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ABRIGOS E BASES SUBTERRÂNEAS

O governo da Noruega está construindo cada vez mais bases e abrigos subterrâneos (arcas da salvação), que - quando perguntado - dizem que devem ser terminadas antes em breve. 

Israel também está fazendo isso, além de muitos outros países. Isto está ocorrendo porque o Planeta X está chegando. 

Os locais subterrâneos são para salvar aqueles na elite do poder e aqueles que podem ser úteis na reconstrução da sociedade: médicos, cientistas, etc.

Localizada na área de Mosjoen. As pessoas que serão deixadas na superfície não receberão qualquer ajuda e irão morrer.
O plano norueguês prevê salvar 2.000.000 no subsolo e deixar o resto (2.600.000) morrer na superfície. Todos os locais subterrâneos estão conectados por túneis, com trens de alta velocidade. 

Todos os governos do mundo sabem disso. Para quem não foi avisado sobre isso, eu sugiro que vá para lugares elevados e encontre uma caverna por lá, onde possa estocar comida para um período de cinco anos, incluindo água. Pílulas anti-radiação e biovestimentas também é aconselhável, se seu orçamento permitir. 

Consiga armas e forme grupos de sobrevivência. Nos abrigos subterrâneos que visitei existe indícios de presença extra-terrestre (não-humanos). 

As forças armadas irão caçar os sobreviventes na superfície e marcá-los (com um chip?).

O público não será avisado de nada até o último momento, para não criar pânico (caso começe o pânico, será decretada lei marcial). 

O governo espera que tudo aconteça quietamente e que ele possa desaparecer sem qualquer alarde. 

Já estive em várias bases subterrâneas, usando os trens velozes (NOAH-12; Noah é o termo inglês para o Noé bíblico, em português) para visitá-las. As eleições são farsas, as pessoas que vão ganhar são selecionadas antecipadamente. Não confie em ajuda do governo, confie apenas em você mesmo...

VISITE A FONTE PARA OUVIR O AUDIO
http://projectcamelot.org/norway.html


http://projectcamelot.org/norway.html
Fonte : Copilado de Verdade Mundial
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Experimentos de (controle mental) em massa, agora em funcionamento!

O tema “controle mental” para o leitor casual, pode rapidamente se tornar paralisante, oprimindo os sentidos e criando o desejo de sair da leitura, essa seria na verdade a coisa mais tola que o leitor poderia fazer, uma vez que ele poderia compreender o que hoje ameaça praticamente toda a humanidade.
Os planos para criar uma sociedade controlada estiveram em vigor por um longo tempo. A tecnologia atual surgiu de experiências que os nazistas começaram antes da Segunda Guerra Mundial e intensificou-se durante o tempo dos campos de concentração nazista, quando um suprimento ilimitado de crianças e adultos estavam disponíveis para experimentação. 

Ouvimos sobre as experiências desumanas que médicos realizaram em prisioneiros de campos de concentração, mas nenhuma palavra jamais foi mencionado pela mídia e os documentários de TV dos experimentos de controle mental. 

Isso não era para ser divulgado ao público. 

A tecnologia de controle da mente pode ser dividido em dois subgrupos: 

Baseado em trauma ou por via eletrônica.

A primeira fase de desenvolvimento do governo de controle da mente cresceu fora das técnicas antigas ocultas que exigiam que a vítima fosse exposta a traumas físicos e psicológicos enormes, geralmente com início na infância, a fim de provocar a mente humana a quebrar em mil personalidades, que podem então, separadamente programar para executar qualquer função (ou trabalho) que o programador deseja "instalar".

Cada personalidade criada é separado e distinto da personalidade “frente”. 

A "personalidade frente” ignora a existência ou atividades de outra personalidade. 

Personalidades podem ser trazidas à superfície por programadores ou manipuladores, utilizando-se de códigos especiais, normalmente armazenados em um computador laptop. 

A vítima do controle da mente também pode ser afetada por SONS, PALAVRAS ou AÇÕES conhecido como “gatilho”.


A Evolução do Projeto MKULTRA

Com a C. I. A. e o Conselho de Segurança Nacional firmemente estabelecidos, o primeiro de uma série de lavagens cerebrais dissimuladas programadas foi iniciado pela Marinha, no outono de 1947.

O Projeto VIBRAÇÃO foi desenvolvido em resposta ao " Sucesso da União Soviética " através do uso de "drogas de verdade." Esse raciocínio, porém, era simplesmente uma matéria de capa, onde o programa estava a ser exposto. 

A investigação centrou-se na identificação e análise de tais drogas para uso em interrogatórios e no recrutamento de agentes. 

O projeto foi oficialmente encerrado em 1953. A C. I. A. decidiu ampliar seus esforços na área da modificação de comportamento, com o advento do “Projeto Blue Bird”, aprovado pelo diretor Allen Dulles, em 1950. 

Seus objetivos foram:

- Descobrir um meio de condicionar as pessoas, as impedindo a extração de informação dos mesmos por meios conhecidos

- Investigar a possibilidade de controle de um indivíduo através da aplicação de técnicas especiais de interrogatório

- Estabelecer os meios de defesa para impedir o controle hostil de uma pessoa

Em agosto de 1951, o Projeto Bluebird foi renomeado Projeto Alcachofra, que avaliou a utilização de técnicas de interrogatório ofensivo, incluindo hipnose e drogas.

