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MEDICAMENTOS - Ibuprofeno e diclofenaco aumentam riscos de ter AVC

Estudo de 13 anos com 8.423 pessoas mostra que ibuprofeno e diclofenaco aumentam riscos de ter AVC

ibuprofeno e diclofenaco aumentam
Medicamentos analgésicos usados por milhões de pessoas diariamente têm sido associados a um maior risco de arritmia cardíaca, o que poderia provocar um acidente vascular cerebral.
A chance extra de desenvolver a fibrilação atrial é de 84%, afirmam pesquisadores holandeses.
A arritmia é uma das principais causas de AVC, pois as câmaras superiores do coração ficam fora de um ritmo regular e batem muito mais rápido do que o normal, o que faz com que o sangue se acumule e forme um coágulo.
No Brasil milhões de pessoas com artrite tomam analgésicos, incluindo antiinflamatórios, como o diclofenaco e o ibuprofeno. No estudo, a saúde cardíaca de 8.423 pessoas, com idade de 55 anos ou mais, foi monitorada desde 1990, em Roterdã, Holanda.
Os casos de fibrilação atrial foram diagnosticados usando gravações rítmicas do coração, enquanto os detalhes dos medicamentos prescritos foram recolhidos em farmácias. Durante o período de acompanhamento médio de pouco menos de 13 anos, 857 participantes desenvolveram fibrilação atrial. Destes, 261 nunca tinham usado antiinflamatórios quando foram diagnosticados, enquanto 554 já haviam usado, e 42 estavam ingerindo estes medicamentos no momento da pesquisa.
ibuprofeno e diclofenaco aumentam 2
O uso atual foi associado a 76% de maior risco de fibrilação atrial do que para aqueles que nunca haviam tomado analgésicos. Idade, sexo e problemas cardíacos subjacentes foram levados em conta.
Percebe-se que os antiinflamatórios podem contribuir para problemas de ritmo cardíaco pelo aumento da pressão arterial como um resultado da retenção de líquidos. Bruno Stricker, do Centro Médico Erasmus, em Roterdã, disse que a pesquisa anterior tinha mostrado uma ligação entre fibrilação atrial e esses analgésicos. "Nossos resultados também sugerem que o aumento do risco ocorre logo após o início do tratamento e podem desaparecer ao longo do tempo", acrescentou. “Apesar dos antiinflamatórios não serem muito eficazes para o tratamento da dor, é importante que ambos os riscos e benefícios sejam considerados cuidadosamente antes de serem prescritos”.
Só no Reino Unido, no ano de 2010, mais de 17 milhões de prescrições foram emitidas para analgésicos.
O ibuprofeno pode ser comprado com farmacêuticos e em supermercados, além de comprimidos contendo diclofenaco em doses muito mais baixas do que na prescrição. Cerca de dez anos atrás, a droga anti-artrite Vioxx foi tirada do mercado por conta do aumento do risco de ataques cardíacos e derrames.
A pesquisa, publicada na revista médica The Lancet, descobriu que o naproxeno foi o analgésico mais seguro. Os pesquisadores analisaram também que as doses de analgésicos prescritos pelos médicos equivalem ao dobro da quantidade diária recomendada para dores de cabeça e outros males menores.

Fonte: jornal ciencia
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As próximas epidemias

As próximas epidemias

Gripe aviária, gripe suína, ebola. Isso foi só o começo. Para muitos cientistas, o mundo viverá uma epidemia global. E ela pode começar a qualquer momento

