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A Ciência e a Bíblia

Biblia e ciencia

SERÁ que a ciência moderna torna impossível crer na Bíblia? Parece que alguns pensam assim, mas devemos lembrar-nos de que a Bíblia não é primariamente um compêndio de ciência. A Bíblia revela uma espécie diferente de verdade da que é revelada pelos métodos científicos. Contudo, às vezes ela diz coisas que têm a ver com geologia, arqueologia ou outras ciências. Nesses casos, harmoniza-se ela com o que dizem os cientistas? Considere apenas dois exemplos.

No livro de Salmos lemos: “Ele fundou a terra sobre os seus lugares estabelecidos; . . . cobriste-a de água de profundeza como vestimenta. As águas pararam acima dos próprios montes. . . . Montes passaram a subir, vales planos passaram a descer.” (Salmo 104:5-8) Será que os montes realmente ‘sobem’? E encontram-se eles às vezes submersos no mar? O Livro de Ciência Popular (em inglês) diz: “Desde os tempos [primevos] até o presente, o perene processo de formar e demolir montanhas tem continuado. . . . As montanhas não só se originaram do fundo de mares desvanecentes, mas amiúde estiveram submersas por um longo período após a sua formação, e então se reelevaram.”

No primeiro versículo da Bíblia lemos: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” (Gênesis 1:1) Houve tempo em que os cientistas debatiam acaloradamente quanto a se houve algum princípio ou se a matéria sempre existiu. Em 1979, contudo, a revista Time disse: “A maioria dos astrônomos aceita agora a teoria de que o universo teve um instante de criação. . . . A teoria da Grande Explosão soa mui similar à história que o Velho Testamento sempre tem contado.”

Contudo, tem acontecido às vezes que a Bíblia aparentemente diz uma coisa e a ciência outra. Está errada a Bíblia? Não, embora às vezes os que afirmavam ensinar a Bíblia estivessem enganados.

Está a Bíblia Realmente Errada?

No século dezessete, por exemplo, o cientista italiano Galileu ensinava que a terra gira em volta do sol e não o sol em volta da terra. A Igreja Católica ordenou que ele se retratasse. Por quê? Porque achavam que o que ele afirmava contradizia a Bíblia. Bem, Galileu estava certo e a Igreja estava errada. Mas a Bíblia não estava errada. Em lugar nenhum a Bíblia diz que o sol orbita a terra. Foi o antigo astrônomo Ptolomeu quem disse isso.

Atualmente, certos fundamentalistas crêem que a terra foi criada em seis dias de 24 horas cada um. Isso é frontalmente contrário ao ensino da ciência, mas que conceito é o correto?

Os fundamentalistas crêem que seu ensino se baseia na Bíblia, mas uma cuidadosa leitura de Gênesis, capítulo um, revela que estão enganados. A Bíblia diz que a terra foi criada em algum período não-especificado no passado, e que os famosos “seis dias” envolveram a sua preparação para que o homem vivesse nela. — Gênesis 1:1-31.

É verdade que o relato diz que enormes passos no desenvolvimento da terra requereram um dia cada um. Mas, na Bíblia, “dia” pode significar mais do que um período de 24 horas. Pode significar mil anos ou até mais! (Gênesis 2:4; Salmo 90:4) O registro bíblico, junto com história comprovável, indica que o sétimo dia daquela semana criativa abrange um período de 7.000 anos. Assim, cada um dos seis “dias” precedentes teria a mesma duração.

De modo que quando lemos o primeiro capítulo de Gênesis, descobrimos que no decurso de seis longos períodos de tempo — milhares de anos, não meramente horas — apareceu terra nos antigos mares. O dia e a noite tornaram-se distinguíveis (possivelmente devido a remoção da poeira cósmica que cercava a terra). Surgiu a vida vegetal, seguida do surgimento dos peixes, das aves, dos animais terrestres e finalmente do homem. Em muitos sentidos, esse relato assemelha-se ao que se lê num compêndio escolar.

Está Realmente Certa a Ciência Moderna?

