Lua. “É um pó muito, muito fino, semelhante ao cimento, à cinza vulcânica ou ao pó compacto que as mulheres usam em maquiagens. Quando você pisa em algo assim, fica uma marca profunda. É por isso que as pegadas se formaram”, afirma o astrônomo.
A variação de temperatura na Lua
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Roupas dos astronautas não aguentariam temperaturas tão extremas como as da Lua (Foto: Nasa/Divulgação)

A Lua não tem atmosfera. Por isso as temperaturas ali variam muito. Durante o dia, a média é de 100°C e durante a noite de 150°C negativos. Humanos, obviamente, não sobreviveriam ali. Por isso que os especialistas que planejaram a missão escolheram um lugar mais ameno para pousar o módulo lunar.
“O local escolhido para o pouso era exatamente no meio da penumbra, onde ainda não era nem dia nem noite completamente, para proteger os astronautas”, explica Ronaldo Mourão. A rotação da Lua dura cerca de 27 dias – tempo de sobra para Armstrong e Aldrin ficarem seguros por ali.
As sombras
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Sombras intrigam quem não acredita no feito (Foto: Nasa/Divulgação)

A fonte principal de luz na Lua é o Sol, assim como na Terra. E isso já gerou muita confusão, por que muita gente não entende por que é que há sombras diferentes nas fotos da Lua se o Sol “seria” a única fonte de luz. Mas o Sol não é a única fonte. “Há também a Terra e a luz emitida pela própria câmera do astronauta”, explica Mourão. Na Lua, a Terra ilumina a área tanto quanto a Lua ilumina a Terra em uma noite de Lua cheia.


As estrelas
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As estrelas estão longe demais para serem capturadas pela câmera (Foto: Nasa/Divulgação)

Outra pergunta frequente: como é que os astronautas fizeram tantas fotos na Lua e não registraram nenhuma estrela? Basta uma noite longe das luzes artificiais que você enxerga bilhões delas – e eles não fotografaram nenhuma? Pois é, eles com certeza viram muitas, muitas, mas muitas estrelas mesmo, mas não conseguiram fotografar nenhuma.

Por quê? Por que a fotografia tem limites, principalmente em 1969. Para conseguir captar as estrelas, os astronautas teriam que ter deixado uma “exposição” alta na câmera, e com o brilho do Sol ali do lado se fizessem isso não teriam conseguido registrar mais nada na superfície. “Talvez com uma máquina moderna de hoje em dia eles conseguiriam, mas era difícil e isso não era a prioridade naquele momento”, explica Mourão.
Objetos deixados
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Apollo 11 deixou uma placa na Lua (Foto: Nasa/Divulgação)

As missões Apollo deixaram um monte de coisas na Lua. Desde o módulo de descida da Apollo 10, que ficou por lá mesmo, até o jipe lunar da Apollo 17, passando por satélites, aparelhos diversos e muitos estágios de foguetes. A mais importante delas é a única que está em operação até hoje: um conjunto de cubos refletores que funcionam como espelhos lunares.

“Esses cubos são usados para medir a distância da Terra à Lua, que varia. Diversos observatórios, dentro e fora dos Estados Unidos, já usaram esses refletores em pesquisas. Se o homem não tivesse ido à Lua, isso seria impossível”, afirma o astrônomo.

Não é possível ver esses objetos da Terra por que eles são muito pequenos em comparação com a Lua e a distância é muito grande. Seria a mesma coisa que você pedir para Armstrong, da Lua, enxergar um automóvel aqui na Terra. Um exemplo: você consegue enxergar montanhas na Lua? Pois elas existem e algumas têm mais de 4 mil metros de altura (o ponto mais alto do Brasil, o Pico da Neblina, tem pouco mais de 3 mil metros). Agora, se a gente mal consegue ver montanhas, como é que vamos enxergar os pequenos objetos deixados pelas Apollos?