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Tudo começa com febre alta, garganta seca e dores de cabeça. Gripe, certo? Vai melhorar. Só que não melhora. Vem o vômito incontrolável, uma diarreia ataca forte e surgem irritações na pele. Uma intoxicação alimentar, certo? Vai melhorar. Só que não melhora.
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A pessoa começa a sangrar pela pele e alguns de seus órgãos, como os rins e o fígado, começam a falhar. Ela está com ebola. Apavorante, não é? O vírus mata entre 50% e 90% das pessoas que o contraem em questão de dias. E este ano teve o maior surto de ebola da história. Pela primeira vez, o vírus ameaçou deixar a África e atacar outros continentes. Até a conclusão desta edição, havia 3 mil casos da doença, com mais de 1.500 mortes.
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A Organização Mundial de Saúde estima que 20 mil pessoas sejam infectadas até o final do ano – o que deverá significar 10 mil mortes por ebola. A epidemia está sendo contida e, ao que tudo indica, não haverá uma epidemia global. Mas o caso já é apontado pelos especialistas como um ensaio do que está por vir. Muitos cientistas acreditam que a humanidade irá acabar enfrentando um surto sem precedentes, que irá matar uma parcela significativa da população mundial. A grande dúvida é: como e quando essa grande epidemia vai acontecer? E de onde ela virá?
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Já aconteceu antes
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Isso não seria exatamente uma novidade. Em 1918, uma mutação do vírus da gripe se espalhou rapidamente pelo mundo e, em questão de um ano, matou pelo menos 50 milhões de pessoas. A gripe espanhola, como ficou conhecida, ceifou mais vidas que a Primeira Guerra Mundial, que aconteceu na mesma época. Na ocasião, ninguém sabia nem o que era um vírus, quanto mais como combatê-lo.
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Estimativas indicam que 500 milhões de pessoas chegaram a ser infectadas pela gripe espanhola. Um quarto de toda a população mundial na época.
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Em 2005, ao estudar um cadáver de uma vítima conservado sob o gelo no Alasca, pesquisadores dos CDC (Centros para Controle e Prevenção de Doenças), nos Estados Unidos, conseguiram recuperar amostras do vírus da gripe espanhola. Ele foi ressuscitado para estudos em laboratório. Dois anos depois, outro grupo de cientistas pegou o vírus recriado e o inoculou em macacos, para entender como a gripe agia.
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Descobriram algo surpreendente. O vírus fazia o sistema imunológico da vítima disparar – causando danos ao próprio organismo, que levavam à morte. Ou seja: o que matava não era a ação direta do vírus em si. Numa tentativa desesperada de reação a ele, o corpo se autodestruía. Isso explicou por que a gripe espanhola era mais letal para as vítimas jovens, de 20 a 50 anos. Elas tinham o sistema imune mais forte.
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Quanto maior a altura, maior o tombo
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O ebola ainda não se espalhou pelo mundo porque, diferentemente do vírus da gripe, ele não se propaga pelo ar (apenas pelo contato com secreções e fluidos corporais da pessoa infectada). E porque, ao contrário do HIV, por exemplo, ele mata depressa – o que evita que a pessoa tenha tempo de espalhar a doença para muitas outras. Mas, se ele sofrer uma mutação, e alguma dessas características mudar, a humanidade não terá como escapar de uma epidemia global.
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É um pensamento aterrorizante. Por isso, há cientistas trabalhando a todo vapor para tentar evitar que esse cenário se concretize. Mas há uma variável incontrolável nessa história toda. É o que une a gripe espanhola, a aids e o ebola no mesmo pacote de doenças: todas elas são causadas por vírus que originalmente vieram de animais.
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A zona das zoonoses
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“Esses surtos de doenças estão conectados, um atrás do outro”, afirma o escritor americano David Quammen, autor do livro Spillover: Animal Infections and the Next Human Pandemic (“Propagação: infecções animais e a próxima pandemia humana”) . “E isso é o resultado não intencional de coisas que nós estamos fazendo.” São as intervenções humanas na natureza, cada vez mais agressivas, que provocam o surgimento das chamadas zoonoses – a passagem de vírus dos animais para nós. Todas as grandes epidemias começam assim.
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E não é difícil entender o porquê. Se um vírus está confinado em animais, ele não tem contato com seres humanos. Isso significa que os humanos não desenvolvem qualquer adaptação a ele. Quando o vírus sai dos bichos e vem até nós, estamos despreparados para reagir. Nosso organismo não consegue combatê-lo com a força necessária, ou então age de forma brutal demais, e por isso autodestrutiva (como no caso da gripe espanhola). As zoonoses estão por trás das principais ameaças atuais.
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O ebola veio dos morcegos, cuja carne é considerada alimento em alguns países africanos. A aids veio dos chimpanzés, pelo contato entre o sangue de um chimpanzé infectado pelo SIV (um vírus parente do HIV) e o sangue de um ser humano. As gripes suína e aviária surgiram dos porcos e das aves – e seu espalhamento foi facilitado porque criamos enormes quantidades desses bichos, em locais confinados, para matar e comer.
Mas será possível detectar – e conter –- uma epidemia antes mesmo que ela comece? Alguns cientistas apostam que sim.