O programa terminou em 1956. Três anos antes da parada do Projeto Alcachofra, o Projeto MK-ULTRA entrou em existência em 13 de abril de 1953 nos moldes propostos por Richard Helms, diretor-adjunto da Central de Inteligência (DDCI) com a lógica de criação de um "mecanismo de financiamento especiais de extrema sensibilidade. "

O nome "MK" podem eventualmente representar “Mind Kontrolle (Controle Mental)”. 

A tradução óbvia da palavra alemã "Kontrolle" em Inglês é "control (controle)".

Um grande número de médicos alemães, adquiridos a partir da pós-guerra, foi um bem de valor inestimável para o desenvolvimento do MKULTRA. 

A correlação entre os experimentos de campo de concentração e os inúmeros sub-projetos de MKULTRA são claramente evidentes.

As diversas vias utilizadas para controlar o comportamento humano sob MKULTRA incluídos são:

- A radiação
- Eletrochoque
- Psicologia
- Psiquiatria
- Sociologia
- Antropologia
- Grafologia
- Substâncias
- O assédio de dispositivos de paramilitares
- E os materiais "LSD"

Um procedimento especial, designado MKDELTA, foi criado para regulamentar a utilização de MKULTRA no exterior. Materiais MKULTRA / DELTA foram utilizados para o assédio, desacreditar ou desativar efeitos.

Havia 149 subprojetos listados sob a égide do MKULTRA. 

O Projeto Monarca não foi oficialmente identificado por qualquer documentação do governo como um dos subprojetos correspondentes, mas é usado sim, como um estudo descritivo "slogan" de sobreviventes, terapeutas e possível "insiders". 

O Projeto Monarca pode, de fato, ter culminado o MKSEARCH nos subprojetos, como a “Operação Spellbinder”, que foi criada para criar o "assassino dorminhoco” que poderia ser ativada após receber uma palavra chave ou frase, enquanto estava em  transe pós-hipnótico.

A operação frequentemente, estudou e tentou aproveitar o poder das forças ocultistas, que possivelmente foi usada em alguns dos programas diversos para esconder a realidade insidiosa do Projeto Monarca.

Definição

O nome “Monarca” não é necessariamente definida dentro do contexto de nobreza real, mas sim refere-se a borboleta monarca.

Quando uma pessoa está sofrendo um trauma induzido por eletrochoque, uma sensação de atordoamento é evidenciada, como uma flutuante ou esvoaçante borboleta. Há também uma representação simbólica, relativa transformação ou metamorfose desse inseto. 

A partir de uma lagarta em um casulo (dormência, sedentarismo), para uma borboleta (criação de novo) que irá retornar ao seu ponto de origem. Esse é o padrão migratório que faz esta espécie única.

O simbolismo ocultista pode dar esclarecimentos adicionais sobre o verdadeiro significado disso, a borboleta vem da crença de que as almas humanas se transformam em borboletas, enquanto buscam por uma “nova reencarnação”.

Alguns grupos antigos místicos, como os gnósticos, viam a borboleta como um símbolo de uma carne corrupta. 

O "Anjo da Morte" na arte gnóstica foi retratado por esmagar a borboleta. 

A marionete é um boneco que acompanha a cordas e é controlado pelo patrão, daí programação monarca é também referida como "Síndrome de Marionete" e “Condicionamento Imperial " é outro termo usado, enquanto alguns terapeutas de saúde mental conhecem como "Seqüência de estímulo condicionado de resposta."

O Projeto Monarca poderia ser melhor descrito como uma forma de dissociação e integração estruturada ocultista, a fim de compartimentar a mente em múltiplas personalidades dentro de uma estrutura sistemática. 

Durante este processo, um ritual satânico, geralmente incluindo misticismo cabalístico, é realizada com o objetivo de prender um demônio ou um grupo de demônios para alterar o correspondente.



Naturalmente, a maioria dos céticos vêem isso como apenas um meio para melhorar a trauma na vítima negando qualquer crença irracional de que a possessão demoníaca de fato ocorre.

Outra forma de analisar esta vitimização complicada de corpo e alma é, olhando para ela como um complexo programa de computador: um arquivo é criado através de trauma, repetição e reforço. Para ativar o arquivo, um código de acesso específico ou senha (ou sugestão de comando) é necessário.

A vítima sobrevivente é chamado de "escravo" pelo programador/manipulador, que por sua vez, é percebido como "mestre" ou "deus". 

Cerca de 75% são do sexo feminino, já que possuem uma maior tolerância à dor e tendem a dissociar mais fácil do que do sexo masculino. 

Indivíduos são utilizados principalmente para operações de cobertura, a prostituição, a pornografia, e o envolvimento da indústria do entretenimento é notável.

Um ex-oficial militar ligado ao “D. I. A.”, disse a um escritor :


"Essas pessoas vítimas (do projeto monarca) estão em todas as esferas, do vagabundo da rua ao cara de colarinho branco".

Algumas das imagens internas predominantemente visto pelas vítimas sobreviventes são:

- Árvores
- A cabalística "Árvore da Vida", com sistema radicular adjacente
- Laço Infinito
- Símbolos antigos e cartas
- Teias de aranha,
- Espelhos ou vidro estilhaçando
- Máscaras
- Castelos
- Labirintos
- Demônios, monstros, aliens
- Conchas do mar
- Borboletas
- Cobras
- Fitas
- Arcos
- Flores
- Óculos
- Relógios
- Robôs
- Diagramas de cadeia
- Esquemas de placas de circuito de computador

Sem dúvidas esses projetos não tiveram fim, mas com o tempo foram ficando cada vez mais sutis, principalmente na indústria do entretenimento, deve-se perceber, que os artistas passam isso hoje em seus clipes e performances ao público, isso de fato, mostra como são planejadas as mensagens subliminares que os céticos não acreditam.

