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Fenômenos naturais estão ganhando força (Arq.)

Fenômenos naturais

Na Europa, o verão foi marcado pela intensificação de calamidades naturais. Na sequência das cheias, oito pessoas morreram, mais oito estão desaparecidas.

As previsões meteorológicas estão longe de ser otimistas: os aguaceiros continuarão. Enquanto isso, nos EUA, estão ativos os furações. Desde o fim de maio, os tornados mataram mais de 50 pessoas. O alarme máximo no oeste do país não foi levantado até hoje.
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As prolongadas chuvas na Europa causaram enchentes simultâneas em vários países, com uma particular incidência na República Tcheca, na Áustria e na RFA. Na República Tcheca, foi decretado o estado de emergência, tendo sido retiradas pessoas das zonas mais perigosas. Foram fechadas muitas escolas e, no centro de Praga, foi suspensa a circulação de trem de metrô. O Jardim Zoológico da cidade foi parcialmente evacuado. As águas do rio Vltava subiram acima do aterro de proteção e as equipes militares ajudam a construir novas fortificações.
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O reforço dos militares será necessário ainda para as equipes de socorristas alemãs. A situação mais grave se criou na Baviera, Saxônia e outros Estados do sul. Foram suspensas a navegação nos rios Reno, Meno e Neckar e o tráfego ferroviário entre Munique e Salzburgo.
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O nível de água continua subindo nos recursos aquáticos da Polônia e Suíça, podendo atingir o máximo nos rios e lagos em 4 de junho. As precipitações intensas deverão parar já na terça-feira, podendo o tempo começar a normalizar-se, afirma Natalia Ponkratenko, do Departamento de Análise Global e Previsões Meteorológicas da Rússia.
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“Agora, na Grã-Bretanha se formou um anticiclone favorável que avançará em direção da Europa, afastando as chuvas para o leste. Amanhã, as precipitações irão cair na Polônia e na Bielorrússia. Depois, na Europa se estabelecerá um bom tempo ”.
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Quanto ao tempo nos EUA, aí os prognósticos são menos otimistas. Os tornados prosseguem muito ativos nos Estados ocidentais, afetando, sobretudo, o estado de Oklahoma onde, em 22 de maio, pereceram mais de 20 pessoas e, ainda por cima, em 1 de junho, o furacão matou 15 moradores locais, segundo as informações preliminares.
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O maior problema consiste na impossibilidade de retirar as pessoas das zonas em perigo. O tornado costuma formar-se em condições idênticas às de tempestades normais. Por isso, podem-se fazer previsões sobre os seus efeitos, no máximo, três horas antes do início da calamidade, adianta os detalhes Elena Vlasyuk, perita do centro meteorológico Phobos.
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“Imagine esperar-se a passagem do ar frio. Durante o dia e no período de verão, esta frente atmosférica está sendo acompanhada por uma série inteira de outros fenômenos desfavoráveis – aguaceiros, trovoadas, granizo e fortes rajadas do vento. Pode constatar certa intensidade de chuvas e formação de torvelinhos. Isto se falarmos do território, digamos, de um estado norte-americano. No entanto, as previsões sobre eventual formação de tornados em uma cidade concreta podem ser feitas num período de antecedência relativamente curto.
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Mantém-se a ameaça de formação de novos furacões no leste dos EUA. Os habitantes locais foram avisados, cabendo-lhes não se afastar longe de abrigos e refúgios.
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Conheça a “Porta para o Inferno”, localizada no Turcomenistão

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Visto de início, essa cena parece ter sido tirada direto de um filme de ficção científica, onde alienígenas fazem um ataque à Terra a partir do espaço sideral. Mas este buraco gigante de fogo, localizado no meio do deserto de Karakum, realmente existe, e foi criado por humanos, embora que de certa forma acidentalmente. Trata-se de uma cratera feita por geólogos mais de 40 anos atrás, e as chamas ainda estão queimando desde aquela época.

Seja bem-vindo à Darvaz, no Turcomenistão – ou, como os moradores chamam, “A Porta para o Inferno”.

Geólogos da URSS perfuraram o local no ano de 1971, e sem querer descobriram uma caverna repleta de gás natural. No entanto, o chão sob a plataforma de perfuração colapsou, abrindo a cratera que tem uma diâmetro de cerca de 70 metros.

Os geólogos imaginaram que a cratera pudesse liberar gases tóxicos, então decidiram queimá-lo. Eles acharam que o fogo iria queimar todo o combustível em poucos dias. Leve engano: a cratera ainda está em chamas hoje, e estima-se que ainda levará muitos anos para apagar.

O brilho gerado pelas chamas pode ser visto por quilômetros ao redor de Darvaz, uma aldeia com uma população de cerca de 350 habitantes. Darvaz está a cerca de 260 quilômetros ao norte de Ashgabat, capital do Turcomenistão. O deserto de Karakum, que abrange grande parte do país, está ao leste do Mar Cáspio, e possui jazidas de petróleo e gás natural em abundância. [DailyMail]

Veja as fotos:

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Lugares incríveis para escalada

A escalada é um esporte radical e com muita adrenalina, exige concentração e força. Existem diversos picos e montanhas no mundo, prontos para serem escalados.

A escolha do lugar envolve a preferência de cada alpinista, pois alguns gostam de paredes quase verticais, outros preferem ficar pendurados em penhascos, e tem aqueles que gostam de uma subida menos íngreme.

Uma lista dos 10 lugares mais incríveis e imperdíveis, com base nas preferências de escaladores profissionais e especialistas.

Kalymnos - Grécia

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Considerado um dos melhores locais de escalada esportiva do mundo

Kalymnos é uma ilha do mar Egeu, localizada na Grécia. É um dos melhores locais de escalada esportiva do mundo e está na lista de favoritos dos europeus para escaladas de férias. São mais de 1.700 vias de escalada em calcário, Kalymnos possui uma grande diversidade de inclinações, uma paisagem maravilhosa e preço acessível. O destaque do local é a escalada nas estalactites das grutas, que atrai muitos visitantes.

