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GENES QUE REESCREVEM A HISTÓRIA

Se a história fosse escrita por mulheres, foi uma delas - Amerindia por mais sinais - que pisou no solo europeu cinco séculos antes de Colombo descobrir o novo mundo. Isso é evidenciado por um estudo genético.
GENES QUE REESCREVEM A HISTÓRIA
Até 1502 - uma década após a descoberta - as primeiras mulheres espanholas não chegaram na América. Viajaram na expedição que Frei Nicolás de Ovando fez na ilha de Hispaniola (atualmente composta pela República Dominicana e Haiti).
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" Os Reis Católicos incentivaram a emigração familiar para evitar que os conquistadores se misturem com os nativos" - explica o Sr. Ángeles Vásquez em um documento editado pelo Centro Virtual Cervantes. Eles tentaram assim preservar "a pureza do sangue e a garantia de uma continuidade cultural" - prevê.
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Era de pouco uso para eles, porque surpreendentemente a mestiçagem com os ameríndios já havia ocorrido cinco séculos antes. Uma pesquisa genética recente mostrou que uma mulher "americana" já havia pisado na Europa e teria tido filhos lá.
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Essa é a conclusão revolucionária alcançada por uma equipe de pesquisadores da Universidade da Islândia que examinou as bases genéticas de quatro famílias neste país graças ao banco de DNA da empresa CODE Genetics . Este biofarmacêutico possui amostras genéticas de 320 mil islandeses, praticamente todos os habitantes da ilha.
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Através de uma nota divulgada pelo CSIC (Conselho Superior de Pesquisa Científica), a maior organização pública de pesquisa em Espanha e a terceira na Europa, que contribuiu com vários cientistas para o projeto, sabemos que essas quatro famílias diferentes, atualmente integradas Para cerca de 80 pessoas, eles descem de uma linhagem de origem ameríndia .
"Até agora, sabíamos que os genes dos islandeses vieram dos países escandinavos, da Escócia e da Irlanda, mas não tivemos provas de que sua origem poderia estar mais longe, do outro lado do oceano e muito antes de Colombo chegar no Novo Continente em 1492 "- declara Carles Lalueza, do Instituto de Biologia Evolutiva da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona.
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A idéia de que Colombo foi o último a chegar no Novo Mundo não é nova. Textos escritos no século XIII como a "Saga dos groenlandeses" ou o de Erik, o Vermelho sugeriu claramente que estas nações escandinavas alcançado margens do século décimo US .
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As evidências arqueológicas, no entanto, levariam a chegada. Em abril de 2016, uma equipe de arqueólogos finalmente encontrou a evidência em uma área localizada ao sul da ilha canadense de Terra Nova, em Point Roseel. Era um assentamento Viking construído entre 800 e 1300 dC que continua a mostrar provas surpreendentes.
Em 2014, os arqueólogos da Universidade do Estado de Michigan também encontraram, ao sul da ilha de Buffin (localizado na parte do Ártico do Canadá), restos de vários artefatos vikings que datam dos séculos VIII e XIV corroborando sua chegada anterior ao Almirante Colombo para terras americanas.
"Como a Islândia estava praticamente isolada desde o século 10 e os genes são mitocondriais (ou seja, todas as crianças da mesma mãe têm DNA mitocondrial idêntico) - explora Carles Lalueza-Fox - a hipótese mais provável é que esses genes correspondem a um Mulher ameríndia capturada pelos vikings na América ao redor do ano 1000 "da nossa era. Era bastante usual para os vikings violarem as mulheres em suas conquistas.
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É demonstrado pelos genes islandeses onde o DNA mitocondrial é abundante das ilhas britânicas, um dos territórios disputados.
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A linhagem descoberta pelos cientistas da Universidade da Islândia é chamada de C1e e, na opinião dos cientistas do CSIC, não foi interrompida até hoje porque, de outra forma, "o DNA mitocondrial não chegaria até agora" - explica o biólogo Miguel Seguí. Ou seja: "Essa mulher teve filhas e essa linhagem feminina continuou a se misturar com outras pessoas durante séculos", ele esclarece.
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Os pesquisadores procuram um restante pré-colombiano com a mesma sequência genética do C1e. Eles já conseguiram recuar até o início do século 18, mas esperam encontrar na Islândia um remanescente antigo com essa mesma seqüência genética. Para isso, eles planejam visitar a região onde as quatro famílias com linhagem ameríndia provêm, uma vez que entendem que seus antepassados ​​poderiam ser enterrados lá.
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Gigantes Mistérios e Mitos

anunnaki (1)Os maias e os incas da América do Sul acreditavam que existia uma raça de gigantes na Terra antes do grande dilúvio.

O mesmo se deu com muitas outras antigas civilizações.

Alguns os tomaram por deuses, outros reproduziram suas imagens em pedra, ou escreveram sobre eles em suas estórias.

Os gregos e os romanos falaram de sangue que caiu do céu e caiu no colo da deusa Gaia, gerando os Titãs, uma raça de temidos gigantes.

Embarque nesta aventura e conheça as diversas lendas que existem ao redor do mundo sobre esses personagens míticos.