Mas, que dizer das vezes em que a Bíblia diz algo que claramente contradiz certa teoria científica moderna? Devemos presumir que a Bíblia esteja errada? Não. Lembre-se, a ciência, no que tem de melhor, é um contínuo processo de aprendizado. Teorias amplamente sustentadas ontem poderão ser abandonadas amanhã. Assim, é bem possível que certa crença científica que contradiga a Bíblia possa vir a estar ela mesma ultrapassada no futuro.

Um exemplo disso: No início do século muitos concordaram com o crítico Wellhausen, que disse que as histórias de Abraão, Isaque e Jacó eram meros mitos. Hoje, as opiniões estão mudando, conforme explica um livro recente: “Desde os dias de Wellhausen os conceitos se alteraram, na balança, pendendo para o lado conservador, mas essa tendência é mui freqüentemente exagerada. Um belo exemplo é a historicidade dos patriarcas, os quais Wellhausen considerava que fossem ‘uma glorificada miragem’ oriunda do primeiro milênio. Agora, erudição mais recente tem apresentado evidência que tem persuadido muitos de que os patriarcas, eram, afinal de contas, pessoas reais e viveram no período indicado na Bíblia, a saber, no segundo milênio AC.” (Ebla, a Revelation in Archaeology, de Chaim Bermant e Michael Weitzman.) Assim, nesse caso, o progresso na ciência da arqueologia tem aproximado mais ao que a Bíblia diz as idéias de muitos eruditos.

Talvez a mais bem-conhecida divergência entre a Bíblia e a ciência moderna envolva a teoria da evolução. A evolução ensina que todas as coisas vivas se desenvolveram gradativamente a partir de uma única fonte biológica. Isso difere da versão bíblica de que Deus criou todas as coisas vivas separadamente, e que cada uma se reproduz “segundo a sua espécie”. (Gênesis 1:11, 12, 21, 24, 25) A ciência tem demonstrado a possibilidade de ampla variação dentro das espécies animais. Mas, a idéia de que, por exemplo, o rinoceronte, a águia e o peixe-cavala têm derradeiramente todos o mesmo ancestral, claramente contradiz o que a Bíblia afirma. Significa isso que a Bíblia esteja errada?

Não. Muitos não aceitam que a evidência disponível prove que a evolução tenha ocorrido. E quem sabe o que o futuro reserva para essa teoria? Por um lado, a idéia de que toda vida descende de uma única forma ancestral está sob ataque em alguns redutos. Em 1978, o professor dr. A. E. Wilder Smith, autor de mais de 50 livros científicos, escreveu: “Um bom número de autoridades, na sua maior parte constituída de jovens especialistas, convenceu-se, em anos recentes, de que a biogênese, a origem da vida, não foi monofilética (todas as coisas vivas derivadas de uma única célula), mas, em vez disso, polifilética (de muitas fontes). Portanto, há autoridades no assunto hoje que não mais crêem que todas as espécies se derivaram por meio de transformismo a partir de uma célula original. Não crêem que todas as espécies tiveram uma árvore biológica ancestral comum, com uma única raiz para todas as formas de vida.”

Isso não é exatamente o que a Bíblia diz. Mas, é mais aproximado ao que a Bíblia diz do que o é a pura evolução darwiniana. E talvez as futuras pesquisas e teorizações aproximem muitos cientistas ainda mais ao que a Bíblia diz. Mas, mesmo que isso não ocorra, deveríamos, por conseguinte, presumir que os cientistas estão certos e que a Bíblia está errada?

Lembre-se, as teorias científicas baseiam-se na evidência disponível, conforme interpretadas por pessoas imperfeitas. No caso da paleontologia (estudo dos fósseis) — e da arqueologia — muito da evidência é mutilado, perdido ou difícil de interpretar. E os cientistas que fazem as interpretações amiúde têm fortes opiniões a respeito do que a evidência provará. Assim não devemos imediatamente abandonar a Bíblia caso ela não concorde com certa teoria científica. E isso é especialmente assim quando nos lembramos de que a Bíblia revela muitas verdades que estão muito além do alcance da ciência.

