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23 abril 2017

ELE VEIO PARA LIBERTAR OS CATIVOS (Livro Completo)

imagem ele veio para libertar os cativos
Apresentação
Meu primeiro contato com este livro se deu há mais de cinco anos, quando me veio às mãos na língua original. Lembro-me bem da oração que fiz naquela ocasião, pedindo a Deus que o tornasse disponível em nossa língua.
Interesso-me pelo tema do livro desde 1980, quando tive minha primeira experiência com manifestação de demônios. Não me saí muito bem. Foi um encontro difícil, frustrante. Meu pai, que também é pastor, experiente, me advertiu: “Filho, parte de nossa vitória consiste em não ignorarmos os ardis do inimigo”.

Após essa experiência dolorosa, comecei a ler, pesquisar e estudar tudo que encontrava sobre o assunto; mas naquela época não havia muita coisa de peso sobre o ministério de libertação. Vendo meu interesse, meu pai encaminhou-me à casa de um amigo seu, o Pr. Almir Guimarães, da Rocinha, Rio de Janeiro. Dele recebi orientação preciosa e de grande utilidade prática. Aprofundei-me no assunto e ainda hoje leio o que de melhor surge nas livrarias evangélicas sobre anjos, libertação, satanismo, etc.

A Dra. Rebecca Brown foi muito abençoada com a inspiração espiritual para este livro. Foi também muito corajosa em escrevê-lo, e isso muito mais pelo risco de se expor, como o fez, perante o povo evangélico, do que pela possibilidade de reação hostil por parte dos demônios — o Senhor Jesus os venceu a todos. Sei muito bem o quanto custa tomar uma posição dessa natureza e por isso entendo que a coragem desse ato confere a este livro nova dimensão e valor.

Ao contrário dos espíritas, nós, evangélicos, temos poucos registros de nossas experiências nessa área. É uma pena. A troca de informações é valiosíssima para o desenvolvimento de nossas habilidades espirituais, pois nossa vivência cristã pode ser muito enriquecida com as experiências de outros irmãos.

Fui tremendamente abençoado com a leitura deste livro. De tanto falar dele para tanta gente, acabei me envolvendo com o preparo desta edição. Por isso mesmo, é com enorme satisfação que o recomendo, primeiro aos pastores, meus colegas de ministério, e aos seminaristas, futuros obreiros que deverão se
apresentar preparados! Também recomendo sua leitura aos guerreiros e guerreiras que crêem na vida abundante, na vida plena de vitória sobre o maligno. Vale a pena! Que Deus abençoe a cada um de vocês.

Pr. Ciro Otávio
Igreja Batista da Floresta
Belo Horizonte
Atenção!
SATANÁS NÃO QUER QUE VOCÊ LEIA ESTE LIVRO! O quê o torna um dos livros mais difíceis que você já tentou ler.
“Pai celestial peço-te que protejas o nosso leitor dando-lhe entendimento exato de tudo o que nos direcionastes a dizer. Peço e agradeço no precioso nome de teu filho Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, amém.”
O propósito deste material é mostrar como Satanás e seus demônios atuam no mundo, e como você poderá, de modo eficaz lutar contra eles, libertando-se da escravidão.
Satanás fará tudo para impedi-lo de ler. Tentará impor sonolência, confusões, interrupções constantes e muitas outras coisas. Sendo que, o medo é uma de suas maiores armas, ele a usará para intimidá-lo. Será preciso chamar o nome de Jesus para afastá-lo. Não deixe de orar e pedir ao Senhor cobertura para o quê irá ler.
Minha profunda gratidão é primeiro atribuída a Deus e depois à Elaine. Não seria possível escrever este livro sem as informações cedidas por ela e sem a força, orientação e estímulo vindos do Senhor. Do mesmo jeito que Elaine me narrou sua vida eu a escrevi. É claro que não posso documentar tudo nessa narrativa. Porém, ela não é única. Existem tantas outras que saíram do reino de Satanás e dão testemunhos parecidos. Todos os nomes foram mudados para proteger as pessoas envolvidas na estória. Oramos fervorosamente para que o Senhor Jesus Cristo abençoe você tão logo comece a ler as páginas que se seguem.

“Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. Então, lhe deram o livro do profeta Isaías, e, abrindo o livro, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor. Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. Então, passou Jesus a dizer-lhes: Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir.” (Lucas 4.16-21).
ELE VEIO PARA LIBERTAR OS CATIVOS!

Leia o Livro no link a seguir:

https://drive.google.com/file/d/0BwH9yvSF-3QIUlFkYm9LSVRTdGc/view?usp=sharing


imagem alguns são tão pobres que não tem nada alem do dinheiro
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14 abril 2017

Bruxaria européia adaptadas e introduzidas na cultura Brasileira, muitos praticam bruxaria e nem sabem o que fazem



Para se defender do Ocultismo (Satanismo) temos que fechar portas que são usadas por Demônios para influenciar em nossa vida, é para reconhecemos estas portas temos que saber a respeito de praticas ocultistas, mas lembre que conhecer não significa praticar uma orientação bíblica deve ser seguida, vejam:
Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, 11 nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; 12 pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.  Deuteronômio 18 : 10 - 12
O texto abaixo deve ser lido com cuidado, trata-se de um estudo católico sobre a influência da demonologia europeia na tradição da umbanda brasileira. É um texto repleto de preconceitos, mas que vale ser lido pelas referências dos vários nomes e livros sobre ocultismo que traz. 

É mais umas das indicações de Shirlei Massapust, talvez a mais incanssável ocultista viva do lado de baixo do equador.

A Bruxaria Européia

A bruxaria européia entrou no Brasil via Portugal. Escreve Luís da Câmara Cascudo, em Meleagro (Rio 1951) p. 179: 

“A presença do feiticeiro, da feiticeira especialmente, é um documento histórico, uma constante etnográfica desde as manhãs do Brasil colonial. As denunciações e confissões prestadas ao Santo Ofício em Baía, 1591-1593, e Pernambuco, Paraíba, 1593- 1595, evidenciam a fauna prestigiosa da bruxaria européia, em funcionamento normal e regular”. 

E cita uma porção de portuguêsas, divulgadoras dos processos da magia tradicional. 