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Eles estão criando simulações de computador e novas técnicas de diagnóstico para tentar detectar vírus perigosos no mundo animal, antes que cheguem à humanidade. “A ideia é identificar infecções sérias, como a próxima SARS”, diz o epidemiologista Stephen Morse, da Universidade Columbia. A SARS, sigla inglesa para síndrome respiratória aguda grave, apavorou o mundo em 2002. Surgida na China, ela era causada por um vírus que não se espalhava pelo ar, apenas em gotículas de saliva.
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A partir de novembro de 2002, a doença começou a se espalhar de avião pelo mundo todo, carregada por pessoas infectadas. Chegou a 37 países e só foi contida, em julho de 2003, porque o vírus foi identificado rapidamente, o que permitiu isolar as pessoas contaminadas. Dos 8.273 casos registrados da doença até a contenção do surto, houve 775 mortes. A SARS também veio dos animais: civetas (mamífero africano que parece um gato selvagem), cães-guaxinins e até gatos domésticos que pegaram o vírus de morcegos e o repassaram. Tudo sempre termina nos humanos, um alvo irresistível para os vírus – somos 7 bilhões de indivíduos, a maioria amontoada em cidades, e até o final do século poderemos chegar a 11 bilhões. Isso, claro, se uma grande epidemia não devastar a população.
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Os supervírus
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Em 2009, pareceu que a humanidade iria viver uma nova catástrofe. Começou a circular, vinda dos porcos, uma versão particularmente perigosa do vírus influenza, o causador de todas as gripes. Os porcos têm uma característica ruim: eles podem ser contaminados tanto pela gripe humana quando pela gripe aviária. Os dois vírus se encontram dentro do porco e podem trocar genes entre si – gerando uma versão mais forte. Foi o que aconteceu. O supervírus se chamava H1N1. E a doença que ele provocava foi batizada de gripe suína.
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A epidemia surgiu no México, se espalhou pelo mundo e gerou um esforço global de combate (no Brasil, grande parte da população foi vacinada). A doença só foi contida em 2010, quando já tinha matado 300 mil pessoas. Mas 11% a 21% da população mundial foi infectada pelo H1N1. Ou seja: podia ter sido ainda pior. Bem pior.
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Ninguém demonstrou isso de forma mais contundente que Yoshihiro Kawaoka, um controverso cientista da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA. Ele pegou o H1N1 e, em laboratório, induziu-o a sofrer mutações em ritmo acelerado. Acabou criando um supervírus – que é imune a todas as vacinas conhecidas pelo homem.
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Kawaoka está tentando se antecipar à natureza e criar vírus assassinos, bem como defesas contra eles, antes que as epidemias estourem por aí. Mas e se os vírus escaparem? Ele diz que não há perigo. “O trabalho é feito por pesquisadores experientes em condições apropriadas, com aprovação prévia de um comitê de biossegurança”, disse o cientista ao jornal britânico The Independent.
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Mas algo sempre pode dar errado. Recentemente, o governo dos EUA encontrou num refrigerador de laboratório amostras do temível vírus da varíola – que deveriam ter sido destruídas após a erradicação da doença, em 1980. Muita gente, inclusive cientistas, não gosta da ideia de vírus superperigosos guardados em laboratório. Para piorar, a medicina moderna também está criando outra ameaça: bactérias superperigosas. Essas, fora do laboratório.
São cada vez mais frequentes os relatos de infecções hospitalares incuráveis, causadas por bactérias imunes a todos os antibióticos. Só nos EUA, elas já causam cerca de 25 mil mortes por ano, e o quadro tende a piorar.
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O surgimento dessas superbactérias é resultado de décadas de uso exagerado dos antibióticos. Hoje, damos esses remédios até para os animais, com pouco controle (nos EUA, 80% de toda a produção de antibióticos é consumida por bois, vacas, porcos, galinhas e outros animais criados para abate).
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O problema é que a exposição constante aos antibióticos está fazendo com que as bactérias criem imunidade a eles. Durante o século 20, estivemos na dianteira. Agora, as bactérias estão começando a reagir. A humanidade tem tentado reduzir o uso dos antibióticos (no Brasil, por exemplo, agora só é possível comprá-los com receita, que fica retida na farmácia) e criar novas versões deles, mas está perdendo terreno.
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Nos últimos cinco anos, apenas dois novos antibióticos foram aprovados nos EUA – um ritmo de inovação oito vezes menor do que nos anos 80. Nossas armas estão acabando. Por isso, já se cogita uma estratégia radical: abandonar os antibióticos tradicionais e usar vírus para matar as bactérias. A ideia é encontrar (ou desenvolver) vírus que não façam nada contra células humanas, mas sejam letais para as bactérias. Até, claro, que apareçam superbactérias imunes a eles. Assim é a corrida armamentista da biologia. E da vida.
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Aconteça o que acontecer, uma coisa é clara. O sonho ingênuo do século 20, de erradicar todas as doenças infecciosas, acabou. A realidade do século 21 é muito mais dura. É criar todas as armas possíveis para se prevenir contra as próximas epidemias. Mas sabendo que, cedo ou tarde, elas virão.
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Síndromes da mente e do corpo: as mais estranhas doenças que ainda não possuem cura