Pesquisa e Arranjo: Jefferson 
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O que são essas luzes estranhas no céu?

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Apesar dessas luzes parecerem seres alienígenas com vida própria, não há nada de antinatural nelas. Muito pelo contrário, elas foram produzidas por fenômenos atmosféricos do nosso planeta: halos de gelo.

O vídeo abaixo, por exemplo, ilustra um acontecimento bastante raro chamado de “cachorro do sol pulando”. As imagens foram capturadas em Singapura em agosto de 2011.
Segundo a NASA, uma descarga atmosférica em uma nuvem de chuva pode mudar temporariamente o campo elétrico acima da nuvem, onde cristais de gelo ficam carregados e refletem a luz solar.
A hipótese é que um novo campo elétrico rapidamente reorienta os cristais geométricos em uma nova direção que reflete a luz solar de forma diferente (causando os “pulos”). Uma descarga de relâmpago é o que aciona essa mudança. O campo eléctrico pode ser restaurado à sua forma antiga, assim, os cristais de gelo voltam à sua orientação original e o cachorro para de “pular”.

Halos de gelo

Halos de gelo ocorrem quando minúsculos cristais de gelo são suspensos no céu e refletidos pelo sol. Os cristais podem estar a alturas elevadas em nuvens do tipo cirros, ou mais perto do chão, por exemplo, em um nevoeiro gelado.

Do mesmo jeito que gotas de chuva dispersam a luz em arco-íris, os cristais de gelo podem refletir e refratar a luz na qualidade de espelhos ou prismas, dependendo da forma do cristal e do ângulo de incidência.
Enquanto halos mais baixos só acontecem em climas frios, nuvens cirros são tão altas que são muito frias em qualquer lugar do mundo, por isso até pessoas nos trópicos durante o verão têm uma chance de ver esses fenômenos (existem vários tipos de halos de gelo).

Confira os vídeos de alguns:

Jaisalmer, Índia, em agosto de 2012

Polônia em 2014

Aeroporto Suvanabhumi, Tailândia, em maio de 2014

Halo de gelo colorido visto de uma aeronave

Foguete Atlas V, do Observatório da Dinâmica Solar da NASA, destrói um halo de gelo em fevereiro de 2010


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Pesquisadores encontram camada de magma no manto terrestre

A nova descoberta pode representar um importante passo na compreensão das forças que agem na movimentação das placas tectônicas sobre o manto da Terra e trazer mais luz sobre os processos geológicos básicos do planeta como vulcanismos e terremotos.
magma no manto 1
Durante décadas os cientistas têm feito inúmeros estudos para entender melhor a dinâmica das placas tectônicas e a cada descoberta individual cresce o conhecimento sobre as forças envolvidas neste processo.
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Usando uma avançada tecnologia de mapeamento eletromagnético, pesquisadores estadunidenses identificaram uma nova camada de rocha parcialmente derretida com 25 km de espessura situada abaixo da placa tectônica de Cocos, na região onde ela se move sob a América Central, na costa da Nicarágua.
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A descoberta foi feita pelos cientistas Samer Naif, Kerry Key e Steven Constable, ligados à Scripps Institution of Oceanography (SIO) e pelo oceanógrafo Rob Evans, da Woods Hole Oceanographic Institution, que tiveram o trabalho financiado pela Fundação Nacional de Ciências dos EUA (NSF) e publicado na revista científica Nature.
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De acordo com Bil Haq, diretor do programa de ciências oceânicas da NSF, as novas imagens ajudam a compreender muito melhor o papel dos fluidos nos processos tectônicos e vulcânicos.
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As novas imagens do magma foram registradas em 2010 pela expedição do navio de pesquisas Melville e foram obtidas após a implantação de um vasto leque de instrumentos no fundo do mar.

