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BOLA DE FOGO ATRAVESSA O CÉU DO RIO GRANDE DO SUL

BOLA DE FOGO NO RIO GRANDE DO SUL

Um meteoro de forte intensidade cruzou o céu da cidade gaúcha de Taquara, produzindo um forte clarão. A fulgurante entrada ocorreu no domingo e foi registrada em vídeo através de uma das câmeras da BRAMON, Rede Brasileira de Observação de Meteoros.

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O evento ocorreu na noite de domingo, às 21h58 BRST (Horário de Verão).

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De acordo com Carlos Fernando Jung, diretor científico da BRAMON, as análises iniciais apontam que o meteoro provavelmente deve ter ocorrido no centro de Santa Catarina, mas como apenas a câmera de Taquara registrou a passagem, não é possível determinar a trajetória exata.

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Devido à forte intensidade, os pesquisadores não descartam a possibilidade de ter havido a ocorrência de estrondo sônico (sonic boom) característico de objetos que ultrapassam a velocidade do som em algumas localidades da Região Sul.

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Como apenas uma câmera de vigilância registrou a fragmentação da rocha, os pesquisadores da BRAMON estão à procura de imagens em câmeras de segurança e também de testemunhos de quem viu o meteoro, que ocorreu por volta das 22 horas deste domingo, 19 de novembro. O objetivo é determinar a órbita e direção do objeto, além de localização de possíveis meteoritos.

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FONTE

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Os astrônomos descobriram gigantesco planeta que desafia tudo o que sabemos sobre a formação de planetas

Stargazers encontraram um tremendo mamute de gás, chamado NGTS-1b, quase a medida de Júpiter; girando uma pessoa menor e branca uma grande porção da massa e tamanho do Sol, 600 levam muito tempo da Terra.
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É moderadamente o maior planeta, em contraste com sua estrela, em qualquer ponto encontrado. Esta divulgação é enorme à luz do fato de que descobre mais fatos privilegiados e inquéritos a nossa compreensão atual de como os planetas foram enquadrados.
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A divulgação de NGTS-1b é um sucesso delirante, enfrentando nossas hipóteses atuais sobre o desenvolvimento planetário.As hipóteses atuais sobre o desenvolvimento planetário não levam em conta os planetas desse tamanho para ficar ao redor das estrelas, este pouco.
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O arranjo planetário na maior parte acontece de forma gradual em torno de pequenas estrelas, e há, na maior parte, menos material para que tais planetas se encaixem, de modo que o monstro de gás para esta situação é seguramente atônito ao que é conhecido anteriormente.
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O analista central da Universidade de Warwick, Daniel Bayliss, admite isso como:
"A divulgação de NGTS-1b nos surpreendeu completamente - não se pensava que tais planetas gigantescas existiam em torno de pequenas estrelas".

Os analistas, utilizando o cluster de telescópio de campo largo da Pesquisa de trânsito Next-Generation, estão ponderando ainda mais sobre o disjuntor NGTS-1b. Bayliss inclui mais:

"Este é o principal exoplaneta que encontramos com o nosso novo escritório e agora somos difíceis de obter astúcia de como os planetas se enquadram. Nosso teste agora é descobrir quão regular são esses tipos de planetas no mundo e com o novo escritório da NGTS, estamos todos preparados para fazer apenas isso ".

Este gás goliath foi chamado como um "quente" Júpiter; praticamente comparativo em estimativa, com cerca de 20% menos de massa do que Jupiter. NGTS-1b círculos consideravelmente mais perto de sua estrela hospedeira - assim mais sensual, e com um tempo orbital significativamente menor de 2,6 dias terrestres.
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A estrela é uma classe M vermelha predominam. Esta pequena estrela da classe M que é a classe de estrelas mais abundante em nosso sistema cósmico, representando cerca de 75% de cada estrela vizinha.
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Além disso, à luz do fato de que eles não explodem tão quentes como estrelas diferentes, seu hidrogênio esgota de forma similar mais lenta, tornando-os longos e abundantes.
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Esta classe M predominam é uma grande parte da varredura e massa como o Sol, entendendo que é ainda maior que o planeta. Tão quente como estrelas diferentes, o seu hidrogênio esgota de forma similar mais lenta, tornando-os longos e abundantes.
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Esta classe M predominam é uma grande parte da varredura e massa como o Sol, entendendo que é ainda maior que o planeta. Tão quente como estrelas diferentes, o seu hidrogênio esgota de forma similar mais lenta, tornando-os longos e abundantes.
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Esta classe M predominam é uma grande parte da varredura e massa como o Sol, entendendo que é ainda maior que o planeta."NGTS-1b foi difícil de descobrir, apesar de ser um animal de um planeta, uma vez que sua estrela-mãe é pequena e desmaie.
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Pequenas estrelas são realmente as mais amplamente reconhecidas no Universo, por isso é concebível que haja um lote considerável desses planetas de mamute aguentando para estabelecer ", retratou o analista da Universidade de Warwick e líder da NGTS, Peter Wheatley.

"Tendo trabalhado durante cerca de 10 anos para construir o cluster de telescópios NGTS, é emocionante vê-lo escolhendo novos e imprevistos tipos de planetas. Estou antecipando a ver quais diferentes tipos de novos planetas energizantes podemos aparecer".