Como visto, isso afeta a qualquer ser humano, não da maneira que foi feita a tempos atrás, mas de uma maneira mais amena, fazendo qualquer pessoa aceitar o que é imposto por eles, sem que eles percebam, pois foram condicionados a aceitar e não questionar pelo que foi entrando no subconsciente do ser humano e se tornando uma coisa normal ou do dia a dia.

Entrando na área dos artistas 

O que muitos acham hoje é que pela enorme carregamento de mensagens subliminares eles tenham feito algum tipo de pacto sobrenatural, isso na verdade, para alguns, onde há excessiva exposição de mensagens, não é uma questão que possa ser descartada, mas o que você vê na maioria das vezes, são que esses artistas, foram condicionados a aceitar as idéias (e condicionam os fãs) sem que percebessem, e continuam sendo, isso se nota pela sua vida social e pela sua evolução no mundo do entretenimento.

Veja logo abaixo algumas citações de clipes, podendo-se perceber também, após o que foi lido, que realmente, na maioria das músicas (em 99%) a letra e o clipe, mostra esse condicionamento de controle mental.

Sabendo disso, veja na letra da música (link debaixo das imagens) a real mensagem, agora que entendeu um pouco sobre isso, e que está falando sobre, quem está cantando, ou sobre quem está ouvindo, entendendo agora o por que da presença de alguns objetos, animais ou símbolos em clipes :






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Produtos programados para serem obsoletos apos alguns poucos anos

Você sabe o que significa ‘obsolescência programada’ ? Sabia que ela está incluída na vida de todos nós e em tudo que possuímos ?
“Obsolescência programada é o nome dado à vida curta de um bem ou produto projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido.” (Wikipédia)

    Siiiim meus queridos amigos, seus produtos são feitos para durarem menos tempo do que poderiam, e com isso as empresas se atolam com o nosso dinheiro !

    Essa “grande jogada” surgiu na década de 20, criada pelo então presidente da General Motors Alfred Sloan. E foi alavancada com a crise de 1929, já que precisavam acabar com o desemprego e miséria da população... tá, isso só foi uma desculpa que eles usaram.
    De fato isso ajudou a economia naquela época, porém, hoje em dia seu celular não dura nem 1 ano sem que tenham sido lançados pelo menos 5 modelos parecidos e que tenham algum atrativo a mais. E seu computador ? Cada dia é lançado uma nova tecnologia, um novo processador, um novo HD...

 Alguns tipos dessa jogada de marketing excepcional:

 Obsolescência Programada: nesse tipo, o fabricante cria algo que irá quebrar após um certo tempo de uso. Caso das lâmpadas e impressoras.

 Obsolescência Percebida: nesse caso, sentimos a necessidade de comprar um novo produto, por conta da propaganda, mesmo que o nosso produto atual atenda a todas as nossas necessidades fundamentais. Caso de celulares onde pouco muda, mas investem tanto em propaganda que nos fazem pensar que reinventaram a comunicação..

 Obsolescência Funcional: esta, é quando se descobre uma nova tecnologia e ela se torna incompatível com as antigas, o fazendo comprar tudo de novo. Caso dos PC´s.


Maaaaaas, tudo tem um lado ruim e um lado ‘bom’. Será que a economia continuaria girando caso os produtos durassem para sempre e nunca ficassem ultrapassados na questão de recursos ? 


De certo modo, é necessário que os produtos se tornem obsoletos, mas seria mais justo que os preços abaixassem para poder acompanhar essa evolução. Se todos tivessem do melhor e mais atual sempre, não haveriam objetivos a ser cumpridos e nem teríamos porquê trabalhar.

Em breve segue um vídeo explicando melhor os conceitos deste post.. Comentem sobre !

Fonte: http://pensauni.blogspot.com.br/2012/06/obsolescencia-programada.html
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Produtos que você compra e são produtos de trabalho escravo (Imoral)

Mesmo sem se dar conta, você pode estar comprando inúmeros produtos que são produzidos graças a exploração e abuso de seres humanos. As pessoas são geralmente escravizadas em uma idade jovem e nunca sequer tem a oportunidade de provar ou experimentar os produtos que passam suas vidas todas fazendo para nós.
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Segundo o Índice de Escravidão Global de 2013 da Fundação Walk Free, o Brasil está 94º lugar no ranking de países com maior prevalência da escravidão moderna. Os piores países são Mauritânia, Haiti, Índia e Nepal, enquanto na ponta oposta aparecem Islândia, Irlanda e Reino Unido. Esse ranking, no entanto, também leva em conta casamento infantil e tráfico de pessoas, além da escravidão. No que se trata de trabalho forçado, isoladamente, Índia e China são as campeãs.
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Por aqui, existem 200 mil pessoas nessa situação inaceitável. O trabalho quase escravo se concentra nas indústrias madeireira, carvoeira, de mineração e de construção civil, e nas lavouras de cana, algodão e soja. Outros graves problemas do nosso país são o turismo sexual no Nordeste e a exploração da mão de obra de imigrantes bolivianos em oficinas de costura.
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O Brasil não está de braços cruzados na luta contra esse absurdo, no entanto. Em agosto de 2003, foi criada a Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE), órgão vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com a função de monitorar a execução do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. Esse plano contém 76 ações.