Além das coisas que os astronautas deixaram na Lua, há as coisas que eles trouxeram. As rochas lunares foram analisadas por cientistas do mundo todo e sua autenticidade foi comprovada. “Não dá para falsificar isso. Rochas lunares têm características muito especiais, não vistas na Terra, por que elas são atingidas por micrometeoritos”, conta Mourão.
Por que o homem ainda não voltou?
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Quando o homem vai voltar à Lua? (Foto: Nasa/Divulgação)

Essa reportagem provavelmente não seria necessária se a Nasa tivesse mantido as missões lunares e as pessoas estivessem tão acostumadas com descidas à Lua quanto estão hoje com voos à Estação Espacial Internacional. Então, cabe a pergunta: se o homem foi à Lua, por que não voltou? A resposta: política.

Depois que os Estados Unidos chegaram à Lua, os soviéticos resolveram brincar de “eu nem queria mesmo” e deram uma bela desacelerada em seu programa lunar, mantendo apenas as sondas Luna. “A URSS preferiu gastar seu tempo e dinheiro com a estação espacial Mir”, conta Mourão – e nessa eles derrotaram os americanos, que jamais conseguiram colocar a sua Freedom em órbita e acabaram adaptando o projeto para virar a Estação Espacial Internacional.

A Nasa, por sua vez, viveu uma crise financeira numa época que o governo americano acreditava que o povo “não se importava” com o programa espacial. Mais tarde, preferiu concentrar seus esforços nos ônibus espaciais, com a esperança de tornar as missões mais rotineiras.

Agora, no entanto, tudo parece que vai mudar. Com a aposentadoria dos ônibus espaciais no fim de 2010, os americanos estão investindo em novas naves: as Orion, que parecem muito mais com as Apollo do que com os gigantescos ônibus. A principal missão da nova nave: levar o homem de volta à Lua. Mas agora a corrida espacial ganhou mais competidores: China, Índia e Japão também estão na briga. Se tudo der certo, daqui pouco mais de uma década, vamos ter muitas bandeiras causando polêmica em solo lunar.



origem do artigo: Portal G1
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Asteróide, meteoro e cometa. Qual a diferença? Saiba!

Asteróide meteoro e cometa
Se você é uma daquelas pessoas que “entende quando escuta, mas se tiver que explicar não sabe”, nós podemos ajudar – pelo menos, no que diz respeito ao que está no céu. Essas palavras comuns no título do artigo significam claramente coisas diferentes. Mas quem sabe dizer o que é que realmente é diferente entre elas?

Pois bem, um asteróide é um corpo de rocha que orbita o sol. Ele tem diâmetro menor do que 1.000 quilômetros, e é normalmente composto de carbono e metais. A maioria dos asteróides do nosso sistema solar vive no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.

Apesar de existirem milhões de asteróides no cinturão, muitos deles com diâmetro superior a 100 km, a massa de todos eles juntos ainda seria inferior a 5% da nossa lua.

Já os cometas, como o Harley, são bolas de poeira e gelo. Eles se formam no Cinturão de Kuiper ou na Nuvem de Oort. Os cometas também orbitam o Sol, mas suas órbitas são muito maiores do que as dos asteróides, que são geralmente mais elípticas. Conforme os cometas se aproximam do sol, a energia solar começa a evaporar seu gelo, e isso é o que cria a sua famosa cauda.

O espaço, entretanto, ainda comporta outras coisas. Existem também diferenças substanciais entre os meteoróides, os meteoros e os meteoritos. Um meteoróide é um objeto sólido que se desloca no espaço interplanetário, de tamanho consideravelmente menor do que um asteróide e significativamente maior do que um átomo.

Já um meteoro, na maioria dos casos, são restos de uma colisão de asteróides, ou simplesmente um meteoróide que entrou na atmosfera da Terra. Quando isso acontece, eles queimam-se tipicamente e criam estrias no céu. Esse processo foi o que deu ao meteoro seu apelido de “estrela cadente”. Por fim, um meteorito é um meteoro que sobreviveu a essa queima na atmosfera e aterrissou no planeta.

fonte: hypescience
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O Universo se desloca para o desconhecido!

Universo 03Os astrónomos da NASA estão já há um ano a tentar perceber algo de inexplicável: o conjunto de galáxias que nós conhecemos como Universo se está deslocando em direção a algo enorme.
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Esse fenómeno foi batizado pelos cientistas de fluxo escuro (dark flow).
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A essência desse fenômeno é a existência no espaço distante de uma concentração de energia (ou será de matéria?) que se encontra fora dos limites da nossa percepção da realidade e que, além de tudo o mais, atrai todo o universo observável à velocidade de 600 km/seg.
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Que fenômeno é este e quais serão as consequências para a humanidade é uma questão à qual os cientistas ainda não têm resposta.
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Alinhamento Planetário com as 3 Pirâmides de Gizé em 03 de Dezembro 2012 (Arq.)