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Brasil antes de Cabral


Pedro_Álvares_Cabral_-_steel_engraving_by_American_Bank_Note_CompanyPedro Álvares Cabral foi o comandante da primeira expedição portuguesa que chegou ao território que mais tarde receberia o nome de Brasil.
As 13 caravelas lideradas por Cabral chegaram no dia 22 de abril de 1500.
chegada de cabral
Dizem que este grande território foi descoberto nesse dia e para muitas pessoas a história do Brasil começou aí.
É assim que muitos livros didáticos ensinam. Mas iremos aprender que muita história acontecia por aqui antes da chegada dos portugueses...

O Brasil foi descoberto ou ocupado pelos colonizadores?
Os portugueses chegaram, ocuparam um território que já existia, fizeram os habitantes desse território aceitar seu jeito de viver, de falar, de acreditar em Deus, sem ao menos perguntar se eles estavam interessados nisso.
    O que você acha mais adequado dizer?
  1. Os portugueses descobriram o Brasil.
  2. Os portugueses ocuparam o Brasil.
Você escolheu a melhor alternativa se optou pela alternativa b: "Os portugueses ocuparam o Brasil". Se usamos a palavradescobrimento, ou expressões como "o Brasil foi descoberto", "os portugueses descobriram o Brasil", estamos cometendo um erro. E estamos demonstrando desconhecimento sobre as populações indígenas, que já existiam no Brasil, e suas histórias. Esse jeito de falar dá a impressão de que não havia ninguém no imenso território que veio a se chamar Brasil. Ou mostra que achamos que as culturas que existiam aqui antes não valiam nada e que aquela que se instalou depois lhes era superior. Achar isso é demonstrar preconceito!

O que é preconceito?

Preconceito é uma ideia já pronta, que alguém nos passa e que a gente aceita sem refletir se ela é verdade ou não. É geralmente um julgamento de grupos ou pessoas que percebemos como diferentes e essa diferença é vista como algo negativo. O preconceito surge de uma afirmação genérica feita sem nenhum conhecimento. É dizer, por exemplo, que "todos os índios são preguiçosos" ou que "lugar de mulher é na cozinha". Achar que a cultura de um povo é melhor que a cultura de outro povo também é preconceito. A ideia de que todo mundo tem de ser, pensar, viver de um mesmo jeito leva ao preconceito. Por isso é preciso conhecer as diferenças e respeitá-las!
Outra ideia muito comum e nada adequada: indígenas vivendo em pequenas aldeias isoladas na floresta, sem qualquer contato, mudança ou inovação, como se estivessem parados no tempo. Como se essas populações não tivessem um passado, não tivessem história.
Mas hoje já se sabe, e você pode até ensinar para quem ainda não aprendeu, que os povos indígenas que habitam o continente sul-americano descendem de populações que chegaram aqui e ocuparam toda a extensão desse continente há dezenas de milhares de anos.
Qual era o número de habitantes à época da chegada dos portugueses?
Não se sabe ao certo, mas muitos estudos indicam que no início do século XVI havia entre 2 e 4 milhões de índios.
Se compararmos com o número de indígenas que existem hoje no Brasil, cerca de 800 mil, notamos que houve uma enorme diminuição dessa população.
E como o número de indígenas diminuiu tanto?
Muitas foram as causas, mas um número enorme de indígenas morreu por causa das doenças trazidas pelos colonizadores europeus, como por exemplo a gripe, o sarampo, a coqueluche, a varíola e a tuberculose.
O que significa "doenças trazidas pelos colonizadores europeus"?
Significa que essas doenças existiam entre esses colonizadores, mas eram completamente desconhecidas pelos índios. Ao atingirem os indígenas, elas o faziam de uma forma muito forte, porque eles ainda não tinham desenvolvido anticorpos. Anticorpos são as defesas que nosso organismo vai criando, ao longo do tempo de convivência com as doenças, para se defender delas. Essas doenças, sem encontrar essas defesas, viravam epidemias, isto é, passavam rapidamente de uma pessoa para outra e atingiam populações inteiras.
Quais foram as primeiras populações atingidas pelas doenças?

Foram as populações que viviam nas áreas onde a ocupação teve início: no litoral.
Os indígenas que habitavam o interior estavam livres dessas doenças?
Não, as populações que moravam no interior do Brasil também foram atingidas, pois os portugueses chegaram nesses lugares mais afastados, através dos rios e dos caminhos abertos na mata. Além disso, as doenças eram transmitidas às populações que não tinham contato direto com os europeus pelas relações de troca e comércio. Essas redes ocupavam grandes áreas. Isso possibilitou a transmissão de doenças.
Fonte: http://pibmirim.socioambiental.org/antes-de-cabral
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Os Celtas - Sua influência ainda é sentida em nossos dias