10. Chocolate

produtos de trabalho escravo 1
Existem problemas sérios quando se trata de comprar chocolate (coisa que praticamente todo mundo faz). A maioria das grandes empresas que vendem chocolate obtém cacau das mesmas fontes, na Costa do Marfim. E, apesar de alguns grupos de fiscalização nos últimos anos tentarem melhorar as condições por lá, a vida das pessoas que colhem cacau não é nada menos do que terrível. O trabalho é realizado por escravos, muitas vezes crianças. Várias dessas crianças são retiradas de países pobres como Mali. Algumas são raptadas, e há inúmeras reclamações de crianças desaparecidas. Para piorar a situação, os extremamente pobres às vezes vendem seus próprios filhos para a escravidão por tão pouco quanto US$ 30. Os pequenos precisam transportar sacos tão grandes de cacau que isso pode lhes causar danos físicos graves.
Se você pensa que não passamos por esse problema no Brasil, uma vez temos produção própria de cacau e não compramos chocolate de trabalho escravo africano, saiba que não é bem assim. O Brasil possui o terceiro maior mercado para chocolate do mundo. Para dar conta de tanta demanda, recorremos cada vez mais aos chocolates importados, principalmente porque a produção nacional vem caindo ano após ano.

9. Eletrônicos

produtos de trabalho escravo 2
Você pode já ter ouvido falar de uma fábrica de produtos eletrônicos na China chamada Foxconn. Apesar de ser conhecida por inúmeras violações trabalhistas e abusos, incluindo quantidades absurdas de horas extras e não pagar às pessoas o que lhes é devido, muitas empresas de eletrônicos lucram com o trabalho escravo do povo “empregado” nessa instalação. A mais famosa dessas empresas é a Apple, mas a Foxconn também produz muitos outros produtos eletrônicos para muitas outras empresas, incluindo consoles de jogos para todas as grandes companhias do ramo.
A Apple foi pressionada para melhorar as condições da Foxconn, mas inspeções nas instalações após isso descobriram que o local ainda não está sequer perto do que precisa ser. As condições são tão ruins que muitos trabalhadores cometem suicídio. A fim de evitar isso, a Foxconn instalou redes nos exteriores dos prédios para detê-los (imagem acima). Eles também fizeram alguns trabalhadores assinarem notas afirmando que suas famílias não poderiam processar se eles se matassem devido às condições ruins. As horas extra, que chegam a cerca de 100 por semana no auge da produção, não são pagas. Se um funcionário se comporta mal, têm que escrever uma nota de confissão. Estas notas são veiculadas publicamente para humilhá-los. A Foxconn nem sequer dava bancos para seus funcionários sentarem até pouco tempo atrás. E o absurdo de tudo isso? Nós compramos como loucos produtos feitos com a ajuda desse pesadelo humano.

8. Maconha

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Muitas pessoas pensam que fumar maconha é um crime sem vítimas. Quando alguém acende um baseado, a única coisa que está prejudicando são seus próprios pulmões. Infelizmente, se você mora no Reino Unido, você pode estar apoiando a escravização de incontáveis crianças vietnamitas. Um especial chamado “Children of the Cannabis Trade” destacou este problema crescente na região. Muitos traficantes começam por manipular pessoas pobres no Vietnã, pedindo que eles deixem seus filhos serem levados para o Reino Unido para “uma vida melhor”. A ideia é que a pessoa terá que pagar uma quantia específica de dinheiro para isso, mas eles podem trabalhar para quitar tudo (o que nunca ocorre). O escravo não pode reclamar com as autoridades de seu novo país, uma vez que provavelmente será deportado – na melhor das hipóteses. Para piorar a situação, a indústria de cannabis ilegal no Reino Unido está crescendo e é gerenciada principalmente por traficantes vietnamitas. Quando a polícia invade suas operações, as crianças são tratadas como criminosas, e a maioria desaparece ou volta para as mãos de outros traficantes, por medo do que vai ser feito a suas famílias que ficaram no seu país natal.
Aqui no Brasil não dá para dizer que as coisas são muito diferentes. Nossos filmes sobre tráfico de drogas e favelas são famosos por todo o globo e dizem tudo: há muitas crianças nesse ambiente hostil, sustentado por cada indivíduo bem remunerado fumando seu baseado sentado no seu sofá confortável.

7. Roupas

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Se você já comprou um artigo barato de roupas no Walmart ou muitos outros (MUITOS MESMO) varejistas, há uma boa chance de que a peça tenha sido criada em uma fábrica exploradora. Uma roupa tão barata que não pode ser verdade… Não pode ser verdade, não?
Ou, pior, é verdade: é feita com trabalho escravo, principalmente da Ásia. Há muitas dessas fábricas em Bangladesh. Embora seja ilegal empregar crianças, muitas investigações secretas têm mostrado que o trabalho infantil é assustadoramente comum na indústria do vestuário, especialmente nesse país.
Para contornar o problema, algumas das fábricas da região que produzem roupas para o mundo ocidental afirmam ter melhores condições, e usam esses “melhores fábricas” como fachada, secretamente pagando locais escravistas para fazer as partes mais intensivas do trabalho.
Muitos dos proprietários dessas fábricas pensam em seus trabalhadores como pouco mais que propriedade. Em 2014, houve um incêndio em uma fábrica de Bangladesh. Os proprietários disseram aos funcionários que era apenas um ensaio (para o eventual caso de incêndio). Eles trancaram as portas do lado de fora e mais de 100 pessoas morreram. Parece que todas essas pessoas correndo para fora do prédio os preocupava mais do que a segurança dessas mesmas pessoas. No ano anterior, houve um colapso em outro edifício que matou mais de 1.000 pessoas. Muitos ficaram indignados com a maneira insensível com que os donos das fábricas trataram as vidas humanas, e o incidente fez com que a Disney pulasse fora do país – a companhia não compra mais produtos de lá. No entanto, como não quer perder uma pechincha (custe o que realmente custar), o Walmart ainda compra roupa de fábricas localizados em Bangladesh.

