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21 abril 2017

Famosos Maçons Brasileiros, a lista contem, escritores, politicos, atores etc…

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Extensa lista de maçons brasileiros de grande importância para eles divulgada pela Loja Maçonica Grande Oriente, ou Gran Oriente. Esses senhores fazem ou fizeram parte desta seita secreta que muitos chamam de filosofia maçonica. Se illuminatis ou não, satanistas ou não, se em seus rituais secretos faziam sacrificios de animais, ou sacrificavam criançinhas, isso aqui não se discute, mas esse vídeo ajudará a ligar alguns pontos relacionados a confecção da história brasileira antiga totalmente ligada a maçonaria na sua origem pré e pós republicana, e o porque do seu molde atual. Músicos, compositores, escultores, maestros, politicos, cantores, diplomatas, barões, governadores, ex presidentes... em quase todas as áreas de grande destaque nacional já esteve lá um maçon, se isso foi bom ou se é ruim cabe a você refletir sobre esta questão.. Boa reflexão!

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28 março 2017

Ação que pode cassar chapa Dilma-Temer entra na reta final: e agora?

O processo que pode cassar o presidente Michel Temer está prestes a entrar em sua fase final no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O julgamento pode ter início já na próxima semana, informou a assessoria da corte na segunda-feira.

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PSDB pediu ao TSE cassação de chapa Dilma-Temer no final de 2014
Foto: Agência Brasil / BBCBrasil.com
Após pouco mais de dois anos de o PSDB ter pedido a anulação da eleição de Dilma Rousseff presidente e de Temer vice, devido a supostas ilegalidades na campanha eleitoral, o ministro relator do caso, Herman Benjamin, liberou ontem o relatório final do processo (um resumo com os principais pontos da ação em 1.086 páginas) para os demais integrantes da corte.
Ele telefonou na segunda-feira para o presidente do TSE, Gilmar Mendes, e informou que o processo estará pronto para julgamento assim que o Ministério Público apresentar sua última manifestação, o que ocorrerá até esta quarta. Nesse tipo de ação, a lei determina que Mendes deve marcar o julgamento já na sessão seguinte à liberação do voto do relator.
A velocidade de Herman Benjamin surpreendeu. Em entrevista recente à BBC Brasil, Mendes disse que o início do julgamento poderia ficar para o segundo semestre.
Entenda abaixo o processo e seus possíveis desfechos.

Que processo é esse?

No final de 2014, o PSDB pediu ao TSE a cassação da chapa Dilma-Temer. A principal acusação - baseada em revelações da Operação Lava Jato - era de que a campanha petista tinha recebido vultosas doações de empreiteiras clientes da Petrobras e que esses recursos seriam na verdade propinas pagas com recursos desviados da estatal.
"Os benefícios dos recursos ilícitos recebidos são imensuráveis e, a toda evidência, desequilibram o pleito e afetam a legitimidade e a normalidade das eleições", destacaram os advogados tucanos no pedido inicial.
Outras denúncias envolviam também o suposto uso da máquina pública em favor da reeleição de Dilma.
FONTE:TERRA
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20 março 2017

O Povo Brasileiro agradece a essa cambada de artistas por incentivar o povo a votar em ladrões

 

A maior parte da culpa e do povo Brasileiro que acredita em tudo que estes artistas dizem, mas estes artistas deveriam ter vergonha na cara e não apoiar candidatos em troca de beneficios proprios como os que foram provados e ainda tem muito a aparecer e ser confirmado

 

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Eles que peçam a Deus para eu não ser candidato, diz Lula no Nordeste

Eles que peçam a Deus para eu não ser candidato, diz Lula no Nordeste

Em um ato no sertão da Paraíba, empregando um tom emotivo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se lançou na arena eleitoral de 2018 e denunciou publicamente uma articulação para impedir que ele volte a se candidatar ao Palácio do Planalto.

Depois de visitar pela primeira vez um trecho concluído das obras de transposição do rio São Francisco, o ex-presidente criticou o governo Michel Temer e disse que está disposto a "brigar nas ruas" contra seus opositores, em referência à disputa eleitoral.

"Eu nem sei se estarei vivo para ser candidato em 2018, mas eu sei que eles querem evitar que eu seja candidato. Eles que peçam a Deus para eu não ser candidato. Porque, se eu for, é para ganhar a eleição nesse país", disse Lula, diante de cerca de 20 mil pessoas que lotaram a praça central de Monteiro, município de 33 mil habitantes no sertão da Paraíba, a 305 km de João Pessoa.