Descoberta inesperada 
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O objetivo era gravar os sinais eletromagnéticos naturais e mapear as características da crosta e do manto terrestres, mas as imagens mostraram algo inesperado e revelaram a presença de magma em um local surpreendente.
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"Foi completamente inesperado", disse Kerry Key. "Estávamos observando para ter uma ideia de como os fluidos interagem com a placa em subducção e encontramos uma camada de rocha derretida em lugar totalmente fora do lugar".
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Alguns estudos têm demonstrado que a água dissolvida no manto terrestre resulta em uma camada mais dúctil, que facilitaria os movimentos das placas tectônicas, mas a falta de dados ou imagens claras não permitiam confirmar ou desmentir esta ideia.
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"Nossos dados revelam que água não pode acomodar as características que estamos vendo", disse Samer Naif. "As imagens confirmam que é preciso ter certa quantidade de derretimento no manto superior. Isso é o que cria um comportamento dúctil para as placas deslizarem", explicou Naif.
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Implicações 
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Os pesquisadores acreditam que seus resultados irão ajudar os geólogos a entender melhor a estrutura nos limite das placas tectônicas e como isso afeta a ocorrência de terremotos e vulcanismos.
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"Uma das implicações de longo prazo é que vamos entender mais sobre as zonas de interface entre as placas, o que poderá levar a um melhor entendimento dos terremotos e possíveis métodos de previsão", disse Key.
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O passo seguinte dos cientistas é encontrar a fonte que abastece o magma encontrado, o que poderá aumentar um pouco mais a compreensão da dinâmica do planeta.

apolo11

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Crânios de cristal - O mistério foi resolvido? saiba!

Os crânios de cristal não são mais um mistério para a ciência! Veja o que pesquisadores descobriram a respeito desses estranhos achados arqueológicos.
Surgidas na década de 1860, dezenas de esculturas de cristal em forma de crânio humano começaram a aparecer em diversas partes do mundo e deixaram intrigados pesquisadores sobre a sua origem.
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Algumas teorias sugeriram que os achados teriam sido esculpidos pelos astecas e três desses estão em exposição nos museus de Washington, Londres e Paris.
Afinal, como foram confeccionadas essas enigmáticas obras de arte?
caveira

Caveiras de cristal supostamente construídas há centenas de anos pelos astecas e encontradas no final do século 19 deixaram pesquisadores intrigados por anos!

Verdadeiras ou falsas?

São falsas! E isso quem afirma é a edição denumero 91 da revista de notícias científicas Chemical & Engineering , publicada em março de 2013. Depois de vários anos de minuciosos estudos, a equipe liderada pela arqueóloga Jane Walsh chegou à seguinte conclusão: Os crânios de cristal não são da época dos astecas.
Jane Walsh, Ph.D. (Foto: Department of Anthropology Staff)

Jane Walsh, Ph.D. (Foto: Department of Anthropology Staff)
Alguns detalhes chamam a atenção e denunciam a fraude:
  • Falta de documentação – Os crânios não vieram documentados dos sítios arqueológicos
  • Os dentes representados nos crânios são retos e lineares, muito diferentes dos dentes esculpidos nas obras daquele povo
  • Com a ajuda de microscópios, os pesquisadores notaram que os as caveiras de cristal possuem marcas regulares em toda parte. Isso prova que as esculturas teriam sido feitas por modernas rodas giratórias e abrasivos sólidos, e não usando ferramentas manuais antigas
Esculpida à mão, o cristal de quartzo (à esquerda) tem marcas de condicionamento irregulares, enquanto a pedra esculpida na máquina (à direita) tem um padrão regular. Isso só foi possivel ver com a ajuda de um microscópio eletrônico de varredura. (foto: Reprodução/Museu Britânico)

Esculpida à mão, o cristal de quartzo (à esquerda) tem marcas de condicionamento irregulares, enquanto a pedra esculpida na máquina (à direita) tem um padrão regular. Isso só foi possivel ver com a ajuda de um microscópio eletrônico de varredura. (foto: Reprodução/Museu Britânico)
  • Uma análise espectroscópica mostrou que o cristal de rocha apresenta “verdes, inclusões vermiformes” característica de cristal de rocha do Brasil ou Madagascar. Bem longe do México.
  • Além disso, raios X revelaram que alguns dos crânios foram revestidos com carboneto de silício, “um abrasivo sintético usado em pedra-escultura oficinas só a partir de meados do século 20.
Inclusões de ferro clorita foram encontrados no crânio falso do Museu Britânico. Eles são encontrados apenas em quartzo do Brasil ou Madagascar, mas não no México. (foto: Divulgação/Museu Britânico)