“Ao findar do séc. XVI o brasileiro estava com todos os elementos disponíveis do espírito para ser um fiel consulente do candomblé, muamba, macumba, canjerê e xangô. Os volumes que registaram as confissões e denúncias em Baía, Pernambuco e Paraíba evidenciam que a credulidade popular contemporânea tem raízes fundas na terra em que a raça se formou” (p. 181).

Nas Denunciações de Pernambuco (1593-1595), segundo publicação feita por Rodolpho Garcia (São Paulo 1929), damos com as seguintes feiticeiras e bruxas: 

Ana Jácome, acusada de ter embruxado uma menina recém-nascida de seis dias (pp. 24 s.); Lianor Martins, a Salteadeira, que, como se dizia, tinha um familiar, uma medrácu1a, um buço de lobo, uma carta de Santo Erasmo, semente do feito colhida na noite de São João com um clérigo revestido e com esse arsenal mágico podia fazer com que os homens quisessem bem às mulheres e vice-versa, com que os maridos não vissem o que as mulheres faziam e outras coisas semelhantes (pp. 108-109); Felícia Toulrinha, presa na cadeia pública por amancebada com um homem casado, tomou um chapim, pregou-lhe no meio uma tesoura e, com os dedos indicadores colocados abaixo dos anéis, levantou para o ar o chapim e deixou-o cair, invocando o diabo guedelhudo, o diabo orelhudo, o diabo felpudo, para que lhe dissessem se certo homem ia por onde tinha dito que havia de ir (p. 187). 

-Mas não conseguimos ver, nas Atas publicadas das “Denunciações”, nenhum processo que lidasse diretamente com alguma bruxa “profissional”. 

Nos outros processos, porém, ocorrem freqüentemente casos de supostas feitiçarias, encantamentos e envultamentos. Era sem dúvida bem difundida a superstição e a credulidade no ambiente de origem européia do nosso século XVI.

Ora, a bruxaria européia, a "tradicional", dispõe de literatura própria, que encontra sua expressão mais fiel no famoso Livro de São Cipriano. Ao lado dele há outros, do mesmo tipo, como: 

As Verdadeiras Clavículas de Salomão, Enquiridião do Papa Leão, Grimório do Papa Honório, O Dragão Vermelho, Os Maravilhosos Segredos do Grande e Pequeno A/berto, O Livro Completo das Bruxas, O Livro do Feiticeiro, Cruz de Caravaca, etc. 

Tudo traduzido para o português e exposto nas livrarias do Brasil. Estão sempre entre a literatura umbandista ou “espiritualista” (sic). Inclusive livrarias espíritas mais sérias e “ortodoxas”, como a LAKE de São Paulo, expõem e propagam a literatura que poderíamos qualificar como “sãociprianista”.

E a coisa não é de hoje. Em 1904 o conhecido jornalista João do Rio (Paulo Barreto) constatou que o Livro de São Cipriano era, já então, o vademecum dos feiticeiros cariocas. Assim lemos em As Religiões do Rio (edição de 1951), p. 40: 

“Mas o que não sabem os que sustentam os feiticeiros, é que a base, o fundo de toda a sua ciência é o Livro de S. Cipriano. Os maiores alufás, os mais complicados pais-de-santo, têm escondida entre os tiras e a bicharada uma edição nada fantástica do S. Cipriano. Enquanto criaturas chorosas esperam os quebrantos e as misturas fatais, os negros soletram o S. Cipriano, à luz dos candeeiros...”
.
Há diferentes edições do S. Cipriano. Temos várias na nossa coleção: “O Grande e Verdadeiro Livro de São Cipriano”, “O Antigo e Verdadeiro Livro de São Cipriano” e “O Único Verdadeiro Livro de São Cipriano”. Haverá outros, “mais autênticos”. Abrimos o “Antigo e Verdadeiro” (“única edição completa conforme antigo original”). Tem 411 páginas. 

Apresenta o material em quatro partes distintas: 

I. Tesouros do Feiticeiro; 

II. Verdadeiro Tesouro da Mágica; 

III. Enguerimanços de S. Cipriano ou Prodígios do Diabo; 

IV. Oráculo dos Segredos. 

Na primeira parte, além de esconjuros e orações supersticiosas misturadas com orações católicas, há dois tratados de cartomancia e um de astrologia. 

Nas outras partes há numerosas receitas para fazer amuletos e talismãs, inclusive uma para fazer pacto com o demônio. 

Fantasiam-se modos para fazer o mal, para obrigar o marido a ser, fiel, para forçar as mulheres a dizer tudo o que tencionam fazer, para ser feliz nos negócios, para fazer-se amar pelas mulheres, para obrigar a amar contra a vontade, para fazer casamentos, para ganhar no jogo, para apressar casamento, para ligar namorados, para obrigar as almas a fazer o que se deseja, para aquecer as mulheres frias, para saber se a pessoa ausente é fiel, para fazer ouro puro, etc.

O Enquiridião do Papa Leão é apresentado como obra escrita pelo Pa.pa Leão III a Carlos Magno. 

São 174 páginas com orações supersticiosas, contra toda sorte de encantos, malefícios, feitiçarias, sortilégios, visões, obstáculos, malefícios de casamentos, etc. 

Apresenta também sinais cabalísticos com forças misteriosas contra o demônio e as adversidades. 

Muitas vêzes o texto é totalmente ininteligível, como, por exemplo, este da p. 89: 

“Adonay, Jod, Magister, dicit Jo. Oh bom Jesus, exorcisa-me! Manuel, Sathor, Jessé, adorável Tetragrammaton. Heli, Heli, Heli, Laebé Hey Hámy, este é meu corpo Tetragrammaton...”.

Já o Grimórios do Papa Honório (“Os misteriosos segredos ocultos do Papa Honório”), traduzido do francês, é um produto da mais consumada malícia. 

Tudo é apresentado piedosamente sob forma de uma Constituição Apostólica de Honório III. 

Entre blasfemas invocações do Santo Nome de Deus, da Santíssima Trindade, de Jesus, da Eucaristia, entre numerosas prescrições de Pai-Nossos, Ave-Marias, jejuns e santas missas, apresentam-se fórmulas de conjurações de demônios, espíritos e divindades. 