Lula subiu ao palanque ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff, de governadores, deputados e senadores aliados. Em mais de uma ocasião, o ex-presidente fez menção indireta às suspeitas levantadas contra ele no âmbito de operações como a Lava Jato, afirmando indiretamente que esses processos têm o objetivo de minar politicamente e juridicamente sua candidatura.

"Eu estou à espera de um empresário me denunciar e dizer se tem um real na minha conta. Se tiver, eu não preciso nem me defender", disse, no palanque. "Vocês sabem o que estão tentando fazer com a esquerda nesse país, o que fizeram com a Dilma e estão tentando fazer comigo. Eu quero dizer que, se eles quiserem brigar comigo, eles vão brigar comigo nas ruas desse país, para que o povo possa ser o senhor da razão."

Lula é réu em cinco ações penais -três em decorrência da Lava Jato, uma pela Operação Zelotes e uma pela Operação Janus- e apareceu nos pedidos de abertura de inquérito da última lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em decorrência da delação de executivos da Odebrecht. Se condenado em segunda instância antes da próxima eleição, o petista pode ser barrado pela Lei da Ficha Limpa e impedido de disputar. A demonstração de apoio popular é entendida pelos petistas como anteparo a esse risco.

DILMA

Com um discurso inflamado, incomum na maior parte de seu governo, a ex-presidente Dilma Rousseff defendeu seu padrinho político e o lançou abertamente à Presidência em 2018.

"Há um segundo golpe, que é impedir que os candidatos populares sejam colocados à disposição do povo. O Lula é um desses candidatos. Vamos deixar o Lula se encontrar com a democracia. É a única maneira de lavar a alma do povo brasileiro", declarou a petista. "No tapetão, não!", bradou.

Dilma também atacou o governo Temer, mas sem citar o nome do atual presidente, e pediu que a população use as eleições de 2018 para dar uma resposta contra as ações do atual governo.

"Todos nós temos um encontro marcado com a democracia em outubro de 2018. Eles sabem que, se deixarem conversar com o povo, nós ganharemos essa eleição", disse.

O senador Humberto Costa (PT-PE) fez o discurso mais explícito de defesa da candidatura de Lula contra o risco da Lava Jato. "Estamos aqui mostrando que o povo quer de volta o maior presidente da história. E, quando o povo quer, não tem Moro, não tem Globo, não tem Judiciário, não tem ninguém, porque isso vai acontecer", disse Costa, em referência ao juiz Sérgio Moro, às ações a que Lula responde na Justiça, e à imprensa, alvo de críticas frequentes de petistas. "Estamos comemorando a chegada da água, mas também está começando a caminhada para colocar no poder novamente o povo e o governo popular", completou.

PÉ NA ÁGUA

Lula e Dilma desembarcaram na manhã deste domingo no aeroporto de Campina Grande, onde foram recebidos por políticos locais, aliados e ex-integrantes de seus governos. De lá, seguiram em comboio por cerca de duas horas e meia por uma rodovia até o pequeno município de Monteiro, onde fizeram uma inauguração simbólica do canal que passa pela região.

Cercados por uma multidão, que cantava principalmente o nome de Lula, os dois ex-presidentes foram até o canal construído nas obras de transposição. Quando começaram a descer uma pequena trilha até a água, uma multidão que esperava lá dentro os cercou. Lula pisou na água de sapatos e molhou a barra da calça bege. Abaixou-se, tomou um pouco d'água em suas mãos e jogou para o alto. Sorrindo, ele e Dilma se abraçaram.

GOVERNO TEMER

O palanque foi usado para atacar a inauguração oficial do trecho leste da obra de transposição do rio São Francisco, pelo presidente Michel Temer, no último dia 10. O ex-presidente Lula adotou um tom emocional e citou a infância no sertão de Pernambuco, em busca de assumir a paternidade do projeto.

"Eu não pensei [nessa obra] apenas de bonzinho. Desde os sete anos eu carrego lata de água na cabeça. Eu sei o que é botar água barrenta no pote e esperar assentar. E a barriguinha era só de esquistossomose, e tinha fezes de vaca, de cavalo, de cabrito e era essa a água que a gente bebia. E eu sabia que o povo do Nordeste tinha que ter direito a uma coisa elementar", disse o ex-presidente.

Dilma disse que Temer mentiu ao inaugurar o canal de Monteiro, este mês, e argumentou que a obra de transposição "estava praticamente concluída" quando ela deixou o governo.

