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A Verticalização da Terra, os tsunamis e a Atlântida, teorias

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Um tema recorrente após o grande tsunami do Chile ano passado e agora após o grande tsunami do Japão é a questão da verticalização do eixo terrestre, atualmente inclinado entorno de 23 graus. Pra entender um pouco mais dessa questão, explicada por Ramatís no livro “Mensagens do Astral”, precisamos estudar mais profundamente algumas questões, envolvendo, por exemplo, as placas tectônicas e o campo magnético terrestre.
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As placas tectônicas não estão fixas sobre a crosta terrestre, portanto elas não são como dois pontos fixos desenhados em uma bola de futebol, na verdade as placas tectônicas ligadas à crosta terrestre bóiam sobre o magma pastoso (lava vulcânica) que compõe uma camada líquida onde bóia a crosta. Se as placas tectônicas abaixo dos continentes fossem fixas, elas jamais se chocariam, e não teríamos terremotos. 
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O motivo de certa estabilidade das placas e dos continentes para que se movam poucos centímetros por ano, é o magma. Devido à alta pressão da sua massa e devido à ação gravitacional e magnética que sofre do núcleo sólido em movimento (realizando a rotação) acaba por não transferir o movimento intenso de rotação do núcleo para a superfície, garantindo a relativa estabilidade das placas e dos continentes e a sensação de que estamos sobre terras imóveis. Se não fosse essa engenhosa ação, seríamos como formiguinhas em cima de uma bola girando alucinadamente sobre o próprio eixo.
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Vamos esquematizar pra ficar mais fácil o entendimento:
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A crosta é a litosfera, é a camada mais superficial da Terra (como uma fina casca de um ovo cozido). Logo abaixo dela, existe uma região pastosa, em azul na figura, chamada de astenosfera, composta de rocha derretida a alta temperatura que forma magma, também encontrado na camada conhecida como manto, mais profunda que a astenosfera. As placas são grandes pedaços de crosta ou litosfera boiando no magma pastoso da astenosfera e do manto e ocasionalmente se chocando, devido à força de movimento que o núcleo da Terra exerce sobre o manto e por conseqüência nessas placas. Vejamos as figuras:
placas crosta
Na foto a seguir podemos ver como as placas estão divididas e interagindo entre si, influenciando o vulcanismo e os terremotos, justamente por estarem em movimento abaixo dos continentes:
placas tectonicas 3
placas-tectonicas
Considerando que o núcleo do planeta é sólido e que as mudanças no movimento das placas advêm do movimento do manto (líquido), a verticalização teria que influenciar o movimento do núcleo. A Terra obviamente realiza os movimentos de rotação e translação e os continentes se movem pouquíssimos centímetros por ano, isso porque todo o movimento do manto e do núcleo é harmônico com a rotação e translação terrestre. 
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No entanto, com a verticalização o ângulo do núcleo que é sólido será verticalizado e isso inevitavelmente afetará o movimento que influencia o manto. Como resultado, a Terra não giraria no ritmo usual que mantém a crosta em equilíbrio com o manto e o núcleo e é esse desequilíbrio no movimento que irá alterar a posição de alguns continentes, fazendo algumas placas afundarem e outras subirem e que a maioria mude de posição.
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Fica então a pergunta: o que seria capaz de verticalizar o eixo do núcleo terrestre? A resposta mais óbvia seria: algo que pudesse agir diretamente no núcleo. Esse “algo” é justamente o campo magnético que envolve o planeta. 
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O que forma na grande maioria o campo magnético terrestre é a formação de correntes elétricas no núcleo externo líquido que ficam próximas ao núcleo sólido do planeta e que se exteriorizam para a atmosfera exterior da Terra, formando assim uma espécie de escudo conhecido como magnetosfera que protege a Terra dos ventos solares, raios x e massa coronal ejetados pelo Sol. Na foto abaixo podemos ver como é a magnetosfera:
magnetosfera
Dessa forma, a melhor forma de verticalizar o eixo terrestre, atualmente inclinado em 23 graus, seria agir diretamente no campo magnético terrestre, realizando fenômenos que atuassem diretamente no núcleo e que obviamente seriam (e estão sendo sentidos) na superfície terrestre. 
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Como já explicado no texto anterior, os cientistas terrenos acham que o campo magnético da Terra vem se enfraquecendo (pois não rechaça mais como antigamente os raios x e massa coronal vindos do Sol pelos ventos solares), mas na verdade é justamente o contrário: o campo magnético da Terra está se fortalecendo, pois está absorvendo cada vez mais energia solar e usando essa energia para realizar processos de purificação de energia astral, onde a energia deletérea produzida pela ação e pensamento dos encarnados em desequilíbrio é levada até o núcleo do planeta e depois volta, num processo de subida com tanta força que muitas vezes causa explosões nas áreas mais altas da magnetosfera e descarrega uma energia intensa no plano material, descarga essa que vai enfraquecendo a medida que desce para as camadas mais baixas da atmosfera planetária , mas que pode ocasionar , de forma pontual, certos fenômenos como os que temos visto ultimamente, como a mortandade de pássaros na Suécia, Canadá, Estados Unidos, exatamente no hemisfério norte onde está a maior concentração da população terrestre.
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Como a Terra precisa purificar cada vez mais cargas de energia negativa nesses tempos finais do processo exilatório, ela precisa de mais energia para realizar esse processo (energia essa que está vindo atualmente do Sol e em breve virá de Alcyone).
Então, com mais energia, ela pode descarregar com mais força essa energia purificada, onde os vulcões e placas tectônicas agem como uma válvula de escape dessa tamanha energia gerada no astral e que se manifesta até a dimensão física do planeta. É justamente o aumento dessa atividade purificadora que está causando de forma cada vez mais freqüentes nos últimos anos eventos naturais grandiosos, como os recentes tsunamis no Chile e Japão com dois dos maiores tremores da história concomitantemente nesse período de 2010/2011 com o evento do vulcão na Islândia.
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A partir do inicio de 2013 esse processo será acelerado, com a chegada das duas “correntes” de energia que vão ligar a Terra a Alcyone, num portal que será aberto no final de 2012. Mais informações sobre esse evento: AQUI
O aumento desses cataclismos naturais não é um prenúncio de fim de mundo e muito menos manifestação da ira divina, mas tão somente uma forma de acelerar as mudanças já previstas a séculos por vários profetas, o período de transição, onde a Terra deixará de ser mundo de provações expiatórias e passará a ser um mundo regenerador.
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Muitas das pessoas que morreram no tsunami do Japão tiveram seu espírito desligado do corpo físico antes mesmo que a onda ou o impacto de algum destroço lhes atingisse o corpo físico, outros tantos tiveram a oportunidade de purgar em poucos segundos nos momentos de luta pela vida, muitas vezes em vão, uma grande quantidade de débitos de outras encarnações.
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Todos que ali desencarnaram terão novas oportunidades reencarnatórias, seja na Terra ou em outro orbe, assim como futuros espíritos que venham a desencarnar em eventos coletivos em virtude da força da natureza. Como nos relata Divaldo Franco no seu recente livro "Transição Planetária" a ocorrência desses eventos de grandes proporções e cada vez de forma mais constante, visa despertar no homem aquilo que realmente importa: a solidariedade, a fraternidade em detrimento do materialismo, da busca pelo poder, luxo ou da ostentação. Mesmo que através da dor das duras provações, o "batismo de fogo" descrito na Bíblia, a humanidade será impulsionada a buscar dentro de si aquilo que tem de melhor, aquilo que realmente importa.
templo budista
Muito se fala em ascensões miraculosas ou fim de mundo, numa tentativa de fugir da realidade que muitos já pressentem: a mudança é inevitável, e será a ferro (trabalho) e fogo (provações) pra todos nós para despertar o verdadeiro arrependimento (reforma moral) e para o renascimento do homem espiritual, aquele que busca sinceramente a sintonia com a divindade. A época de Transição Planetária é como uma espécie de recuperação escolar, onde os alunos que renegaram a chance de aprender o evangelho de amor através da reforma moral ao longo de várias reencarnações tem essa oportunidade derradeira antes do exílio planetário, que vai dizer quem “passou” ou “não passou de ano”. É, portanto uma época de intensos esforços ou provações aliada a muito trabalho pela mudança interior, num tempo diminuto antes que se encerre o “ano letivo” terrestre e os alunos dessa “escola” sejam aprovados ou reprovados para o novo ano letivo, que será a Terra Regenerada.
Essas intensas atividades naturais, entre elas os últimos 2 tsunamis em dois anos, servem justamente como mecanismo acelerador dessas mudanças do período de transição planetária, tanto morais como na estrutura física do planeta, pois à medida que as correntes elétricas vão transmitindo cada vez mais energia (advinda do Sol e depois de Alcyone) ao campo magnético terrestre, cada vez mais o planeta vai purificando sua energia astral. Isso tudo vai permitindo que o processo de verticalização do eixo possa também ser acelerado gradativamente, até que culmine com o grande evento profético já predito por vários profetas e na Bíbilia como “o grande dia do Senhor”, exatamente o dia 24 de abril 2036 como já explicado em vários dos textos desse blog. Nesse dia, teremos a grande e decisiva mudança que permitirá a grande verticalização do eixo terrestre que deixará de ser inclinado em 23 graus e se tornará verticalizado, assim como era na última Era de Ouro da Atlântida a aproximadamente 12 mil anos.
NorthAmerica
Como conseqüência dessa verticalização, teremos o reaparecimento de parte do território atlante, pois com o abrupto afundamento de algumas placas tectônicas e outras subindo (como já explicado no início desse texto), teremos grandes massas de terra afundando pela perda de sustentação de parte de suas placas e outras massas de terra, antes afundadas como a Atlântida, voltando a superfície. O mapa profético do vidente Michael Gordon Scallion mostra bem esse raciocínio, com a Terra após os eventos de 2036.
Fonte: Net
Arranjo: JTC
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E se os seres humanos não são as criaturas mais inteligentes do planeta?