Há encantos, feitiços e magias para ver os espíritos dos quais o ar está cheio, para atrair uma moça por mais esperta que seja, para ganhar no jogo, para tornar-se invisível, para possuir ouro e prata, para ter o corpo fechado contra todos os tipos de armas, para fazer vir uma pessoa, para fazer uma moça dançar nua, para tirar o sono de alguém, para gozar e possuir a mulher a quem se deseja (é o “segredo do Padre Girard”!), para romper e destruir todos os malefícios, para aprisionar cavalos, equipagem e extraviar uma pessoa, para ajudar lebres nos partos difíceis e contra uma porção de doenças. 

Para calcular a maldade com que são misturadas as coisas mais sujas com as mais santas, veja-se a receita indicada na p. 90, “para fazer uma moça dançar nua”: é preciso escrever o nome da moça num pergaminho novo com uma pena molhada no sangue de um morcego e colocá-la debaixo da laje de um altar “a fim de que uma Missa seja rezada em cima”... 

E tudo isso numa Constituição Apostólica do Papa Honório III...

As Verdadeiras Clavículas de Salomão (“ou o Tesouro das Ciências Ocultas... acompanhadas de um grande número de segredos”), como também O Dragão Vermelho, outra forma das “Clavículas”, pretendem ensinar o modo como fazer pactos com os demônios. 

Descrevem o modo de “consagrar” os objetos necessários para o “trabalho” (faca, lancêta, defumadores, tinta, penas, sal), como sacrificar os animais (cabrito e galo preto), etc. 

Dão uma lista enorme de demônios, com nomes e especialidades, fazendo recordar a lista dos Exus da Umbanda. 

Há também os mais variados sinais (desenhos) cabalísticos, capazes de atrair o respectivo espírito, exatamente como os “pontos riscados” dos umbandistas.

Cheio de perversidades está O Livro Completo das Bruxas, “o único verdadeiro, completo e de acordo com os manuscritos existentes nos museus de Londres, Cairo e Louvre, bem como de diversos países do Oriente”. 

Sabe o A., exatamente, que os habitantes do Inferno estão divididos em 6.666 legiões, contendo cada uma 6.666 elementos, o que dá um total de 44.435.556. E que cada diabo vive aproximadamente 680.400 anos.

Bem no início da obra temos também os mandamentos da bruxa: 

1) Renegar a Deus; 

2) blasfemar continuamente; 

3) adorar ao diabo; 

4) esforçar-se por não ter filhos; 

5) jurar em nome do diabo; 

6) alimentar-se de carnes; 

7) imaginar que pratica o ato sexual com o diabo, todas as noites; 

8) trazer consigo a imagem do diabo; 

9) lavar o rosto e pentear-se de 4 em 4 dias; 

10) tornar banho cada 42.º dia; 

11) mudar de roupa cada 57.º dia; 

12) Se for homem, barbear-se cada 91.º dia; 

13) não cortar nem polir as unhas... Também deverá comer quatro dentes de alho, sem tempero nenhum, em cada refeição, de quatro em quatro horas.

Entre cruzes, Pai-Nossos e Ave-Marias, invocações de Lúcifer e Satanás, conjurações e esconjuras, aparecem mil formas e fórmulas para praticar o mal e enfeitiçar meio mundo, num ambiente de meia-noite, sexta-feira, lua minguante e encruzilhadas, recorrendo a gatas pretas, galos pretos, galinhas pretas, bodes pretos, sapos pretos, ouriços pretos, corujas pretas, olhos de cães pretos, ovos de galinhas pretas, miolo de burro, corações de pombas pretas, sangue de rã, rim de lebre, pernas esquerdas de galinhas pretas, fígados de rouxinol; com o auxílio de panos pretos, seda vermelha, azeite, farofa, moedas, urinas, suores, ervas, raízes, flores, pedras de cevar, filtros de amor, cavalos marinhos, estrelas do mar, figas de Guiné, de arruda e de azeviche... 

É o bazar barato e constante da feitiçaria universal, sempre preocupada com questões de saúde, problemas de fortuna e os mistérios do amor.

Continua, assim, abundante a literatura da bruxaria européia: Lá está o Breviário de Nostradamus, outro Livro da Bruxa, o Tratado de Magia Oculta, o Livro dos Sonhos, o Livro do Feiticeiro e mais obras de Astrologia, Cartomancia e Quiromancia, sem esquecer os livros de Papus, Eliphas Levi, do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, das Sociedades Teosóficas, dos Rosacruzes, de Allan Kardec.

Eis as causas remotas da Umbanda. 

O movimento umbandista ainda está na fase de formação e elaboração. Mas é nestes elementos de origem africana, ameríndia e européia que os dirigentes da Umbanda encontram sua principal fonte. 

Há, certamente, também o aspecto cristão ou católico, e com ele ainda nos ocuparemos. 

É, porém, mais um elemento para a superfície, de decoração ou de fachada. O cerne da Umbanda não é cristão: é profunda e visceralmente contrário à autêntica vida cristã. 

A idolatria e as superstições do paganismo constituem a verdadeira essência do Espiritismo Umbandista. 

Quem conhece a vida e as práticas dos nossos terreiros ou tendas, reconhecerá imediatamente as várias causas que acabamos de lembrar.

Fonte: Pesquisa NET
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A farsa que está por trás da Programação Neurolingüistica, doutrina da nova Era

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A farsa que está por trás da Programação Neurolingüistica


O sucesso não ocorre por acaso. O que é sucesso? O que é felicidade? O que é sorte? Por que algumas pessoas fazem sucesso na vida e outras não? Como alcançar o sucesso? Qual o segredo das pessoas bem-sucedidas? São perguntas como essa que a Programação Neurolingüistica – PNL, também conhecida como Ciência do Sucesso, tenta responder; seduzindo milhares de pessoas em todo o mundo, inclusive os cristãos evangélicos.

Segundo esse movimento, as técnicas ensinadas em seus cursos possibilita o aluno a aumentar sua capacidade cerebral e alcançar que realmente deseja na vida, ou seja, o sucesso. Dizem os seus mentores: “A vida que você leva foi criada por você, então é sempre possível transformá-la para melhor”, “O sucesso está em suas mãos”, “Há uma força especial dentro de você”, “Aprenda a usá-la em seu benefício”, “Ouse fazer e o poder lhe será dado”. E completam: “Você pode mudar sua vida. É simples, mas não é fácil, depende apenas de você”.