Uma vez que este surpreendentemente gigantesco planeta é combinado com uma estrela tão insignificante, infere que mais combinações como esta podem existir lá fora, simplesmente segurando para ser encontrado.
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A Lua é uma espaçonave oca?

A LUA E OCA

Vários livros de ficção científica do início do século 20, incluindo HG Wells “The First Men in the Moon”, abordam a ideia de uma lua oca habitada por alienígenas.

Em 1970, dois cientistas soviéticos levaram essa premissa aparentemente lunática um passo adiante, propondo que a lua fosse na verdade uma nave espacial alienígena construída por extraterrestres com tecnologia e inteligência superiores.

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De acordo com os astrônomos, a lua – embora reconhecidamente enigmática no que diz respeito aos corpos celestes – não poderia manter seu campo gravitacional e de massa se não tivesse um núcleo denso.

A Teoria da Espaçonave Lua, também conhecida como a Teoria Vasin-Shcherbakov, é uma teoria que afirma que a lua da Terra pode realmente ser uma nave espacial extraterrestre.

A teoria foi apresentada por dois membros da então Academia Soviética das Ciências , Michael Vasin e Alexander Shcherbakov, em um artigo de julho de 1970 intitulado “A Lua é a Criação da Inteligência Alien?”.

A tese de Vasin e Shcherbakov foi que a Lua é um planetoide criado por seres desconhecidos com tecnologia muito superior a qualquer existente na Terra. Grandes máquinas teriam sido usadas para derreter a rocha e formar grandes cavidades dentro da Lua, com uma resultante lava derretida vomitando para a superfície da Lua.

A Lua consistiria, portanto, de uma casca interna semelhante a um casco e uma concha exterior feita de rochosa metálica. Por razões desconhecidas, a “Espaçonave Lua” foi então colocada em órbita em torno da Terra.

Sua teoria ainda aborda as grandes crateras lunares, geralmente formadas por impacto de meteoro, porém muito rasas e com fundos planos ou mesmo convexos.

Pequenas crateras têm uma profundidade proporcional ao seu diâmetro, mas as crateras maiores não são mais profundas. É teorizado que os meteoritos pequenos fazem uma depressão em forma de copo na superfície rochosa da lua, enquanto os meteoros maiores perfuram uma camada rochosa de cinco milhas de espessura e atingindo um “casco” de alta resistência por baixo.

Além disso, os autores observam que o material de superfície da lua é substancialmente composto de diferentes elementos (cromo, titânio e zircônio) da superfície da Terra.

As rochas lunar também possuem metais processados, como latão e mica, bem como os elementos de urânio 236 e substâncias neptunium 237 que nunca foram encontradas para ocorrer naturalmente e são especificamente subprodutos de reatores nucleares.

Eles também observaram que algumas rochas da lua são mais antigas que as rocas mais antigas da Terra. O que quebra a ideia de que ela foi formada a partir de uma colisão da Terra com um objeto.

Isso poderia indicar que a Lua é uma nave espacial nuclear?

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A Lua, então, seria formada uma camada externa rochosa com algumas milhas de espessura cobrindo um forte casco, talvez 20 milhas de espessura e, por baixo disso, há um vazio, possivelmente contendo uma atmosfera.

Em 1975,Don Wilson publicou “Mysterious Spaceship Moon”, na qual compilou o que ele considerou apoiar fatos para essa teoria da espaçonave.

Em 1976, George H Leonard publicou “Someone else is on the Moon” em que ele reproduziu numerosas fotografias da NASA mostrando a superfície lunar e sugeriu que máquinas de grande escala fossem visíveis nessas imagens.

Durante a missão Apollo da NASA em 1969, para medir as ondas sísmicas da superfície da Lua, os astronautas derrubaram um satélite na superfície da Lua, que colidiu com uma força igual a uma tonelada de TNT.

Após o impacto, um astronauta disse que “a Lua tocava como um sino”, enquanto as vibrações continuavam por horas depois. Um observador da NASA também observou que a superfície da Lua “trepidou” após o impacto.

Tais observações avançaram a ideia de que a Lua é de fato oca como um sino.

Com base na densidade da Lua, determinou-se que o interior da Lua deve ser muito menos denso do que o exterior, um fato que apóia a teoria de que a Lua é realmente oca.

Enquanto a densidade da Terra é de 5,5 gramas por centímetro cúbico, a Lua tem uma densidade de apenas 3,34 gramas por centímetro cúbico.

De acordo com as leis conhecidas da física, um satélite ou planeta natural não pode ser oco. Se o interior da Lua é de fato oco, segue-se que a Lua deve ser artificial – um objeto manipulado.

Vasin e Shcherbakov também sugeriram que esta “nave espacial” teria sido revestida com rochas e poeiras (substâncias que pareciam lua) para disfarçá-la, para que pareça natural observadores humanos na Terra.

Verificou-se também que essas substâncias proporcionariam uma nave espacial com uma proteção ótima contra os efeitos adversos do espaço-calor, radiação cósmica e impactos de meteoritos.