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  Cinturão de Órion
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fonte da imagem Cinturão de Órion: hypescience.com
O Alinhamento Planetário com as Pirâmides de Gizé no Egito, acontecerá no dia 03/12/2012 as 15:00h horário do Egito e 19:00h horário da natureza no Brasil,  às 18:00h no horário Brasileiro de verão.
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O alinhamento ocorrerá durante o dia, muito próximo ao Sol e não será visto a olho nu, mas, sua energia atingirá todo o Planeta Terra.

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Este alinhamento acontece a cada 2.737 anos e este ano em especial será incrivelmente intenso e completo. Todo o nosso sistema Solar estará de certa forma complementando este Momentum.

Teremos também incluídos neste alinhamento dos planetas com as pirâmides de Gizé,  o alinhamento dos Nódulos Lunares e do Cinturão de Órion (Três Marias), representado na imagem abaixo
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Neste dia teremos respectivamente Mercúrio a 21°, Vênus a 14°, e Saturno a 6°, e o Nódulo Lunar a 25° de Escorpião, como mostra o mapa abaixo, do momento do auge do alinhamento no Egito. Porém, este alinhamento terá sua energia emanada por mais alguns dias, isto pelo ritmo da movimentação dos planetas, uns são mais rápidos que outros. Mercúrio e Vênus são mais rápidos e permanecerão na orbe desta energia por 5 dias, já Saturno e o Nódulo Lunar ainda estarão na orbe deste alinhamento, emanando intensamente esta energia em 21/12/12 e assim permanecerão até os primeiros meses de 2013 !!!

O mais importante disto, é que Saturno rege o Tempo, o Karma, o Conselho Kármico e os Nódulos Lunares regem o Plano Divino, de onde viemos e para onde rumamos.

Outra informação importante é que os Nódulos Lunares são sempre dois diretamente opostos e o nódulo Norte estando em Escorpião, que representa a morte do velho e o renascimento do novo, o Nódulo Sul está em Touro, ou seja,  em conjunção com as Plêiades, o que significa a maior expressão de Amor puro e Universal na grande libertação evolutiva !!!
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O momento é perfeito!!! Temos Saturno senhor do Karma, Mercúrio senhor da Mente e Vênus e Plêiades trazendo o amor puro, com os Nódulos Lunares que se relacionam com o passado e presente, ou seja, com nosso plano divino, TODOS no eixo de Escorpião e Touro,  e na casa 5, representando o amor e a maior criação;  tudo isto junto significa renascimento no mais puro AMOR. Devemos absorver este momento e alinhá-lo à nossa mente, ao nosso coração e assim efetivar a Transmutação Kármica de cada um de nós e do Planeta Terra.

A conjunção de Plutão (morte,renascimento) e Marte (ação) em Capricórnio que representa o Planeta Terra  é abrupta, mas, é a força necessária para impulcionar este movimento tão intenso energeticamente. E Júpiter (fé e Sabedoria) alinhado ao Sol, nos traz a sabedoria necessária para vivermos a transformação e o renascimento que é chegado.

Um ponto importante ainda a ser destacado é que Saturno está em Trígono, com Netuno (espírito/espiritual)  e Quíron (a grande cura Kármica), nos indicando a iluminação emanada do plano espiritual para a Cura do planeta Terra, da humanidade, e de cada um de nós individualmente.
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Outros aspectos incrivelmente harmônicos são os Trígonos, (aspecto mais positivo que existe em Astrologia) entre Sol, Lua e Urano, não poderia ser melhor. O Sol representando a essência do eu, o eu divino, a lua representando o sentir, que guia o livre arbítrio e Urano representando a Liberdade, a Transmutação, a Era de Aquário, o sétimo raio e Saint Germain, fico sem palavras para dimensionar a magnitude do que isto significa, é no mínimo a maior benção que poderíamos ter, é a abertura energética plena da Nova Vida que esta por vir  em 22/12/12.