"Vejam vocês a cara de pau em dizerem que uma obra de transposição do tamanho dessa podia ser feita em seis meses. Esses que deram o golpe baseado numa mentira, numa inverdade, que fizeram um impeachment sem crime de responsabilidade. Até as pedras desdenhais sabem que eu nunca cometi nenhum crime e que eles deram esse golpe para tirar os direitos que nós demos durante os nossos governos", afirmou Dilma.

Os dois ex-presidentes aproveitaram o evento para atacar especialmente a reforma da Previdência -ponto central da oposição do PT à gestão Temer.

"Esse governo que está aí, e não deveria estar, não tem noção do que significa aposentadoria rural para o povo do Nordeste. Eles querem cortar", disse Lula, que ligou o plano de ajuste fiscal à tentativa de barrar sua candidatura presidencial. "Se vocês querem me prejudicar, criem vergonha. Não prejudiquem 204 milhões de pessoas."

"O golpe não acabou ainda", afirmou Dilma. "Eles sabem que a democracia sempre beneficiou o povo brasileiro, e que por quatro eleições nós ganhamos porque nunca apresentamos um projeto como esse da aposentadoria, que faz com que o povo brasileiro tenha que começar a trabalhar na melhor das hipóteses aos 16 anos, e, na pior, aos 9 anos. Então esse projeto da aposentadoria é um golpe."

SIMBOLISMO

A visita às águas transpostas do São Francisco ao solo seco do sertão e o comício diante de milhares de pessoas no interior do Nordeste foram montados para representar a inauguração do movimento de retorno de Lula ao centro da arena política, como preparação para uma provável candidatura à Presidência em 2018.

"Essa é a consagração popular do retorno de Lula em 2018", disse o deputado José Guimarães (PT-CE), líder da minoria na Câmara. "Esse povo vai fazer de tudo por ele. É como na eleição de 1988, onde havia um sentimento de identificação e pertencimento."

Dirigentes e parlamentares petistas convocaram uma multidão e alugaram vans e ônibus para transportar a população local para o evento. A equipe do ex-presidente fez uma divulgação pesada do evento, enviou equipes para armar palanques e gravou vídeos em tom emocional sobre a obra. Nas cidades da Paraíba, há outdoors que atribuem a transposição exclusivamente a Lula e Dilma.

O objetivo dos petistas é tratar a candidatura de Lula, a partir deste ato, não apenas como uma possibilidade, como um contra-ataque ao impeachment de Dilma ou uma resposta à Lava Jato, mas como um fato político consumado.

Monteiro foi um dos primeiros pontos do sertão nordestino a receber as águas desviadas pelo projeto de transposição. Com o ato de Lula e Dilma neste domingo, os hotéis e pousadas da região ficaram com vagas esgotadas, e muitos moradores passaram a alugar quartos de suas próprias casas para os visitantes.

Milhares de admiradores e curiosos saíram de municípios próximos ao longo dos últimos dias para participar do evento. Mesmo nas cidades vizinhas, o movimento era maior por causa do ato.

Às margens do canal que carrega as aguardo São Francisco, ambulantes vendiam bonés, camisetas e copos comemorativos. A maior parte dos itens tratava Lula abertamente como candidato à Presidência da República em 2018.

OBRA

A elaboração de um projeto para levar água às regiões mais áridas do Nordeste chegou a ser discutida no Brasil nos anos do império, no século 19. Estudos para a transposição do São Francisco foram feitos nas gestões Itamar Franco (1991-1994) e Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

As obras só começaram em 2007, no segundo governo Lula. O custo total já chegou a R$ 9,6 bilhões, mais que o dobro das estimativas iniciais.

O presidente Michel Temer esteve no mesmo local no último dia 10 para inaugurar o trecho da obra. Em terreno onde o PT e Lula, em especial, ainda retêm boa parte de sua popularidade, o peemedebista ressaltou os esforços de seu governo para que essa parte do projeto fosse finalizada.

"Não quero a paternidade dessa obra porque ninguém pode tê-la. A paternidade é do povo brasileiro e do povo nordestino. Vocês é que pagaram impostos ao longo do tempo e permitiram que fizéssemos investimentos nessa obra que vai cada vez mais sendo festejada", afirmou.