As luas são normalmente muito menores do que os planetas que elas orbitam. Um planeta pequeno como a Terra pode ter, na melhor das hipóteses, “um mundo minúsculo, talvez algo com 30 milhas de diâmetro, mas não é assim. A Terra não só tem um satélite, mas é um satélite gigante, 2.160 milhas de diâmetro “, disse Isaac Asimov, professor e escritor da Universidade de Boston.

Enquanto a lua de Júpiter é 1/80 do tamanho de seu planeta, a nossa Lua é 1/4 do tamanho da Terra. A gravidade da Terra também é muito fraca para ter capturado e puxado em órbita para um objeto tão grande como a nossa Lua.

A Lua é a única lua no sistema solar que tem uma órbita circular estacionada, quase perfeita, enquanto todas as outras luas e planetas viajam em órbitas elípticas.

O que é mais extraordinário é que a Lua não gira como todos os outros corpos celestiais; Um lado da Lua é perpetuamente virado para o lado da Terra.

Poderia haver algo escondido no lado oposto da Lua?

Embora os cientistas tenham inventado teorias mais convencionais, menos extraordinárias, explicando o que é a Lua e como isso aconteceu, nenhuma dessas teorias resiste aos fatos já descobertos sobre a Lua.

Uma teoria é que a Lua foi capturada pela gravidade da Terra e puxada para a órbita, mas sabemos que a Terra é muito pequena para capturar um satélite tão grande. A órbita circular quase perfeita da Lua faz esta explicação ainda mais improvável.

Outra explicação é que a Lua é o produto de detritos depois que algum corpo celeste colidiu com a Terra há muito tempo. No entanto, tais detritos não poderiam ter formado uma estrutura oca ou menos densa no interior do que no exterior – é fisicamente impossível.

Na verdade, a Lua não apresenta nenhuma explicação razoável, e parece abrir a porta para possibilidades extraordinárias.

Como o Dr. Robin Brett, um geólogo da NASA, disse uma vez: “Parece mais fácil explicar a inexistência da Lua do que a sua existência”.

Estas são apenas algumas das descobertas misteriosas do nosso satélite lunar, enquanto há muito mais que deixamos de lado.

A Lua poderia ser uma nave espacial construída artificialmente em órbita milhões ou mesmo bilhões de anos atrás? Ou poderia haver uma explicação menos incrível ainda a ser descoberta.

Fonte


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Os astrônomos da NASA nos dizem que "Alguém mais" está na lua. Por que a NASA escondeu este segredo? (Arq.)

Vivemos em um mundo estranho, e como Neil Armstrong disse uma vez, existem "grandes idéias não descobertas, avanços disponíveis para aqueles que podem remover uma das camadas protetoras da verdade".
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Avanço rápido para hoje, e um número de pessoas tomaram conhecimento do fato de que nem tudo o que se passa nos bastidores é tornado público. É precisamente por isso que foi criado o Freedom of Information Act (FOIA); É uma lei federal de liberdade de informação que permite a divulgação total ou parcial de informações e documentos anteriormente inéditos controlados pelo governo dos Estados Unidos.
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Ainda há muitos obstáculos no caminho da transparência total, um dos quais é o uso da "segurança nacional" para manter a informação classificada e oculta à vista pública. Isso se tornou mais evidente com as revelações de Wiki Leaks e Edward Snowden, mas o problema continua ainda mais profundo. Você sabia que o governo dos EUA classifica aproximadamente quinze milhões de páginas de documentos todos os anos?
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CIENTISTAS DA NASA E O QUE DIZEM SOBRE A LUA
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Vários funcionários da NASA fizeram algumas afirmações bastante chocantes sobre a Lua. George Leonard, um cientista da NASA e analista de fotos que obteve várias fotografias oficiais da Lua da Nasa, muitos dos quais ele publicou em seu livro intitulado Alguém que está na lua, é apenas um desses funcionários.
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Embora as fotos sejam de tamanho pequeno e sua resolução não é conforme aos padrões de hoje, elas mostram detalhes de impressões originais e maciças. Enquanto Leonard publicou os números de código de identificação das fotos em suas obras para apoiar sua fonte, ainda não podemos dizer com certeza que eles eram reais, e sua má resolução só piora as coisas. Muito mais convincentes do que essas fotos são suas declarações sobre o que foi encontrado na Lua, juntamente com suas credenciais da NASA verificadas. Leonard não era o único com um fundo credível tentando dizer ao mundo a verdade sobre a Lua e as fotos tiradas das missões Apollo.
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"Senhoras e senhores, o meu governo, a NASA, que muitos de nós nos Estados Unidos afirmam, nunca respondeu diretamente, procedeu a apagar 40 filmes do programa Apollo - o vôo para a Lua, o vôo ao redor da Lua, os desembarques na Lua, os rapazes andantes aqui e ali. Eles apagaram, por amor de Deus, 40 rolo de filmes desses eventos. Agora estamos falando de vários milhares de quadros individuais que foram tomadas que as chamadas autoridades determinaram que você não tinha o direito de ver. Oh, eles eram "perturbadores", "socialmente inaceitáveis", "politicamente inaceitável". Fiquei furioso. Eu sou um sargento major do comandante aposentado. Nunca fui famoso por ter muita paciência ".
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A citação acima é de Bob Dean, que estava falando em uma conferência na Europa. Bob é um comandante Sargent Major do Exército dos EUA aposentado, e também serviu na sede suprema da Allied Powers Europe (SHAPE) da OTAN como analista de inteligência.
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Quando se trata do fenômeno OVNI, agora temos divulgação pública de milhares de documentos, juntamente com centenas de testemunhos de testemunhas credíveis. Também é importante notar aqui que o governo russo recentemente pediu uma investigação internacional sobre os desembarques da lua dos EUA em relação ao desaparecimento de filmagens do desembarque lunar original em 1969. Eles também estão se referindo ao (aproximadamente) 400 quilos de rocha lunar que foi obtido durante múltiplas missões entre 1969 e 1972.
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Leonard argumentou que a NASA sabia sobre a atividade extraterrestre na Lua e tentou ocultar essa informação. Ele não é o único a fazer tal asserção. "Leia os livros, leia a tradição, comece a entender o que realmente aconteceu, porque não há dúvida de que estamos sendo visitados. . . . O universo em que vivemos é muito mais maravilhoso, emocionante, complexo e de grande alcance do que nunca conseguimos saber até agora. . . . [A humanidade há muito se perguntou se estamos] sozinhos no universo. [Mas] apenas no nosso período, realmente temos provas.
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Cientistas estão deixando a NASA devido a paranoia sobre segurança das informações