A melhor maneira de se locomover quando estiver na ilha é alugar uma scooter ou pegar caronas. Não deixe de provar a gastronomia local, conhecer as praias, trilhas para trekking, as cavernas e as termas, principalmente no verão, pois são ótimos passeios.

Siurana - Espanha

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O calcário colorido, as vias seguras e a diversidade de graus atrai escaladores do mundo todo a esse local

Siurana é um sítio de escalada que está localizado na Catalunha, há 150 km de Barcelona, na Espanha. O que atrai escaladores do mundo todo ao local é o seu calcário colorido, suas vias seguras e a diversidade de graus. São mais de 1.200 vias e cinco setores de escalada. Muitos dizem que é o mais importante da Espanha, pois além de contar com a presença de muitos escaladores profissionais, fatos esportivos importantes aconteceram lá.

Valle de Cochamó - Chile

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Possui paredes com até 1.000 metros de altura, com diversos graus de dificuldade para escalada

O Valle de Cochamó é um vale localizado no sul do Chile, próximo à Cordilheira dos Andes. É formado por enormes penhascos de puro granito, que brilham com o sol, chamados pelos escaladores norte-americanos de "Yosemite da América do Sul", por suas semelhanças ao conhecido parque americano. O Valle de Cochamó possui paredes com até 1.000 metros de altura, com diversos graus de dificuldade para escalada. Além da apreciação da beleza, o lugar também é interessante para praticar trekking.

Spider Rock - Estados Unidos

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Possui cerca de 244 metros de altura, localizada no Canyon de Chelly, no Parque Nacional do Arizona

O Spider Rock é uma torre de arenito vermelha, com cerca de 244 metros de altura, localizada no Canyon de Chelly, no Parque Nacional do Arizona. A rocha se formou por camadas de areia da região, que foram sopradas pelo vento há mais de 230 milhões de anos. Seu nome vem de uma lenda indígena dos índios Navajos, da “Mulher Aranha”, que fez da torre a sua casa e é idolatrada e adorada como uma divindade.

Frankenjura - Alemanha

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Um parque com milhares de falésias e mais de 7.000 vias para escalada em calcário

Frankenjura é um parque nacional da Alemanha, fica localizado na Bavária e possui cerca de 5.000 km². Seu nome original é Frankische-Schweiss, porém é conhecido pelos escaladores como Frankenjura. O parque possui milhares de falésias e mais de 7.000 vias para escalada em calcário. É perfeito para quem tem bastante tempo livre para explorar.

Millau - França

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Possui zonas de escalada mundialmente conhecidas, como Tarn, Jonte e Dourbie.

Millau é um povoado que fica localizado no sudoeste da França e possui zonas de escalada mundialmente conhecidas, como Tarn, Jonte e Dourbie. A cidade mais próxima de Millau é Toulouse. O local possui em torno de 500 vias de escalada, para todos os estilos e níveis, com vista para uma paisagem colorida maravilhosa. O tipo de rocha de Millau é o calcário dolomítico, milenar e colorido, brilha com os raios de sol.

Canadian Rockies - Canadá

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Apresenta diversos picos e faixas elevadas, ideais para escalada profissional

A “Canadian Rockies” ou Cordilheira do Canadá, fica localizada próxima à cidade de Alberta e British Columbia, em uma área de 180.000 km² e elevação de quase quatro mil metros. A Cordilheira possui diversos picos e faixas elevadas, ideais para escalada profissional. Os mais conhecidos são o monte Robson e o monte Columbia, montanhas rochosas compostas de xisto e calcário, que por muitos meses do ano ficam cobertas por neve e gelo.

Ilhas Lofoten - Noruega

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Possui altitude em torno de 1.200 metros

Lofoten é um arquipélago localizado ao norte da Noruega, no condado de Nordland. É um local perfeito para escalar, pois como está situado no Círculo Polar Ártico, possui 24 horas de luz do sol durante o verão, picos e geleiras semelhantes aos dos Alpes, porém com uma altitude em torno de 1.200 metros. São mais de 350 vias de puro granito, sendo que os principais pontos para escalada são Henningsvær, Austvågøya e Moskenesøya.

Dolomitas - Itália

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O pico é rico em calcário e é considerado o mais alto das Dolomitas

As Dolomitas formam uma cadeia de montanhas dos Alpes orientais, no norte da Itália e estão localizadas entre as províncias de Belluno, Bolzano, Trento, Údine e Pordenone.

Rico em calcário, o pico mais alto das Dolomitas chega a quase 3,5 mil metros de altura, porém, não é o que mais atrai os alpinistas para a região. A mais famosa entre eles é a chamada Cima Grande di Lavaredo, uma montanha de 450 metros, com uma subida assustadora, considerada uma das maiores paredes dos Alpes.

Matterhorn - Suíça

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Considerado um dos picos mais altos dos Alpes Suíços

A Suíça não poderia ficar de fora desta lista de lugares incríveis para escalada, mas Matterhorn é para os profissionais. É considerado um dos picos mais altos dos Alpes Suíços, está localizado na fronteira com a Itália e é conhecido mundialmente por sua silhueta graciosa de quase 4,5 mil metros, neve e caminhos perigosos.

Matterhorn foi a última grande montanha dos Alpes a ser escalada, em 1865. Hoje é geralmente escalada por uma de suas quatro arestas principais: de Hörnli (via Suíça), de Lion (via Itália), de Zmutt (via Suíça) e de Furggen.


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TIGRE ATACA É ABATE CROCODILO INCRIVEL




TIGRE ATACA CROCODILO


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Fotos de 10 belas cachoeiras do Brasil

Conheça algumas das quedas d'água mais impressionantes do país

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Dt. Mai.2006 



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Inspiradoras, relaxantes, ótimas para acabar com o estresse: não é à toa que as cachoeiras são atrações turísticas de destaque em vários destinos brasileiros. Elas podem atén ser parecidas à primeira vista, mas uma coisa é certa: nenhuma é igual a outra.

Em Foz do Iguaçu (Paraná), as Cataratas do Iguaçu impressionam com a força das águas em suas 275 quedas, enquanto o Salto Yucumã se destaca pelos 1800 metros de extensão em Derrubadas (Rio grande do Sul).