Celtas
EMBORA se ouça pouco a seu respeito hoje em dia, eles deixaram vestígios indeléveis no mundo ocidental. Tornaram-se conhecidos há mais de 2.500 anos. Influenciaram a história, a arte e os costumes religiosos da Europa. E, estranho como pareça, influenciaram também o nosso dia-a-dia. Eram de origem indo-européia e, no apogeu da sua glória, dominaram grande parte do mundo antigo, do Atlântico à Ásia Menor, do norte da Europa à costa do Mediterrâneo. Quem eram eles? Os celtas.
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Sem nos darmos conta disso, deparamo-nos todo dia com vestígios dos celtas. Foram eles, por exemplo, que popularizaram o uso de calças compridas no mundo ocidental; foram também os inventores do barril. Há outras evidências mais tangíveis de sua passagem pela História. 
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Em certas regiões da Europa, ainda existem centenas de colinas fortificadas, ou fortes de colina, e outeiros sobre antigos túmulos — todos deixados pelos celtas. Muitas cidades ou regiões hoje têm nomes de origem céltica; por exemplo, Lião e Boêmia. Se sua comunidade tem o costume de recordar os mortos no fim de outubro ou no início de novembro, pode ter certeza de que séculos atrás os celtas faziam o mesmo. Também, se conhece as histórias do rei Artur da Inglaterra ou famosos contos como Chapeuzinho Vermelho e Cinderela, então está familiarizado com legados mais ou menos diretos da civilização céltica.
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Como muitos outros povos, os celtas, com o tempo, vieram a ser encarados de diferentes maneiras, dependendo de quem os descrevia. Platão (grego, quarto século AEC) descreveu-os como povo amante de bebidas alcoólicas e fomentador de guerras. 
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Aos olhos de Aristóteles (grego, quarto século AEC), eles eram um povo que desafiava o perigo. Segundo o geógrafo grego-egípcio Ptolomeu (segundo século EC), os celtas só temiam uma coisa — que o céu caísse sobre eles! Os inimigos em geral os acusavam de bárbaros cruéis e incivilizados. Hoje, graças ao progresso nos estudos célticos, “podemos fazer dos celtas uma imagem muito diferente da que teríamos feito há apenas vinte anos”, diz Venceslas Kruta, um dos mais competentes especialistas no campo.
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Ascensão e Queda
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Na verdade, os celtas eram um aglomerado de tribos unidas “por uma língua comum e pelo estilo de artesanato, estrutura militar e crenças religiosas suficientemente uniformes para serem reconhecidos”. (I Celti, suplemento do jornal La Stampa, de 23 de março de 1991) Portanto, é mais exato falar de cultura céltica do que de um grupo étnico. Gauleses, celtas iberos, senonianos, cenômanos, insúbrios e boianos eram nomes de algumas das tribos que habitavam as regiões que agora conhecemos como França, Espanha, Áustria e o norte da Itália. Outras, com o passar do tempo, colonizaram as ilhas britânicas.
Parece que o grupo céltico básico, original, espalhou-se a partir da Europa central. Não há menção deles em escritos históricos referentes a antes do sexto século AEC. O historiador grego Heródoto foi um dos primeiros a mencioná-los, descrevendo-os como “a última nação da Europa a oeste”. Historiadores antigos recordam, mais do que qualquer outra coisa, suas façanhas militares. Várias tribos célticas investiram contra os etruscos, no norte da Itália, e daí contra Roma, no começo do quarto século AEC, conquistando-a. Segundo cronistas latinos, como Lívio, os celtas só se retiraram depois de terem recebido um resgate apropriado e de Breno, seu líder, ter pronunciado as palavras vae victis, “ai dos vencidos”. Mesmo hoje, os celtas são lembrados por aqueles que lêem as aventuras dos fictícios guerreiros gauleses Asterix e Obelix, personagens de revistas em quadrinhos em muitas línguas.
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O primeiro contato da Grécia com os celtas ocorreu por volta de 280 AEC, quando outro Breno céltico chegou às portas do famoso santuário de Delfos sem, contudo, conseguir capturá-lo. Naquele mesmo período, algumas tribos célticas, chamadas pelos gregos de Galatai, cruzaram o Bósforo e se estabeleceram no norte da Ásia Menor, na região que posteriormente veio a ser chamada de Galácia. Entre 50-52 EC, alguns cristãos primitivos viviam nessa região. — Gálatas 1:1, 2.
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Os celtas eram conhecidos nos tempos antigos como guerreiros intrépidos, dotados de grande força física. Não só tinham físico imponente, mas, para infundir terror nos inimigos, molhavam os cabelos com uma mistura de giz e água que, quando seca, lhes dava uma aparência especialmente feroz. E é exatamente assim que eram representados em estátuas antigas, com “cabelo em molde de gesso”. O físico, o ardor para lutar, as armas, a maneira de usar o cabelo e os típicos bigodes compridos ajudavam a criar essa imagem de ferocidade gálica, tão temida pelos adversários e representada nas sagas de Asterix. É provavelmente por isso que muitos exércitos da época, incluindo o liderado pelo comandante cartaginês Aníbal, recrutavam mercenários célticos.
Perto do fim do primeiro século AEC, porém, o poder dos celtas começou a ser inexoravelmente subjugado. A campanha gaulesa dos romanos, liderada por Júlio César e outros comandantes, enfraqueceu seriamente a máquina militar céltica.
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Inovadores nas Artes
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Por vários motivos, as evidências que esse povo nos deixou de sua existência consiste quase exclusivamente de artigos manufaturados, encontrados em especial em seus numerosos túmulos. Adornos, vários tipos de recipientes, armas, moedas e coisas assim, ‘inconfundíveis e originais’, segundo os especialistas, eram objetos de trocas comerciais em larga escala com povos vizinhos. Descobriram-se recentemente em Norfolk, Inglaterra, vários objetos de ouro, entre os quais alguns torques, os típicos colares rijos. Como se vê nas fotos nestas páginas, os ourives célticos tinham extraordinária habilidade. “Parece que o metal era o material artístico por excelência dos celtas”, afirma um erudito. Para trabalhá-lo melhor, eles usavam fornalhas muito sofisticadas para a época.