NASA
Parece que nas últimas semanas não há como escapar de falar sobre a NASA.  Mas se a agência está na pauta das notícias, então que seja.
Estaria algo muito suspeito e grandioso ocorrendo com Marte, que a NASA e o Department of Homeland Security (Departamento de Segurança Nacional dos EUA) não querem que o público saiba?
De acordo com o site thiscantbehappening.net, para que um membro da equipe do jipe-sonda Curiosity possa operá-lo e conduzí-lo pelo solo marciano, esta pessoa precisa ter uma liberação de segurança de alto nível, o que é chamado em inglês de “top security clearance” e que, devido a esta obsessão sobre a segurança das informações, mais de cem cientistas e engenheiros recentemente, ou pediram a conta, ou se aposentaram prematuramente.
Por que estaria a NASA e o Departamento de Segurança dos EUA tão obcecados sobre Marte?
Esta obsessão começou na parte final da gestão Bush, quando uma ordem foi dada para que todos os trabalhadores do Jet Propulsion Laboratory, em Pasadena – Califórnia, fossem investigados para obtenção de segurança de alto nível, a fim de poderem continuar em seus trabalhos.
Supostamente, a NASA é uma agência civil científica, a qual não só publica todas as suas descobertas, mas também convida e incentiva a participação de cientistas de todo o mundo.  Mesmo assim, todos os funcionários do JPL que quisessem continuar no emprego – até mesmo os cientistas que tinham estado com a NASA por décadas – tiveram que adquirir uma credencial de alta segurança para entrar nas instalações.  E para que conseguissem esta credencial, eles tiveram que concordar em passar por um teste rigoroso do FBI que levantaria todos os seus históricos de vida, desde a faculdade.
Sentindo que suas privacidades estavam sendo invadidas, mais de 100 veteranos preferiram deixar seus empregos a abrir suas vidas para o FBI.
Nem todos que deixaram seus trabalhos na NASA por esta causa eram cientistas.  Susan Foster, um escritora científica para o JPL, começou sua carreira trabalhando como secretária em 1968, antes mesmo da primeira alunissagem do projeto Apollo.  Ela diz que pediu a conta exclusivamente porque a NASA requereu que ela se submetesse a “abdicar meus direitos da Quarta Emenda (emenda à constituição estadunidense que protege a propriedade privada do cidadão e proíbe buscas não autorizadas) ou seria negado meu acesso às instalações“, onde ela tinha trabalhado por 44 anos.  No momento ela está desempregada e procurando por trabalho.
Depois a NASA não sabe porque ultimamente as pessoas amam o ato de detestá-la.
Fonte: OVNIHoje
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Haveria outro planeta em nosso Sistema Solar? Tudo indica que sim!