Algumas quedas são altas como a Cachoeira da Fumaça de 380 metros da Chapada Diamantina (Bahia). E há cachoeiras que, além de proporcionar uma bela vista, têm poços para banho como a Boca da Onça em Bonito (Mato Grosso do Sul).

Confira acima estas e outras quedas d'água para você admirar e, se possível, banhar-se.

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Animais engraçados e suas traquinagens 01


Animais engraçados e suas traquinagens 01, contem vídeo com trapalhadas que nossos pequenos mascotes aprontam

Animais engraçados

Animais engraçados e suas traquinagens por Jhero_Brasil

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Animais engraçados e suas traquinagens 02


Animais engraçados e suas traquinagens 02, vídeo contem algumas trapalhadas que nosso pequenos mascotes aprontam

Animais engraçados

Animais engraçados e suas traquinagens 02 por Jhero_Brasil

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INACREDITÁVEL PEQUENO ANIMAL ENFRENTA E ATACA LEÕES


Os leões são muito jovens e são apenas curiosos. Ao contrário da crença popular-leões não estraga tudo.

Eles passam mais tempo observando e aprendendo sobre seus ambientes quando são jovens que fazem caça.

Eles são provavelmente mais divertido do que nada.

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INACREDITÁVEL PEQUENO ANIMAL ENFRENTA E ATACA... por Jhero_Brasil

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NASA filma Tempestade Tropical

Tempestade tropical Bill foi fazer a terra firme, às 11 horas CDT em Matagorda Island, Texas, em 16 de junho como NASA e NOAA satélites recolheram dados sobre a tempestade. Na NASA um filme de desembarque de Bill foi criado usando dados do NOAA GOES-Leste de satélite. O centro de Bill é esperado para mudar para o interior ao longo do centro-sul do Texas durante a tarde e noite de 16 de Junho.

Em 15 de junho às 19:15 UTC (15:15 EDT) o instrumento MODIS a bordo do satélite Aqua da NASA capturou uma imagem visível de tempestade tropical Bill se aproximando Texas e Louisiana. Tempestades poderosas circulou o centro em bandas fragmentadas.

Às 11 horas CDT em 16 de junho, um Aviso de tempestade tropical estava em vigor a partir de Baffin Bay para High Island Texas como Bill era fazer a terra firme.

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Cobra mortal faz você sangrar por todos orifícios até morrer

Cobra mortal

Deixe-me apresentar-lhe a serpente que reforça a frase “nunca confie em um rosto bonito” – a serpente boomslang, Dispholidus typus.

Somando-se o repertório de serpentes assustadoras, a boomslang é uma rápida e ágil criatura cujo veneno é mortal. Felizmente, ela é tímida, não-agressiva e difícil de rastrear, e vive na África sub-saariana, mas isso não a impede de justamente ganhar uma reputação temível.

Boomslangs passam a maior parte do seu tempo relaxando em árvores em uma variedade de ambientes, desde matas costeiras até savanas. Estas serpentes apresentam dimorfismo sexual, o que significa que os machos e as fêmeas apresentam diferenças morfológicas óbvias. As fêmeas são tipicamente marrons, enquanto os machos podem exibir uma variedade de cores brilhantes, de verdes, amarelos até vermelhos ou rosas. Uma característica destas serpentes são seus olhos impressionantemente grandes que ocupam uma grande proporção de suas cabeças. As jovens são particularmente bonitas, porque seus olhos brilham em um verde iridescente, mas não deixe que esses olhos o engane.

Por muitos anos, acreditou-se que esta espécie era inofensiva, mas o renomado herpetologista  Karl P. Schmidt aprendeu da maneira mais difícil do que esta cobra é, de fato, capaz. Em 1957, enquanto examinava uma jovem boomslang, Schmidt foi mordido no polegar. Como ninguém sabia o quão mortífera é essa cobra, Schmidt continuou trabalhando. Em apenas um dia, ele morreu de parada respiratória e hemorragia cerebral; um evento que rapidamente estimulou pesquisadores a examinar o veneno desta serpente, que sem surpresa acabou por ser altamente tóxico.

Boomslangs são equipadas com grandes dentes na parte de trás de suas bocas. Consequentemente, para injetar veneno em suas presas, as cobras têm de abrir muito suas bocas, em torno de 170 graus.

O veneno desta serpente faz de você um personagem de um filme macabro de terror.  É hemotóxico, o que significa que destrói as células vermelhas do sangue, perturba o processo de coagulação e provoca degeneração dos tecidos e órgãos. O que isto significa é que, infelizmente, uma hemorragia maciça segue, fazendo com que a vítima sangre pelas gengivas, nariz e outros orifícios. Às vezes, o corpo da vítima fica azul por causa da hemorragia interna generalizada. Aumentando ainda mais o sofrimento, o processo pode ser extremamente lento, às vezes levando 5 dias para que a vítima morra de hemorragia interna. Felizmente, há um antiveneno, por isso, se você for mordido por uma dessas – não hesite em correr para um hospital.

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Nós seremos extintos?

Nós seremos extintos

Dificilmente paramos para nos perguntar qual será o futuro da humanidade; talvez porque seja uma pergunta bem difícil de responder. Mas se pararmos para pensar, todas as espécies que conhecemos estão sujeitas à extinção (inclusive nós, humanos). A diferença é que achamos – por fruto de nosso antropocentrismo – que isso nunca vai nos acontecer. Os fósseis não mentem: várias extinções já aconteceram na história de nosso planeta e talvez a mais famosa seja a que extinguiu os dinossauros. Observe a imagem abaixo:

Nós seremos extintos 2

Essas rochas são chamadas de estromatólitos, são basicamente rochas fósseis sintetizadas a partir de atividade microbiana durante o período Arqueano. O que essas rochas podem nos ensinar sobre a extinção? Elas são a evidência mais antiga da vida como a conhecemos, datando de 3,5 bilhões de anos atrás. Naquela época, as colônias microbianas se adaptaram muito bem ao ambiente, viviam, até então, sem nenhum problema. Por algum motivo, provavelmente alguma mudança drástica no meio, esses micróbios que dominavam a Terra no passado foram extintos, restando-nos apenas seus fósseis para que pudéssemos estudar. Imagine, por um momento, que os micro-organismos que formaram os estromatólitos tivessem alguma espécie de consciência; a chance de que eles nunca se preocupassem com a própria extinção seria alta. O mesmo acontece com nós, somos a espécie dominante no planeta Terra. Antes de nós, os dinossauros que dominavam a Terra também não imaginariam que um meteoro pudesse extinguir quase toda a sua espécie.