E se os seres humanos não são as criaturas mais inteligentes do planeta
Alguns anos atrás, eu tropecei por um artigo on-line que estava falando sobre a inteligência dos polvo. Eu sempre fui fascinado pelo oceano, e passei a maior parte da minha vida tão perto de uma praia como eu poderia me encontrar, então este artigo definitivamente chamou minha atenção. Quando eu lido isso e lido isso novamente, percebi que meu pensamento sobre a vida oceânica estava errado.
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Os pulpos são, de fato, algumas das criaturas mais diversamente inteligentes da Terra, e cada um de seus tentáculos individuais tem um "cérebro" separado que controla seus movimentos, cores e reação ao meio ambiente ao seu redor.
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Não só isso, mas eles podem exibir emoções e reagem às interações humanas de uma maneira que pode ser mais intuitiva do que a forma como reagimos uns aos outros. Fiquei maravilhado. Eu sempre suspeitava que a inteligência não era apenas "nossa", e ainda não tinha idéia do tipo de nível alcançado por outras espécies. Especialmente aquelas espécies que vivem nas grandes profundidades do belo mar azul.
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O capitão Paul Watson, diretor e diretor da Sea Shepherd Conservation Society , vem estudando o comportamento e a inteligência de todos os tipos de habitantes dos oceanos há mais de 35 anos, e ele também está maravilhado com a profundidade e amplitude de sua aptidão. Ele publicou recentemente em artigo em sua página do Facebook intitulada  The Cetacean Brain and Hominid Perceptions of Cetacean Intelligence que fala para o chamado de alterar nossas percepções sobre o que fomos acreditar, e nos consideramos não ser o detentor superior do intelecto em este planeta.
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O que é mais marcante neste artigo bem elaborado é como ele chama a própria ciência e nossa lealdade de longa data à sua posição sobre a supremacia do homem.
"AS ATITUDES ANTROPOCÊNTRICAS ARRAIGADAS DESCARTAM A PRÓPRIA IDÉIA DE QUE UM GOLFINHO OU BALEIA PODERIA SER TÃO INTELIGENTE QUANTO UM SER HUMANO, OU MAIS. A ESTE RESPEITO, A CIÊNCIA É DOGMÁTICA E INTRANSIGENTE, COM POUCA ATITUDE DIFERENTE DO PRONUNCIAMENTO PAPAL DE QUE A TERRA NÃO PODERIA GIRAR EM TORNO DO SOL ".
Paul parece estar chamando nossa maneira de pensar, e pedindo-nos que façamos uma mudança. Ficamos dentro dos limites da praça que a ciência nos construiu e, ao fazê-lo, pode ter nos afastado muito do caminho das coisas.
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Na verdade, podemos achar, através de uma avaliação de si mesmo, e a maneira pela qual esperamos que outras criaturas sejam muito mais humildes que nós mesmos, que cometem atrocidades que muitos nunca quisemos cometer.
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"É UM FATO OBSERVÁVEL QUE AS BALEIAS E OS GOLFINHOS OCUPAM UM LUGAR ESPECIAL NOS CORAÇÕES DOS SERES HUMANOS. TIVEMOS UMA AFINIDADE COM ELES POR ANOS, RECONHECENDO NELES ALGO QUE FOI DIFÍCIL COLOCAR UM DEDO. O QUE SABEMOS É QUE ELES SÃO DIFERENTES DE OUTROS ANIMAIS, ALÉM DELES DE UMA MANEIRA QUE SUGERE UMA QUALIDADE ÚNICA QUE PODEMOS RECONHECER INTUITIVAMENTE. ESSA QUALIDADE É INTELIGÊNCIA.
RECONHECER ESSA QUALIDADE TEM PROFUNDAS RESPONSABILIDADES MORAIS. COMO OS HUMANOS PODEM CONTINUAR A MATAR CRIATURAS DE UMA INTELIGÊNCIA IGUAL OU SUPERIOR? O CAMINHO PARA A REALIDADE DAS COMUNICAÇÕES INTER-ESPÉCIES ENTRE CETÁCEOS E HUMANOS PODE LEVAR-NOS AO RECONHECIMENTO DE QUE ESTAMOS COMETENDO ASSASSINATOS ".
A ciência já foi incendiada, e Paulo não é o único que trouxe um foco cruel sobre a nossa confiança nela como uma forma de manipular e alterar, um mundo que pode ter sido criado para todos nós para compartilhar .
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Rupert Sheldrake também criou um argumento contra essa maneira "dogmática" de lidar com nossas vidas em uma Conversa TED intitulada The Science Delusion . Infelizmente, essa conversa foi banida, o que levanta a questão de saber se esses homens estão empurrando um botão vermelho-quente que fica sob a pele de alguém.
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Em caso afirmativo, o que isso significa para a maneira como pensamos em nós mesmos? E como isso funciona para o nosso futuro?
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Watson realmente tem um jeito com suas palavras, e seu artigo é algo para verificar . A última citação manteve-se comigo nestes últimos dias e me pede para continuar me perguntando se posso ou não confiar na maneira de pensar que me passou por antepassados ​​científicos:
"ELES DIZEM QUE O MAR ESTÁ FRIO, MAS O MAR CONTÉM O SANGUE MAIS QUENTE DE TODOS, E O MAIS SELVAGEM, O MAIS URGENTE."
- DH LAWRENCE, WHALES WEEP NOT
Se não pudermos fazer as mudanças que queremos ver neste mundo, mais do que outras pessoas?
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Talvez se possamos fazer essas mudanças, poderemos viver em harmonia com os polvo, os golfinhos e as grandes baleias azuis deste mundo.
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Este post foi inspirado por este aqui .
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Não se deixem enganar com essas teorias da Nova Era (New Age)