Isto sem esquecer que quando falamos em pirâmides, estamos falando em um grande ponto de sabedoria, em gigantescos portais energéticos,  em grandes canais de luz em nosso planeta. Este alinhamento traz à tona toda a sabedoria e energia ali concentrada, expande-a à humanidade e automaticamente a todo o Cosmos, pois, a Terra é um Astro que faz parte de um todo.

Devemos aproveitar esta oportunidade que só acontece a cada 2.737 anos e realmente alinharmos nosso coração, mente, Eu Superior ao plano divino e com sabedoria e amor nos abrirmos para o novo que vem repleto de luz, para que juntos não deixemos mais esta oportunidade de evolução, iluminação e libertação se perder, pois, com ela estaremos coroando de bênçãos nossos caminhos e o esforço, inclusive do plano espiritual, que tanto trabalhou para termos o entendimento da oportunidade que mais uma vez nos é dada.

Vamos abrir nossas mentes e corações e  acompanhar convictos, felizes e respeitosos a mudança vibracional planetária que é tão positiva, com muita luz e muito amor!!!!

Fonte: Claudia Lazzarotto – Astróloga Kármica  
www.dopranaaluz.blogspot.com


Também em dezembro:


Alinhamento em 21 de Dezembro de 2012


 

Nota: Sempre comentamos sobre a importância de estar preparado pra grandes mudanças, mas principalmente estar preparado espiritualmente.

Nada de deixar os planos de lado, a vida segue, o que tiver de vir virá, e nada de viver por expectativa de coisas futuras.

Fonte
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Milhões de estrelas. Mas afinal, onde estão todos?

Uma foto divulgada recentemente revelou a maior quantidade de estrelas já registradas em uma única imagem. A cena mostra 84 milhões de estrelas apenas na Via Láctea, onde estima-se existirem entre 200 e 400 bilhões de estrelas. Com tantos sóis assim e infinitas possibilidades de vida extraterrestre, um conhecido físico italiano perguntou: afinal, onde estão todos?
84 milhões de estrelas
  

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Esse célebre questionamento foi feito por ninguém menos que o famoso físico italiano Enrico Fermi, durante um almoço realizado em 1950. A frase ficou conhecida como o "Paradoxo de Fermi" e retrata a aparente contradição entre as gigantescas estimativas de possibilidade de civilizações extraterrestres e a falta de evidências concretas sobre sua existência.
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O vasto número de estrelas aliado à idade do Universo indica que a Terra é possivelmente um típico planeta rochoso. Assim sendo, a vida extraterrestre deveria ser a coisa "mais comum do mundo", mas ao que tudo indica, não é. Durante este almoço, realizado nos Laboratórios Los Alamos na companhia de Emil Konopinski, Edward Teller e Herbert York, Fermi questionou por que não havia sinais de civilizações extraterrestres avançadas, já que planetas como a Terra deviam ser comuns.
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Equação de Drake
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Tentando dar uma resposta ao "Paradoxo de Fermi", em 1961 o professor Frank Drake da Universidade de Harvard propôs uma complexa equação que tentava calcular a taxa de formação de estrelas na galáxia, qual a fração de estrelas que abrigaria planetas e o número de possíveis planetas habitáveis.
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De posse desses dados, a equação de Drake responderia também qual seria a porcentagem de planetas que poderiam desenvolvem algum tipo de vida e sua possível fração de vida suficientemente inteligente e avançada para ser detectada por tecnologias diversas, além de responder por quanto tempo as civilizações poderia ser detectáveis.
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A equação de Drake é na realidade um exercício de matemática e recebeu diversas críticas principalmente por que vários fatores se baseiam em conjecturas. Além disso, a equação não prevê a possibilidade de que outras civilizações possam sair da galáxia de origem para colonizar outras, o que envolveria equações de dinâmica populacional.
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Vida na Via Láctea
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Independente das críticas, em 1966 o astrofísico Carl Sagan utilizou a equação de Drake de uma forma muito objetiva e chegou a um número bastante conservador. De acordo com Sagan, a Via Láctea abrigaria pelo menos 1 milhão de seres comunicantes, embora anos mais tarde tenha dito que esse número era provavelmente muito maior.
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Ao observarmos a gigantesca foto onde vemos "apenas" 84 milhões de estrelas, a pergunta que fica é: será que em algum desses inúmeros pontinhos haverá alguma civilização inteligente, como afirmou Carl Sagan em 1966? Ou será que vamos perguntar como Enrico Fermi em 1950: afinal, onde estão todos?
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Fonte: Apolo11
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O que há além dos planetas?