Pense por outro lado: a extinção também pode significar, em termos, o surgimento da vida! Enquanto os dinossauros dominavam a Terra, nossos ancestrais mais próximos (que não passavam de roedores) não obtinham o mesmo sucesso no ambiente. Foi graças à extinção global que os nossos antigos roedores puderam se desenvolver e evoluir, até chegar ao que nós somos hoje.

E mesmo que não sejamos aniquilados por ameaças externas, sofremos pelas ameaças internas. As pessoas que viveram durante o período da Guerra Fria podem muito bem relatar a incerteza do futuro da humanidade em meio aos conflitos. A ameaça de uma guerra nuclear deixava bem clara a possibilidade de nós mesmos acabarmos com nossa própria civilização.

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E se sobrevivermos a isso tudo? Quem sabe, digamos, uns 5 bilhões de anos? Teríamos sobrevivido o suficiente para ver nossa estrela-hospedeira, o Sol, se tornar uma gigante vermelha e aumentar de tamanho até engolir a órbita da Terra, evaporar seus oceanos e acabar com sua atmosfera. Sendo otimistas, poderíamos já ter descoberto como viajar e se hospedar em outros sistemas solares. Então sempre que um sistema solar apresentasse problemas, facilmente nos deslocaríamos até outro. Até quando isso seria possível?

A resposta é: até o fim do Universo.

Parece meio ilógico que um universo infinito possa ter um final, não? Mas é o que vai acontecer. Continuaremos nos expandindo, distanciaremos de tudo e então começaremos a desacelerar nossa expansão. As trocas de calor cessarão, e são elas que basicamente movem tudo que conhecemos. Com um final frio e escuro, a humanidade não teria mais chance alguma de sobrevivência.

Somos frágeis, embora não percebamos isso devido à nossa capacidade de nos adaptarmos ao ambiente muito bem. No entanto, nada impede que um evento catastrófico acabe nos eliminando da Terra. Se tal evento não ocorrer, estaremos destinados a nos acabar junto com o universo em seu final frio e escuro. Ainda assim, com toda nossa fragilidade, continuamos a criar um mundo em que corremos mais risco de nos extinguirmos do que garantir nossa sobrevivência.

Não entendeu? Assista o vídeo!

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Baleia gigante branca: A mais rara baleia do planeta

Já é emocionante ter o privilégio de ver um dos maiores animais do mundo marinho. Agora imagine se deparar com esse animal gigante branco e com uma grande probabilidade de ser o único no planeta? A baleia Migaloo foi vista pela primeira vez em 1991, quando era um “filhotinho”, e de acordo com estudiosos, este animal visto por uma família em alto mar, tem as mesmas cicatrizes avistadas na baleia albina na década de 90, ela também apareceu em 2008, mas foi muito rápido. O pessoal que teve este como um dos momentos mais especiais da vida disseram: “Paramos o barco e ela estava há mais ou menos uns 200 metros de distância e aí começou a se aproximar mais, mais e mais, chegando há uns 50 metros de nós.

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Pesquisadores e biólogos acreditam que hoje, Migaloo – apelido que em aborígene significa “Sujeito Branco”, tenha aproximadamente 20 anos e ainda viva por mais muitas décadas podendo atingir 90 anos de idade.

ATUALIZAÇÃO

Baleia gigante branca

A baleia branca Migaloo, da espécie das baleias-jubarte, já não é mais uma raridade completa na natureza. Ela foi identificada originalmente em 1991, perto da costa australiana, classificada como um animal albino da espécie. Contudo, recentemente, ela foi encontrada nadando para as águas frias da Antártida com um companheiro também branco e um pouco menor. Os cientistas não sabem dizer com precisão se é um filhote do Migaloo ou outra anomalia da espécie. A Migaloo é frequentemente acompanhada pelos cientistas australianos, justamente por ela ser, pelo menos até então, considerada uma excentricidade da própria espécie. Todas as baleias-jubarte são protegidas pelas leis da Austrália; o contato humano é praticamente proibido. O outro Migaloo com certeza receberá esse mesmo tipo de tratamento e acompanhamento.


Fonte: IdeaFixa, Discovery

 

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Planeta Terra um mundo em chamas

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A Profecia de Absinto ou Hercólubus

Você mesmo não acha que a Terra está passando por uma transformação climática e planetária de repente há frio, amanhã faz calor, a previsão meteorológica não acerta as previsões, esses furacões que a cada dia surgem novos e mais devastadores, você sabe me explicar o motivo da existência de tais furacões?

Você não notou que a vida está se tornando mais difícil a cada dia, que a maldade nas pessoas está aumentando em quadros de violência urbana insuportáveis e os alimentos estão sendo transformados genetica- mente e você nem suspeita que isso pode abalar, transformar, degenerar, o equilíbrio genético do organismo vivo?

Você se informou sobre as calotas polares de nosso planeta, os eixos da Terra estão se movendo rapidamente, os icebergs estão derretendo e vindo para as cidades, acompanhou você as reportagens de TV que foi descoberto outro planeta entrando na órbita terrestre, chamado de Planeta Vermelho?

O amigo leitor ainda acha que nós terráqueos somos o único planeta habitado no universo? Não seria muita prepotência achar que neste espa- ço infinito somente a Terra tem uma humanidade?

Você não acha absurdo que o dinheiro que é de papel ordinário possa valer uma vida? Que este dinheiro poderá comprar uma passagem de saída se as coisas ficarem críticas e ameaçadoras em forma de cataclis- mos planetários? Você acha que os profetas são loucos que não sabem o que dizem, que falam mentiras calcadas em ilusões inventadas por eles?