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Vale notar que, diferente da arte contemporânea greco-romana, que procurava imitar a realidade, a arte céltica era sobretudo decorativa. Não raro se estilizavam formas vivas, e havia abundância de elementos simbólicos, freqüentemente com funções mágicas e religiosas. O arqueólogo Sabatino Moscati diz: “Temos diante de nós, sem dúvida, a mais antiga, a maior e a mais iluminadora forma de arte ornamental que jamais existiu na Europa.”
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Existência Regulada Pela Religião
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As tribos célticas de modo geral levavam uma vida muito simples, mesmo nos ópidos, suas típicas cidades fortificadas. As tribos eram governadas pela aristocracia, e os cidadãos dificilmente eram levados em conta. Devido ao clima rigoroso das regiões em que viviam, a vida não era fácil. Talvez um motivo importante de seu avanço em direção ao sul não fosse só vantagens econômicas, mas a procura dum clima mais ameno.
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A religião influenciava fortemente o dia-a-dia dos celtas. “Todo o povo gaulês é muito religioso”, escreveu Júlio César. “Sua fé na vida após a morte e na imortalidade da alma era tal”, comentou o erudito Carlo Carena, citando um historiador latino, “que de muito bom grado faziam empréstimos, aceitando que a restituição fosse feita até no inferno”. De fato, têm-se encontrado alimentos e bebidas ao lado de cadáveres em muitos túmulos, obviamente para a suposta jornada rumo ao outro mundo.
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Uma característica comum de todas as tribos célticas era a existência de uma classe sacerdotal, organizada em pelo menos três categorias: bardos, ovates e druidas. Ao passo que a função dos dois primeiros grupos era menos importante, os que tinham a responsabilidade de dispensar conhecimento sagrado e prático eram os druidas, palavra que talvez signifique ‘muito sábios’. O erudito Jan de Vries explica que esse “sacerdócio era muito poderoso, liderado por um druida principal, a cujas decisões todos tinham de sujeitar-se”. Os druidas também eram aqueles que, em determinadas ocasiões, executavam o corte ritual do visco na floresta “sagrada”.
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Não era nada fácil tornar-se druida. O principiante levava uns 20 anos para saber de cor o conhecimento religioso e técnico dessa classe. Os druidas nunca assentavam por escrito algo que dissesse respeito a assuntos religiosos. Suas tradições eram transmitidas oralmente, o que explica sabermos tão pouco sobre os celtas. 
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No entanto, por que os druidas proibiam o uso da escrita? Jan de Vries salienta que “tradições transmitidas oralmente são renovadas a cada geração: o conteúdo original é mantido intacto e, ao mesmo tempo, pode ser continuamente adaptado para ajustar-se a circunstâncias mudadas. Por esse mesmo motivo, os druidas conseguiram manter-se em dia com o seu conhecimento progressivo”. O escritor Sergio Quinzio explica: “O sacerdócio, sendo o único detentor do conhecimento sagrado, tinha autoridade grandemente ampliada.” Assim, os druidas sempre tinham o controle de tudo.
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Sabe-se pouco sobre as divindades célticas. Apesar de se terem encontrado muitas esculturas e representações delas, quase nenhuma tinha nome, de modo que é difícil dizer que deus ou deusa cada artefato retratava. Há o que parece ser representações de alguns desses deuses no famoso caldeirão de Gundestrup, na Dinamarca. 
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Nomes como Lugh, Esus, Cernonos, Epona, Rosmerta, Teutates e Sucellus não têm muito significado para nós hoje; todavia, esses deuses exerceram grande influência no dia-a-dia dos antigos celtas. 
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Não era incomum os celtas oferecerem sacrifícios humanos (em geral inimigos conquistados em batalhas) em honra dos deuses. Às vezes, as cabeças das vítimas eram usadas como ornamentos macabros, e, em outras ocasiões, faziam-se sacrifícios com o objetivo único de inferir presságios à base da maneira que as vítimas morriam.
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Uma característica notável do universo religioso dos celtas era a tríade divina. Segundo a Encyclopedia of Religion, “o número três é provavelmente o mais importante elemento no simbolismo religioso dos celtas; a importância mística da noção de triplicidade é atestada na maior parte do mundo, mas, entre os celtas, parece ter havido uma consciência especialmente forte e contínua disso”.
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Alguns eruditos dizem que conceber uma divindade como trina ou com três faces é o mesmo que considerá-la capaz de ver tudo, onisciente. Estátuas de três faces foram colocadas em encruzilhadas de importantes rotas, talvez com o objetivo de “supervisionar” trocas comerciais. 
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Às vezes, afirmam certos eruditos, as tríades davam a impressão de “unidade em três pessoas”. Hoje, nas próprias regiões onde se descobriram esculturas de divindades trinas, célticas, as igrejas da cristandade ainda representam a Trindade da mesma maneira. As Escrituras Sagradas, porém, não ensinam que Deus e Jesus sejam coiguais e parte de uma Trindade. — João 14:28; 1 Coríntios 11:3.
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Sim, o dia-a-dia atual e os conceitos de muitos povos são influenciados pelos celtas, talvez mais do que imaginemos.
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Prometheus era um Titã, uma raça de gigantes que convivia com os deuses.