Síndromes da mente e do corpo
A Síndrome da Cabeça Explosiva é, sem dúvidas, um dos transtornos mais estranhos que se conhece. Quem sofre dela pode escutar, dentro de sua cabeça, uma bomba que explode, um disparo, um choque de pratos ou outro ruído forte, enquanto tenta dormir. Curiosamente, esse sintoma não vem acompanhado de dor, inflamação ou qualquer outra alteração física. E certamente não é a única doença estranha que se conhece no mundo...

Síndrome de Alice no País das Maravilhas: Seu nome é inspirado no romance de Lewis Carroll e seus sintomas incluem alucinações, desorientação e ilusões óticas de distorção de tamanho e distância. Essas manifestações, comuns na infância e na adolescência, não são perigosas e desaparecem com o tempo.

Síndrome da Mão Alheia: É uma doença neurológica muito rara, que provoca movimentos na mão que o indivíduo não pode controlar. Isso significa que a pessoa que sofre desse distúrbio pode pegar ou movimentar objetos inconscientemente. Atualmente, não existe nenhuma cura para a síndrome.

Síndrome de Cotard: As pessoas afetadas por esse estranho transtorno creem estar mortas. Por outro lado, algumas delas acreditam ser completamente imortais. A esquizofrenia é bastante comum em muitos enfermos. Geralmente, o tratamento inclui medicamentos farmacológicos ou, até mesmo, hemodiálise.

Síndrome do Homem Lobo: Conhecida como hipertricose, essa síndrome causa o crescimento de cabelo sobre quase todo o corpo. Há dois tipos conhecidos de hipertricose: a generalizada, que cobre todo o corpo, e a localizada, que cobre uma área específica. Não há outra cura senão a depilação constante, e ela costuma causar dificuldades para socializar.

Síndrome de Parry-Romberg: Nesse transtorno, a pele e os tecidos moles da metade do rosto começam a se contrair, o que resulta em uma aparência assimétrica. Ainda não existe cura para essa estranha síndrome.

A série Pandemia, do HISTORY, apresenta o drama de doenças que matam e que ainda não se tem um cura e que podem resultar em consequência catastróficas para a saúde mundial.

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Curas de doenças pela fé

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OS QUE curam pela fé explicam que seu poder de cura não funciona em cada caso. Conforme se pode imaginar, isso tem causado problemas. Quando pessoas doentes confiaram totalmente em alguém que cura pela fé e o esperado milagre não acontece, o resultado às vezes tem sido sério. Em alguns casos, pessoas morreram de doenças que talvez pudessem ter sido tratadas com bom êxito de outra maneira.

Muitos dos que curam pela fé, talvez pensando nisso, recomendam agora que seus “pacientes” ainda consultem seu médico, embora se devam chegar a eles para uma cura pela fé. Dizem que consideram o médico como sócio, não rival, na realização da cura. Alguns médicos aprovam cautelosamente tal espécie de curas pela fé, em vista dos possíveis benefícios psicossomáticos para os pacientes.

O Dr. William A. Nolan, depois de uma prolongada investigação das curas pela fé, mencionou outro problema. Verificando diversas das supostas curas, encontrou muita amargura. Dissera-se às pessoas, ou elas mesmas se induziram a crer que estavam curadas. Mas, depois, a doença continuou a estar presente. Algumas doenças ficaram piores do que antes. Muitos acharam que foram enganados.

No entanto, suponhamos que alguém seguiu o conselho de continuar a consultar seu médico pessoal; e suponhamos que essa pessoa estava preparada para o fato de que a esperada cura talvez não ocorra. Ainda assim, não valeria a pena ir a alguém que cura pela fé — só para estar seguro? Para responder a isso, precisamos examinar o aspecto religioso.

A CONEXÃO RELIGIOSA

As curas pela fé têm fortes conexões religiosas. Os evangelistas e os carismáticos acham que suas atividades ‘trazem as pessoas de volta a Cristo’. Trazem mesmo?

É digno de nota que, durante os seus serviços, as pessoas talvez ‘falem em línguas’ ou ‘recebam o espírito’, conforme dizem — quer dizer, caem numa espécie de transe em que não se podem mexer, mas parecem estar apercebidas do que acontece em volta delas. É interessante que tais coisas não são muito diferentes dos acessos e dos transes daqueles outros curandeiros religiosos, os feiticeiros e pajés.