Planeta X. O astrônomo Percival Lowell deu esse nome a um planeta não descoberto que, segundo suas suspeitas, ficava depois de Netuno. Sua busca pelo Planeta X começou em 1905 em seu observatório em Flagstaff, Arizona, EUA. Embora Lowell morresse antes de encontrar o Planeta X, a busca iniciada por ele continuou. Por fim, em 1930, no observatório de Lowell, Clyde Tombaugh descobriu o planeta Plutão. O Planeta X realmente existia.

Imediatamente os astrônomos começaram a se perguntar: ‘Seria possível encontrar outro Planeta X?’ Seguiram-se seis décadas de procura incansável e, em anos recentes, usaram-se até equipamentos espaciais. Embora se descobrissem milhares de asteróides, estrelas, galáxias e nebulosas, nenhum novo planeta foi identificado.

Mas a busca não parou. Os cientistas começaram a usar novas tecnologias e telescópios mais poderosos para detectar objetos milhões de vezes mais tênues do que os que são visíveis a olho nu. Seus esforços por fim foram recompensados. Incrivelmente, avistaram-se dezenas de planetas menores localizados depois da órbita de Plutão.

Onde estão esses planetas pequenos? Quantos outros virão a ser encontrados? São os objetos mais distantes do sistema solar?

Os objetos mais distantes

O sistema solar consiste em nove planetas que orbitam o Sol. Além desses, existem milhares de asteróides rochosos que se movem com estonteante rapidez, a maioria deles num cinturão entre Marte e Júpiter. Observaram-se também quase mil cometas.

Quais desses astros orbitam mais longe do Sol? Os cometas, sem dúvida.
A palavra “cometa” vem do grego kométes, que significa “astro cabeludo”. Essa expressão se refere às compridas caudas curvas que se estendem da cabeça brilhante desses astros. Os cometas já geraram muita superstição e histeria. Alguns observadores ainda chamam as visitas dos cometas de aparições, porque antigamente acreditava-se que se tratavam de objetos fantasmagóricos. Por que eram tão temidos? Uma razão é que sua aparição às vezes coincidia com eventos trágicos.

Os cometas ainda provocam demonstrações de fanatismo. Em março de 1997, na Califórnia, EUA, 39 membros do culto “Heaven’s Gate” (Portão do Céu) cometeram suicídio coletivo quando o cometa Hale-Bopp se aproximava do Sol. Por quê? Porque acreditavam que uma espaçonave alienígena, supostamente escondida atrás do cometa, viria para levá-los embora.

Nem todos tiveram idéias irracionais sobre os cometas. No quarto século AEC, Aristóteles propôs que os cometas eram nuvens de gás luminoso bem alto no céu. Poucos séculos depois, o filósofo romano Sêneca astutamente sugeriu que os cometas eram corpos celestes em órbita.

Com a invenção do telescópio e a descoberta da lei de gravitação, de Newton, o estudo dos cometas se tornou uma ciência mais exata. Em 1705, Edmond Halley já havia determinado que os cometas orbitam o Sol em órbitas compridas e elípticas. Além disso, notou que os cometas que haviam aparecido nos anos 1531, 1607 e 1682 tinham trajetórias similares e estavam separados por intervalos regulares de cerca de 75 anos. Halley sugeriu corretamente que todas essas eram aparições do mesmo cometa, mais tarde chamado de cometa Halley.

Os pesquisadores hoje sabem que os cometas têm um núcleo sólido, em geral com 1 a 20 quilômetros de diâmetro. Talvez a melhor descrição do núcleo seja a de um iceberg escuro e sujo, composto na maior parte de gelo misturado com pó. Imagens bem de perto do cometa Halley produzidas pela sonda Giotto em 1986 mostram jatos de gás e pó saindo do cometa. Essas emissões geram a brilhante cabeça do cometa e a cauda vista da Terra.