Entre todos os ensinamentos da Programação Neurolingüistica destacamos algo que nos parece central na discussão do tema. Segundo esse movimento, a palavra CRISE, em chinês, tem dois significados: “perigo” e “oportunidade”. É você quem escolhe qual significado adotará. Exemplificam: “Quando você ouvir falar em crise, pense em tirar o S da palavra. Você terá a poderosa palavra CRIE, do verbo criar, ser criador. Ou coloque um traço vertical sobre o S, e logo você tem um cifrão Cri$e, traduzindo: “Crie dinheiro”, “prosperidade”, “sucesso”, enfim...”
Com esta base de ensino, a Programação Neurolingüistica tem-se destacado como o grande diferencial nos treinamentos de auto-ajuda oferecidos nas escolas, acampamentos, universidades e em empresas.

Temas de impacto, mas, em princípio, inofensivos, como: “melhore a sua memória”, “auto-estima”, “motivação”, “qualidade”, “competitividade”, “leitura dinâmica”, “trabalho em equipe”, “superação”, “sensibilização”, “desenvolvimento de empreendedores”, “aumente sua capacidade de aprendizagem”, “adaptação a ambientes de constantes mudanças”, “superação a situação de pressão”, “globalização”, “atendimento”, entre outros, ganham uma nova conotação seguindo por um caminho totalmente diferente do convencional.

Compreendendo o assunto sistematicamente
Uma técnica utilizada por profissionais de auto-ajuda que visa levar o individuo a confiar no poder de suas próprias palavras, como fonte motivadora de transformação pessoal, adquirindo, assim, valores positivos que determinarão o sucesso em todas as ares da vida: emocional, profissional, financeira, etc. É assim que a Programação Neurolingüistica se define.

No Brasil, no campo da PNL, o dr. Lair Ribeiro é a figura mais destacada. A filosofia subjacente a essa técnica é a de que o homem é aquilo que ele pensa. Nisto está imbuída a idéia de auto-suficiência. A PNL utiliza basicamente as técnicas de Visualização, Meditação, Intuição, Hipnose ou regressão hipnótica e Confissão Positiva; todas essas “técnicas” são utilizadas em conjunto.
1. VISUALIZAÇÃO – Visualização na Nova Era é o uso da concentração mental e imagens dirigidas, as chamadas “directed imagery”, na tentativa de alcançar determinados alvos físicos, mentais ou espirituais (ocultistas).

A pratica da visualização é antiga e afirma trabalhar de várias formas. Por exemplo, usando a mente para entrar em contato com a suposta divindade interior ou “eu superior”, os praticantes alegam que podem manipular a sua realidade pessoal a fim de alcançar os alvos desejados, tais como boa saúde e aquisição de riquezas.

A visualização é freqüentemente usada combinação com os estados alterados de consciência ou como meio de se chegar aos mesmos, sendo muitas vezes acompanhada de meditação ocultista. Ela foi, desde há muito, associadas às religiões e práticas pagãs, como xamanismo e a meditação xamanista. Ela também é muito utilizada para desenvolver habilidades psíquicas e na canalização para entrar em contato com “conselheiros interiores” ou guias espirituais.
O problema básico é que a visualização da Nova Era atribui à mente humana uma condição divina ou quase divina. Isso não só representa uma grande distorção da natureza humana como pode também camuflar a manipulação da mente por espíritos, definindo o processo como um empreendimento natural divino.

O uso da visualização na pratica da saúde pode levar a influencias ocultistas e a problemas surgidos da negação da realidade por excesso de confiança na mente “divina” da pessoa e seu suposto poder de cura ou “sabedoria” da saúde. No campo da medicina (autodiagnóstico físico) e da religião (revelação psíquica), o processo pode produzir a confiança em dados falsos que resultam em danos físicos ou fraude espiritual. O cristão tem sua fé bem fundamentada em Deus e, assim, pode não visualizar o futuro, mas se apropriar dele com a segurança das promessas do Senhor (Hb 11.1).
2. MEDITAÇÃO – A meditação na Nova Era (oriental – ocultista) é praticada por milhares de pessoas. Em países asiáticos como China, Tibet, Índia, Tailândia etc. ela faz parte do cotidiano e envolve o controle absoluto ou ajuste da mente com vários propósitos, físicos ou espirituais (ocultistas).

Os promotores da meditação afirmam que a prática resulta em inúmeros benefícios físicos. Mas, mesmo que isso seja verdade, os riscos físicos e espirituais os superam. A meditação afirma trabalhar “imobilizando” a mente ou influenciando-a de qualquer modo. Quem medita é supostamente capaz de perceber a verdadeira realidade, sua verdadeira natureza, e a alcançar a verdadeira iluminação espiritual. O dr. Daniel Coleman, autoridade em meditação e escritor em vários livros, destaca a maioria das formas de meditação praticadas hoje é ocultista, e que por mais diversos que sejam os nomes, todos esses caminhos propõe a mesma formula básica numa alquimia (transformação ocultista da natureza) do “eu”.
A meditação da Nova Era usa caracteristicamente a mente de maneira anormal para reestruturar radicalmente as percepções do individuo, levando-o a apoiar a filosofia e os alvos ocultistas. Estados de consciência regressivos ou induzidos espiritualmente são interpretados de maneira errada como estados de consciência “mais elevados” ou “divinos”.

Por exemplo, em muitas formas da pratica da meditação, a possessão espiritual propriamente dita é interpretada como um tipo de iluminação espiritual; além disso, os poderes desenvolvidos através da meditação são falsamente interpretados como evidencia de uma natureza divina latente. Quase todos que fazem meditação infelizmente mão compreendem os resultados a longo prazo ou as conseqüências dessas práticas.

O fenômeno perigoso e crescente do despertar kundalini mais notados são períodos de desordem mental severa, incapacidade intelectual, sono profundo por vários dias e influencias demoníacas.
A filosofia subjacente, o propósito estabelecido, o método físico e o contexto espiritual da meditação determinam seu trabalho. A meditação bíblica nada tem a ver com esse conceito e é uma pratica espiritual saudável, mas, repetimos, a maior parte da meditação praticada hoje envolve métodos ocultistas que podem provocar conseqüências danosas irreversíveis. Entre elas estão as influencias por espíritos e até possessão demoníaca, assim como várias formas de danos físicos, psicológicos e espirituais que são cada vez mais relatados na literatura cristã. “... antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite” (Sl 1.2).