FONTE: br.noticias.yahoo

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21 fevereiro 2017

Cabral é denunciado por 148 crimes de lavagem de dinheiro

Em denúncia anterior do MPF, ex-governador do Rio havia sido acusado por 184 crimes do mesmo tipo

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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta terça-feira (21), o ex-governador Sérgio Cabral por 148 crimes de lavagem de dinheiro. Os nomes de Ary Filho, ex-assessor do peemedebista, e de Carlos Miranda, um de seus operadores financeiros, também aparecem na denúncia. As informações são do G1.

Caso esta denúncia seja aceita, o ex-governador poderá responder por 322 crimes. Anteriormente, o MPF havia apontado outros 184 crimes de lavagem cometidos por Cabral.

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal será responsável pela análise da denúnca. Se o magistrado acatar o parecer dos procuradores, o ex-governador se tornará réu pela quinta vez. Cabral responde a quatro processos na Justiça Federal do Rio e a um 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, sob comando do juiz Sergio Moro.

A denúncia desta terça é proveniente da Operação Mascate, iniciada em janeiro. De acordo com a investigação, o grupo lavou R$ 3,4 milhões pagos à GRALC/LRG Agropecuária e que foram apresentados como uma consultoria. O esquema também incluiria ocultação de propriedades como veículos de luxo e imóveis.

Ainda de acordo com o site, advogados do ex-governador Sérgio Cabral não irão se pronunciar sobre o caso. As defesas de Ary Filho e Carlos Miranda não foram encontradas.

noticiaaominuto

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17 fevereiro 2017

Procuradores de 11 países firmam acordo contra alvos da Lava Jato

Cooperação internacional prevê formação de equipes para apurar a atuação da Odebrecht e outros casos revelados pela operação da PF

Procuradores de 11 países firmam acordo contra alvos da Lava Jato

Procuradores de 11 países em que a Odebrecht operou decidiram nesta quinta-feira estabelecer “a mais ampla, rápida e eficaz cooperação” para investigar a atuação da construtora brasileira e outros alvos da Operação Lava Jato. O encontro foi organizado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e realizado em Brasília. Dele participaram representantes do Ministério Público da Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Portugal, Peru, República Dominicana e Venezuela.

Segundo comunicado divulgado após uma reunião, intitulado “Declaração de Brasília sobre a cooperação jurídica internacional contra a corrupção”, foi decidido criar “equipes conjuntas de investigação, bilaterais ou multilaterais” para coordenar os trabalhos no Brasil e nos outros países.

O comunicado também ressalta “a importância da recuperação dos ativos e da reparação integral dos danos causados por esses ilícitos, incluindo o pagamento de multas, segundo a legislação de cada país”. A nota pede “aos cidadãos que apoiem suas instituições de perseguição penal nas atuações que são conduzidas contra a corrupção” em cada um desses países.

Para a reunião também tinham sido convidados, mas não compareceram, representantes de El Salvador, Guatemala, Antígua e Barbuda e Moçambique.

O grupo Odebrecht é alvo de investigações em diversos países, sobretudo por financiamento ilegal de campanhas e pagamento de propinas em troca de contratos com o setor público. A dimensão internacional do escândalo foi confirmada no final do ano passado, quando o Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou que a construtora tinha admitido que pagou US$ 788 milhões em subornos em 12 países de América Latina e África, incluindo o Brasil.

(Com EFE)

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14 fevereiro 2017

Grupos pró-impeachment vão voltar às ruas para defender Lava Jato

Protesto, agendado para 26 de março, quer evitar esvaziamento da operação; ato também reivindicará direito de andar armado e a aprovação de reformas

 

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Os principais movimentos que saíram às ruas em 2015 e 2016 para pedir o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) marcaram uma nova manifestação para o dia 26 de março. A convocação começou a ser feita nesta segunda-feira pelos grupos Vem pra Rua, Movimento Brasil Livre (MBL), Nas Ruas e Revoltados Online, entre outros.

O mote agora é mostrar o apoio incondicional à Operação Lava Jato e a contrariedade ao que entendem como interferência política sobre a investigação, como o desmonte da equipe da Polícia Federal, a escolha de investigados para cargos estratégicos no Congresso e a indicação do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, pelo presidente Michel Temer para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.  “Nosso mote será: Brasil sem partido, pois não queremos um STF que se dobre às vontades deste ou de qualquer outro governo, agindo com lentidão para salvar os que têm foro privilegiado, utilizando-se dele para escapar da justiça”, diz texto assinado por sete movimentos que integram o ato.