dnot_7916 Segundo novo estudo, um mundo ainda oculto poderia orbitar os escuros limites de nosso sistema
A procura por evidências da existência do Planeta X - o misterioso orbe hipotético no limite de nosso sistema planetário, conhecido igualmente por vários nomes míticos como Nibiru, Marduk,Hercólubus, 12º planeta, Theia etc – tomou um novo rumo graças aos cálculos de um astrônomo brasileiro. Rodney Gomes, do Observatório Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, afirma que as órbitas irregulares de pequenos corpos gelados além de Netuno implicam que um planeta quatro vezes maior que a Terra está girando em volta do nosso Sol, nas bordas do Sistema Solar.
As informações são da National Geographic. Gomes mediu as órbitas de 92 objetos do cinturão de Kuiper (pequenos corpos e planetas anões) e afirmou que seis desses objetos pareciam ser arrastados para fora de curso em comparação com suas órbitas esperadas.
Na terça-feira, ele contou aos pesquisadores daSociedade Americana de Astronomia que, provavelmente, a razão para essas órbitas irregulares fosse um companheiro solar de massa planetária – um corpo distante do tamanho de um planeta que é poderoso o bastante para mover os objetos do cinturão de Kuiper. Ele sugere que o planeta seria quatro vezes do tamanho da Terra, quase do tamanho de Netuno, e estaria 1,5 mil vezes mais longe do Sol do que a Terra.
Mesmo estando em cima do muro, outros astrônomos aplaudiram os métodos utilizados pelo brasileiro.Rory Barnes, da Universidade de Washington, falou que Gomes “traçou um caminho para determinar como um planeta seria capaz de ‘esculpir’ partes do nosso Sistema Solar”. E continuou: “Por enquanto, a evidência ainda não existe. Eu acho que o principal ponto que ele demonstrou é que há maneiras de encontrar essas evidências. Mas não acho que haja provas de que o planeta realmente está lá”, afirmou Barnes.
Douglas Hamilton, astrônomo da Universidade de Maryland, também nos EUA, está de acordo de que as constatações não são definitivas. Hal Levison, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste em Boulder, Colorado, acha ”surpreendente que um companheiro solar tão pequeno quanto Netuno possa ter os efeitos que ele Rodney Gomes vê. Mas eu conheço Rodney e tenho certeza de que ele fez os cálculos corretos”, disse.
CRÉDITO: BHMPICS
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Afinal, o homem esteve ou não na Lua?

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Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua
Bandeira americana está amassada e não tremula. 

Veja o que é verdade e o que é mentira sobre a missão da Apollo 11.
Em 20 de julho de 1969 o homem pisou na Lua, mas muitos ainda não acreditam nisso. E apesar de astronautas terem voltado lá outras cinco vezes, o fato de que ninguém nunca mais tocou o solo lunar desde 1972 abriu margem para dúvidas de muita gente. Afinal: o homem foi mesmo à Lua ou tudo não passou de uma bem montada encenação americana? Para o astrônomo Ronaldo Mourão, um dos mais respeitados cientistas brasileiros, está claro: há 40 anos Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin chegaram sim à Lua.

Os soviéticos

Para o cientista, a principal prova de que os americanos chegaram à Lua é simplesmente o fato de que seus inimigos, os soviéticos, nunca duvidaram disso. A URSS em 1969 tinha uma tecnologia avançada, um programa espacial de ponta e plenas condições de verificar se os sinais de rádio da Apollo 11 vinham mesmo da Lua. “Se os soviéticos descobrissem qualquer indício de que era uma mentira, eles iam fazer um samba enorme em cima. Não iam esconder de jeito nenhum”, afirma Mourão.

Além do rádio, os soviéticos tiveram outras comprovações da missão. “Nos mesmos dias da Apollo 11, a União Soviética lançou a Luna 15”, conta o astrônomo. A Luna 15 foi uma sonda robótica importante. Tentando desmerecer o feito americano, os soviéticos queriam que ela fosse à Lua, recolhesse amostras e voltasse, mostrando que aquela história de levar gente para fora de órbita era perda de tempo e dinheiro (não deu certo e a Luna 15 se espatifou em uma montanha lunar um dia depois da chegada dos americanos).

Antes disso, no entanto, a sonda serviu como prova para os soviéticos de que os americanos estavam mesmo por ali. Pela primeira vez na história, americanos e russos cooperaram no espaço – meio a contragosto, mas cooperaram. Para evitar uma tragédia espacial, com a sonda soviética colidindo com a nave americana, as duas agências trocaram dados sobre seus planos de voo. Ou seja: a URSS não apenas ouviu as transmissões de rádio vindas da Lua, mas também acompanhou o voo da Apollo 11.

Essa é, obviamente, a prova número 1 da chegada do homem na Lua. Mas ela não impediu a propagação de teorias que afirmam que tudo não passou de uma filmagem feita em um estúdio de Hollywood. E não é à toa. Quando a Nasa acabou com o projeto Apollo e passou a dedicar suas energias e verbas para as estações e os ônibus espaciais, ela deu margem para tudo isso se fortalecer. Conforme os anos passaram, o argumento “se o homem foi à Lua há tanto tempo, por que não voltou?” foi repetido a exaustão.



É quase impossível falar da missão da Apollo 11 e não ouvir alguém dizer que “a bandeira está tremulando e na Lua isso é impossível”. Sim, é impossível a bandeira tremular no espaço. É por isso que ela não tremula.

Preste atenção nas imagens: a bandeira americana não está voando. Ela está amassada, por que estava guardada em algum canto do apertadíssimo módulo lunar. É possível perceber que não há variação nas “ondas” da bandeira, não importa qual foto se veja. “Além de estar amassada, a bandeira se mantém ereta por que tinha uma haste superior que a mantinha assim”, explica Mourão. “Essa é a única maneira de ela não ficar para baixo, que é o que seria esperado na Lua, onde não há vento e a gravidade é um sexto da terrestre”, explica o astrônomo.

A foto de Neil Armstrong descendo do módulo lunar
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Buzz Aldrin, e não Neil Armstrong, deixa o módulo lunar (Foto: Nasa/Divulgação)

Outra dúvida recorrente: “se Armstrong foi o primeiro homem na Lua, quem é que tirou a foto dele descendo?”. É simples: ninguém. Ninguém, por que essa foto não existe. Armstrong foi o primeiro homem na Lua e, por isso, não existe foto “de fora” do módulo lunar enquanto ele desce.