3. INTUIÇÃO – Intuição segundo a Nova Era é um disfarce para os poderes psíquicos e ocultos. É freqüentemente pregada em conjunto com a cura, a telepatia, a clarividência, o diagnóstico psíquico e o espiritismo ocultista. A “intuição” é desenvolvida da mesma maneira que as habilidades psíquicas (isto é, programas de treinamento envolvendo meditação, concentração, estados alterados de consciência, etc.). Uma vez desenvolvida, a pessoa busca suas habilidades intuitivas e confia na orientação e instrução para qualquer cura ou outras tarefas que devam ser feitas.

O problema básico com a intuição da Nova Era é sua premissa parapsicológica injustificada: a normalização dos poderes psíquicos como “habilidades intuitivas” latentes a raça humana. Isso mascara sua verdadeira sua realidade como habilidades sobrenaturais originárias do mundo dos espíritos. As habilidades ocultistas e os poderes espirituais são, portanto, internalizados psicologicamente como parte do “potencial humano” latente; a intuição, por si só, como um processo humano normal, se torna uma capa para o ocultismo, enquanto a guerra espiritual continua atrás dos bastidores. O ser humano, em sua criação original, herdou de fato aspectos da natureza divina de seu Criador (Gn 1.27; 2Pe 1.4), mas, com a queda, foi destituída dessa glória. Jesus afirmou: “Eu sou a videira verdadeira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podes fazer” (Jo 15.5).

Desse modo, distinguir entre os poderes psíquicos ocultista e a intuição normal humana se torna difícil e até mesmo impossível. De fato, é amedrontador saber que muitos espíritas confessam não conseguirem distinguir a diferença de seu guia espiritual sobre sua mente e inspiração, ou criatividade, humana normal.

4. HIPNÓSE – Hipnose ou Regressão Hipnótica é uma condição deliberadamente induzida de sugestionalidade e transes acentuados, produzindo um estado de consciência altamente flexível e capaz de ser dramaticamente manipulado. O método é empregado por milhares de médicos e psicoterapeutas.

Vestígios dessa pratica podem ser encontrados desde a antiguidade e ela é associada com freqüência ao ocultismo. Os processos exatos que fazem a hipnose funcionar são desconhecidos. Pesquisas cientificas foram conduzidas para suprir grande volume de informação em relação ao transe hipnótico e sua suscetibilidade; todavia, o que é a hipnose e com ela funciona são pontos ainda largamente discutidos. Afirmações difundidas e freqüentemente exageradas são feitas quanto a sua aplicação na medicina, na psicoterapia, na educação e em muitos outros campos.
Alguns promotores de processos de auto-ajuda fazem alegações sensacionalistas em relação ao uso de hipnose para tratar ou curar uma infinidade de problemas físicos e pessoais – alergias, obesidade, câncer, baixa auto-estima, tabagismo e culpa, entre outros. Eles afirmam que suas possibilidades de aplicação na área de crescimento pessoal, potencial humano e autotransformação são quase infinitas.

Como cristãos, acreditamos que a hipnose é um estado singular de alteração da consciência que pode ser utilizado em uma grande variedade de propósitos ocultistas, como desenvolvimento psíquico, contato com espíritos, viagem astral, psicografia, regressão e terapia de vidas passadas (reencarnação), entre muitos outros.

Nos parece também que a hipnose esta ligada à pratica biblicamente do “feitiço” e/ou “encantamento”. Assim, ela é realmente proibida, pois o cristão deve encher-se com o Espírito Santo, o que significa que ele não deve permitir que a mente seja controlada, manipulada e abusada por parte do hipnotizador, em especial o incrédulo. O propósito dos psicoterapeutas da Nova Era, que empregam o que é chamado de terapia das “vidas passadas”, é enviar a pessoa de “volta” à sua suposta vida ou vida anteriores, a fim de resolver conflitos e traumas emocionais ou espirituais que estejam supostamente afetando a sua saúde física, emocional ou espiritual no momento, permitindo a influencia de demônios, “Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós tem5. CONFISSÃO POSITIVA – Esta expressão chamada de confissão positiva tem como significado literal “trazer a existência o que declaramos com nossa boca”. A confissão positiva coloca todo o peso da realização nas palavras pronunciadas e na atitude mental rigorosamente mantida.

Mais profundamente, a confissão positiva busca exteriorizar aquilo que foi projetado e reforçado na mente da pessoa através de todo trabalho de visualização, meditação, intuição e hipnose, ou seja, suas palavras irão confirmar todo processo de programação para o sucesso (PNL). Através da confissão positiva, a pessoa tornar-se-á a criadora de seu próprio mundo, com prosperidade nos negócios e saúde para família.

Neste caso, a confissão positiva confirma os ensinamentos da Nova Era que declara que o homem é um deus, possuindo, portanto, a capacidade de criar a sua própria felicidade. Esse conceito foi amplamente refutado ou adotado por lideranças evangélicas em todo mundo. Hoje, esse movimento está confinado a pequenos redutos denominacionais, pois no Brasil, em particular, não é tão simples assim exercitar a “teologia do sucesso ilimitado”, e mesmo nos países desenvolvidos essa teoria tem-se desgastado.

Biblicamente, entendemos que Deus é totalmente distinto do homem (vice-versa), e que sua glória não é repartida. O ser humano é o mais sublime das criações de Deus, dotado de valores herdados de seu Criador, mas nunca absoluto em si mesmo “... que é o homem, para que te lembres dele? E o filho do homem para que o visites? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glórias e de honra o coroaste” (Sl 8.4-5). O apóstolo Paulo escreveu aos romanos sobre a independência e soberania de Deus da seguinte maneira: “... Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia, e terei compaixão de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que usa de misericórdia” (Rm 9.15,16), logo, não é o homem que determina nada para si baseado nos desejos de seu coração, mas o Senhor, que realizará todas as coisas de acordo com a sua vontade.

Confronto com as sagradas escrituras

Como vimos a PNL busca substituir padrões considerados de “insucesso” por novos padrões de “sucesso” alicerçados no homem. Em suas etapas de programação, falamos da deletação, quando as pessoas programam suas mentes para apagar conhecimentos adquiridos, eliminar experiências vividas e exterminar comportamentos sedimentados ao longo da vida. Uma verdadeira lavagem cerebral. Ou seja, um esvaziamento da alma do aluno.

O que a Bíblia fala sobre o perigo de uma casa vazia? (Lc 11.24-26)
“Ora, havido o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso; e não o encontrando, diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E chegando acha-a varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o ultimo estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro”.