Baixe ou leia o documento no link a seguir, e gratiz:




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Como as manchas solares influem sobre o homem

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“AS MANCHAS SOLARES IMPÕEM CORTE RADIOFÔNICO”, declarava a manchete no Times de Nova Iorque. A notícia que se seguia afirmava:
“Um corte mundial de comunicações provocado pelas manchas solares cortou ontem os Estados Unidos da maioria das áreas na Europa e no Extremo Oriente. Os encarregados das comunicações descreveram os distúrbios atmosféricos como sendo ‘os piores que temos tido nos anos recentes’.”
Talvez tenha visto notícias similares de vez em quando, falando das interrupções das comunicações radiofônicas internacionais. Os sinais de ondas curtas de rádio se tornam tão fracos que não podem ser transmitidos de forma eficaz. Tais distúrbios, e outros, são o resultado direto das manchas solares.
As manchas solares são intensas tempestades na face do sol. Causam erupções que lançam gigantescas massas de matéria bem longe no espaço. Mas, o que provoca as manchas solares? Que aparência têm? O que produzem? Que efeitos têm sobre o lar do homem, a terra?
Para encontrar as respostas a estas perguntas, precisamos primeiro examinar mais de perto o ponto de sua origem, o sol.
O Sol
O sol é uma resplandecente bola de gases quentes. É uma estrela de tamanho médio que tem um diâmetro de cerca de 1.400.000 quilômetros, mais de 100 vezes que o da terra. O sol, estando localizado a cerca de 152.000.000 de quilômetros de distância, um foguete que viaje a pouco mais de 40.000 quilômetros por hora levará cerca de 155 dias para atingi-lo, partindo da terra. Todavia, o sol se acha relativamente próximo, pois a seguinte estrela mais próxima, chamada “Próxima Centauri” acha-se tão distante que o mesmo foguete levaria quase 115.000 anos para chegar até lá!
O sol é a principal fonte de energia da terra. E a quantidade que produz é fantástica! Pode ser comparada a um fluxo de cerca de 84.000 cavalos-vapor continuamente para cada metro quadrado de sua superfície. A energia que vem em direção da terra em apenas um dia, diz-se, iguala a energia que poderia ser produzida por se queimar 550 bilhões de toneladas de carvão. Esse é tanto carvão quanto os Estados-Unidos ou a Rússia produziriam em cerca de 1.000 anos, segundo sua presente taxa de produção.
O único processo até agora conhecido pelo homem que pode gerar tão tremenda energia é a fusão nuclear. Assim, realmente, o sol é uma imensa fornalha atômica. Produz a energia por fundir os átomos de hidrogênio, o elemento mais leve conhecido, em hélio, o elemento mais leve logo em seguida. Quando quatro átomos de hidrogênio se unem, ou se fundem, constituem um átomo de hélio. Mas, no processo, cerca de 1 por cento do hidrogênio se transforma em calor e em luz. É algo parecido a se meter à força uma cavilha quadrada em um buraco redondo — alguns de seus cantos são aparados.
Calcula-se que, a cada segundo, mais de 500 trilhões de toneladas de hidrogênio são fundidas dessa forma. E, diz-se que, de cada quilo de hidrogênio “queimado”, são liberadas 200.000.000 kilowatts-hora. Todavia, não há perigo do reator atômico do sol se esgotar em breve, visto que usa apenas a menor fração do seu total.
Esta reação nuclear dentro do sol produz temperaturas calculadas como sendo até de 20.000.000° Centígrados. Por meio de radiação, esta energia flui para fora da superfície do sol, onde a temperatura “esfria-se” a cerca de 6.000° C. E, se achar que isto deve ser um tanto frio, lembre-se que se é preciso apenas 100° C. para ferver água na terra ao nível do mar!
Neste processo, rodopiantes colunas de gases saem do interior do sol e abrem caminho para a superfície, onde a pressão é menor. Este processo resulta no nascimento de manchas solares.
As Manchas Solares
Se pudesse ver uma mancha solar por meio dum telescópio especial, veria uma mancha escura na superfície do sol. Mas, só parece escura porque não é tão brilhante nem tão quente como a superfície normal do sol, sendo cerca de 2.000° C. “mais fria”. Este “resfriamento” é produzido pela expansão dos gases que constituem a mancha solar. Assim, parece escura somente em contraste com as cercanias muito mais quentes.
Uma mancha solar normal parece uma área central escura (chamada de “umbra”) cercada por uma área de sombra mais leve (chamada “penumbra”.) Parece-se muito com uma cavidade na superfície do sol. Partindo de pequeno início, o tamanho da área escura varia de poucas centenas de quilômetros em diâmetro nas manchas menores até cerca de 130.000 quilômetros ou mais de diâmetro na maior delas. E o tamanho de uma área mais clara é mais ou menos o dobro ou o triplo da área escura. A vida média de uma mancha solar é de uma ou duas semanas.
Talvez a melhor forma de se descrever as manchas solares seja assemelhá-las a tempestades que experimentamos na atmosfera de nosso lar, a terra. Assim como um furacão ou um tornado é uma massa rodopiante de nuvens, uma mancha solar, ou tempestade solar, é uma massa de gases rodopiantes e turbulentos carregados de eletricidade.
Os estudos relacionados ao número de manchas solares que apareceram no decorrer dos anos indicam que têm um ciclo de cerca de onze anos. Neste respeito, 1964 e 1965 foram designados anos do “sol calmo”, períodos de pouca atividade de manchas solares. Espera-se, contudo, que a atividade das manchas solares atinja um auge por volta de 1970. No entanto, outros, que usam o campo magnético do sol e suas variações como base para medições, afirmam que o ciclo atual de manchas solares tem cerca de vinte e dois anos, e apontam para aquele mesmo ano como o auge das atividades de manchas solares.
Protuberâncias Solares — Progênie das Manchas Solares
As manchas solares dão origem a gigantescas protuberâncias solares, também chamadas explosões. Tais protuberâncias são erupções chamejantes de gás, principalmente de hidrogênio. Talvez atinjam até uns 400.000 quilômetros ou mais de distância do sol. Observou-se uma que se estendeu por cerca de um milhão e seiscentos mil quilômetros, mais do que o diâmetro do sol!
Estas protuberâncias se revestem ao redor das linhas magnéticas de energia do sol. A atração do sol usualmente as puxa de novo para a sua superfície, mas algumas partes talvez escapem da força gravitacional do sol, rompam-se e se lancem no espaço.
Como é que surgem estas protuberâncias solares? Pensa-se que à medida que as manchas solares se movem pela superfície do sol, produzem tremendas forças magnéticas. Não raro os campos magnéticos em redor de diferentes manchas solares são tão fortes que se atraem uns aos outros. Os campos magnéticos então desaparecem e são aniquilados. Tais campos magnéticos das manchas solares, segundo se afirma, têm mais de 10.000 vezes a força do campo magnético da terra. Por conseguinte, seu colapso libera tremendas quantidades de energia e matéria que é lançada no espaço.
Durante a “explosão” de uma protuberância, que só leva alguns minutos para atingir o brilho máximo, trilhões de partículas dotadas de carga elétrica, e ondas eletromagnéticas, são lançadas no espaço. Aumenta a emissão das ondas de rádio. Às vezes, raios cósmicos solares são também produzidos e partem velozmente em direção à terra com velocidade quase igual à da luz.