A foto clássica de um homem saindo da nave? “É o Aldrin”, explica Mourão. Buzz Aldrin, o piloto do módulo, foi o segundo homem na Lua. Enquanto ele descia, Armstrong fotografava. Aliás, a maioria das fotos “clássicas” da Lua, que muita gente acredita serem de Armstrong, são, na verdade, de Aldrin.
As pegadas
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Poeira lunar muito fina deixa pegada marcada (Foto: Nasa/Divulgação)

Uma das muitas missões de Buzz Aldrin na Lua era bem simples: fazer uma pegada clara e tirar uma foto para que os cientistas na Terra pudessem estudar a mecânica do solo lunar. A foto virou um clássico e foi reproduzida no mundo inteiro. Além dela, diversas imagens mostram as pegadas dos dois astronautas na Lua.

Não se sabe onde isso começou, mas muitas pessoas passaram a debater na internet afirmando que “se não tem umidade, não deveria existir pegadas”. Mas a verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não é preciso água para deixar pegadas, como qualquer beduíno do deserto pode demonstrar. O que deixa as pegadas ali é a areia extremamente fina e porosa da Lua. “É um pó muito, muito fino, semelhante ao cimento, à cinza vulcânica ou ao pó compacto que as mulheres usam em maquiagens. Quando você pisa em algo assim, fica uma marca profunda. É por isso que as pegadas se formaram”, afirma o astrônomo.
A variação de temperatura na Lua
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Roupas dos astronautas não aguentariam temperaturas tão extremas como as da Lua (Foto: Nasa/Divulgação)

A Lua não tem atmosfera. Por isso as temperaturas ali variam muito. Durante o dia, a média é de 100°C e durante a noite de 150°C negativos. Humanos, obviamente, não sobreviveriam ali. Por isso que os especialistas que planejaram a missão escolheram um lugar mais ameno para pousar o módulo lunar.
“O local escolhido para o pouso era exatamente no meio da penumbra, onde ainda não era nem dia nem noite completamente, para proteger os astronautas”, explica Ronaldo Mourão. A rotação da Lua dura cerca de 27 dias – tempo de sobra para Armstrong e Aldrin ficarem seguros por ali.
As sombras
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Sombras intrigam quem não acredita no feito (Foto: Nasa/Divulgação)

A fonte principal de luz na Lua é o Sol, assim como na Terra. E isso já gerou muita confusão, por que muita gente não entende por que é que há sombras diferentes nas fotos da Lua se o Sol “seria” a única fonte de luz. Mas o Sol não é a única fonte. “Há também a Terra e a luz emitida pela própria câmera do astronauta”, explica Mourão. Na Lua, a Terra ilumina a área tanto quanto a Lua ilumina a Terra em uma noite de Lua cheia.


As estrelas
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As estrelas estão longe demais para serem capturadas pela câmera (Foto: Nasa/Divulgação)

Outra pergunta frequente: como é que os astronautas fizeram tantas fotos na Lua e não registraram nenhuma estrela? Basta uma noite longe das luzes artificiais que você enxerga bilhões delas – e eles não fotografaram nenhuma? Pois é, eles com certeza viram muitas, muitas, mas muitas estrelas mesmo, mas não conseguiram fotografar nenhuma.

Por quê? Por que a fotografia tem limites, principalmente em 1969. Para conseguir captar as estrelas, os astronautas teriam que ter deixado uma “exposição” alta na câmera, e com o brilho do Sol ali do lado se fizessem isso não teriam conseguido registrar mais nada na superfície. “Talvez com uma máquina moderna de hoje em dia eles conseguiriam, mas era difícil e isso não era a prioridade naquele momento”, explica Mourão.
Objetos deixados
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Apollo 11 deixou uma placa na Lua (Foto: Nasa/Divulgação)

As missões Apollo deixaram um monte de coisas na Lua. Desde o módulo de descida da Apollo 10, que ficou por lá mesmo, até o jipe lunar da Apollo 17, passando por satélites, aparelhos diversos e muitos estágios de foguetes. A mais importante delas é a única que está em operação até hoje: um conjunto de cubos refletores que funcionam como espelhos lunares.

“Esses cubos são usados para medir a distância da Terra à Lua, que varia. Diversos observatórios, dentro e fora dos Estados Unidos, já usaram esses refletores em pesquisas. Se o homem não tivesse ido à Lua, isso seria impossível”, afirma o astrônomo.

Não é possível ver esses objetos da Terra por que eles são muito pequenos em comparação com a Lua e a distância é muito grande. Seria a mesma coisa que você pedir para Armstrong, da Lua, enxergar um automóvel aqui na Terra. Um exemplo: você consegue enxergar montanhas na Lua? Pois elas existem e algumas têm mais de 4 mil metros de altura (o ponto mais alto do Brasil, o Pico da Neblina, tem pouco mais de 3 mil metros). Agora, se a gente mal consegue ver montanhas, como é que vamos enxergar os pequenos objetos deixados pelas Apollos?