teoria da nova era new age
Não se deixem enganar com essas teorias da new age, onde colocam que todos os alienígenas são os "bons irmãos mais velhos da Confederação Galáctica". se o mundo está como está é por sua ingerência malévola e não nos espera nada melhor.
O movimento New Age (em português, Nova Era) tem, como característica, uma fusão de ensinos metafísicos, vivências espiritualistas, animistas e paracientíficas, com uma proposta de um novo modelo de consciência moral, psicológica e social. Propõe uma integração, uma simbiose com o meio envolvente, com a Natureza, o Cosmo e todas suas multidimensões (observa-se, pela vivência da projeção da consciência, a existência de muitas dimensões além da dimensão física experimentada pelo corpo biológico humano). Tem, muitas vezes, como base, um caráter liberal e de oposição à ortodoxia e o conservadorismo das religiões organizadas.
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O início do movimento é, geralmente, identificado nas décadas de 1960 e 1970, tendo, como inspiração, princípios teosóficos e escritos sincréticos do século XIX e início do século XX. Faz parte dos movimentos de contracultura da época, dos quais a música "Imagine", de John Lennon, é uma marcante referência, servindo como ferramenta de contestação às religiões e tradições. Porém é importante ressaltar que nunca existiu um movimento "Nova Era" de forma centralizada ou com uma só organização. Nota-se também que nem todas as religiões e filosofias sincréticas ou místicas apoiam ou se identificam com movimentos da Nova Era, embora, muitas vezes, sejam rotuladas dessa forma.
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Terra poderá viver ‘Mini era do Gelo’ na década de 2030, dizem cientistas

Mini era do Gelo
O planeta Terra pode entrar em uma pequena Era Glacial a partir de 2030, segundo cientistas do Reino Unido. A constatação é com base em um novo modelo de previsão da atividade solar apresentado na semana passada durante o Encontro Nacional da Real Sociedade de Astronomia em Llandudno, no País de Gales.
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A pesquisa apresentada pela professora de matemática Valentina Zharkova, da Universidade de Northumbria, indica uma forte queda nesta atividade solar nos anos 2030, provocando um moderado resfriamento da Terra.
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As condições previstas pelo novo modelo não são experimentadas pela Terra desde a última “mini Era Glacial”, registrada entre 1645 e 1715 e que ganhou o apelido de Mínimo de Maunder, um período em que as temperaturas ficaram abaixo da média em toda a Europa.
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Na época, os países europeus sofreram com invernos muito rigorosos. O Rio Tâmisa, na Inglaterra, por exemplo, permaneceu congelado por várias semanas.
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Segundo levantamento dos cientistas, a atividade solar pode cair 60% neste período, mas os cientistas não apontaram os possíveis desdobramentos disto em nível global.
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Estudo
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O método proposto pela professora britânica estuda a movimentação dos fluidos solares e sua radiação. Ela analisou dados de 1976 a 2008 -- além de levar em conta a duração dos ciclos solares (cerca de 11 anos) -- para descobrir um padrão e conseguir prever os períodos de maior e menor atividade do astro.
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Os resultados apontam que a incidência será menor a partir de 2030 e até meados de 2040.
Fonte  

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PROFECIAS - A identificação da Besta do Apocalipse e da sua marca 666 (Matéria 01)



GOSTA de desvendar mistérios? Para encontrar a solução, você procura indícios que o ajudam a encontrá-la. Deus proveu na sua Palavra inspirada as informações necessárias a respeito do número 666, o nome, ou a marca, da fera mencionada no capítulo 13 de Revelação (ou Apocalipse).

Neste artigo, examinaremos quatro linhas de raciocínio — indícios vitais — que nos revelarão o significado da marca da fera. 




Consideraremos:

(1) como os nomes bíblicos às vezes são escolhidos,

(2) a identidade da fera,

(3) o que significa dizer que 666 é “número de homem”,

(4) o significado do número 6 e por que é escrito três vezes, a saber, 600 mais 60 mais 6, ou 666. — Revelação 13:18.
Nomes bíblicos são mais do que apenas um rótulo
Nomes bíblicos muitas vezes têm um significado especial, particularmente quando dados por Deus. Por exemplo, visto que Abrão ia tornar-se pai duma nação, Deus mudou o nome desse patriarca para Abraão, que significa “Pai Duma Multidão”. (Gênesis 17:5, nota, NM com Referências) Deus instruiu José e Maria a chamar o futuro filho dela de Jesus, que significa “Jeová É Salvação”. (Mateus 1:21, nota, NM com Referências; Lucas 1:31) Em harmonia com esse nome que tem significado especial, Jeová possibilitou a nossa salvação por meio do ministério e da morte sacrificial de Jesus. — João 3:16.

Portanto, o número 666, dado por Deus como nome, deve simbolizar o que ele considera ser os traços distintivos da fera. Naturalmente, para entendermos tais características temos de identificar a própria fera e conhecer suas atividades.
A identificação da fera
O livro bíblico de Daniel lança muita luz sobre o significado de animais simbólicos. 

O capítulo 7 contém uma descrição detalhada e vívida de “quatro animais gigantescos” — um leão, um urso, um leopardo e um atemorizante animal com grandes dentes de ferro. (Daniel 7:2-7) Daniel nos diz que esses animais representam “reis”, ou reinos políticos, que governam em sucessão enormes impérios. — Daniel 7:17,23.