Podemos afirmar que é possível uma pessoa, após passar por um programa como o PNL, sofrer forte possessão demoníaca e diversos tipos de perturbações metais e até físicas.

A questão da PNL da “deletação” e na “inclusão” de novos valores na mente da pessoa é feita dentro de um processo de assimilação dos seus princípios de resistência. Através da utilização do relaxamento e da visualização, tal pessoa é conduzida ao estado chamado Alfa. Neste estado, por meio de técnicas de relaxamento ou meditação, a pessoa perde o senso critico, retendo automaticamente todas as informações recebidas como verdadeiras, quer sejam boas ou más. A Bíblia fala que é o Espírito Santo quem deve convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). Ou seja, o trabalhar de Deus é por convencimento, o Espírito Santo, através da palavra de Deus, irá persuadir, apresentar razões, mostrar fatos que possibilitem a pessoa confrontá-los com sua vida e, então, se arrepender. Conversão é literalmente mudar de comportamento.
Deus respeita a opinião do homem e leva-o a mudar de comportamento apresentando-lhe a verdade do evangelho. O homem, quando se decide por Cristo, o faz racionalmente no exercício da fé, e essa declaração é feita em pleno estado de consciência, na PNL qualquer decisão tomada pelo homem é conseqüência de uma lavagem cerebral, por meio da qual ele perde sua capacidade de pensar, de argumentar e de questionar. Lendo Isaias 1.18: “Vinde então, e argüi-me (questionar, interrogar), diz o SENHOR...” (explicação nossa), entendemos que o cristianismo é uma religião de consciência, razão e fé. Ninguém precisa entrar em transe para crer em Cristo.

A Bíblia nos fala ainda que devemos resistir ao diabo (Tg 4.7). Como então aceitaremos um posicionamento de mente no qual a nossa resistência é totalmente eliminada? “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, buscando quem possa tragar” (um Pe 5.8). Com tantas evidências de ocultismo e praticas de magia e feitiçaria presentes na PNL, como poderemos ficar desarmados, despreocupados e sem a lucidez necessária para discernir o que esta ocorrendo em nosso derredor? (Veja Hb 5.14).
Não podemos baixar nossa guarda e ficar a mercê do diabo. Antes, devemos nos revestir de toda armadura de Deus (Ef 6.10), através da palavra de Deus, porque o diabo, de maneira astuta, cria verdadeiras arapucas para o homem incauto. “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjos de luz”. (dois Co 11.14).

O engano do homem que se vê como seu próprio centro (Jr 17.9)
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perversos; quem o conhecerá?”.

Em sua inclusão de novos padrões, a PNL destaca a tese de que o homem deve seguir seu coração. Nos cursos, a pessoa em meditação consigo mesma busca dentro de si respostas para sua vida e planeja, ou melhor, programa seu futuro através das respostas encontradas em seu coração. Como podemos seguir o nosso coração se ele é mais enganoso do que todas as coisas? Segui-lo nos trará como conseqüência a destruição. Ainda em Mateus 15.19 podemos ler: “Porque do coração procedem os maus pensamentos”.

Mas, como cristãos, devemos nos preparar “Para que não sejamos vencidos por Satanás, porque não ignoramos os seus ardis” (2 Co 2.10-11).

A questão do sucesso da PNL é semelhante a Teologia da prosperidade que circulou pelos meandros evangélicos há alguns anos. A questão da programação está baseada na regressão, ou cura interior, e a confissão positiva, no determinismo. Dessa forma, a fé tem sido usada na direção do “ter”, e não mais do “ser” ou “viver”, como foi com os heróis da fé. A Bíblia relata que “... o justo viverá pela fé” (Hb 10.38). Enquanto os propagadores da prosperidade estimulam a fé alicerçada na própria fé, o Senhor Jesus recomenda fé em Deus: “E Jesus, respondendo disse-lhes: Tendes fé em Deus...” (Mc 11.22). Para aqueles que tem um ensinamento contrário a esse, a Bíblia tem um adjetivo para eles: “Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas” (Jo 10.13 – grifo do autor).
O depoimento que você lerá agora é verídico. O irmão que viveu esta terrível experiência preferiu omitir o seu nome para evitar qualquer complicação.

“Fiz um treinamento de Neurolingüistica em 2000 pago pela empresa em que trabalho e estimulado por um gerente de vendas. Posso dizer que minha vida foi separada entre o “antes” e o “depois” desse curso, pois não tive discernimento para entender a sensação de “liberdade” e de poder ‘fazer tudo’ que o treinamento ensinava.
O treinamento teve inicio na sexta-feira à noite e se estendeu até domingo, também à noite. Realizado no auditório de um hotel, o evento contou com a participação aproximadamente de 500 pessoas, entre as 150 que iriam fazer o treinamento pela primeira vez, as demais já haviam feito e os convidados: parentes, amigos e/ou conhecidos. Ao chegar lá, senti um clima de festa, de alegria, de felicidade. Todos se abraçavam muito e, ao se cumprimentarem, batiam a mão direita por cima da cabeça ( um gesto da Nova Era ). Achei aquilo muito bom, bem melhor do que na igreja que freqüentava.

Ao entrarmos no auditório ( impreterivelmente às 20h59 ), depois no jantar no hotel, as pessoas que haviam nos levado ao curso já estavam presentes, nos esperando para nos receber. Elas cantavam, pulavam alegres e gritavam: “... um, dois, três e quatro... nós amamos vocês quatro”. Começamos o treinamento com muita expectativa. O ambiente era bastante descontraído.
Em seguida, o consultor começou a passar algumas regras que deveriam ser obedecidas até o final do curso. Uma delas era sentar sempre ao de desconhecidos. Com isso, já estavam nos ensinando a ser mais atirados com as pessoas. Outra regra era não discordar de nada que os palestrantes iriam falar. É claro que, num primeiro momento, você discorda, mas, com o passar do tempo, à medida que eles iam transmitindo simpatia, carisma e alegria, comecei a achar que minha vida estava toda errada.

Após esse primeiro contato, depois de haver passado as regras, começamos com uma terapia chamada: feed back negativo, quando fazíamos uma roda e as pessoas gritavam xingando umas as outras de “mentirosas”, “covardes”, “prepotentes”, “falsas”, “desonestas”, entre outras coisas que não convém citar aqui. Colocavam uma música muito fúnebre e alta. As pessoas não resistiam e muitas delas choravam e gritavam. Pensei estar na grande tribulação, pois fiquei muito assustado com aquilo.