6. Borracha

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Na Libéria, a borracha é de longe o bem mais importante. Este líquido é colhido e transformado em todos os tipos de material que usamos todos os dias, como os pneus dos nossos carros. O processo em si é ambientalmente sustentável se bem feito, e pode ser bastante lucrativo. Infelizmente, muitas das pessoas nessa indústria veem os seres humanos da mesma forma que veem a borracha: como nada mais do que um recurso.
Em 2006, houve um grande problema quando duas grandes plantações de borracha ficaram nas mãos de ex-combatentes da guerra civil destrutiva da Libéria. De acordo com as investigações, essas plantações estavam tratando seus trabalhadores como escravos. O fabricante de pneus Firestone foi acusado de comprar dessas plantações contra os desejos do governo liberiano. Enquanto Firestone negou a acusação, um funcionário da empresa também admitiu que não podia ter certeza de que lugar específico as borrachas foram compradas. A indústria do material na Libéria é mal regulada e a mercadoria não é bem-acompanhada. Firestone pode não ter realmente sabido de quem estava comprando, o que só piora a situação.

5. Óleo de palma

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O óleo de palma é cada vez mais utilizado em países asiáticos como óleo de cozinha barato, mas também tem aplicações desde produtos cosméticos a combustível. Infelizmente, além de não ser muito bom para o meio ambiente, a indústria desse óleo é em grande parte construída sobre trabalho escravo e exploração maciça. Ela vale mais de US$ 40 bilhões (R$ 107 trilhões, no câmbio atual) por ano, e uma grande quantidade da produção que a impulsiona ocorre em duas ilhas na Indonésia: Bornéu e Sumatra. O trabalho escravo surge devido a grandes empresas, como a Kuala Lumpur Kepong (KLK) da Malásia, operarem na Indonésia, com mais de 70 plantações nas ilhas.
Quando se trata de encontrar trabalho para cultivar as plantas necessárias para fazer o óleo, há muito pouca contratação direta. Em vez disso, a contratação é terceirizada. Infelizmente, isso deixa muito pouca supervisão, e as empresas contratantes têm sido acusadas de práticas terríveis por escravos fugidos das fazendas. Os empreiteiros tendem a levar as pessoas longe de suas casas prometendo empregos com salário mínimo, mas os homens são obrigados a assinar contratos que lhes acorrentam a anos de serviço escravo, são emprestados dinheiro em vez de serem pagos e têm que comprar tudo de uma loja da empresa.
A KLK faz uma espécie de negação plausível, alegando que não podem controlar o que seus contratantes fazem. Eles apenas param de fazer negócios com eles quando ficam sabendo de abusos trabalhistas.

4. Bolsas falsificadas

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A indústria que produz bolsas falsificadas e outros itens semelhantes de imitação é uma empresa global multibilionária, de acordo com Dana Thomas, autora de “Deluxe: How Luxury Lost Its Luster”. De acordo com suas investigações, a indústria leva à perda de bem mais de 500.000 postos de trabalho só nos EUA. Este comércio é conhecido por utilizar trabalho escravo em sua maioria, muitas vezes crianças. Ela já acompanhou a polícia durante operações contra os locais de fabricação, e viu dezenas de criancinhas tratadas horrivelmente.
Em um caso, na Tailândia, em uma fábrica que fazia bolsas de grife falsificadas para consumidores ocidentais, os donos tinham quebrado as pernas das crianças para que nunca mais se curassem corretamente. Isso porque tinham se cansado das queixas dos pequenos que queriam brincar lá fora.

3. Diamantes

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Zimbábue tem sido notícia por causa do regime ditatorial de Robert Mugabe. Em uma eleição bastante disputada, Morgan Tsvangirai acabou como primeiro-ministro, mas Mugabe ainda se manteve presidente. As duas partes entraram em um acordo de partilha de poder. Mas parece que Mugabe não curtiu muito o arranjo. Antes que as coisas pudessem realmente ter uma chance de dar certo, seu partido, Zanu-PF, criou uma enorme operação de mineração de diamantes usando trabalho escravo que foi imposta pelos militares. De acordo com a Human Rights Watch, a operação foi posta em prática para que Mugabe pudesse ganhar dinheiro que não passasse diretamente por meio do governo agora compartilhado, bem como para poder pagar os soldados a fim de permanecer verdadeiramente no controle.
Ou seja, o governo do país não só não está nem aí para regular a indústria de diamantes e para proteger seus trabalhadores, como é o próprio estimulador da escravidão. Pelo visto, mais filmes como Diamante de Sangue vem por aí.