The Interpreter’s Dictionary of the Bible (O Dicionário Bíblico do Intérprete) diz a respeito da fera de Revelação 13:1, 2 que ela “combina todas as características das quatro feras da visão de Daniel . . . 

Portanto, essa primeira fera [de Revelação] representa as forças conjuntas de todos os governos políticos no mundo opostos a Deus”. Essa observação é confirmada pelo texto de Revelação 13:7, que diz a respeito da fera: “Foi-lhe dada autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua, e nação.”

Por que a Bíblia usa feras como símbolos de governo humano? Pelo menos por dois motivos. Primeiro, por causa do registro animalesco de derramamento de sangue acumulado no decorrer dos séculos. 

“A guerra é uma das constantes da história”, escreveram os historiadores Will e Ariel Durant, “e não tem diminuído, apesar da civilização e da democracia”. Certamente, “homem tem dominado homem para seu prejuízo”. (Eclesiastes 8:9) 

O segundo motivo é que “o dragão [Satanás] deu à fera seu poder e seu trono, e grande autoridade”. (Revelação 12:9; 13:2) Portanto, foi o Diabo que deu origem à dominação humana e, por isso, ela reflete a disposição dele, que é similar a um animal — um dragão. — João 8:44; Efésios 6:12.

No entanto, isso não significa que todos os governantes humanos sejam instrumentos de Satanás. Na realidade, em certo sentido, os governos humanos servem como ‘ministros de Deus’, dando uma certa estabilidade à sociedade humana, sem a qual haveria caos. 

Alguns líderes têm protegido direitos humanos fundamentais, inclusive o direito de praticar a religião verdadeira — algo que Satanás não quer. (Romanos 13:3, 4; Esdras 7:11-27;Atos 13:7) Ainda assim, por causa da influência do Diabo, nenhum homem ou instituição humana jamais conseguiu trazer duradoura paz e segurança às pessoas.# — João 12:31.
“Um número humano”
Um terceiro indício para saber o significado de 666 é o fato de ele ser chamado de “número de homem” ou, conforme diz The Amplified Bible, “um número humano”. 

Essa expressão não pode se referir a um único ser humano, porque é Satanás — não algum homem — que exerce autoridade sobre a fera. (Lucas 4:5, 6; 1 João 5:19;Revelação 13:2, 18) 

Antes, ter a fera “um número humano”, ou marca humana, sugere que se trata de uma entidade humana, não espiritual ou demoníaca, e por isso manifesta certas características humanas. 

Quais seriam essas? A Bíblia responde, dizendo: “Todos [os humanos] pecaram e não atingem a glória de Deus.” (Romanos 3:23) O “número humano” da fera, portanto, indica que governos refletem a decaída condição humana, a marca do pecado e da imperfeição.

A História confirma isso. 

“Toda civilização que já existiu por fim desmoronou”, disse o ex-Secretário de Estado Henry Kissinger, dos Estados Unidos. “A História é um relato de esforços que fracassaram, de aspirações não concretizadas . . . 
Portanto, o historiador tem de viver com o senso da inevitabilidade de tragédia.” 

A avaliação honesta de Kissinger confirma a seguinte verdade bíblica fundamental: “Não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” —Jeremias 10:23.

Agora que identificamos a fera e discernimos como Deus a encara, podemos examinar a parte final desse mistério — o número seis, e por que foi repetido três vezes — quer dizer, 666, ou 600 mais 60 mais 6.

Ficou claro que o domínio humano é um fracasso, conforme indicado pelo número 666
Seis repetido três vezes — por quê?
Nas Escrituras, certos números têm um significado simbólico. Um exemplo disso é o número sete que muitas vezes é usado para simbolizar o que é completo, ou perfeito, aos olhos de Deus. Por exemplo, a semana criativa de Deus tem sete ‘dias’, ou longos períodos, durante os quais Deus realizou completamente seu objetivo criativo referente à Terra. (Gênesis 1:3–2:3) 

As “declarações” de Deus são como prata que foi “depurada sete vezes”, ficando assim refinada perfeitamente. (Salmo 12:6; Provérbios 30:5, 6) Mandou-se que o leproso Naamã se banhasse sete vezes no rio Jordão, e ele foi totalmente curado. — 2 Reis 5:10, 14.

Seis é um número inferior a sete. Não seria um símbolo apropriado aos olhos de Deus de algo imperfeito ou defeituoso? Com certeza! (1 Crônicas 20:6, 7) Além disso, seis repetido três vezes, como 666, enfatiza fortemente essa imperfeição.

Que esse é o entendimento correto é confirmado pelo fato de que 666 é “um número humano”, conforme já consideramos. 

De modo que a história da fera, seu “número humano”, bem como o próprio número 666, levam a uma só conclusão indiscutível — graves deficiências e fracasso aos olhos de Jeová.

A descrição das deficiências da fera faz lembrar o que se disse a respeito do Rei Belsazar, da antiga Babilônia. Jeová disse àquele governante por meio de Daniel: “Foste pesado na balança e achado deficiente.” 

Belsazar foi morto naquela mesma noite, e o poderoso Império Babilônico caiu. (Daniel 5:27, 30) Do mesmo modo, o julgamento de Deus contra a fera política e os que têm a sua marca significa o fim dela e dos seus apoiadores. 

Nesse caso, porém, Deus não erradicará apenas um sistema político, mas todo o vestígio de governo humano. (Daniel 2:44; Revelação 19:19, 20) Portanto, é muito importante que evitemos ter a marca mortífera da fera.
A identificação da marca
Logo depois de revelar o número 666, Revelação menciona 144.000 seguidores do Cordeiro, Jesus Cristo, os quais têm o nome dele e o do seu Pai, Jeová, escritos nas suas testas. 

Os que levam esses nomes se identificam como pertencendo a Jeová e a seu Filho, a respeito dos quais dão testemunho orgulhosamente. 

Do mesmo modo, os que têm a marca da fera proclamam sua servidão a ela. Portanto, a marca figurativa, quer na mão direita quer na testa, é um símbolo que identifica a pessoa como alguém que dá devoção idólatra ao sistema político animalesco do mundo. 

Os que têm a marca dão a “César” aquilo que legitimamente pertence a Deus. (Lucas 20:25; Revelação 13:4, 8; 14:1) Como? Por darem honra idólatra ao estado político, a seus símbolos e seu poderio militar, a que recorrem em busca de esperança e salvação. 

Qualquer adoração que prestem ao verdadeiro Deus é apenas uma fachada de religiosidade.

Em contraste, a Bíblia nos exorta: 

“Não confieis nos nobres, nem no filho do homem terreno, a quem não pertence a salvação. Sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo; neste dia perecem deveras os seus pensamentos.” (Salmo 146:3, 4) 

Os que acatam esse conselho sábio não ficam desiludidos quando governos deixam de cumprir as suas promessas, ou quando líderes carismáticos se tornam impopulares. — Provérbios 1:33.