Inclusões de ferro clorita foram encontrados no crânio falso do Museu Britânico.Eles são encontrados apenas em quartzo do Brasil ou Madagascar, mas não no México. (foto: Divulgação/Museu Britânico)

Conclusão

Os misteriosos crânios de cristal já não são tão misteriosos assim. Já se sabe quenão foram confeccionados pelo povo asteca, mas por pessoas do final do século 19 e começo do 20. O mistério agora é descobrir quem foi…
http://www.e-farsas.com/o-misterio-dos-cranios-de-cristal-resolvido.html
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Nêutrons poderiam estar viajando para mundo paralelo

+ Teoria
neutron
Uma equipe de físicos alegam que uma anomalia no comportamento de partículas ordinárias podem apontar para a existência de partículas ‘espelho’, as quais poderiam fazer parte da elusiva matéria escura, responsável pela perda de massa do Universo.

Em um estudo publicado no European Physical Journal C, a equipe apresentou a hipótese da existência de partículas ‘espelho’ para explicar a perda anômala de nêutrons observada nos experimentos.  A existência de tal matéria ‘espelho’ havia sido sugerida em vários contextos científicos há algum tempo, inclusive com a procura de matéria escura apropriada.

O Dr. Zurab Berezhiani e Dr. Fabrizio Nesti, físicos teóricos da Universidade de l’Alquila, na Itália, reanalisaram os dados do experimento conduzido pelo grupo de pesquisa do Dr. Anatoly Serebrov, do Instituto Laue-Langevin, França.  A reanálise mostrou que a taxa de perda de nêutrons livres muito lentos pareceu depender da direção e da força do campo magnético aplicado.  Esta anomalia não poderia ser explicada pela física conhecida hoje.

Isto poderia estar acontecendo devido a um mundo paralelo hipotético, consistindo de partículas ‘espelho’ “, disse o Dr. Berenzhiani.

Cada nêutron teria a habilidade de transitar para dentro deste gêmeo ‘espelho’ invisível, e voltar, oscilando de um  mundo para o outro.  A probabilidade de tal transição ocorrer foi prevista ser sensível à presença de campos magnéticos, e poderia assim ser detectada experimentalmente“.

Esta oscilação nêutron-espelho-nêutron pode ocorrer dentro de escala de tempo de poucos segundos.  A possibilidade de tal desaparecimento rápido de nêutrons — muito mais rápido do que a deterioração de nêutrons de 10 minutos de duração — embora surpreendente, não pode ser excluída pela existência dos limites experimentais e astrofísicos.

Tal interpretação está sujeita às condições de que a Terra possua uma campo magnético espelho, na ordem de 0,1 Gauss.  Esse campo poderia ser induzido pelas partículas espelho que vagam pela galáxia em forma de matéria escura.  Hipoteticamente, a Terra poderia capturar a matéria espelho por intermédio de interações fracas entre partículas ordinárias e aquelas de mundos paralelos.

Se provada verdadeira, as implicações da existência de um mundo paralelo são inúmeras, estendendo-se do âmbito científico até ao religioso.