É verdade que alguns dos “curandeiros psíquicos” acham que suas curas são isentas de religião. Mas, seus procedimentos e experiências são muitas vezes similares aos dos curandeiros religiosos. E pelo menos alguns têm base espírita ou talvez uma filosofia religiosa oriental.

Será que esses pormenores são importantes neste liberal século 20? Sim, são muito importantes, se tomamos por base para sua avaliação as curas realizadas por Jesus Cristo e seus apóstolos, nos primeiros dias do cristianismo. O que observamos quando consideramos tais curas?

AS CURAS REALIZADAS POR JESUS

Quanto às curas realizadas por Jesus, não havia nenhuma “cirurgia psíquica” nem ‘recebimento do espírito’. Tampouco dava ele sermões emocionais antes de suas curas. O que fazia amiúde era bem informal. Tocava o doente, ou este talvez o tocasse, ou às vezes só falava com os enfermos. E eles ficaram curados. — Mat. 8:14, 15; Luc. 8:43-48; 17:12-19.

As curas realizadas por Jesus não eram psicossomáticas. A mão mirrada não pode ser curada assim, mas ele curou tais padecimentos. Era capaz de curar “toda sorte de moléstias e toda sorte de enfermidades”. Ele até mesmo ressuscitou os mortos. (Mat. 4:23; Luc. 6:6-11; 8:49-56) Não havia apenas melhoras secundárias, nem fracassos. Palavras tais como “desapontamento” ou “ilusão” não eram ouvidas em conexão com as curas feitas por Jesus. Mesmo seus inimigos admitiram que haviam acontecido. (João 11:47, 48) Por que essa diferença entre aquele tempo e agora?

POR QUE ESSA DIFERENÇA?

Visto que há ampla concordância — também por parte da maioria dos que curam pela fé — que as curas de Jesus eram da parte de Deus, será que os que hoje curam pela fé estão em contato com uma fonte diferente de poder? Isto é bem provável, especialmente quando consideramos as conexões de alguns curandeiros de fé com o espiritismo e o ocultismo. E é bem significativo que a Bíblia adverte a respeito de tais práticas: “Não se deve achar em ti alguém . . . que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos.” — Deut. 18:10, 11.

Isto não é intolerância religiosa. Antes, protege-nos contra a contaminação por forças espirituais sinistras — demônios — que sempre foram contrárias aos melhores interesses da humanidade. As modernas curas pela fé, com as suas conexões com o ocultismo, são inevitavelmente diferentes das curas realizadas por Jesus Cristo, visto que ele sempre evitou tais influências. Tudo o que for realizado sob a influência de tais forças levará inevitavelmente a muitos casos de “desapontamento” e “ilusão”.

Este ponto sobre uma fonte diferente de poder torna-se mais claro quando nos damos conta de que não há nenhum motivo de se esperar que se realizariam hoje as mesmas espécies de curas que Jesus realizou. As curas realizadas por Jesus e seus apóstolos cumpriram seu objetivo.

POR QUE JESUS FEZ CURAS

Quando Timóteo, amigo do apóstolo Paulo, ficou doente, Paulo lhe recomendou, não a imposição de mãos, mas o uso medicinal do vinho. (1 Tim. 5:23) Por quê? Porque os primitivos cristãos não encaravam o dom da cura como uma espécie de terapia. Tampouco era a comissão deles cuidar da saúde física da humanidade lá naquele tempo.

Iguais a Jesus, eram pregadores. Jesus explicou a Pôncio Pilatos seu objetivo principal na vida ao dizer: “Para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.” — João 18:37.

Qual era então o motivo das curas? Junto com outros milagres, eram um sinal. Provavam que a mensagem cristã procedia realmente de Deus e era “a verdade”. O apóstolo Paulo mostrou isso quando escreveu: “Como escaparemos nós, se tivermos negligenciado uma salvação de tal magnitude, sendo que começou a ser anunciada por intermédio do nosso Senhor e nos foi confirmada por aqueles que o ouviram, ao passo que Deus se juntou em dar testemunho com sinais, e também com portentos e várias obras poderosas.” (Heb 2:3, 4). Portanto, o importante era a mensagem de salvação, não os milagres. Os milagres apenas provavam a veracidade da mensagem. Uma vez comprovado isso e que Jesus usava a congregação cristã, não se precisava mais dos dons milagrosos do espírito, inclusive as curas. — 1 Cor. 12:27 a 13:8.