Além das coisas que os astronautas deixaram na Lua, há as coisas que eles trouxeram. As rochas lunares foram analisadas por cientistas do mundo todo e sua autenticidade foi comprovada. “Não dá para falsificar isso. Rochas lunares têm características muito especiais, não vistas na Terra, por que elas são atingidas por micrometeoritos”, conta Mourão.
Por que o homem ainda não voltou?
Ampliar FotoFoto: Nasa/Divulgação

Quando o homem vai voltar à Lua? (Foto: Nasa/Divulgação)

Essa reportagem provavelmente não seria necessária se a Nasa tivesse mantido as missões lunares e as pessoas estivessem tão acostumadas com descidas à Lua quanto estão hoje com voos à Estação Espacial Internacional. Então, cabe a pergunta: se o homem foi à Lua, por que não voltou? A resposta: política.

Depois que os Estados Unidos chegaram à Lua, os soviéticos resolveram brincar de “eu nem queria mesmo” e deram uma bela desacelerada em seu programa lunar, mantendo apenas as sondas Luna. “A URSS preferiu gastar seu tempo e dinheiro com a estação espacial Mir”, conta Mourão – e nessa eles derrotaram os americanos, que jamais conseguiram colocar a sua Freedom em órbita e acabaram adaptando o projeto para virar a Estação Espacial Internacional.

A Nasa, por sua vez, viveu uma crise financeira numa época que o governo americano acreditava que o povo “não se importava” com o programa espacial. Mais tarde, preferiu concentrar seus esforços nos ônibus espaciais, com a esperança de tornar as missões mais rotineiras.

Agora, no entanto, tudo parece que vai mudar. Com a aposentadoria dos ônibus espaciais no fim de 2010, os americanos estão investindo em novas naves: as Orion, que parecem muito mais com as Apollo do que com os gigantescos ônibus. A principal missão da nova nave: levar o homem de volta à Lua. Mas agora a corrida espacial ganhou mais competidores: China, Índia e Japão também estão na briga. Se tudo der certo, daqui pouco mais de uma década, vamos ter muitas bandeiras causando polêmica em solo lunar.



origem do artigo: Portal G1
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Asteróide, meteoro e cometa. Qual a diferença? Saiba!

Asteróide meteoro e cometa
Se você é uma daquelas pessoas que “entende quando escuta, mas se tiver que explicar não sabe”, nós podemos ajudar – pelo menos, no que diz respeito ao que está no céu. Essas palavras comuns no título do artigo significam claramente coisas diferentes. Mas quem sabe dizer o que é que realmente é diferente entre elas?

Pois bem, um asteróide é um corpo de rocha que orbita o sol. Ele tem diâmetro menor do que 1.000 quilômetros, e é normalmente composto de carbono e metais. A maioria dos asteróides do nosso sistema solar vive no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.

Apesar de existirem milhões de asteróides no cinturão, muitos deles com diâmetro superior a 100 km, a massa de todos eles juntos ainda seria inferior a 5% da nossa lua.

Já os cometas, como o Harley, são bolas de poeira e gelo. Eles se formam no Cinturão de Kuiper ou na Nuvem de Oort. Os cometas também orbitam o Sol, mas suas órbitas são muito maiores do que as dos asteróides, que são geralmente mais elípticas. Conforme os cometas se aproximam do sol, a energia solar começa a evaporar seu gelo, e isso é o que cria a sua famosa cauda.

O espaço, entretanto, ainda comporta outras coisas. Existem também diferenças substanciais entre os meteoróides, os meteoros e os meteoritos. Um meteoróide é um objeto sólido que se desloca no espaço interplanetário, de tamanho consideravelmente menor do que um asteróide e significativamente maior do que um átomo.

Já um meteoro, na maioria dos casos, são restos de uma colisão de asteróides, ou simplesmente um meteoróide que entrou na atmosfera da Terra. Quando isso acontece, eles queimam-se tipicamente e criam estrias no céu. Esse processo foi o que deu ao meteoro seu apelido de “estrela cadente”. Por fim, um meteorito é um meteoro que sobreviveu a essa queima na atmosfera e aterrissou no planeta.

fonte: hypescience
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O Universo se desloca para o desconhecido!

Universo 03Os astrónomos da NASA estão já há um ano a tentar perceber algo de inexplicável: o conjunto de galáxias que nós conhecemos como Universo se está deslocando em direção a algo enorme.
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Esse fenómeno foi batizado pelos cientistas de fluxo escuro (dark flow).
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A essência desse fenômeno é a existência no espaço distante de uma concentração de energia (ou será de matéria?) que se encontra fora dos limites da nossa percepção da realidade e que, além de tudo o mais, atrai todo o universo observável à velocidade de 600 km/seg.
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Que fenômeno é este e quais serão as consequências para a humanidade é uma questão à qual os cientistas ainda não têm resposta.
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Alinhamento Planetário com as 3 Pirâmides de Gizé em 03 de Dezembro 2012 (Arq.)

alinhamento 01
  Cinturão de Órion
alinhamento 02
fonte da imagem Cinturão de Órion: hypescience.com
O Alinhamento Planetário com as Pirâmides de Gizé no Egito, acontecerá no dia 03/12/2012 as 15:00h horário do Egito e 19:00h horário da natureza no Brasil,  às 18:00h no horário Brasileiro de verão.
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O alinhamento ocorrerá durante o dia, muito próximo ao Sol e não será visto a olho nu, mas, sua energia atingirá todo o Planeta Terra.

alinhamento 03
Este alinhamento acontece a cada 2.737 anos e este ano em especial será incrivelmente intenso e completo. Todo o nosso sistema Solar estará de certa forma complementando este Momentum.