2. Pornografia

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Quando a maioria das pessoas pensa em tráfico sexual de seres humanos, costuma pensar em pessoas sendo forçadas a realizar atos sexuais em bordéis. Raramente lembramos que muitos filmes pornográficos podem envolver mulheres que foram vendidas em escravidão anos atrás. Nas últimas décadas, houve várias “ondas” de tráfico sexual. A primeira foi de mulheres tailandesas e filipinas, seguida de colombianas e dominicanas, depois nigerianas, e agora os investigadores dizem que a maioria das mulheres que estão sendo exploradas para escravidão sexual são tomadas da região da ex-União Soviética. As mulheres eslavas estão em alta demanda no mundo ocidental e são usadas não apenas para a prostituição, mas também para a pornografia.
Uma vez que esse comércio é ilegal, é difícil chegar a números reais, mas as estimativas costumam colocar o número de pessoas vendidas anualmente na casa dos milhões, com cerca de 80% delas sendo usadas para fins sexuais. Com o tráfico de escravos é presente em todos os países do mundo, é complicado estimar quantos filmes pornográficos apresentam escravos sexuais. Infelizmente, o número pode ser muito alto.

1. Carvão

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No começo desse ano, dezenas de trabalhadores foram encontrados em condições análogas à de escravos em carvoarias no interior de São Paulo. Sete crianças e adolescentes também foram flagrados trabalhando. As informações vieram de uma megaoperação conjunta para combater o crime realizada em Pedra Bela, Joanópolis e Piracaia. Ao todo, dez estabelecimentos foram alvo da blitz, e seis acabaram interditados.
Os produtos desses locais abasteciam grandes supermercados da capital. A operação ia informar aos compradores de onde eles estavam conseguindo seu carvão.
Em uma das unidades, os abusados não tinham carteira assinada nem exame médico realizado. Apesar das irregularidades, como falta de equipamentos de proteção, máquinas inadequadas, fiação elétrica exposta, fossa sanitária a céu aberto, falta de armários e janelas sem a devida vedação, não foi configurado trabalho escravo. A carvoaria, no entanto, teve a produção e os alojamentos interditados e terá de se adequar para voltar a funcionar.
Já outra unidade, considerada escravista, não tinha instalações sanitárias adequadas e a ausência de equipamentos de proteção era total. Os funcionários não contavam com água potável e alimentação não era fornecida. Uma criança de 11 anos e um adolescente de 16 estavam entre os trabalhadores. [Listverse, Estadao, BrasilEscola, G1, R7, PapoDeHomem,G1 2]
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Fonte:hypescience
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A nova ordem mundial - já começou mal

nova ordem mundial
COM o fim da Guerra Fria, no início de 1991, o otimismo tomou conta das pessoas. É verdade que havia o problema do Kuwait, invadido pelo Iraque em agosto de 1990, mas as Nações Unidas mostraram a sua força e mandaram o Iraque se retirar do país até o dia 15 de janeiro. A exigência contava com o apoio de uma coalizão militar de 28 nações da ONU, rapidamente organizada e pronta para obrigar o Iraque a obedecer. Cresciam as esperanças de que a posição enérgica tomada pela comunidade mundial sinalizava o alvorecer de uma nova era.

George Bush, na época presidente dos Estados Unidos, falou sobre “a possibilidade, para nós e para as gerações por vir, de forjarmos uma nova ordem mundial, um mundo em que o império da lei, e não a lei da selva, governe o comportamento internacional”.