Mas que dizer dos supostos milagres realizados hoje em nome de Jesus? O próprio Jesus disse que muitos lhe diriam: “Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome e não expulsamos demônios em teu nome, e não fizemos muitas obras poderosas em teu nome?” E qual foi a resposta de Jesus? “Afastei-vos de mim, vós obreiros do que é contra a lei.” Jesus não negou que se realizariam obras poderosas. Mas estas não seriam realizadas por sua autoridade, ‘em seu nome’. Seriam realizadas por algum outro poder; portanto, seriam contra a lei. — Mat. 7:21-23.

Por outro lado, Jesus falou sobre a atividade de seus verdadeiros seguidores: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações.” Ele disse também: “Ide . . . e fazei discípulos de pessoas . . . ensinando-as.” Sim, o testemunho a ser dado hoje seria a pregação e o ensino, não milagres tais como as curas. — Mat. 24:14; 28:19, 20.

UMA SOLUÇÃO MELHOR

Portanto, ao passo que os possíveis benefícios derivados de se ir a alguém que cura pela fé são duvidosos, os perigos são reais. Há o perigo de ficar envolvido com os demônios e de você ser encarado por Jesus como estando entre os “obreiros do que é contra a lei”. Além disso, há o perigo de perder uma solução muito melhor do problema das doenças humanas, do que as curas pela fé.

Há uma solução melhor — a própria solução de Deus, que nos é explicada na Bíblia. Este livro inspirado não promete o alívio instantâneo das doenças. Mas fornece ajuda em questões de saúde. Seguirmos o conselho bíblico sobre a limpeza física e moral nos ajuda a evitar muitas doenças, inclusive os flagelos modernos das doenças venéreas e do câncer em resultado do fumo. Acatarmos os seus conselhos nos ajuda a escapar das muitas doenças relacionadas com a tensão, que pode ser causada pela inveja, pelo ciúme e pela ira amarga. — Pro. 14:29, 30; 2 Cor. 7:1; Gál. 5:19-23.

Além disso, o apóstolo Paulo nos mostra como podemos estribar-nos plenamente em Deus em ocasiões de crise, tais como na doença. Isto elimina muita ansiedade e traz a “paz de Deus, que excede todo pensamento”. Essa paz mental traz indubitáveis benefícios psicossomáticos em ocasiões de doença, sem que a pessoa precise recorrer às curas pela fé — Fil. 4:6, 7.
Além disso, a Bíblia emociona-nos por descrever as condições que existirão em toda a terra após o Reino, o governo celestial pregado por Jesus, ter eliminado completamente o atual sistema de coisas egoísta e violento. Essas descrições são mais emocionantes quando entendemos que o tempo de sua realização está muito próximo.

O apóstolo Pedro disse que os milagres de Jesus eram “sinais” e “portentos”. (Atos 2:22) Eram “sinais” da veracidade da mensagem de Jesus, e eram “portentos” do que Deus o habilitará a fazer para a humanidade, quando o reino de Deus causar que Sua vontade seja feita em toda a terra. Imagine a obra de cura e de restabelecimento que se realizará então!

Descrevendo o resultado desta futura atividade de cura, o livro de Revelação diz: Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. Esta é uma promessa fidedigna. Não haverá esperanças desapontadas ou ilusão, visto que o próprio Deus disse: “Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” — Apocalipse. 21:4, 5.

Está preocupado com o problema da doença e da morte? Quase todos nos preocupamos com isso. Então, por que não investiga essas promessas de Deus? Vai achá-las muito mais fidedignas e satisfatórias do que as curas pela fé.

Arranjo: Jhero
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OS MÉDICOS DIZEM: PESTICIDAS SÃO RESPONSÁVEIS POR MICROCEFALIA, NÃO O ZIKA VIRUS

Os médicos dizem Pesticidas são responsáveis ​​por defeitos de nascimento

 

O chamado vírus Zika pode não ser o culpado por surto de malformações congénitas que acontecem em todo o mundo, segundo o jornalista Jon Rappoport.

A causa real é provável que seja o uso de pesticidas altamente tóxicos, intencionalmente adicionado ao abastecimento de água em 2014.

Jon Rappoport relata:

Como eu tenho dito a você o tempo todo-olhar para os pesticidas. A história Zika falso é uma cobertura, para proteger as empresas de pesticidas, entre outros.

O que sabemos até agora neste forjadas crise Zika?


O número real de casos de microcefalia no Brasil, o "centro da epidemia," é um desconhecido bruta. Pelo menos dois grupos diferentes estão relatando diferentes conclusões. Escolha o seu número de telefone: 404 casos confirmados; 4000 casos; 9000 casos.