Famílias de cometas

Duas famílias de cometas orbitam o Sol. A classificação dum cometa se baseia no seu período orbital, ou seja, o tempo que ele leva para fazer uma volta completa ao redor do Sol. Os cometas de curto período, ou periódicos (como o Halley), levam menos de 200 anos para fazer uma volta completa ao redor do Sol. Suas órbitas ficam próximas à eclíptica, o plano celeste no qual a Terra e os outros planetas orbitam o Sol. Talvez haja um bilhão de cometas periódicos e a maioria deles orbita depois dos planetas mais distantes, como Netuno e Plutão, a bilhões de quilômetros do Sol. Às vezes, quando um ou outro desses, como o cometa de Encke, passam perto de planetas, sua órbita é desviada para mais perto do Sol.

Como é a órbita dos cometas de longo período? Ao contrário dos cometas de curto período, os de longo período giram ao redor do Sol vindos de todas as direções. Incluem os cometas Hyakutake e Hale-Bopp, que deram grandes espetáculos em suas aparições recentes. Mas levará milhares de anos para eles voltarem.

Uma grande quantidade de cometas de longo período vai até as regiões mais longínquas do sistema solar. Esse enxame de astros foi chamado de nuvem de Oort, em homenagem ao astrônomo holandês que, em 1950, foi o primeiro a sugerir sua existência. Quantos cometas compõem essa nuvem? Os astrônomos calculam que sejam mais de um trilhão. Alguns desses cometas viajam a distâncias de um ano-luz do Sol. Numa distância dessas, uma única órbita talvez dure bem mais de 10 milhões de anos!

Milhares de pequenos planetas

Os recém-identificados planetas menores mencionados no início se concentram, assim como os cometas de curto período, depois de Plutão. Desde 1992, os astrônomos descobriram cerca de 80 desses corpos planetários menores. Talvez haja dezenas de milhares de astros como esses com mais de 100 quilômetros de diâmetro. Esses miniplanetas compõem o cinturão (ou faixa) de Kuiper, cujo nome é uma homenagem ao cientista que, há quase 50 anos, suspeitou de sua existência. Os objetos do cinturão de Kuiper são provavelmente compostos de uma combinação de rocha e gelo.

Será que essas descobertas recentes de planetas pequenos mudaram o modo de encarar o sistema solar interior? Sim. Plutão, sua lua (Caronte), um satélite de Netuno (Tritão) e alguns outros objetos gelados do sistema solar interior são considerados agora astros que vieram do cinturão de Kuiper. Certos astrônomos até acham que Plutão não pode mais ser considerado um dos planetas principais.

De onde vieram?

Por que existem tantos cometas e planetas menores no cinturão de Kuiper? Os astrônomos sugerem que esses objetos cresceram a partir de uma primitiva nuvem de partículas de pó e de gelo em condensação, que se juntaram formando objetos maiores. Mas estavam tão espalhados que não puderam continuar a crescer e gerar grandes planetas.

Cometas de longo período também formam uma parte substancial do sistema solar. Juntos, eles têm uma massa cerca de 40 vezes maior do que a da Terra. Acredita-se que a maioria se formou no início da história do sistema solar, na região dos gasosos planetas gigantes externos.

O que impulsionou esses cometas para suas órbitas atuais tão distantes do Sol? Aparentemente os planetas maiores, como Júpiter, atuaram como poderosos estilingues gravitacionais para os cometas que se aproximaram deles.

O estudo dos cometas

Os cometas são compostos de uma das matérias mais primitivas do sistema solar. Como se pode estudar melhor esses objetos fascinantes? Suas visitas ocasionais ao sistema solar interior permitem estudá-los mais de perto. Várias agências espaciais planejam enviar diversas sondas para explorar cometas nos próximos anos.

Quem sabe o que mais pode ser encontrado no sistema solar? As novas descobertas e o maior conhecimento a respeito de astros distantes que orbitam o Sol reforçam a declaração bíblica de Isaías 40:26: “Levantai ao alto os vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas? Foi Aquele que faz sair o exército delas até mesmo por número, chamando a todas elas por nome.”

Arranjo: Jefferson
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Asteróide se choca contra Júpiter e produz gigantesca bola de fogo (Arq.)