Na esteira da greve da Polícia Militar no Espírito Santo, que gerou uma onda de insegurança no Estado, os grupos também defenderão o direito de os cidadãos portarem armas. “Voltamos às ruas. Desta vez, pelo fim do estatuto do desarmamento, fim do foro privilegiado, pelo bom andamento da Lava Jato e pelas reformas trabalhista e previdenciária — cortando privilégios e mamatas de políticos e do Judiciário”, escreveu o MBL em sua página no Facebook.

A data foi decidida nesta segunda-feira após os movimentos entrarem em um acordo. A ideia é ocupar as principais avenidas das maiores cidades do país, como aconteceu nos mega-protestos contra Dilma. Em São Paulo, o palco será novamente a Avenida Paulista, com estrutura de carros de som, bandeirões e trios elétricos.

fonte: Veja

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13 fevereiro 2017

Recessão e quebradeira continuam. Comércio fecha mais de 200 mil lojas

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Enquanto o governo mente descaradamente sobre o péssimo desempenho da economia, a quebradeira continua diante da recessão brutal.

Quebradeira que leva ao desemprego brutal.

***O comércio varejista brasileiro teve o pior ano da sua história em 2016. O setor bateu recordes de fechamento de lojas, de demissões e de queda nas vendas.

VAREJO

Entre aberturas e fechamentos, 108,7 mil lojas formais encerraram as atividades no País no ano passado e 182 mil trabalhadores foram demitidos, descontadas as admissões do período, revela um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

200 mil lojas fechadas desde 2015

O ano superou os resultados negativos de 2015 tanto na quantidade de lojas desativadas como em vagas fechadas. Em dois anos, o comércio encolheu em mais de 200 mil lojas e quase 360 mil empregos diretos. “Foram três recordes negativos em 2016”, ressalta Fabio Bentes, economista da CNC e responsável pelo estudo, feito a partir de dados das empresas informantes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O tombo nas vendas até novembro, o último dado disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, foi de 8,8% no ano e de 9,1% em 12 meses para o comércio ampliado, que inclui veículos e materiais de construção (o IBGE divulga os números finais do varejo brasileiro amanhã). Como o Natal, a principal data para o varejo, foi fraco, a chance de se ter atingido no fechamento do ano um resultado menos pior que obtido até agora é pequena. Bentes observa que, dos três recordes negativos, o mais dramático e preocupante, na sua opinião, é o de fechamento de lojas.

“O comerciante só fecha loja quando está desesperançoso com a situação e não volta abrir tão cedo.” O desânimo do varejo é visível nas ruas de comércio sofisticado e popular. É grande o número de lojas fechadas com placas de aluga-se.

“O que chama a atenção é que as placas de aluga-se não eram comuns nos Jardins”, diz Jamile Ribeiro, coordenadora de marketing da Associação de Lojistas dos Jardins, reduto de lojas de luxo da capital paulista.

A situação não é diferente nas ruas do Bom Retiro, bairro paulistano que reúne lojas de confecção. “Nos últimos dois anos, 10% das lojas fecharam por causa da crise”, observa a secretária executiva da Câmara dos Dirigentes Lojistas do Bom Retiro, Kelly Cristina Lopes. Chaim Wolf Piernikarz, conhecido como Jaime, dono da imobiliária JAB Imóveis e corretor há mais de 50 anos na região, diz que a vacância na rua José Paulino, a principal do bairro, é de 40%, o aluguel caiu 30% e não há mais luvas, a comissão pelo ponto na hora da locação. ***(Com informações de Estadão)

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O País está pegando fogo enquanto TSE e STF passam a mão na cabeça de criminosos

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O país pegando fogo e o TSE/STF passando a mão na cabeça dos maiores canalhas da história>>>

O que o TSE de Bocão Mendes e o STF de Cármen e seus aloprados estão fazendo é de deixar qualquer um 'fulo da vida'.

Esse papinho do TSE, essa enrolação sobre as mil e uma provas das fraudes da campanha criminosa de Dilma/Temer é 'dar tempo aos ladrões'.

Não julgaram e nem julgarão, e mesmo que o façam, Temer não deverá se cassado. E mesmo que fosse agora, quem escolheria outro ladrão, quer dizer, presidente, é o Congresso de Coroné Eunício/Renan e Geleia Maia. É mole?

E no STF a mesma enrolação de Cármen e seus aloprados da 2ª turma da Lava Jato, escondendo do povo as informações sobre as delações dos Odebrecht.

Repugnante.