As protuberâncias se compõem principalmente de gás hidrogênio ionizado. Trata-se de átomos de hidrogênio que perderam seus elétrons, deixando o núcleo do átomo de hidrogênio, o próton. Esta corrente de partículas eletricamente carregadas é lançada no espaço.
Estas, e outras partículas, liberadas durante as protuberâncias solares são todas adicionais às liberadas pelo sol em sua atividade regular.
Como a Terra É Influenciada
As erupções de vários tipos de partículas e raios, resultantes das protuberâncias solares partem do sol em todas as direções. Algumas, naturalmente, viajam rumo à terra.
Antes mesmo de a mais rápida das partículas atingir a terra, são precedidas pelas poderosas ondas eletromagnéticas, que incluem luz, calor, e ondas de rádio, bem como os raios ultravioletas e raios-X, todos fazendo o percurso em oito minutos, movendo-se à velocidade da luz.
Assim, a atmosfera superior da terra já está “supercarregada” por volta do tempo em que os raios cósmicos e outras partículas, que vêm logo atrás, atingem o campo magnético da terra em cerca de oito minutos. Se cerca de meia hora depois, uma nuvem de partículas dotadas de cargas elétricas produzida pela protuberância atingir o campo magnético da terra, isto produziria violenta tempestade magnética que influiria nos aparelhos de navegação e nos ímãs não controlados pela eletricidade ou outras forças externas. Até mesmo bússolas comuns de bolso sofreriam a influência disso. Este efeito pode durar diversos dias, às vezes mais de uma semana. Esta ocorrência provoca violentas e extravagantes auroras, acendendo-se e apagando-se como um letreiro de gás néon, algumas sendo vistas tão alto quanto a 960 quilômetros acima da terra.
Algumas partículas, impulsionadas a menores velocidades numa enorme nuvem de “plasma”, atingem a terra cerca de vinte e quatro horas ou mais depois. Quando tais partículas colidem, incitam os átomos de oxigênio e de nitrogênio na atmosfera da terra. Isto causa os usuais espetáculos da aurora, a aurora boreal e a austral. Estas reluzem simultaneamente pelo inteiro céu noturno tanto nos hemisférios setentrional como meridional em altitudes de quase 100 a 160 quilômetros ou mais. Os padrões são de cortinas, arcos e raios brilhantes vermelhos, verdes e azuis, semelhantes a uma chama.
Outro resultado da nuvem de plasma é a interrupção dos sinais de ondas curtas de rádio. As comunicações de ondas curtas de rádio talvez se tornem impossíveis por várias horas ou dias. Também, a corrente elétrica pode aumentar na atmosfera, resultando na queima de fusíveis nas linhas telegráficas.
Um efeito incomum da nuvem de plasma ao atingir a terra é que reduz o número de raios cósmicos que atingem a atmosfera da terra, provenientes de fora do sistema solar. Os raios cósmicos se compõem das partículas de energia mais violentas e mais fortes conhecidas pelo homem. Dispõem de energias muitos milhões de vezes superiores às das partículas produzidas pelo maior dos aceleradores atômicos do homem. Tais raios cósmicos que provêm de fora do nosso sistema solar bombardeiam a atmosfera terrestre provenientes de todas as direções. Compõem-se principalmente de núcleos de diferentes elementos, principalmente de hidrogênio.
Mas, à medida que a protuberância solar produz sua nuvem de plasma e esta atinge a terra, também ocorre a diminuição de intensidade daqueles raios cósmicos que vêm de fora do sistema solar. Aparentemente, muitos deles são desviados pelas linhas de força magnética de dentro da nuvem de plasma. E tal intensidade dos raios cósmicos não volta ao normal até que a nuvem solar passe além da terra.
Durante os anos de máxima atividade das manchas solares, há tantas protuberâncias solares que produzem nuvens de plasma que atingem a terra que a intensidade dos raios cósmicos na superfície da terra é reduzida a menos que a metade do nível normal. Exatamente que efeito isto causa na terra é uma das muitas perguntas cujas respostas o homem procura achar.
Ao mesmo tempo que estes raios cósmicos de fora do sistema solar estão sendo desviados pelas nuvens de plasma, a própria protuberância solar que deu origem à nuvem de plasma às vezes produz seus próprios raios cósmicos. Estes são chamados de raios cósmicos solares e são um tanto mais brandos do que os que vêm de fora do sistema solar. Sua intensidade pode aumentar bastante durante, em especial, poderosas protuberâncias solares.
Perigo Para a Viagem Espacial
Os cientistas se interessam especialmente na atividade das manchas solares, por causa das viagens espaciais. Enquanto os astronautas permaneceram na atmosfera e no campo magnético da terra (que se estende mais ou menos por uns 65 a 80 mil quilômetros acima da terra, no lado que dá para o sol, e vai mais longe no lado escuro) ficam protegidos das partículas e dos raios perigosos que resultam das protuberâncias solares. Tais viagens não teriam sofrido influência das protuberâncias solares, mesmo que estas ocorressem.
No entanto, vôos tripulados ao redor da lua ou na direção dela são algo diferente, pois se sai desta proteção. Assim, os cientistas precisam predizer as erupções ou protuberâncias potencialmente perigosas do sol, produzidas pelas manchas solares. Mas, eles não podem fazer isso com exatidão no tempo atual. Por que não? Porque, ao passo que grupos de manchas solares parecem estar relativamente quietas, giram ao redor do sol. Do outro lado, longe da terra e invisíveis, talvez explodam em gigantescas protuberâncias. Assim, quando reaparecem no lado do sol que dá para a terra, talvez estejam então em erupção, lançando perigosas nuvens de partículas.
Rumo à lua, os astronautas poderiam assim ser varridos por nuvens de plasma provenientes das protuberâncias solares que não estavam em evidência quando se iniciou sua viagem. E poderiam também ser atingidos pelos penetrantes raios cósmicos solares, bem como pelos raios cósmicos que vêm de fora do sistema solar. Se os astronautas ficarem expostos à radiação prejudicial, talvez não observem seus efeitos por muitos dias. Na realidade, os efeitos da radiação talvez não apareçam senão um ano ou mais depois. Isto depende da atividade solar por ocasião de sua viagem para fora da atmosfera protetora e do campo magnético da terra.
Por isso, ao planejar a exploração espacial, não se pode ignorar o sol. Se fosse possível ao homem explorar o sistema solar, isso só poderia ser feito em certas ocasiões. As protuberâncias solares que ocorrem com freqüência em épocas de máxima atividade das manchas solares proibiria longas viagens aos planetas. Somente durante os anos do “sol calmo”, os anos de mínima atividade de manchas solares, poderia o homem chegar a ter esperança de explorar os planetas gozando certa medida de segurança.
Sim, as manchas solares e sua progênie, as protuberâncias solares, realmente influem sobre a terra, o lar do homem. Mas, a plena medida deste efeito ainda não é sequer conhecida. No entanto, já se sabe o suficiente para avaliar a provisão ímpar da atmosfera e do campo magnético da terra, que protegem o lar do homem, tornando possível a contínua existência da vida na terra.
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Descoberta de estrela gêmea do Sol