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Um asteroide de dimensões ainda desconhecidas se chocou contra o planeta Júpiter na manhã segunda-feira, produzindo uma gigantesca bola de fogo na alta atmosfera do planeta. Ainda não se conhece o tipo de objeto impactador que causou o choque, mas as primeiras estimativas indicam que a cicatriz produzida tenha cerca de 3 mil quilômetros.
Impacto de asteroide contra o planeta Júpiter
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As primeiras imagens do impacto foram feitas pelo astrônomo amador Dan Peterson Racine, através de um telescópio de 300 milímetros instalado no Estado de Wisconsin. De acordo com Racine, o brilhante flash foi observado por cerca de 2 segundos.
Quase que imediatamente, outro astrônomo amador, George Hall, localizado no Texas também confirmou o impacto. Hall estava gravando imagens do planeta no instante exato do choque.
O impacto ocorreu às 11h35 UTC (08h35 BRT) contra a borda ocidental do planeta e provavelmente foi causado por um corpo de pequenas dimensões.
Astrônomos de todo o mundo estão agora monitorando o impacto planetário na tentativa de localizar possíveis restos do objeto impactador. À medida que o planeta gira sobre seu próprio eixo a mancha será trazida para o campo visual dos observadores e novas cenas deverão surgir ao longo dia.

Shoemaker-Levy 9
Entre 16 de julho e 22 de julho de 1994, o planeta Júpiter foi severamente bombardeado por mais de 20 fragmentos originados do cometa Shoemaker-Levy 9, que atingiram o hemisfério sul de Júpiter. Este foi o primeiro impacto entre dois corpos significativos do Sistema Solar observado diretamente.
O cometa foi descoberto pelos astrônomos Eugene e Carolyn Shoemaker e David Levy, durante observações fotográficas de Júpiter e devido à sua orbita passou a chamar a atenção dos pesquisadores já que as forças de maré provocadas pela gravidade do gigante gasoso provavelmente fragmentariam o objeto.
Na ocasião, a força do impacto criou manchas ainda maiores que a Grande Mancha Vermelha e que persistiram por vários meses.
Fonte: Apolo11 Painel Global
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Telescópio espacial Hubble registra violento choque entre galáxias (Arquivo)

Que o Universo é um lugar perigoso ninguém duvida. Praticamente tudo nele é grandioso e intenso, como as explosões de raios-gama, choques de asteroides e dezenas de outros fenômenos brutais. No entanto, um choque galáctico é algo monumental e se torna ainda mais dramático quando registrado em imagens maravilhosas.
colisao galaxias Clique na imagem para ampliar
A cena acima, captada pelo telescópio espacial Hubble é um exemplo típico dessa periculosidade cósmica.
Até alguns bilhões de anos atrás a galáxia NGC 4038, vista na parte superior da imagem, era uma galáxia espiral normal como tantas outras, mas nos últimos 100 milhões de anos as coisas começaram a mudar.
Tudo começou quando outra galáxia, a NGC 4039 colidiu com ela vinda da direita, provocando destroços que se espalharam por milhares de anos-luz de distância. Atualmente, esses restos podem ser vistos por toda a cena e são conhecidos entre os astrônomos pelo nome de antenas.
À medida que a gravidade reestrutura cada galáxia, gigantescas nuvens de gás colidem entre si, novas estrelas massivas se formam e explodem e filamentos marrons de poeira estelar são espalhados por toda parte. Com o tempo, entretanto, as coisas irão se acalmar e as duas gigantescas galáxias se fundirão em um único objeto ainda maior.
Apesar de ser um evento de grandes dimensões, colisões desse tipo não são raras. No passado nossa Via Láctea também passou por isso e daqui alguns bilhões de anos passará novamente, quando se fundir com a Galáxia de Andrômeda, atualmente em rota de colisão.
Mesmo sendo a fusão um processo inexorável, é importante notar que colisões galácticas não são eventos que acontecem do dia para a noite. A fusão desses objetos é um processo extremamente lento, que leva milhões ou bilhões de anos para ser completado. Portanto, se você está preocupado com a colisão da Via Láctea com Andrômeda, relaxe. Até lá, provavelmente nosso Sol não existirá mais.
Fonte: Apolo 11
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