Teremos também incluídos neste alinhamento dos planetas com as pirâmides de Gizé,  o alinhamento dos Nódulos Lunares e do Cinturão de Órion (Três Marias), representado na imagem abaixo
alinhamento 04
Neste dia teremos respectivamente Mercúrio a 21°, Vênus a 14°, e Saturno a 6°, e o Nódulo Lunar a 25° de Escorpião, como mostra o mapa abaixo, do momento do auge do alinhamento no Egito. Porém, este alinhamento terá sua energia emanada por mais alguns dias, isto pelo ritmo da movimentação dos planetas, uns são mais rápidos que outros. Mercúrio e Vênus são mais rápidos e permanecerão na orbe desta energia por 5 dias, já Saturno e o Nódulo Lunar ainda estarão na orbe deste alinhamento, emanando intensamente esta energia em 21/12/12 e assim permanecerão até os primeiros meses de 2013 !!!

O mais importante disto, é que Saturno rege o Tempo, o Karma, o Conselho Kármico e os Nódulos Lunares regem o Plano Divino, de onde viemos e para onde rumamos.

Outra informação importante é que os Nódulos Lunares são sempre dois diretamente opostos e o nódulo Norte estando em Escorpião, que representa a morte do velho e o renascimento do novo, o Nódulo Sul está em Touro, ou seja,  em conjunção com as Plêiades, o que significa a maior expressão de Amor puro e Universal na grande libertação evolutiva !!!
alinhamento 05
O momento é perfeito!!! Temos Saturno senhor do Karma, Mercúrio senhor da Mente e Vênus e Plêiades trazendo o amor puro, com os Nódulos Lunares que se relacionam com o passado e presente, ou seja, com nosso plano divino, TODOS no eixo de Escorpião e Touro,  e na casa 5, representando o amor e a maior criação;  tudo isto junto significa renascimento no mais puro AMOR. Devemos absorver este momento e alinhá-lo à nossa mente, ao nosso coração e assim efetivar a Transmutação Kármica de cada um de nós e do Planeta Terra.

A conjunção de Plutão (morte,renascimento) e Marte (ação) em Capricórnio que representa o Planeta Terra  é abrupta, mas, é a força necessária para impulcionar este movimento tão intenso energeticamente. E Júpiter (fé e Sabedoria) alinhado ao Sol, nos traz a sabedoria necessária para vivermos a transformação e o renascimento que é chegado.

Um ponto importante ainda a ser destacado é que Saturno está em Trígono, com Netuno (espírito/espiritual)  e Quíron (a grande cura Kármica), nos indicando a iluminação emanada do plano espiritual para a Cura do planeta Terra, da humanidade, e de cada um de nós individualmente.
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Outros aspectos incrivelmente harmônicos são os Trígonos, (aspecto mais positivo que existe em Astrologia) entre Sol, Lua e Urano, não poderia ser melhor. O Sol representando a essência do eu, o eu divino, a lua representando o sentir, que guia o livre arbítrio e Urano representando a Liberdade, a Transmutação, a Era de Aquário, o sétimo raio e Saint Germain, fico sem palavras para dimensionar a magnitude do que isto significa, é no mínimo a maior benção que poderíamos ter, é a abertura energética plena da Nova Vida que esta por vir  em 22/12/12.

Isto sem esquecer que quando falamos em pirâmides, estamos falando em um grande ponto de sabedoria, em gigantescos portais energéticos,  em grandes canais de luz em nosso planeta. Este alinhamento traz à tona toda a sabedoria e energia ali concentrada, expande-a à humanidade e automaticamente a todo o Cosmos, pois, a Terra é um Astro que faz parte de um todo.

Devemos aproveitar esta oportunidade que só acontece a cada 2.737 anos e realmente alinharmos nosso coração, mente, Eu Superior ao plano divino e com sabedoria e amor nos abrirmos para o novo que vem repleto de luz, para que juntos não deixemos mais esta oportunidade de evolução, iluminação e libertação se perder, pois, com ela estaremos coroando de bênçãos nossos caminhos e o esforço, inclusive do plano espiritual, que tanto trabalhou para termos o entendimento da oportunidade que mais uma vez nos é dada.

Vamos abrir nossas mentes e corações e  acompanhar convictos, felizes e respeitosos a mudança vibracional planetária que é tão positiva, com muita luz e muito amor!!!!

Fonte: Claudia Lazzarotto – Astróloga Kármica  
www.dopranaaluz.blogspot.com


Também em dezembro:


Alinhamento em 21 de Dezembro de 2012


 

Nota: Sempre comentamos sobre a importância de estar preparado pra grandes mudanças, mas principalmente estar preparado espiritualmente.

Nada de deixar os planos de lado, a vida segue, o que tiver de vir virá, e nada de viver por expectativa de coisas futuras.

Fonte
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