Acontece que, em os EUA, as estimativas de casos de microcefalia por ano varia todo o caminho de 800 a 25.000.

Em outras palavras, os pesquisadores não sabem o que estão falando. Eles estão usando diferentes definições de microcefalia. Eles estão confusos. Eles também estão omitindo casos altamente relevantes de defeitos de nascimento que não, estritamente falando, se adaptar a qualquer definição de microcefalia. Esta confusão se aplica ao Brasil, os EUA, em qualquer lugar do planeta.

E no Brasil, os investigadores têm encontrado apenas uma sugestão da presença do vírus Zika em 17 casos de microcefalia. Isso é chamado de provas contra Zika como a causa de defeitos de nascimento.

Faz muito mais sentido para ouvir o que os médicos da América do Sul estão dizendo sobre as áreas onde defeitos de nascimento estão ocorrendo. Estes seriam os médicos que realmente se preocupam com o que está a destruir vidas e as vidas que estão sendo destruídos.

Temos esses relatórios repassados ​​a nós, graças a Claire Robinson da GM Watch. Ela é uma daquelas pessoas que ainda torna a profissão de jornalismo significar alguma coisa.

Aqui estão citações de seu mais recente artigo, "A rgentine e médicos brasileiros citar larvicida como potencial causa de microcefalia ."

"Um relatório da organização dos médicos argentinos, os médicos nas cidades Pulverizado-Colheita, desafia a teoria de que a epidemia do vírus Zika no Brasil é a causa do aumento no nascimento defeito microcefalia entre os recém-nascidos.

"O aumento desta defeito de nascença, em que o bebê nasce com uma anormalmente cabeça pequena e muitas vezes tem danos cerebrais, foi rapidamente associada ao vírus Zika pelo Ministério da Saúde do Brasil. No entanto, segundo os médicos nas cidades Pulverizado-colheita, o Ministério não conseguiu reconhecer que, na área onde as pessoas mais doentes vivem, um larvicida químico [agrotóxicos] que produz malformações em mosquitos foi introduzido no abastecimento de água potável em 2014. Este veneno, Pyriproxyfen, é usado em um programa controlado pelo Estado com vista a erradicar os mosquitos portadores de doenças. (enfase adicionada)

"O Physicians acrescentou que o Pyriproxyfen é fabricado pela Sumitomo Chemical, um japonês" parceiro estratégico "da Monsanto. Pyriproxyfen é um inibidor do crescimento de larvas de mosquitos, o que altera o processo de desenvolvimento da larva a pupa para adulto, gerando, assim, malformações no desenvolvimento de mosquitos e matando ou desativá-los. Ele actua como uma hormona juvenil de insecto ou juvenóide, e tem o efeito de inibir o desenvolvimento de características de insectos adultos (por exemplo, as asas e genitais externos maduro) e o desenvolvimento reprodutivo. É um disruptor endócrino e é teratogénico (causa defeitos de nascimento).

"O Physicians argentino comentou:" As malformações detectadas em milhares de crianças de mulheres grávidas que vivem em áreas onde o Estado brasileiro adicionados Pyriproxyfen à água potável não são uma coincidência, apesar de o Ministério da Saúde coloca uma culpa direta sobre o vírus Zika para este danos . '

"Eles também observaram que Zika tem sido tradicionalmente considerada uma doença relativamente benigna, que nunca foi associada com defeitos congênitos, mesmo em áreas onde infecta 75% da população.

"... O Physicians argentina 'relatório ... concorda com as conclusões de um relatório separado sobre o surto Zika pelos médicos brasileiros" e organização dos pesquisadores de saúde pública, Abrasco.

"Abrasco também nomes pyriproxyfen como causa provável da microcefalia. Ele condena a estratégia de controle químico de mosquitos Zika-portadores, o que ele diz está contaminando o meio ambiente, bem como pessoas e não está a diminuir o número de mosquitos. Abrasco sugere que esta estratégia é, de facto, impulsionado pelos interesses comerciais da indústria química, que ele diz que está profundamente integrado nos ministérios latino-americanos de saúde, bem como a Organização Mundial de Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde.

"nomes Abrasco os britânicos GM empresa inseto Oxitec como parte do lobby empresarial que está a distorcer os fatos sobre Zika para atender a sua própria agenda com fins lucrativos. Oxitec vende mosquitos transgênicos modificados para esterilidade e comercializa-los como um produto de combate à doença - uma estratégia condenada pelo Physicians argentina como "um fracasso total, exceto para a empresa fornecedora mosquitos '.