Cada cultura tem sua gênese para o Homem civilizado. Os judeus têm a tomada de consciência de Adão e Eva quando da mordida da maçã (tirada da árvore do bem e do mal). 

Os hindus têm nos Vedas a "explicação" para a segregação em castas da humanidade: o Homem surgiu de partes do corpo do Deus primordial, e da cabeça saíram os Brâmanes (casta social dominante, de religiosos), dos braços saíram os guerreiros (Kshatryas), das pernas os produtores/comerciantes e dos pés os servos (não-árias, ou "não-homens").

A lenda grega é bem mais interessante do ponto de vista psicológico, e por isso mesmo muito usada na psicologia. 

Ela começa com Zeus, o "nosso" Deus, que cuida e zela por nós, em troca de adoração. Os homens naquele tempo não eram mais do que macacos, e Zeus nos fornecia animais, o fogo, cavernas. 

Éramos totalmente dependentes Dele e do seu humor. Então era bom deixá-lo sempre feliz, por meio de adoração e sacrifícios.


Prometheus (ou Prometeu) era um Titã, uma raça de gigantes que convivia com os deuses. 

Seu nome, no idioma grego, significa "antevisão", e ele tinha a habilidade de prever o futuro. 

Foi Prometeu que cuidou da evolução da nossa espécie, nos ensinando a raciocinar e trabalhar; Foi o patrono das artes, da construção de casas e navios, da domesticação de animais; Prometeu nos ensinou a escrita, os números e os remédios. 

Essa aproximação de um Imortal emancipando seres inferiores (nós, os humanos) enciumou Zeus, que tinha os homens como seus bichinhos ignorantes de estimação.

Zeus exigia cada vez mais dos humanos. Queria para si, de oferenda, a melhor parte do boi (através da imolação, algo que também é encontrado no Velho Testamento). 

Os humanos tinham de se contentar com as vísceras e as partes menos nobres. 

Prometeu fez então um truque: dividiu as partes do boi em dois montes, e perguntou a Zeus qual dos dois ele queria que fosse destinado a oferenda dos homens. 

Um monte era coberto por uma bela e brilhante camada de gordura. O outro era coberto pela pele e estômago do boi. Zeus, iludido pela beleza, escolheu o primeiro monte. 

Acontece que Prometeus escondeu as carnes do boi embaixo da pele e dentro do estômago, deixando os ossos embaixo da vistosa gordura. 

Quando Zeus descobriu ficou furioso, retirando o fogo dos humanos como forma de punição. 

Prometeu, então, roubou o fogo dos deuses, escondendo-o dentro de um gigantesco caule de funcho, e não só o devolveu à humanidade como nos ensinou a fazê-lo.

Não é muito inteligente irritar um Deus, mas Prometeu sabia que um filho gerado por Zeus em um casamento próximo o destronaria, e que somente ele sabia como impedir que isso acontecesse. 

Ele achava que Zeus não faria nada com ele por causa disso. Bem, ele errou.

A mando de Zeus, Prometeu foi amarrado em correntes, no alto do monte Cáucaso, durante 30 mil anos, durante os quais ele seria diariamente bicado por uma águia que lhe destruiria o fígado. 

Como Prometeu era imortal, seu órgão se regenerava constantemente, e o ciclo destrutivo se reiniciava a cada dia. 

Isto durou até que o herói Hércules o libertou, substituindo-o no cativeiro pelo centauro Quíron, igualmente imortal.

Ainda irritado com os homens, Zeus envia a pior de suas vinganças: Pandora.

Mas isso é outra história.

O mito de Prometeu foi transformado peça teatral pelo poeta grego Èsquilo, no século V a.C, intitulada "Prometeu Acorrentado". 

É um mito brilhante e rico, pois Prometeu não "prometeu" aos humanos um mundo de delícias, o "paraíso" onde tudo nos era dado. 

Não. Ao contrário, o que ele ofereceu foi dignade, autonomia, sustentabilidade e trabalho. 

Muito trabalho. 

Se antes o fogo brotava das árvores e já cozia as carnes, enquanto o trigo crescia sozinho, agora os humanos tinham de cuidar de manter o fogo, cozer seus alimentos e lavrar os campos, pra ter o que comer. 

Prometeu ensinou as artes, a matemática, os ofícios, enfim, as bases de nossa civilização. 