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A Ciência Confirma: Cães e gatos podem ver "espíritos"

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De acordo com estudos anteriores e Pet MD , gatos e cães são capazes de ver muito mais do mundo em que vivemos quando comparados aos humanos:
"Gatos, cachorros e outros mamíferos são pensados ​​para ver na luz ultravioleta, o que abre um todo diferente Mundo do que o que vemos, explica o estudo. A luz UV é o comprimento da onda além da luz visível do vermelho ao violeta que os humanos podem ver. Os seres humanos têm uma lente que bloqueia os UV de alcançar a retina. Anteriormente, pensava-se que a maioria dos mamíferos possui lentes semelhantes aos humanos. Os cientistas estudaram as lentes de mamíferos mortos, incluindo gatos, cachorros, macacos, pandas, ouriços e furões. Ao pesquisar a quantidade de luz que passa através da lente para alcançar a retina, eles concluíram que alguns mamíferos que pensavam não poder ver os UV realmente podem ".
Qualquer um que tenha assistido um bom show sobre o fenômeno Bigfoot estará familiarizado com essas idéias; Os grandes pés foram alegados para ver da mesma forma que os descritos acima, e algumas pessoas até argumentaram que eles vêem a luz IR (infravermelho).
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No entanto, até que alguém encontre um espécime completo (se você é um crente de Bigfoot, isto é), ambas as teorias devem permanecer apenas aquelas - embora isso ajude a explicar por que ninguém conseguiu capturar um Bigfoot vivo, pois, naturalmente, pode ver múltiplas O espectro de luz seria uma grande vantagem para evitar a detecção.
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Do mesmo modo, alguns seres humanos afirmaram ver "pessoas sombrias" antes, embora os indivíduos que fazem as reivindicações também geralmente experimentam paralisia do sono. Algumas testemunhas passaram a ser acompanhadas por gatos, e nessas situações, os gatos pareciam testemunhar as pessoas sombrias também - se aterrorizar e sibilar é alguma indicação de sua presença, isto é!
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Com toda a honestidade, é bem possível que pelo menos algum equivalente de pessoas-sombra - "sombra alguma coisa", se você quiser, existe.
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Qualquer bom astrônomo irá dizer-lhe que a maior parte do universo conhecido é constituído por energia escura e matéria escura, em grande parte desconhecida: uma substância com a qual os humanos não conseguimos ver ou interagir, mas uma substância que os principais astrônomos e médicos estão convencidos é real, no entanto.
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* Este conteúdo foi inspirado por um artigo incrível que pode ser encontrado aqui: http://www.anonews.co/cat-dog-spirits/ .
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UNIVERSOS PARALELOS REALMENTE EXISTEM?

Introdução a Universos paralelos realmente existem?

Em 1954, Hugh Everett III, um jovem candidato ao doutorado da Universidade de Princeton, apareceu com uma idéia radical: a existência de universos paralelos, exatamente como o nosso. 

Esses universos estariam todos relacionados ao nosso. Na verdade, eles derivariam do nosso, que, por sua vez, seria derivado de outros. Nesses universos paralelos, nossas guerras surtiriam outros efeitos dos conhecidos por nós. Espécies já extintas no nosso universo se desenvolveriam e se adaptariam em outros e nós, humanos, poderíamos estar extintos nesses outros lugares.

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Os universos paralelos realmente existem?

Algumas teorias matemáticas e físicas dão base para tal possibilidade.

Isso é enlouquecedor e, mesmo assim, compreensível. Noções de universos ou dimensões paralelos, que se assemelham aos nossos, apareceram em trabalhos de ficção científica e foram usadas como explicações na metafísica, mas por que um jovem físico em ascensão arriscaria o futuro de sua carreira propondo uma teoria sobre universos paralelos?

Com sua teoria dos Muitos Mundos, Everett precisou responder uma questão muito difícil relacionada à física quântica: por que a matéria quântica se comporta irregularmente? O nível quântico é o menor já detectado pela ciência. O estudo da física quântica começou em 1900, quando o físico Max Planck apresentou o conceito para o mundo científico. Seu estudo sobre a radiação trouxe algumas descobertas que contradiziam as leis da física clássica. Essas descobertas sugeriram que existem outras leis operando no universo de forma mais profunda do que as que conhecemos.