O Iraque acabou ignorando o prazo final de 15 de janeiro, o que levou a maciços ataques aéreos e a uma chuva de mísseis contra suas instalações militares. Obviamente, a comunidade mundial não estava brincando. Menos de três meses mais tarde, em 11 de abril, a ONU declarava encerrada a Guerra do Golfo. A promessa de uma nova ordem mundial pacífica, econômica e politicamente estável, parecia estar virando realidade.
Guerras de uma estabilidade aflitiva
Em meados de 1991, duas repúblicas, a Eslovênia e a Croácia, declararam independência da então Iugoslávia, dando início a uma guerra civil que por fim levou à formação de várias nações distintas. Menos de um ano depois, o analista político francês Pierre Hassner disse: “Como ocorreu com a Europa de antes de 1914, a nova ordem mundial de George Bush morreu em Sarajevo.” No entanto, a perspectiva de paz parecia mais promissora quando foram abertas negociações em Dayton, Ohio, EUA, em novembro de 1995, e um acordo de paz foi assinado em Paris, em 14 de dezembro. Com a aproximação do fim de 1995, renascia a esperança de que a nova ordem mundial talvez não estivesse morta, afinal.
Aos poucos as repúblicas da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas começaram a se separar. As primeiras a deixar o bloco, em 1991, foram a Lituânia, a Estônia e a Letônia, seguidas rapidamente por outras. Um grupo pouco coeso, conhecido como Comunidade de Estados Independentes, foi formado em dezembro, embora algumas das ex-repúblicas da União Soviética tenham se recusado a integrá-lo. Em 25 de dezembro, Gorbachev renunciou à presidência da União Soviética.
No entanto, até as próprias repúblicas começaram a se desintegrar. Por exemplo, a Chechênia, pequeno enclave muçulmano no norte da região russa do Cáucaso, reivindicava independência. Seu movimento separatista no fim de 1994 deflagrou um ataque controversial das tropas russas. Mesmo com a perda de 30.000 vidas desde o início da crise em princípios da década de 90, a guerra adentrou 1996.
Em outubro de 1995, entre 27 e 46 conflitos — dependendo de como são classificados — grassavam mundo afora.
À beira da falência
No começo dos anos 90, a nova ordem mundial dava mostras de que não só a política, mas também a economia, ia mal.
Em 1991, a Nicarágua desvalorizou sua moeda, mas mesmo assim 25 milhões de córdobas valiam apenas um dólar americano. O Zaire sofria com uma inflação de 850%, que obrigava seus cidadãos a suportar um dos mais baixos padrões de vida do mundo. A economia russa também sofria. A inflação batia na casa dos 2.200% ao ano em 1992, tornando o dinheiro quase sem nenhum valor. Embora as coisas tenham melhorado desde então, em 1995 os problemas econômicos estavam longe de serem solucionados.
O escândalo financeiro do século ocorreu em 1991, com o colapso do Banco de Crédito e Comércio Internacional, que foi à bancarrota por causa de fraude e crimes. Os clientes, em 62 países, sofreram perdas no montante de bilhões de dólares americanos.
Não eram apenas as nações economicamente pobres que iam mal; a poderosa Alemanha sentia o peso dos custos da reunificação. Enquanto os trabalhadores exigiam férias mais longas e melhorias no sistema de saúde, o desemprego aumentava. O elevado absenteísmo e os abusos generalizados da previdência social aumentaram ainda mais a tensão sobre a economia.
Nos Estados Unidos, uma série de desastres naturais de extrema gravidade causou uma devastação nas companhias de seguro, que mal conseguiam pagar as indenizações. E em 1993, o livro Bankruptcy 1995: The Coming Collapse of America and How to Stop It (Falência 1995: O Vindouro Colapso da América e Como Detê-lo) alertava para os perigos da dívida nacional estratosférica e do déficit do orçamento. Mesmo a Lloyd’s de Londres, companhia de seguro britânica com a estabilidade do rochedo de Gibraltar, estava em questão. Castigada por repetidos sinistros, ela se via forçada a pensar no impensável: a possibilidade de pedir falência.
Religião, força estabilizadora?
Em 1991, o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung comentou: “Esta visão de uma nova ordem mundial tem origem numa longa tradição de conceitos americanos do mundo, todos os quais têm essência religiosa e têm sido expressos em termos cristãos.”
Esse pano de fundo religioso, seria de pensar, deveria ter dado estabilidade à nova ordem mundial. O que ocorre na realidade é que a intolerância e o ódio fomentados por sentimentos religiosos contribuíram para a instabilidade geral. A Argélia e o Egito são apenas dois dos vários governos em desavença com os fundamentalistas islâmicos. Uma onda de terrorismo com motivação religiosa varreu ambos os países. Tumultos religiosos na Índia incluíram nove dias de violência sectária em Bombaim, em 1993, que deixou 550 mortos.
A desunião religiosa retardou o avanço do ecumenismo em 1994, quando a Igreja Anglicana ordenou 32 sacerdotisas. O Papa João Paulo II chamou isso de “profundo obstáculo a todas as esperanças de reunificação entre a Igreja Católica e a comunhão anglicana”.
Em 19 de abril de 1993, a tensão entre o governo americano e os adeptos da seita Ramo Davidiano — que já havia gerado um impasse no complexo da seita em Waco, Texas, e causado a morte de quatro agentes federais — ceifou a vida de pelo menos 75 adeptos da seita. Dois anos mais tarde, a polícia investigava a possibilidade de que a bomba terrorista que matou 168 pessoas num prédio federal na Cidade de Oklahoma tivesse sido uma retaliação contra o ataque de Waco.
O mundo ficou chocado no início de 1995 com o ataque com gás venenoso no metrô de Tóquio. Dez pessoas morreram e milhares ficaram doentes. O mundo ficou ainda mais chocado quando a responsabilidade foi atribuida à seita apocalíptica Aum Shinrikyo, ou Verdade Suprema de Aum.
Aniversários significativos com pouco o que festejar
Em 1492, Colombo topou com o hemisfério oeste. A celebração do 500.° aniversário desse evento, em 1992, foi marcada por controvérsia. Uns 40 milhões de descendentes de índios americanos se aborreceram com a idéia de que um europeu “descobriu” os países em que seus ancestrais viviam e prosperavam muito antes de ele sequer ter nascido. Houve quem chamasse o descobridor de “precursor da exploração e da conquista”. E o fato é que a chegada de Colombo no hemisfério oeste foi mais um desastre do que uma bênção para os habitantes indígenas. Os conquistadores cristãos, como eram chamados, roubaram sua terra, sua soberania, sua dignidade e suas vidas.
Em setembro de 1995, começou em Israel uma celebração de 16 meses de duração, para comemorar o 3.000.° aniversário da conquista de Jerusalém pelo Rei Davi. Mas o aniversário teve um início trágico com o assassinato do Primeiro-Ministro Yitzhak Rabin, em 4 de novembro, baleado por um assassino minutos depois de Rabin ter discursado num comício de paz. Isso levantou dúvidas sobre o processo de paz no Oriente Médio, demonstrando que no campo da religião existem sérias diferenças, não somente entre judeus e palestinos, mas até entre os próprios judeus.
Vários jubileus da Segunda Guerra Mundial foram celebrados entre 1991 e 1995: o ataque a Pearl Harbor, que levou os Estados Unidos a entrar na guerra; a invasão dos Aliados na Europa; a libertação dos prisioneiros dos campos de concentração nazistas; a vitória dos Aliados na Europa; e o lançamento da primeira bomba atômica sobre o Japão. Em vista do sangue e das lágrimas derramados nessas datas, algumas pessoas questionaram se elas mereciam mesmo ser festejadas.
Isso levou ao aniversário de outro evento significativo, a fundação da Organização das Nações Unidas, em outubro de 1945. Havia muita esperança, naquela ocasião, de que a chave para um mundo de paz tivesse sido enfim encontrada.
As Nações Unidas, segundo disse recentemente em sua defesa Boutros Boutros-Ghali, o secretário geral, colecionou muitos triunfos. Mas não conseguiu cumprir a finalidade declarada em sua carta: “manter a paz e a segurança internacionais”. Suas tropas várias vezes tentaram manter a paz onde não havia paz para manter. Até 1995, ela havia fracassado em injetar vida numa nova ordem mundial que ia mal.
Enquanto a nova ordem mundial fracassa, a teocracia verdadeira floresce!
Em vista da instabilidade política, econômica e religiosa que provocou a desintegração da visão de uma nova ordem mundial diante de seus próprios olhos, algumas pessoas começaram a falar de uma nova desordem mundial.
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A NOVA ORDEM MUNDIAL