Fonte: Net
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É tudo o que nos disseram sobre Origens humanas e história uma mentira?

É tudo o que nos disseram sobre Origens humanas e história uma mentira
Não, não temos todas as respostas aos incontáveis ​​enigmas que desconcertaram especialistas durante inúmeras décadas, mas temos o que muitos consideram a "evidência" de que as origens humanas e a nossa história são completas. Aqui estão algumas das muitas descobertas que estimulam a compreensão das origens humanas, das civilizações antigas e da vida na Terra até o limite. Talvez seja hora de uma atualização tão necessária, que explica quantas dessas descobertas são possíveis.
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É como se houvesse um enorme encoberta no lugar que impeça os principais especialistas de investigar mais profundamente algumas descobertas.
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A verdade é que as ciências convencionais não conseguiram abordar e explicar inúmeras descobertas que foram feitas na Terra no passado.
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Cada descoberta - quando falamos de restos humanos antigos - parece empurrar as origens humanas de volta cada vez mais.
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Não há muito tempo atrás , os cientistas descobriram evidências de que uma espécie humana desconhecida e perdida havia vivido na Terra - e cruzada com humanos há milhares de anos. O pesquisador apresentado em Biologia Molecular e Evolução descobriu um achado polêmico que muda o que nos foi informado sobre nossos antepassados.
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No entanto, essa é apenas uma das muitas descobertas recentes que levaram os limites das origens humanas a um ponto em que precisamos reescrever muito do que pensamos sobre nossos antepassados.
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Na Austrália, os especialistas descobriram que os humanos se estabeleceram na Austrália há cerca de 65.000 anos , efetivamente reescrevendo livros de história. Esta descoberta esmaga completamente as primeiras estimativas iniciais que colocaram a ocupação humana na Austrália em torno de 45 mil anos atrás.
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Mas há mais.
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Se fizermos uma rápida viagem ao continente africano, encontraremos vestígios de pegadas humanas antigas de 3,6 milhões de anos.
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Descoberto na Tanzânia moderna, as antigas pegadas humanas foram preservadas graças a uma região que naquela época estava coberta de cinzas vulcânicas molhadas e nossos antepassados ​​atravessaram a área há milhões de anos.
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De África, nós vagamos para a Sibéria, onde os arqueólogos encontraram um dente de uma jovem que morava há cerca de 128 mil anos.
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O que é fascinante com esta descoberta é que é aclamado como uma das mais antigas espécies humanas conhecidas recuperadas na Ásia Central e acredita-se que seja pelo menos 50,000 e 100,00 anos maior do que o primeiro fóssil conhecido de Denisovan. Impressionante certo? Mas como você provavelmente sabe, há muito mais.
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Um osso da coxa descoberto há cerca de 80 anos foi recentemente colocado em uma série de testes que mostraram como o fóssil de Neanderthal de 124 mil anos de idade, exavidado na Alemanha da caverna Hohlenstein-Stadel, contém DNA MODERNO .
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Os cientistas acreditam que isso prova como a migração "fora da África" ​​ocorreu muito mais cedo do que os especialistas pensaram - cerca de 270.000 anos atrás, o que significa que precisamos reescrever - mais uma vez - muito do que pensamos que sabíamos sobre a humanidade.
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Outra descoberta foi feita em Marrocos, quando os especialistas recuperaram os ossos de 300 mil anos  que deram luz sobre a evolução do  Homo sapiens e mostram como nossa espécie evoluiu muito mais cedo - pelo menos cerca de 100 mil anos antes - do que se acreditava anteriormente, efetivamente reescrita A história da humanidade novamente.
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Então, também descobrimos como os especialistas demonstraram que a Europa era o local de nascimento da Humanidade e não a África, como se acreditava há décadas.
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Os pesquisadores encontraram um fóssil de 7,2 milhões de anos que prova como o homem moderno se originou no Mediterrâneo e não na África.
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Mas vamos fazer uma pausa das origens humanas e dar uma olhada em estruturas COUNTLESS encontradas em todo o mundo, o que desafia completamente nossa compreensão das civilizações antigas e suas capacidades tecnológicas há milhares de anos.
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Primeiro, damos uma olhada na Grande Pirâmide de Gizé e na antiga civilização egípcia.
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A Grande Pirâmide de Gizé permaneceu um enigma para especialistas que estudaram o monumento há mais de cem anos. Ninguém sabe com certeza como foi construído nem quem exatamente o construiu. Muitos pontos para Khufu como sendo seu construtor, mas os especialistas não parecem estar totalmente de acordo.
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Depois, há a incrível precisão incorporada na estrutura, é a Pirâmide mais exatamente alinhada na existência e enfrenta o norte verdadeiro com apenas 3/60 de um grau de erro. Também está localizado no Centro de Missões Terrestres, e é a única Pyramid de oito lados conhecida no Egito.
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Saindo da Pirâmide, damos uma olhada nas capacidades dos antigos egípcios e se eles eram muito mais avançados do que os credenciamos hoje.
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As múmias do antigo egípcio demonstraram conter vestígios de tabaco e plantas de cocaína que naquela época só cresciam nas Américas . Então, como eles acabaram no Egito? Uma explicação é que a antiga civilização egípcia era capaz de viagens transoceanicas há milhares de anos.
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Nós também temos o Gosford Glyphs na Austrália, que são basicamente hieróglifos egípcios antigos inscritos em pedra no Parque Nacional da Água de Brisbane, Kariong . Acredita-se que as 250 esculturas de pedra fizeram parte do folclore local da área há mais de um século, o que significa que não é algo que foi descoberto recentemente.
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Os Glyphs de Gosford são um assunto muito controverso, e muitos egiptólogos modernos os classificaram como um engano elaborado, principalmente devido ao fato de que eles estão bem ... Localizado na Austrália.
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Mas também parece ter "ferramentas" que datam de um momento em que não deveria ter havido ninguém na Terra de acordo com estudiosos convencionais.
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Um desses exemplos é um martelo de 400 milhões de anos descoberto na cidade de Londres, Texas, EUA, em 1934. Acredita-se que a cabeça do martelo foi construída com uma pureza de ferro apenas alcançável com a tecnologia moderna. Os testes mostraram como a cabeça do martelo controverso é feita de 97 ferro puro, 2 por cento de cloro e 1 por cento de enxofre. Não pode ser real, pode?
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Na China, temos descobertas mais curiosas. Os Tubos de Baigong de 150 mil anos são considerados por muitos como evidência de uma civilização tecnologicamente avançada que existia na região há centenas de milhares de anos.
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Os especialistas indicam como 8 por cento do material nos tubos não pôde ser identificado. Os tubos se tornaram populares quando, em 2007, o maior jornal estatal da China publicou um artigo sobre eles.