Pesquisadores da UFRN anunciam descoberta de "estrela gêmea" do Sol
Pesquisadores da UFRN anunciaram a descoberta da CoRot Sol 1, nome dado à "estrela gêmea" solar. De acordo com os cientistas, a análise do astro ajuda a prever o futuro do Sol, além de dar aos astrônomos a oportunidade de testar as atuais teorias da evolução estelar e solar.
estrela gêmea
Representação artística de CoRoT Sol 1 e uma cronologia da evolução do Sol. Foto: Reprodução/DFTE-UFRN
O líder da equipe de pesquisadores, José Dias do Nascimento, explica que a CoRoT Sol 1 é cerca de 2 bilhões de anos mais velho que o Sol, e seu período de rotação é aproximadamente o mesmo da maior estrela do sistema solar. "É a única estrela com essas características que é mais velha do que o Sol", informa o astrônomo. A massa e composição química de ambas é semelhante, conforme o estudo desenvolvido na UFRN.
No entanto, ao contrário das outras gêmeas solares, que são relativamente brilhantes, o brilho da CoRoT Sol 1 é 200 vezes mais fraco do que o do Sol.

O fato de a estrela gêmea estar em um estágio ligeiramente mais evoluído que o Sol será utilizado para análises sobre o futuro do Sistema Solar. "Em 2 bilhões de anos, na idade que o Sol terá a idade atual da gêmea solar CoRoT Sol 1, a radiação emitida pelo Sol deve aumentar e tornar a superfície da Terra tão quente que a água líquida não poderá mais existir lá em seu estado natural", comenta Nascimento. As informações analisadas pela equipe foram captadas por uma satélite CoRoT, lançado em 2006 e operado do Havaí, nos Estados Unidos.

O astrônomo pondera que determinar a idade de uma estrela é, provavelmente, um dos aspectos mais difíceis da analise, porém espectros de alta qualidade podem ajudar a determinar as idades estelares. O grande espelho de 8,2 metros e a precisão do telescópio Subaru foram essenciais para tornar possível a realização do estudo dos espectros da estrela gêmea.

Satélite captou 530 mil estrelas


A equipe planeja usar o Subaru para continuar a investigação sobre novas estrelas similares ao Sol. "Nos últimos 30 anos, apenas cinco estrelas foram descobertas", informa José Dias do Nascimento. De acordo com o astrônomo, o satélite forneceu a observação de 230 mil estrelas. Usando um método criado na própria UFRN, foram escolhidas as candidatas a gêmea.

"Sobraram 500 estrelas e, dessas, pedimos para observar 30. Analisamos quatro e duas se apresentaram muito parecidas com o Sol, com a diferença que em uma delas o espectro não ficou bom e na outra fico excelente, muito parecido com o Sol. Isso tornou a descoberta ainda mais preciosa", detalha Nascimento, que continuará a investigação. "Agora vamos atacar outras estrelas. Queremos achar a estrela gêmea dois, três e daí por diante".

Pesquisa e descoberta


O anúncio da estrela gêmea solar foi feito na última sexta-feira (17). A descoberta faz parte do artigo intitulado “"The Future of the Sun: An Evolved Solar Twin Revealed by CoRoT", que está aceito para publicação e sairá em breve na revista "Astrophysical Journal Letters" (ApJL).

A equipe de cientistas responsável pela descoberta é composta por José Dias do Nascimento, da UFRN, que lidera o grupo; Jefferson Soares Costa e Matthieu Castro, também da UFRN; Yochi Takeda, do Observatório Astronômico Nacional do Japão (NAOJ); Gustavo Porto de Mello, do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Jorge Melendéz, da Universidade de São Paulo (USP).
Fonte: G1
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Explosão Solar, explosões solares são responsáveis por aproximadamente 1 bilhão de dólares em prejuízos



Explosão Solar Também chamada de erupção, flare ou rajada, a explosão solar acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é repentinamente liberada.