Isso não significa que os verdadeiros cristãos ficam de braços cruzados sem fazer nada a respeito da aflição da humanidade. Ao contrário, proclamam ativamente o único governo que resolverá os problemas da humanidade — o Reino de Deus, do qual são representantes. — Mateus 24:14.
Indícios do significado de 666
  1. Nomes bíblicos muitas vezes revelam algo sobre o caráter ou a vida da pessoa, como no caso de Abraão, Jesus e muitos outros. Do mesmo modo, o número-nome da fera revela as suas características.
  2. No livro bíblico de Daniel, as diversas feras representam sucessivos reinos ou impérios humanos. A fera composta mencionada em Revelação (Apocalipse) 13:1, 2 simboliza o sistema político mundial que recebeu poder de Satanás e é controlado por ele.
  3. Ter a fera “número de homem”, ou “um número humano”, indica que se trata de uma entidade humana, não demoníaca. Por isso, reflete os fracassos humanos resultantes do pecado e da imperfeição.
  4. Aos olhos de Deus, o número seis indica imperfeição, visto que ele é inferior ao número sete, que na Bíblia significa aquilo que é completo ou perfeito. A marca 666 enfatiza a imperfeição por repetir o número três vezes.

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Fonte: Net
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PROFECIAS - A identificação da Besta do Apocalipse e da sua marca 666 (Matéria 02)


A MARCA E O NÚMERO DA BESTA

"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome" (Apocalipse 13:16-17)

A marca ou sinal da besta é um conceito claramente explicitado nos versículos supracitados. Muito se tem escrito, ensinado e especulado sobre o assunto. Cremos ser mais prático, mesmo antes de analisar a questão e tentar chegar a um denominador comum, determinar aquilo que não é a marca da besta. Deixamos claro que neste comentário, como nos outros deste site, usamos o método literal e gramatical para entendimento das profecias, método que, por sinal, era o utilizado pelos irmãos da Igreja Primitiva e seus primeiros líderes.

A MARCA DA BESTA NÃO É UM DIA

O texto de Apocalipse 13:16-17 deixa claro que o sinal da besta será posto (colocado) na mão direita ou na fronte das pessoas. Não há motivos para alegorizar a passagem em questão, já que a mesma dá detalhes literais de onde será colocada a marca, qual é o objetivo da marca e qual será o conteúdo dessa marca. Somente quem quer alegorizar as Escrituras com o intuito de encaixa-las dentro de um determinado esquema de interpretação vai menosprezar a literalidade dessa passagem.

Sem entrar na questão da guarda do sábado ou a adoção do domingo como dia semanal de descanso, a noção de colocar "um dia" na mão direita ou na fronte de uma pessoa não parece muito lógica. Por outro lado, vemos que em nenhum dia da semana existe a proibição de comprar ou vender. Portanto, o domingo, partindo de uma análise gramatical e literal, não é a marca da besta.

A MARCA NÃO É O COMPUTADOR

Por mais que o mouse seja movimentado com uma das mãos e o monitor fique na altura da fronte do indivíduo, o texto de Apocalipse 13:16-17 coloca a marca na mão direita ou na fronte como opções e não como sinais simultâneos. 

A marca na fronte parece ser uma alternativa para aquele que não a adotar na mão direita. Isso sem falar que um canhoto, caso realmente o computador fosse a marca da besta, estaria isento de tal marca, já que a literalidade do texto é clara: a marca será posta na mão direita ou na fronte da pessoa. Também, neste particular deve ser considerado que o processador do computador, que é a parte que realmente responde pelo funcionamento central da máquina, não está no mouse nem muito menos no monitor...

Diante da análise literal e gramatical, o computador fica descartado como marca da besta. Cremos que o sistema on-line e mundialmente interligado será uma arma tecnológica nas mãos da besta. Mas daí a ser a marca, é um longo e interminável caminho...

A MARCA NÃO É O PECADO

Se o pecado fosse a marca da besta, esta marca estaria sobre a humanidade desde o momento da queda. É óbvio que a adoção do sinal da besta será um pecado. Como veremos mais adiante, a marca virá acompanhada de elementos malignos que levarão a uma adoração aberta à besta e sua imagem. Porém, o texto é claro: o sinal será posto na mão direita ou na fronte, visando coibir o acesso a qualquer transação comercial por parte daqueles que não tiverem tal sinal num momento determinado da história. Em outras palavras, a marca da besta será um sistema de controle maligno.

O SINAL SERÁ UM CONTROLE

Se formos leais à literalidade do texto, sem apelar para alegorismos desnecessários, veremos que o intuito da besta que surge da terra (falso profeta), é impedir que aqueles que não tenham o sinal da besta façam parte do entorno social e, ao mesmo tempo, legitimar a exclusão e extermínio de tais pessoas. Tudo isso como "capa" de um propósito espiritual mais profundo, que é a adoração da besta como um deus, como fica exposto no versículo 15 de Apocalipse 13.

A Palavra revela que haverá 3 alternativas para a recepção do sinal: o sinal em si, o nome da besta ou o número de seu nome (666). Mais adiante falaremos com mais detalhes sobre esse número.

Na época em que a revelação apocalíptica foi escrita, o fato de pessoas serem marcadas com determinado sinal era algo costumeiro, geralmente indicando propriedade ou submissão. Então, até mesmo para os primeiros irmãos que leram a profecia contida em Apocalipse 13:16-17, a idéia de controle e sujeição ficava clara no contexto. Não vemos razões para fugir da aplicação literal daquilo que está revelado em Apocalipse 13:16-18.

A marca da besta será uma tentativa do anticristo e do falso profeta para controlar a humanidade em geral (pequenos, grandes, ricos, pobres, livres e escravos). Diante dessa imposição mundial, caberá aos servos do Senhor rejeitarem esse controle, mesmo que isso signifique isolamento, perseguição, impedimento de acesso a fontes produtoras e até mesmo a morte.

No tópico CONTROLE TOTAL você verá nossos comentários a respeito da concretização técnica desse controle maligno, deixando claro que, a adoção do sinal deverá vir acompanhada de algum tipo de habilitação espiritual e adoração daqueles que o aceitarem, já que os possuidores de tal sinal serão alvos da ira do Senhor durante a grande tribulação e no momento de Sua vinda. A estreita relação entre a adoção da marca e a adoração à besta fica clara em passagens como Apocalipse 13:15-18 e Apocalipse 14:9-10.

O NÚMERO DO NOME DA BESTA

"Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis" (Apocalipse 13:18)

O livro de Apocalipse nos revela o número do anticristo (666). Talvez este seja um dos assuntos mais abordados em escatologia, servindo de estímulo para que muitos se empenhassem naquilo que o próprio livro incentiva: calcular o número da besta. Desde os primórdios da Igreja, o cálculo desse número já era feito constantemente. 