Mas existe mais controvérsia por aí. Vamos dar uma olhada na lista do antigo rei sumerio que afirma como "... Em 5 cidades 8 reis; Eles governaram por 241.200 anos. Então a inundação varreu ... "Mas ... como na Terra 8 reis podem viver e governar por 241.200 anos? Eles eram imortais? Estrangeiro? Leia mais sobre isso aqui .
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Nós também temos o Megalith de Al-Naslaa, que é uma rocha maciça, dividida pela metade com laser como precisão em pé no meio do deserto. Esta incrível rocha está localizada no Tamya Oasis na Arábia Saudita .
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As duas pedras divididas pela metade criaram confusão entre os especialistas desde sua descoberta. Alguns dizem que foi criado naturalmente, enquanto outros mantêm a tecnologia avançada usada para dividir as rochas com tanta precisão.
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E como estamos cobrindo sites tão controversos, não podemos deixar de fora Puma Punku.
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Puma Punku é um antigo sítio arqueológico localizado a 45 milhas a oeste de La Paz, escondido nas profundas montanhas andinas. Este site antigo possui algumas das maiores pedras esculpidas nas Américas .
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De acordo com a análise, um dos maiores blocos de pedra encontrados em Puma Punku tem 7,81 metros de comprimento, 5,17 metros de largura, mede 1,07 metros de espessura. Calcula-se que pesa cerca de 131 toneladas métricas. Como na Terra os antigos transportavam esta pedra?
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Mas se o tamanho das pedras no Puma Punku não faz você arranhar a cabeça, os cortes de precisão e as superfícies lisas certamente irão fazer. Nem mesmo uma folha de papel pode caber entre algumas das pedras de mil anos encontradas em Puma Punku.
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Estou tentando fazer um ponto aqui, o motivo pelo qual vou levá-lo agora para Ollantaytambo, outro sítio arqueológico antigo que é absolutamente deslumbrante. Localizado a uma altitude de 3.000 metros, o complexo arqueológico de Ollantaytambo está localizado a cerca de 70 quilômetros de Cusco.
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Ollantaytambo: o templo do Sol. Como a humanidade antiga conseguiu isso? Nesta imagem, temos os seis monólitos de granito vermelho que deveriam ser parte de uma parede circular inacabada.
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Os monólitos são separados por "rochas espaçadoras", o que os impede de colapsar durante eventos sísmicos.

Ollantatytambo - assim como o Puma Punku - apresenta pedras macias, de pedras maciças .
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Muitas pedras em Ollantaytambo pesam mais de 70 toneladas, e também foram extraídas do lado de uma montanha, a dezenas de quilômetros de distância. Um dos monumentos mais curiosos de Ollantaytambo é os seis monólitos supermassivos que foram reunidos de tal forma que nem um único pedaço de papel pode caber entre eles.
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Interessante certo? Mas há inúmeros outros sites arqueológicos que merecem destaque.
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A pedra de Cochno , descoberta em 1887, é uma laje de 5.000 anos de idade, que apresenta cerca de 90 espirais e indenções intrincadas, que de acordo com muitos representam um Mapa Cósmico.
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Como você pode ver, inúmeras descobertas feitas ao redor do globo parecem empurrar nosso conhecimento da raça humana, nossas origens e civilizações antigas até o limite, e talvez seja hora de os estudiosos da rede coletiva reescrever nossos livros de história e publicar uma atualização tão necessária Sobre a raça humana.
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Obrigado por ler este artigo muito longo, deixe-me saber o que você acha!
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FONTE
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Pazuzu o rei demônio - mitologia da antiga Mesopotâmia e Foi mencionado no filme O Exorcista II