Os flares produzem forte emissão de radiação que se espalha por todo o espectro eletromagnético e se propaga desde a região das ondas de rádio até a região dos raios X e raios gama.

Como consequência das explosões solares temos as chamadas Ejeções de Massa Coronal ou CME, enormes bolhas de gás ionizado com mais 10 bilhões de toneladas, que são lançadas ao espaço a velocidades que superam facilmente a marca de um milhão de quilômetros por hora.

Classificação

Quando observadas dentro do espectro de raios-x, entre 1 e 8 Angstroms, os flares produzem um intenso brilho ou clarão e sua intensidade que permite classificar o fenômeno.

Os flares de Classe X são intensos e durante os eventos de maior atividade podem provocar blackouts de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias. Em casos extremos podem causar colapso em sistemas de distribuição de energia elétrica, panes em satélites, destruir transformadores e circuitos eletrônicos.

As rajadas da Classe M são de tamanho médio e também causam blackouts de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares. Tempestades menores muitas vezes seguem as rajadas de classe M.

Por fim existem as rajadas de Classe C, fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra.

Tempestades Geomagnéticas Depois de ejetadas, as partículas levam aproximadamente três dias para cruzar os 150 milhões de quilômetros que separam o Sol do nosso planeta.

aurora boreal

Quando atingem cerca de 60 mil km de altitude, as partículas são desviadas pela magnetosfera terrestre em direção aos polos. Na atmosfera superior dessas regiões elas se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio e produzem radiação nos comprimentos de onda do verde e do vermelho respectivamente.
Esse efeito luminoso é chamado aurora (foto acima).

Quanto maior a atividade solar, mais intensas são as auroras, que recebem o nome de boreais quando ocorrem próximas ao polo norte e austrais quando próximas ao polo sul.

Normalmente, as auroras ocorrem entre 60 km e 150 km de altitude.

Prejuízos

Anualmente, as explosões solares são responsáveis por aproximadamente 1 bilhão de dólares em prejuízos e quem mais sofre com essas perdas são as concessionárias de energia elétrica e equipamentos de satélites, que por estarem em órbita não recebem a proteção das camadas mais altas da atmosfera, que bloqueiam as partículas solares, principalmente os raios-x.

Fonte : Apollo 11
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Raios Tempestades elétricas Brasil e o mais atingido

 Brasil é o país mais atingido por raios, saiba sobre alguns cuidados a tomar


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O Brasil é o país mais atingido por raios em todo o mundo. De acordo com levantamento feito pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o País tem a maior porcentagem de mortos por esse tipo de incidente e sofre mais prejuízos econômicos em decorrência de tempestades elétricas do que os outros.

O coordenador do Grupo de Eletricidade, Osmar Pinto Júnior, explica que o território brasileiro é atingido por 70 milhões de raios por ano, ou seja, duas ou três descargas elétricas por segundo.

“Os raios costumam ocorrer em regiões tropicais, e como o Brasil é o maior país tropical, é mais fácil ser atingido”, acrescenta o coordenador. As descargas elétricas naturais causam um prejuízo anual de US$ 200 milhões ao País, em danos nas linhas de distribuição e transmissão de energia, redes de telefonia, indústrias, telecomunicações, propriedades privadas e também em vidas.

Cerca de 100 pessoas morrem anualmente no País após serem atingidas por raios, o que eqüivale a 10% de todas as mortes relacionadas com descargas elétricas no mundo. “Durante o ano, no Brasil, 300 pessoas são atingidas por descargas elétricas e as que não morrem, ficam com seqüelas diversas”, disse o coordenador.

Em parceria com a Nasa, que há quatro anos monitora os raios com um sensor no espaço, o INPE elaborou um mapa que mede a incidência dos raios e aponta ainda as regiões do País mais sujeitas aos raios. A principal delas é o sul do Mato Grosso do Sul, onde são registradas 20 descargas por quilômetro quadrado ao ano.

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Um raio pode atingir alguém em um local fechado?

Mais de mil pessoas são atingidas por raios todos os anos nos Estados Unidos e mais de cem delas morrem em decorrência do acidente.

No Brasil morreram 75 pessoas vítimas de raios em 2008 - contra os 47 do ano anterior, de acordo com levantamento do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Foi o recorde da década. Em 2008, 61% dos casos ocorreram no verão e 23% na primavera, sendo que 76% das vítimas eram do sexo masculino. Nenhuma das mortes, no entanto, ocorreu dentro de ambientes fechados.

Todas as pessoas que foram atingidas estavam ao ar livre.

Isso não quer dizer que as pessoas são imunes a raios quando estão dentro de casa. Se um raio atingir a linha do telefone do lado de fora da casa, a descarga elétrica viajará para todas as extensões dessa linha e pode atingi-lo, caso você esteja segurando o telefone.

Se você estiver dentro de um local fechado durante uma tempestade, fique longe do telefone com fio. Se for extremamente necessário ligar para alguém, utilize um telefone sem fio ou um telefone celular. Assim, você estará se afastando do perigo.

Fique longe de encanamento de metal de lugares como a banheira ou o chuveiro. Um raio consegue atingir uma casa ou um local próximo a ela e transmitir uma descarga elétrica aos canos de metal utilizados no encanamento.

Se você estiver em contato com esses canos ou com algo conectado a eles, a descarga elétrica pode atingi-lo. Mas isso já não é tão perigoso quanto antes, uma vez que a maioria dos encanamentos atuais são feitos de PVC (cloreto de polivinil).

Se não souber de que material o seu encanamento é feito, espere até a tempestade passar.

Nesse meio tempo, desligue todos os utensílios elétricos e aparelhos eletrônicos. Aparelhos como o computador, a televisão e o ar condicionado são possíveis meios de acesso entre o raio e você.


Arranjo: Jhero
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