Irineu, no século II, aborda essa questão em um de seus comentários na série "Contra as Heresias", aconselhando prudência àqueles que arduamente se dedicavam a esse cálculo e instando a que os irmãos esperassem a manifestação do homem em questão (anticristo), para depois comprovar sua identidade através do cálculo (Contra as Heresias V, XXX).

Cremos que deve haver equilíbrio a esse respeito. De um lado, estão aqueles que, através de engenhosos e às vezes forçados cálculos, chegam ao número 666, atrelando o mesmo a personalidades, sistemas, títulos, etc. De outro lado, estão aqueles que não se interessam em fazer aquilo que a própria profecia aconselha, que é calcular o número da besta, numa atitude no mínimo irresponsável, pois esse dado foi fornecido na Palavra para o nosso conhecimento. É preciso ter muito cuidado ao chegar a uma conclusão.

Qualquer pessoa com um pouco de imaginação e criatividade, encontrará uma série de nomes ou títulos que chegarão ao 666, mesmo que, para isso, letras sejam acrescentadas ou suprimidas, títulos sejam misturados com nomes próprios e cálculos sejam feitos usando o valor numérico de idiomas como o latim e o hebraico, o que nos parece inapropriado.

Para entendermos melhor o tema e tentar chegar a uma conclusão sensata, devemos compreender alguns conceitos importantes:

O ANTICRISTO SERÁ UM HOMEM

Entendemos que o anticristo será um homem e não um sistema. A confusão surge quando não se está atento à dualidade de aplicação do termo "besta" no Apocalipse. No livro de Daniel e no Apocalipse, o termo "besta" indica um império ou poderio. A besta que surge do mar (Apocalipse 13:1) possui 10 chifres e 7 cabeças. Os chifres são 10 reis que lhe entregarão o poder em determinado momento (Apocalipse 17:16). As 7 cabeças se referem à localização geográfica desse império e também a sete reis.

Entendemos que a besta será a junção final do grande propósito dos impérios humanos decaídos durante a história: ter o controle do mundo e de todos seus habitantes. 

Esse desejo satânico será concedido à besta durante 42 meses (3 anos e meio), tempo que compreende a grande tribulação, onde ocorrerá o clímax do poderio humanista decaído e maligno no qual o mundo tem jazido. Já a besta que surge da terra (Apocalipse 13:11) parece estar atrelada ao falso profeta, aquele que, através de realizações sobrenaturais, faz que a população mundial adore o anticristo através de certos sinais.

Porém, na revelação apocalíptica, o termo "besta" também se refere a pessoas (anticristo e falso profeta). Isso fica claro em Apocalipse 13:12 ou Apocalipse 20:4, por exemplo. Fica altamente incongruente que um império ou organização sejam adorados! A palavra "besta" no Apocalipse também se refere ao anticristo, o qual, de acordo com o que foi revelado a Paulo, se assentará no santuário de Deus, apresentando-se como Deus (II Tessalonicenses 2:4), numa referência direta à abominação desoladora profetizada por Daniel e ratificada por Jesus (Daniel 11:31-Mateus 24:15).

Por sua vez, o apóstolo Paulo se refere ao anticristo como "o iníquo", o "homem da perdição" ou "o filho da perdição" (II Tessalonicenses 2:3-8).

Até mesmo na condição final da tríade maligna (anticristo, falso profeta e Satanás), vemos que, no momento da vinda do Senhor, enquanto Satanás é preso por mil anos, "a besta" e o falso profeta são lançados vivos no lago de fogo, em mais uma clara alusão à aplicação do termo "besta" também para o anticristo.

O ALFABETO GREGO

Quando a revelação apocalíptica foi escrita, o idioma grego não continha numerais. Conseqüentemente, letras eram escritas para representar valores numéricos. Cada letra do alfabeto grego tinha um valor atrelado a ela e, como resultado disso, cada palavra também tinha um valor numérico, conseguido ao somar todas as letras da palavra. Consequentemente, acreditamos que o cálculo do número do nome da besta deve ser feito em grego, transliterando para esse idioma o nome de outros quando for necessário.

Os manuscritos mais antigos do Apocalipse não tinham o numeral "666", mas tres letras gregas, cujo valor resulta em 666. 

A primeira letra tinha o valor de 600, a segunda o valor de 60 e a terceira o valor de 6. No textus receptus, texto a partir do qual foram feitas a maior parte das traduções e versões que atualmente usamos, está escrito literalmente:

"kai o ariqmoV autou, cxV"

TRADUÇÃO: e o número é, 600, 60, 6.

Da mesma forma, alguns manuscritos mais recentes, descrevem o número da besta da seguinte forma:
"kai o ariqmoV autou, exakosioi, exhkonta, ex”

TRADUÇÃO: e o número é, seiscentos e sessenta e seis.

O fato dos manuscritos mais antigos trazerem apenas as letras que indicavam o numeral 666, através de sua soma, indica que o cálculo do número da besta deve ser feito através do valor numérico das letras que compõem seu nome. Por isso, nos parece que a posição mais prudente é usar o alfabeto grego e o valor numérico de suas letras. Como quase nenhum nome atual segue a mesma grafia de nomes do século I, se faz necessária uma transliteração do nome a ser calculado.

Neste ponto deve haver uma redobrada atenção para que a transliteração do nome em inglês, português, espanhol, francês, etc, seja feita de uma forma apropriada para o grego. Por exemplo, no idioma grego não existe uma letra que produza o nosso fonema "J". Neste caso "Ih" (iota+eta) substitui a letra "J".

O ALFABETO GREGO E SEU VALOR NUMÉRICO

A seguir você terá à disposição o antigo alfabeto grego, suas letras e o valor numérico de cada letra. As letras que aparecem com o sinal ***, são letras que foram obsoletas do vocabulário grego, mas que ainda representam valores numéricos. A letra "sigma" tem uma dupla aplicação, a depender do lugar que ocupe na frase.

Alpha [Aa] (a) = 1
Beta [Bb] (b) = 2
Gamma [Gg] (g) = 3
Delta [Dd] (d) = 4
Epsilon [Ee] (eh) = 5
*** [V'] (-) = 6
Zeta [Zz] (z) = 7
Eta [Hh] (ay) = 8
Theta [Qq] (th) = 9
Iota [Ii] (i) = 10
Kappa [Kk] (k) = 20
Lambda [Ll] (l) = 30
Mu [Mm] (m) = 40
Nu [Nn] (n) = 50
Xe [Xx] (ks) = 60
Omocron [Oo] (o) = 70
Pi [Pp] (p) = 80
*** [o] (-) = 90
Rho [Rr] (r) = 100
Sigma [SsV*] (s) = 200
Tau [Tt] (t) = 300
Upsilon [Uu] (oo) = 400
Phi [Ff] (f) = 500
Chi [Cc] (ch) = 600
Psi [Yy] (ps) = 700
Omega [Ww] (O) = 800

No momento certo você poderá calcular o número do nome da besta, ou seja, o valor numérico de seu nome. O Senhor, em seu infinito amor e cuidado, nos deixou essa revelação para que saibamos identificar a besta e rejeitar seu sistema, mesmo que isso signifique a morte física. Aqui está a perseverança e a fé dos santos!