"... Abrasco acrescentou que a doença [microcefalia, outros defeitos de nascimento] está intimamente ligada à degradação ambiental: inundações causadas pelo desmatamento e a utilização massiva de herbicidas sobre (GM) de soja tolerantes a herbicidas - em suma," os impactos das indústrias extractivas '. "

-Nascimento-causando defeito pesticida adicionado à água potável.

Quem tem vista para isso? As pessoas que se comprometem a proteger as empresas que fabricam o veneno e se comprometem a proteger as autoridades de saúde que ordenaram o veneno para ser colocado na água.

Vamos acordar para o que está acontecendo aqui. Vamos sair do "trance vírus." Agora.

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INFECÇÃO CAUSADA POR HANTAVÍRUS, SINTOMAS É TRATAMENTO

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A infecção causada por hantavírus é uma doença viral que se transmite dos roedores aos humanos e causa graves infecções pulmonares e renais.
Os hantavírus são bunyavírus relacionados remotamente com o grupo dos vírus da Califórnia que provoca encefalite. Estão presentes em todo o mundo, na urina, nas fezes e na saliva de vários roedores, incluindo as ratazanas do campo e os ratos de laboratório. Contrai-se a infecção ao ter contacto com roedores e as suas dejecções ou possivelmente ao inalar partículas de vírus presentes no ar. Não existe evidência de contágio entre pessoas. Recentemente verificaram-se surtos de infecção por hantavírus no Sudoeste dos Estados Unidos, numa variante que afecta os pulmões. Contudo, os mesmos vírus e outros relacionados com eles foram encontrados em outras zonas dos Estados Unidos e é possível que existam em todos aqueles sítios onde vivam os hospedeiros adequados.
Sintomas
O processo pulmonar por hantavírus inicia-se com febre e dor muscular. Podem surgir dor abdominal, diarreia e vómitos. Depois de 4 a 5 dias, podem manifestar-se tosse e dificuldades respiratórias, um estado que pode piorar após algumas horas. Em consequência de uma perda de líquido para os pulmões pode verificar-se uma queda drástica da tensão arterial (choque), que pode pôr a vida em perigo. Quase invariavelmente depois do choque, produz-se a morte. A infecção que afecta os pulmões é mortal na maioria dos casos. Aqueles que sobrevivem conseguem recuperar completamente.
A infecção renal pode ser ligeira ou grave. A forma ligeira começa subitamente com temperatura elevada e dor de cabeça, costas e abdómen. Ao terceiro ou quarto dia, aparecem na membrana branca dos olhos e no véu do palato umas pequenas placas semelhantes a hematomas juntamente com uma erupção cutânea localizada no abdómen. Cerca de 20 % das pessoas adoecem gravemente e experimentam uma certa sonolência. A função renal deteriora-se, pelo que se acumulam substâncias tóxicas no sangue e isso causa náuseas, perda de apetite e fadiga. A erupção cutânea desaparece em aproximadamente 3 dias. O volume da urina torna-se maior do que o normal e o doente recupera depois de várias semanas.
A forma séria e grave da infecção renal inicia-se de forma semelhante, mas a temperatura é mais alta no terceiro ou quarto dias. Um primeiro sintoma típico é a vermelhidão do rosto, que lhe dá o aspecto de queimado pelo sol. Se se comprimir ligeiramente a pele, produz-se uma marca vermelha e persistente. Entre o terceiro e o quinto dia aparecem manchas punctiformes (petéquias), primeiro ao nível do véu do palato e depois sobre qualquer superfície da pele que sofra pressão. Quase ao mesmo tempo produz-se um derrame de sangue por trás da parte branca dos olhos. Aproximadamente durante o quinto dia, a tensão arterial pode baixar e produzir-se choque. Pelo oitavo dia, a tensão volta à normalidade, mas baixa a produção de urina. Esta volta a aumentar cerca do décimo primeiro dia. Nesse momento uma hemorragia, particularmente no cérebro, pode causar a morte. A infecção renal por hantavírus é fatal em cerca de 5 % dos casos. Algumas das pessoas que sobrevivem apresentam uma lesão renal permanente.
Tratamento
Em geral, proporcionam-se medidas de suporte. Se for tratada a tempo, o medicamento antiviral ribavirina pode ser de grande ajuda. Nos casos de infecção pulmonar, deve administrar-se oxigénio e o controlo da tensão arterial é fundamental para que o doente recupere. Em certos casos de infecção renal, é possível que seja necessária diálise, um processo que pode salvar a vida ao doente.
Fonte: manualmerck
Arranjo: JTC 



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