deus na mesopotania
Foi mencionado no filme O Exorcista II, embora em geral no filme, referem simplesmente como o inferno, mas, onde é a fonte deste espírito maligno?, Acredite ou não ser isso, se for mencionado em antigas civilizações como Assírio e até mesmo Suméria é muito mais antiga do que a Bíblia, mas ver mais deste.
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OBS.: Tradução Google
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As antigas civilizações da Mesopotâmia compartilhada certo conhecimento e crença, este é também o caso de seus mitos, seus deuses variada. Este é o caso do deus Hanbi ou Anu, um deus mau, que governou inúmeros maus espíritos (demônios não só) e é o único que gera um Pazuzu nomeando-o rei dos demônios do vento.
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associados mitologia antiga com vento prejudicial ao sudoeste, é onde as tempestades vieram e a colocar a culpa para as pragas, pestes, delírios de doenças e febres.
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Ele é descrito como uma criatura com um corpo humano, mas tem um leão de cabeça ou um cão, cabra com chifres saindo de sua testa em vez de pés têm garras de um pássaro, uma cauda de escorpião, dois pares de asas águia serpente fálico e um membro. Na representação que fez dele mão apareceu esquerda e inferior direita levantada como uma clara alusão tem o controle da vida e da morte e da criação e destruição.
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Foi um dos sete demônios capazes mais poderosa para trazer outros demônios do submundo, talvez o único que tinha mais medo por seu poder e malignidade, mas apesar de sua condição, as pessoas vieram a ele para ajudar a evitar você mexer com eles mostrando que ele não tinha cega hostilidade aos homens.
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Não são vários amuletos ter sua imagem foram usados para afastar o demônio feminino Lamashtu seu companheiro e rival, que disse que ele gostava de olhar os recém-nascidos para levá-los e comê- los quando sua mãe estava distraída ou também causar abortos; o único que colocar calçada foi Pazuzu.
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Por que as mães e as crianças usavam pendurado no pescoço e imagens maiores a figura de Pazuzu em busca de proteção.
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Estatueta esse demônio de eras antiga foi encontrado no Iraque em uma escavação em 1872 e está no Museu do Louvre, em Paris, sua resposta foi utilizada para o famoso filme O Exorcista e a imagem original na parte de trás pode leia "estou Pazuzu, filho de Anu (Hanbi), eu sou o rei dos demônios do ar que vem com força sobre as montanhas causando estragos" e remonta ao primeiro milênio Ac
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Devemos lembrar que a idéia de deuses e demônios em tempos antigos não é o mesmo que temos hoje, o submundo ou o inferno não era o lugar de sofrimento que todos nós imaginamos, mas um lugar triste cinza, onde não é nenhum odor, ou cores ou sabores, que entediado todos está indo para morrer, todos o conheciam como "o mundo sobre o outro lado."
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A idéia de pecado ou ofensa aos deuses também tinham as nossas decisões atuais ou o moral agora, mas a ideia de que a adoração ou lisonjeiro para ainda tinha deuses e demônios garantiu-nos um lugar em um palácio dessas divindades na outra lado onde não ficar entediado também portanto, deixaram que é a eternidade.
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Demônios e diabos eram apenas servos dos deuses, nem todos eram maus e deviam obedecer os deuses execução de suas ordens e sujo destes trabalhos, ajustando-se  contas às vezes com os humanos.
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O panteão sumério teve mais de 3.600 deuses, com  o inferno criatura para todos os tipos de torturas e castigos. De acordo com o deus que eles servem, e de acordo com a sua especialidade, que poderá ou não poderoso.
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As imagens apresentadas foram encontrados na rede têm seus próprios autores e / ou proprietários só foram colocados como informação e orientação sobre a questão na mão.
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Mitologia suméria: a descida de Inanna para o Submundo

MITOLOGIA SUMERIA INANNA
A descida de Inanna (aka 'Descida de Inanna ao Underworld') é uma obra literária da antiga Mesopotâmia, particularmente suméria.
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Esta história, originalmente escrita e gravada em escrita cuneiforme em tabletes de argila, está escrito em forma de poema.
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A descida de Inanna conta a história da viagem do suméria heroína deusa homônimo ao submundo para visitar e desafiar o poder de sua irmã Ereshkigal, que recentemente ficou viúva.
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O poema é cheio de significado e simbolismo, e tem sido objecto de interpretações muito diferentes.
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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

OS EXTRAVIOS DO TEMPO

"Um livro nunca termina. Estás sempre esperando, a cada leitura nova, para ser compreendido.... Talvez tenha sido escrito há momentos atrás, mas não seja, em absoluto, uma estória sobre vôos em nossa atmosfera. Mais um momento, mais dez anos, talvez, e eu saberei"

 

Acesse o link a seguir é veja a materia completa: https://drive.google.com/file/d/0BwH9yvSF-3QIR0Vxc0xiaWhrWDQ/view

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