Depois disso, fomos aprender a abraçar. Uma pessoa ficava na frente da outra e a abraçava bem forte. Fizemos isso durante um bom tempo. Aproximadamente 1h30, nos ensinaram uma filosofia intitulada FILOSOFIA DO SUCESSO NAPOLEON HILL que tivemos de decorar para recitá-la na manhã seguinte, às 8 horas, depois do café.

Fiquei a noite inteira tentando decorar a filosofia. Por esse motivo, assim como cerca de 90% dos participantes, dormi muito pouco (30min) no primeiro dia. Apenas cinco ou seis pessoas conseguiram recitá-la. Para os que não decoraram o texto, o castigo foi formar uma fila fora do auditório até memorizarem. Enquanto tentávamos, desesperados, decorar a poesia, o monitor ficava vendendo caixões de defunto de vários tamanhos e preços. A lição, segundo ele, era para que não sofrêssemos, antecipadamente, com as coisas da vida.
Ao entrarmos no auditório novamente, nos perguntávamos se queríamos fazer parte de uma nova família chamada “Família Silva”. Algumas pessoas responderam que não, mas a palavra ‘não’ não era aceita pelos instrutores e membros. Em razão disso, eles ficavam insistindo com a pergunta até a pessoa dizer que SIM. Depois disso, iam para outro participante.

No sábado a tarde, cada um de nós foi induzido a sentar perto de uma pessoa desconhecida e a contar para ela algum trauma de infância. Tudo era feito ao som alto de uma música fúnebre. As pessoas choraram muito enquanto contavam suas tristezas e sofrimentos vividos na infância devido aos maus tratos dos pais. Após esses períodos, seria realizado, às 19 horas, um bailão, e todos deveriam comparecer a caráter. Dançamos todos os tipos de musica com todos, não importava se éramos casados, noivos, ou namorados, ninguém era de ninguém. Mas os monitores não deixavam ninguém ir além da dança, para não denegrir a imagem do curso.

Depois do baile houve uma coisa terrível. Todos os homens tiveram de se vestir de mulher, se maquiar, colocar peruca, meia-calça, e depois desfilar para todas as mulheres presentes. O objetivo dessa ‘terapia’ era eliminar todo e qualquer preconceito. Depois da apresentação dos homens, foi a vez das mulheres. Elas se fantasiaram com objetos eróticos sem qualquer pudor. A nossa mente, naquele momento do curso, já estava aberta. Chegamos ao estado Alfa. Tudo o que nos diziam era facilmente inculcado.

No domingo à tarde fizemos uma regressão até o útero materno. Pensando realmente ter chegado lá, éramos obrigados a perdoar nossos pais por algum trauma de infância que eles nos causaram. Aqueles que não quiseram perdoar passavam novamente pelo mesmo processo. Éramos obrigados a similar um vômito para representar que estávamos colocando de tudo de ruim pra fora. No final fomos tratados como crianças, para que nos sentíssemos abertos para tudo que pudéssemos aprender. Assim como eu, muitos perderam totalmente o senso crítico. Passei a mexer com as mulheres. Para mim não a menor diferença em ser casado ou não, em ser crente ou não. Estava em um processo de euforia muito grande, pois, segundo eles, eu era uma criança de quatro anos.

A partir dessa fase passamos a ser ensinados em todas as coisas novamente. Assim como uma criança, fomos aprendendo todas as coisas até a fase adulta, quando então a ênfase positiva se voltou para nossa carreira profissional. Ouvíamos mensagens do tipo: ‘agora tudo poderá ser alcançado por seus próprios esforços!’; ‘você não precisa mais de ninguém!’; ‘você é auto-suficiente!’; ‘o céu é o seu limite!’; ‘somente os melhores poderão ser aproveitados!’; ‘estamos em uma Nova Era!’. Estávamos recebendo um tipo de doutrina na qual o centro da vida é próprio homem, e Deus um figurante coadjuvante, perfeitamente dispensável.

Saí do curso totalmente transformado, orientando-me apenas por esses conceitos. Meus conhecimentos bíblicos, aprendidos na Escola Dominical e nos cultos, desde a infância, já nem mesmo eram lembrados. Pedi então demissão da empresa que trabalhava, pois achava que poderia encontrar algo melhor. Separei-me da minha esposa, ficava, sem nenhum remorso, sem ver minha filha de dois anos por até quinze dias e achava que estava ótimo. Mudei meu estilo de roupa, meu penteado, vocabulário e achava que estava mais bonito, que realmente tinha melhorado.

Mas toda essa mascara, essa camuflagem diabólica começaram a cair, arruinando minha vida emocional, profissional e familiar. Sentia forte depressão (leia-se opressão) e os conflitos espirituais quase me deixaram louco. Meus amigos da igreja perceberam que eu estava desequilibrado e desorientado. Comecei a perder clientes importantes e já não conseguia saldar minhas dívidas, sofrendo vários protestos e inclusão nos órgãos de proteção ao consumidor (SPC e Serasa). Foi uma desgraça total!

Até que, não suportando mais esse quadro, o Espírito Santo de Deus, por sua infinita misericórdia, fez-me lembrar do Senhor Jesus. Então orei para que o Senhor me ajudasse a renunciar à obra do diabo na minha vida e a todos os ensinamentos aprendidos no curso de Programação Neurolingüistica (PNL). O Senhor Jesus me entender claramente como todos aqueles conceitos antibíblicos e contrários ao plano de Deus para o homem.

Recorrendo novamente ao poder do sangue de Jesus para perdão dos pecados, e auxiliado por irmãos valorosos de grupos de oração, fui totalmente restaurado. Todas as áreas da minha vida antes afetadas por essas heresias foram estabelecidas pelo Senhor Jesus. Estou novamente com minha esposa e minha filha. O Senhor me devolveu meu anterior e meus antigos clientes. E agora estou conseguindo honrar com todos os meus compromissos financeiros. E devo isso a Deus.”

Glossário de alguns termos da PNL

Acompanhar – Adotar partes de comportamento de outra pessoa para aumentar o rapport. Obter e manter rapport com outra pessoa, entrando no seu modelo de mundo. É possível acompanhar crenças, idéias e comportamentos.