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A origem dos universos paralelos e suas raças (Teoria)

Universos Paralelos 01
Os Universos Paralelos se originou de várias explosões cataclísmicas ocorridas há cerca de 13,9 bilhões de anos a g1 =... Número de Graham...
Conforme a figura 01 acima, que nos mostra as ilustrações dos Universos Paralelos. Na prática o "googol" e voltado para a História em 1938. O matemático Edward Kasner, da Universidade da Columbia, pediu ao seu sobrinho, que tinha, na ocasião oito anos de idade, para que ele inventasse um nome a ser dado a um número muito grande, mas que não fosse infinito. Então Kasner apresentou o googol em seu livro “MATEMÁTICA E IMAGINAÇÃO“. A Wikipédia define o googol, que é o número 10100 (lê-se gugol - sua forma de escrita em Portugal), ou seja, o dígito 1 seguido de cem zeros.
A representação consiste no seguinte:


O googol é "aproximadamente" igual ao 70! (fatorial de 70). No sistema binário, seriam necessários 333 bits para representá-lo.
O googol não tem qualquer utilidade prática a não ser como explicação da diferença entre um número imenso e o infinito. Na verdade, ele está tão longe do infinito como o 1. Devido à sua grande magnitude, foi adaptado para batizar um famoso motor de busca na grande rede mundial de Internet, o Google.
Segundo as teorias propostas por cientistas em 2012 toda a matéria e energia do nosso universo se originaram numa explosão cataclísmica ocorrida há cerca de 10 a 15 bilhões de anos.
O diâmetro do Sol é de 1,39 × 109 m, e o comprimento estimado do nosso universo visível (distância percorrida pela luz desde o Big Bang) é de 1,29 × 1026 m, ou 13,7 bilhões de anos-luz.
Em relação à área, o disco da Via Láctea tem uma superfície de cerca de 7 × 1041 m².
Para se ter uma idéia do tamanho desse número googol, desde o surgimento da Terra, há aproximadamente 4,5 bilhões de anos, ainda não se passaram um googol de segundos, nem um googol de milésimos de segundos, na verdade não é nem perto disso, se passaram “apenas” aproximadamente 1017 milissegundos.
Mais tarde, ele definiu um número ainda maior: o googolplex.
Um googolplex é dez elevado a um googol. Escrever um googolplex é impossível. Mesmo que se transformasse toda a matéria existente no nosso Universo em tinta de papel não teríamos ainda material suficiente para escrever todos os zeros que o compõem.
Não satisfeito, inventaram o googolplexian, que é dez elevado a um googolplex. E seguiram com a criação de nomes para números maiores ainda, e inventaram o googolplexianth, que é dez elevado a um googolplexian.                                                                                                                                                    

O Googolplexianth foi considerado o maior número existente na época!
A Wikipédia define o googolplexianth = como o dez elevado a um googolplexian.
(1 Googolplexianth = 10googolplexian = 10^{10^{googolplex}} = 10^{10^{10^{googol}}} = 10^{10^{10^{10^{100}}}}), ou seja, 1 seguido de googolplexian zeros.
O googolplexianth = 1 over a googolplexian, foi reconhecido 39 anos depois, oficialmente pela ciência, quando surgiu em 1977 o número de Graham.
O Graham é um número, digamos um pouco grande, que superou o Googolplexianth. Você com certeza nunca ouviu falar sobre este número? Pois este número é tão inútil, que a maioria dos matemáticos não o conhecem, e nem querem tomar seu conhecimento.
Ronald Lewis Graham (nascido em 31 de outubro de 1935) é um matemático creditado pela Sociedade Americana de Matemática como sendo "um dos principais arquitetos do rápido desenvolvimento em todo o mundo da matemática discreta nos últimos anos".
Ele fez um importante trabalho na teoria de programação, geometria computacional, teoria de Ramsey, e quase concluiu a teoria da aleatoriedade.
Ele é atualmente o cientista-chefe do California Instituto de Telecomunicação e Tecnologia da Informação (também conhecido como Cal-(IT) 2) e Irwin e Joan Jacobs. Professor em Ciência da Computação e Engenharia da Universidade da California, San Diego (UCSD) nos EUA.
Graham nasceu em Taft, Califórnia, EUA. Em 1962, e recebeu seu Ph.D. em matemática da Universidade da Califórnia, Berkeley.
Seu trabalho em 1977 foi considerado um problema na teoria de Ramsey, que teve como resultado um “grande número Graham”, como um limite superior para a sua solução.
Este número se tornou conhecido como o maior número já utilizado em uma prova de matemática: (é listado como tal no Guiness Book of Records),
E agora é conhecido como número de Graham 
A edição de 1980 do Guiness Book of World Records repetiu as afirmações de Gardner, acrescentando um interesse popular neste número.
O número de Graham é inimaginavelmente muito maior do que outros grandes números já conhecidos na face da terra,  como o googol, googolplex, googolplexian, googolplexianth, e ainda maior do que o número de Skewes e o número de Moser.
Na verdade, o Universo observável é demasiado pequeno para conter uma representação ordinária do número de Graham, supondo que cada dígito ocupa pelo menos um volume de Planck.
Mesmo torres de potência da forma são inúteis para esse fim, embora ele possa ser facilmente descrito pelas fórmulas recursivas usando a Notação de Knuth ou equivalente, como foi feito por Graham.
Os dez últimos dígitos do número de Graham são ... 2464195387. Inteiros específicos conhecidos por ser muito maiores do que o número de Graham, desde então, apareceram em muitas provas de matemáticas sérias (por exemplo, em conexão com as várias formulas finitas de Friedman do Teorema de Kruskal).
Para transmitir a dificuldade de se perceber a idéia do enorme tamanho do número de Ronald Lewis Graham, pode ser útil expressar, em termos de exponenciação, apenas o primeiro termo (g1) da seqüência de 64-termos de rápido crescimento.
Em primeiro lugar, em termos de Tetração ( ) somente: [REFERÊNCIAS: Wikipédia enciclopédia livre]