Nova ordem mundial

THE NEW WORLD ORDER

IT is bad enough that the world is being pulverised into grinding poverty. But there is a much bigger story here. First, let's look at some relevant quotes:
      *As Frederic Morton wrote in the preface to The Rothschilds "Someone once said that the Wealth of the Rothschilds consists of the bankruptcy of nations.
     
    *In his The Empire of the City E C, Knuth wrote: "The fact that the House of Rothschilds made its money in the great crashes of history and the great wars of history, the very periods when others lost their money, is beyond question.”
     
    *US President Andrew Jackson, the only US President (1839/47) to totally abolish the National Debt, condemned the international bankers as "A den of vipers," one which he was determined to root out of American life. Jackson claimed that if the American people only understood how these "vipers" operate on the American scene, "there would be a revolution before morning.
     
    * Many years later President Woodrow Wilson made another revealing statement. "Some of the biggest men in the US, in the fields of commerce and manufacturing know that there is a power so organised, so subtler so complete, so pernicious, that they had better not speak above their breath in condemnation of it."
Wilson was of course referring to the elitists, the insiders, the Globalists seeking a One World Order. For many years even talk of such an Insider conspiracy was dismissed as laughable. Not many people are laughing now. Right now we are seeing the truth of it all in Asia, Russia and Latin America.
The Rothschilds, the Rockefellers and many others in the international banking system and the big multinationals, the Insiders who support the New World Order, have huge influence with the IMF and World Bank.

It is certainly no secret that the IMF, by deliberately and persistently providing incredibly bad advice in all these distressed areas, played a major role in precipitating the ongoing global currency crisis.
Why this scheme to push these countries over the brink?

One prime reason: while these collapses have been catastrophic for the nations and people involved. they have provided rich pickings for Western banking and financial interests. That has become strikingly apparent in Asia where the corporate vultures have swooped down, buying everything in sight.

Hotel chains. great office blocks, manufacturing plants. mansions? ocean liners, fishing fleets, art collections, golf courses; you name it, they have gobbled it up, as well as buying out local partners in existing joint ventures or increasing their stakes.

Big buyers and investment banks such as Bankers Trust, Goldman Sachs, Morgan Stanley Dean Witter and Merrill Lynch. all have been buying up Asian assets for as little as ten cents in the US$.
Indeed. for internationals with corporate connections to the NWO-supporting New York-based Council on Foreign Relations or David Rockefeller's Trilateral Commission, buying up bankrupt assets for peanuts appears to be an important corollary to ruining national economies. But there is another and, from the NWO aspect, conceivably even more important aspect to all this.

The Asian problem started when the IMF advised the Thai Government against getting banks to cut back on money creation, the source of the problem in the first place: and, further, to sever its currency's ties to the US.$. By no means complete financial fools, the Thais protested. But when the IMF made it clear that these provisos were conditional on Thailand receiving a bailout, the IMF got its way; and the present crisis was born.

The same fatal prescription was forced on South Korea, Malaysia, Indonesia and the Philippines. The major currency speculators then moved in and the Asian economies, one after another, were broken by widespread bankruptcies, severe recession and devastating inflation. The game was on.

But, as The New American points out, critics who complain that IMF practices lead to disaster are missing the point. From the Insiders' point of view, the IMF is immensely successful in its mission, which is to seize control of the economies of sovereign nations.

Martin Feldstein, a professor of economics at Harvard exposed this mission in a remarkable article in The Wall Street Journal, 10.10.98. He observed that the massive Asian bailout funds were not used to prevent currency runs (as one might suppose) but were provided "only if the countries accepted ... radical restructuring of their entire domestic economies ... labour rules, corporate governance, tax systems and other matters not germane to a financial crisis."

He then quoted IMF director Michel Camdessus as saying that if the IMF had wanted to deal only with the liquidity and debt problems, it would have succeeded but, “Happily, the Asian crisis gave the IMF the leverage to force structural policy changes that national governments would not otherwise accept.” (AP italics).
 
Feldstein wraps up by condemning the IMF. He points out that the Asian economies were fundamentally sound and, with modest adjustments, could easily have earned extra foreign exchange to repay foreign debts. Instead, the IMF falsely criticised them as “incompetent and corrupt,” thereby undermining the confidence of global leaders in emerging markets generally, and so contributing to the contagion.

One wonders; why has no so-called “investigative journo” quizzed Camdessus what the real objective of the IMF was, what special “Insider” programme it was following? And what about “original intent”?

Summing up. What we have and are seeing is Western banking institutions looting developing countries’ central banks, plundering foreign exchange reserves, undermining national governments and destabilising entire national economies, promoting instability and unrest throughout the world. Over the last two years, a massive concentration of financial power has taken place in the hands of the Insiders. Does this not make organised crime look like a Sunday school?

And all of it, we may be very sure, as a means of finally installing a global currency and the NWO. The New World Order is a reality. All that is left for us is to understand that.
 
source:
http://home.global.co.za/~rundle/aida.html
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