Acuidade sensorial – Produto de um processo de refinamento e diferenciação das informações sensoriais que obtemos do mundo.

Ancoragem – O processo pelo qual qualquer estimulo ou representação (externa ou interna) fica conectado a uma reação e a dispara. As ancoras podem ocorrer naturalmente ou ser criadas intencionalmente.

Associar – Dentro de uma experiência, enxergar através dos próprios olhos, de plena posse de todo os seus sentidos.

Calibração – Perceber atentamente o estado de outra pessoa, lendo os sinais não-verbais.

Campo unificado – Estrutura unificadora da PNL. Uma matriz tridimensional de níveis neurológicos, posições perceptivas e tempo.

Sinestésico – Relativo aos sentidos, ao aparato sensorial, que inclui sensações táteis, sensações internas (como, por exemplo, as sensações lembradas e as emoções) e o senso de equilíbrio.

Dissociado – Que não está dentro de uma experiência, que observa ou ouve de fora.

Down-Time – Ter todos os canais sensoriais voltados ao nosso interior.

Espelhar – Copiar de maneira precisa segmentos do comportamento de outra pessoa.

Evocar – Entrar em contato com um estado mental através do comportamento. Também significa coleta de informação, seja pela observação direta de sinais não-verbais ou de perguntas do meta-modelo.
Exteriorização – Estado na qual a atenção e os sentidos estão voltados para fora.

Identidade – A auto-imagem ou autoconceito. Quem a pessoa acha que é. A totalidade do ser.

Incongruência – Estado de conflito em que não se está totalmente empenhado no objetivo. O conflito interno será expresso no comportamento da pessoa.

Interiorização – Estado leve de transe em que a atenção se volta para dentro, para os próprios pensamentos e sensações.
Lados – Aspectos da personalidade que às vezes possuem intenções conflitantes.

Linha temporal – A forma como armazenamos imagens, sons e sentimentos do nosso passado, presente e futuro.
Meta – Radical que define o que existe em um nível lógico diferente. Derivado do grego, significa “para além”.

Metáfora – Comunicação indireta que utiliza uma história ou uma figura de linguagem e implica uma comparação. Na PNL, a metáfora engloba parábolas, alegorias e similaridades.

Nominalização – Termo lingüístico que indica o processo de transformar um verbo em substantivo abstrato.
Omissão – No discurso ou no pensamento, exclusão de uma parte da experiência.
Orientar – Modificar o próprio comportamento e estabelecer rapport, para que outra pessoa o siga.

Pistas de acesso – Maneiras como sintonizamos e afinamos nosso corpo através da respiração, postura, gestos e movimentos oculares, para pensar de determinado modo.

Postulado de conversação – Forma hipnótica de linguagem, uma pergunta que é interpretada como uma ordem.

Quantificadores universais – Termo lingüístico que se aplica a palavras como: “todos” e “sempre”, que não admitem exceções. Uma das categorias do meta-modelo.

Rapport – Relação de mútua confiança e compreensão entre duas ou mais pessoas. A capacidade de provocar reações de outra pessoa. Também chamado de empatia.

Sort – Um termo de computação que significa reorganizar a informação e/ou filtrá-la durante o processo de reorganização.

Terceira posição – Aquele em que se percebe o mundo do ponto de vista de um observador distante e indulgente. Uma das três posições perceptivas.
Transe – Estado alterado de consciência em que a atenção se volta para dentro e se concentra em poucos estímulos.
Visualização – O processo de ver imagens mentais.

Fonte: Revista Defesa da Fé

Autor : Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
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13 abril 2017

Ars Notoria, um livro que ensina habilidades sobre-humanas? (Video)


livros antigos inumeráveis ​​foram escritos na sobre-humana passado prometendo aqueles que recebem seus conhecimentos através de habilidades de leitura. 

um livro que ensina habilidades sobre-humana

As pessoas no passado acreditava firmemente que os escritos antigos oferecido poderes mágicos e maneiras de alterar a consciência de quem lê-lo.

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Pesquisadores descobriram recentemente um livro namoro misterioso do século 13, enquanto que algumas partes foram escritas durante o famoso século 12 Este livro é chamado de "Lesser Chave de Salomão," e há também um texto antigo dentro dele chamado de "Ars notório".
Enquanto muitos textos antigos que prometiam poderes sobrenaturais para as pessoas no passado existiu, isso era diferente porque ele centrou-se especificamente sobre a oração, meditação e outros exercícios orais, ao contrário de outros livros que incidiu exclusivamente sobre feitiços, poções e rituais. Os mais antigos escritos chamados "Lesser Key of Solomon" oferecido para aqueles que ler e entender, uma "língua de prata" memória perfeita e sabedoria inimagináveis.
Os textos originais foram criados em três estilos diferentes, incluindo hebraico, grego e latim. Diz-se que Rey Salomón próprio usou os escritos originais de "Ars Notoria" para se tornar um governante sábio, compassivo e talentoso na Terra. Dentro destes textos antigos, há um truque de comunicação que muitos leitores vão encontrar mais fascinante:
Conhecido como o "experimento magnético", explica como usar precisamente a pedra angular e agulhas para se comunicar a longas distâncias. Acredita-se que, se as duas agulhas são esfregadas contra a pedra angular precisamente, as agulhas viria a ser "enredada" além do espaço entre si. Portanto, se uma agulha é movido, de modo que o faria a outro agulha.
Além disso, se você colocar as agulhas no centro de um círculo de letras e imagens, duas pessoas podem se comunicar através de grandes palavras distâncias de ortografia. O texto antigo contém muitas ideias e noções que são consideradas estavam muito à frente do seu tempo.
Várias ciências são conhecidos para evitar muitas peças que não podem compreender ou explicar, este pode ser um deles? No passado distante, muitas pessoas não sabem ler ou interpretar as escrituras (sagrados) de idade, e por isso pode ter inerentemente classificada alguns textos tão misterioso e poderoso.
Hoje as pessoas desacredita qualquer coisa que a ciência não pode provar, apesar de alguns dos maiores cientistas como Nikola Tesla e Albert Einstein sabia que havia algo mais; algo além da realidade observável e demonstrável. Talvez entre esses dois, ignorância do passado e a rigidez de hoje, há um estranho novo mundo escondido. O que você acha? Deixe o seu comentário!
FONTE: ufo-spain
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