Já dizia o renomado e memorável físico Albert Einstein, tente penetrar, com os nossos meios limitados, os segredos da natureza. Você vai descobrir que, por trás de todas as concatenações discerníveis, há algo sutil, intangível e inexplicável. A veneração a essa força que está além de tudo o que podemos compreender é a minha religião.
O autor da obra "Gênesis 0" expressa o seu pensamento com as finalidades históricas científicas e tecnológicas, não tendo conotação religiosa, e sim, aborda o que ele vê nos fatos históricos antigos e religiosos na ciência antiga e moderna e no desdobramento da física quântica.
Afirma também ele, que nos vindouros séculos há de vir acontecer outros “grandes números”, da mesma forma que um limite superior aos que já foram divulgados em nossa época, para as soluções dos maiores números no mundo científico, consagrados no Século XXI da era Cristã para calcularem as grandes distâncias cosmológicas.
Os Universos de linhas ou superfícies equidistantes em toda a sua extensão são constituídos de tudo o que existe fisicamente na totalidade do espaço e tempo.
Todas as formas de matéria e energia dos Universos Paralelos se originaram de várias explosões cataclísmicas ocorridas há cerca de 13,9 bilhões de anos a g1 =... Googolplexianth anos-luz.
Estes “grandes números”, são descobertos através da veemência de sentimentos via o pensamento do homem com os princípios fundamentais duma arte ou duma ciência e não com a realidade atual da faixa cronológica para a qual se toma por base a ocorrência de um fato.
Quando o homem medita em dados matemáticos impossíveis para fazer os grandes cálculos que os matemáticos não conhecem e nem querem conhecer, é por que estes “grandes números” na realidade já existem. Conforme já dizia o célebre notável físico Einstein, o homem penetrando com os seus meios limitados encontra o imaterial algo feito com delicadeza, intocável não explicável por trás de todos os conjuntos de coisas ou ações coordenadas ou em sucessão discerníveis.
Não fomos os primeiros! O nosso planeta conheceu varias civilizações e culturas extremamente evoluídas as quais sequer sonhamos terem existido na face da terra.
Os vestígios latentes, as evidências altamente conclusivas, espalham-se mesmo por todas as partes. Em milhares de Pedras de Ica, encontradas no Peru, afirmar os registros históricos nos murais das antigas pirâmides do antigo Egito, nos registros dos antigos Sumérios na Mesopotâmia, a civilização Maia, e demais ruinas espalhadas por todo o Globo, estes registros históricos deixados pelos antigos habitantes do planeta Terra comprovam que as civilizações extraterrestres aqui estiveram e tornou habitado o nosso planeta a Milhões de anos atrás.
Essas características no mais alto grau de sua evolução já viajavam não só por todo o nosso planeta como também pelo espaço sideral em 3 ou mais dimensões, em um espaço n-dimensional, através de uma tecnologia muito avançada nos veículos hoje denominados de “típicos” ou “de primeira geração” Discos Voadores.
Estas máquinas muito sofisticadas são naves espaciais veículos voadores, específicos param se locomoverem e teletransportar-se em qualquer parte dos Universos Paralelos.
Universos Paralelos disco
E uma ilustração das naves espaciais que utilizam propulsores de acelerar os íons às partículas atômicas e subatômicas em altas velocidades na horizontal e vertical extremamente para criar empuxos e repuxos mais eficientemente de íons em um reator nuclear que utiliza no centro como combustível o elemento 118 da tabela periódica.
Este reator contém ao seu redor uma proteção hermeticamente blindado, é uma câmara de resfriamento hermética com um material especifico de resfriamento, contra as radiações, onde é controlado uma reação nuclear no centro que amplia a “Força Nuclear Forte".
A força nuclear forte e que mantém os prótons e nêutrons juntos do núcleo do átomo do elemento 118 da tabela periódica para produzir a "força -1g = g1+" que fornece através dos motores eletromagnéticos que são os transformadores de um campo de gravidade das ondas eletromagnéticas utilizadas em forma de comprimento de ondas suficientemente pequenas.
Universos Paralelos disco 02
Figura 03 - Nos mostra uma ilustração bem detalhada destas ondas de rádio milimétricas que são os comprimentos de micro-ondas, sendo particularmente adequadas no casco dos Discos Voadores para fazer com que as maquinas se deslocar no espaço e tempo, viajar nas velocidades estimadas em Googolplexianth ano-luz, se desmaterializar e materializar-se em outros Universos de linhas ou superfícies equidistantes em toda a extensão.
Para comparar o tamanho numérico dos invólucros de energias cósmicas ionizadas, as regiões das eletrosferas, em diversos níveis dos Universos de linhas ou superfícies equidistantes, em todas as suas extensões:
Vejamos os exemplos abaixo em conformidade com os maiores números que a ciência nos mostra no Século XI. [Crédito: Ilton Medeiros].

A ciência nos mostra, entretanto não percebemos as teorias dos Universos Paralelos no COSMOS
através das teorias de Hubble que nos forneceu os dados científicos da matéria  e da energia escura.
O vídeo abaixo e um exemplo de dois Universos modelos, um denominado ΛCDM, e o outro SCDM.
Vídeo 01 - Foi produzido para ilustrar os padrões de crescimento diferentes de estrutura do nosso Universo.
O vídeo 01 acima encontrava-se disponível o seu acesso em 18/03/2012, foi enviado por djxatlanta para o Site You Tube em 25/03/2010, nos mostra de maneira rápida algumas das novas funcionalidades que os astrônomos fizeram em simulações, em um computador, nos mostrando a evolução da estrutura em larga escala cosmológica para dois modelos diferentes.
Um corresponde a um Universo de energia escura denominado (ΛCDM chamado), o outro para um Universo sem energia escura (o chamado SCDM).
Apenas o primeiro destes dois modelos corresponde aos resultados dos novos estudos das pesquisas COSMOS, foi confirmando, pela primeira vez, nunca usando as lentes naturais "fracas", nos mostram a expansão acelerada do nosso Universo.
Ambas as simulações evoluírem na distribuição da matéria até o presente momento, a partir de redshift de cinco, que é aproximadamente o redshift de fontes distantes o mais utilizado na análise do COSMOS. Isto corresponde a um tempo de 12,9 bilhões de anos atrás para a simulação ΛCDM e 8,7 bilhões de anos atrás para SCDM.
Quando a energia escura está presente, aglomerados de galáxias crescem mais lentamente mudando o arquivo e a forma como o Universo se expande, levando a mais distante - e mais eficiente com as lentes - as galáxias. [Crédito: J. Hartlap (Universidade de Bonn). Reconhecimento: As simulações foram criadas com Gadget-2 (V. Springel) e sendo representado comIfrit (N. Gnedin)].

Ilustração 3D da 3ª dimensão do Cosmos
Universos Paralelos CUBO 0
É uma projeção em 3D de vários Cubos as 3ª dimensões do Cosmo [Formula: N=2 e L=1].
A ilustração da figura 04 representa a 3ª dimensões do Cosmos, são os invólucros de energia cósmicos ionizados. Ilustrar as regiões de eletrosfera Cubo 3D dos Universos internos.
Os Cubos 3D contem um (1) plano Universo dentro de um invólucro de uma energia cósmica ionizada em forma de um Poliedro regular com seis faces quadradas.
São diversos envoltórios cúbicos 3D em forma de uma energia dimensional que existe em qualquer lugar no vácuo absoluto quântico contendo um espaço sideral interno.
Estes envoltórios cúbicos de energia cósmica separam o plano interno que e a 2ª dimensão composta de quatro elementos os materiais e imaterial em formação e expansão.
Aos seus lados existem outros espaços siderais que são outros Cubos 3D, contendo em cada um deles outras 2ª dimensões os Universos Paralelos.
Crédito: Ilton Medeiros
Fonte: http://www.genesis0.com/
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