O negócio é o povo nas ruas, no STF, TSE, Congresso, Governo, casas dos políticos e ministros pegando pesado e exigindo a renúncia geral dos crápulas e, talvez, novas eleições, DEPOIS DE FAXINA GERAL com Intervenção Constitucional no Artigo 142. Só assim pra mudar algo. E olhe lá.

FOLHACENTROSUL

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09 fevereiro 2017

Nova decisão judicial veta nomeação de Moreira Franco

Juíza do Rio diz que um 'magistrado não pode se trancar em seu gabinete e ignorar a indignação popular'


moreira franco
Em nova decisão contra a nomeação de Moreira Franco para o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência, a juíza Regina Coeli Formisano, da 6º Vara Federal do Rio, pede desculpa a Michel Temer por seu parecer.
Regina acolheu uma ação popular contra a nomeação de Franco, que foi citado na Lava-Jato e passaria a ter foro privilegiado. Com isso, ele fica impedido de assumir o cargo novamente. Uma liminar anterior havia sido derrubada após um recurso da Advocacia Geral da União.
Ela afirma que um “magistrado não pode se trancar em seu gabinete e ignorar a indignação popular” para acolher a ação popular contra Moreira.
“Peço, humildemente perdão ao Presidente Temer pela insurgência, mas por pura lealdade as suas lições de Direito Constitucional. Perdoe-me por ser fiel aos seus ensinamentos ainda gravados na minha memória, mas também nos livros que editou e nos quais estudei. Não só aprendi com elas, mas, também acreditei nelas e essa é a verdadeira forma de aprendizado”.
Em seguida, Regina compara a atual nomeação de Temer ao que fez a ex-presidente Dilma Rousseff ao nomear Lula como ministro.
“Por outro lado, também não se afigura coerente, que suas promessas ao assumir o mais alto posto da Republica sejam traídas, exatamente por quem as lançou no rol de esperança dos brasileiros, que hoje encontram-se indignados e perplexos ao ver o seu Presidente, adotar a mesma postura da ex-Presidente impedida e que pretendia também, blindar o ex-presidente Luiz Ignácio Lula da Silva”, diz a juíza.
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Moro nega pedido de Lula para adiar audiências por morte de Dona Marisa

Advogados pediram que depoimentos fossem adiados em 15 dias.
Juiz, porém, disse que não há amparo legal para suspensão do processo.

Moro nega pedido de Lula para adiar audiências

O juiz federal Sérgio #Moro negou, nesta quarta-feira (8), o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para adiar em 15 dias as audiências que envolvem o triplex no Guarujá investigado na Operação Lava Jato.

Os depoimentos estão marcados para as próximas duas semanas. A solicitação, segundo os advogados, levou ea morte de Dona Maria Letícia Lula da Silva, na sexta-feira (3).

Moro, porém, considerou que "apesar do trágico e lamentável acontecimento, há diversas audiências já designadas, com dezenas de testemunhas, e para as quais foram realizadas dezenas de diligências por este juízo e pelos diversos juízos deprecados para a sua viabilização".

O juiz disse, ainda, que "falta, por fim, amparo legal para o pleito de suspensão do processo".

A denúncia

Ao denunciar o ex-presidente, os procuradores da força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba, citaram três contratos da OAS com a Petrobras e disseram que R$ 3,7 milhões foram pagos a Lula como propina. Além disso, afirmaram que a propina se deu por meio da reserva e reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo, e do custeio do armazenamento de seus bens.

De acordo com a Polícia Federal (PF), a OAS pagou por cinco anos (entre 2011 e 2016) R$ 21,5 mil mensais para que bens do ex-presidente ficassem guardados em depósito da empresa Granero. Os pagamentos totalizam R$ 1,3 milhão.

Ao aceitar a denúncia, Moro disse que o MPF não "imputou, ao contrário do que se esperaria da narrativa, o crime de associação criminosa" ao ex-presidente. Isso porque há investigação a respeito no Supremo Tribunal Federal (STF). "Os fatos, porém, não foram descritos gratuitamente [pelo MPF], sendo necessários para a caracterização das vantagens materiais supostamente concedidas pelo grupo OAS ao ex-presidente como propinas em crimes de corrupção -- e não meros presentes".

Moro também ressaltou que, por ora, não há conclusões sobre os crimes. "Juízo de admissibilidade da denúncia não significa juízo conclusivo quanto à presença da responsabilidade criminal", disse o juiz Sérgio Moro no despacho. "O processo é, portanto, uma oportunidade para ambas as partes", escreveu.

FONTE: G1

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