Em um curto espaço de tempo, os físicos que estudavam o nível quântico perceberam algumas coisas peculiares nesse mundo minúsculo. Uma delas é que as partículas que existem nesse nível conseguem tomar diferentes formas arbitrariamente. Por exemplo: os cientistas observaram fótons - minúsculos pacotes de luz - atuando como partículas e ondas. Até mesmo um único fóton tem esse desvio de forma [fonte: Brown University (em inglês)]. Imagine que você fosse um ser humano sólido quando um amigo olhasse você e, quando ele olhasse de novo, você tivesse assumido a forma gasosa.

Isso ficou conhecido como o Princípio da Incerteza de Heisenberg. O físico Werner Heisenberg sugeriu que, apenas observando a matéria quântica, afetamos seu comportamento; sendo assim, nunca podemos estar totalmente certos sobre a natureza de um objeto quântico ou seus atributos, como velocidade e localização.

A interpretação de Copenhague da mecânica quântica apóia essa idéia. Apresentada primeiramente pelo físico dinamarquês Niels Bohr, essa interpretação afirma que todas as partículas quânticas não existem em um ou outro estado, mas em todos os estados possíveis de uma só vez. A soma total dos possíveis estados de um objeto quântico é chamada de sua função de onda. A condição de um objeto existir em todos seus possíveis estados, de uma só vez, é chamada de superposição.

Segundo Bohr, quando observamos um objeto quântico, afetamos seu comportamento. A observação quebra a superposição de um objeto e o força a escolher um estado de sua função de onda. Essa teoria explica por que os físicos obtiveram medidas opostas em relação ao mesmo objeto quântico: o objeto "escolheu" estados diferentes durante diferentes medidas.

A interpretação de Bohr foi amplamente aceita e ainda o é por grande parte da comunidade que estuda física quântica, mas ultimamente a teoria de Everett dos Muitos Mundos tem recebido muita atenção.

Teoria dos Muitos Mundos

O jovem Hugh Everett concordava com muito do que o altamente respeitado físico Niels Bohr havia sugerido sobre o mundo quântico. Ele concordava com a idéia da superposição e com a noção das funções de onda, mas discordava de Bohr em um ponto vital.
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Imagem cedida Wreckedm/Stock.Xchng
Na interpretação de Everett dos Muitos Mundos, os universos paralelos não influenciam uns aos outros
Para Everett, medir um objeto quântico não o força de um estado para o outro, mas uma medida tirada de um objeto quântico causa uma quebra no universo. O universo é literalmente duplicado, dividindo-se em um universo para cada possível desfecho da medida. Por exemplo, digamos que a função da onda de um objeto seja tanto de uma partícula quanto de uma onda. Quando um físico mede a partícula, existem dois desfechos possíveis: ela será medida como uma partícula ou como uma onda. Essa diferenciação transforma a teoria de Everett dos Muitos Mundos em uma concorrente da interpretação de Copenhague como uma explicação para a mecânica quântica.

Quando um físico mede o objeto, o universo se quebra em dois universos distintos para acomodar cada um dos possíveis desfechos. Então, um cientista em um universo descobre que o objeto foi medido na forma de onda. 

O mesmo cientista, no outro universo, mede o objeto como uma partícula. Isto também explica como uma partícula pode ser medida em mais de um estado.

Pode parecer estranho, mas a interpretação dos Muitos Mundos de Everett tem implicações além do nível quântico. Se uma ação tem mais de um resultado possível, então - se a teoria de Everett estiver certa - o universo se quebra quando aquela ação é tomada, o que continua sendo verdade, mesmo quando a pessoa decide não tomar uma atitude.

Isso significa que se você já esteve em uma situação onde a morte era um dos possíveis desfechos, então, em um universo paralelo ao nosso, você está morto. Esse é apenas um dos motivos que faz algumas pessoas acharem a interpretação dos Muitos Mundos perturbadora.

Outro conceito perturbador da interpretação dos Muitos Mundos é que ela mina nosso conceito linear de tempo. Imagine uma linha do tempo mostrando a história da Guerra do Vietnã. Em vez de uma linha reta mostrando acontecimentos notáveis progredindo adiante, uma linha do tempo baseada na interpretação dos Muitos Mundos mostraria cada possível desfecho de cada ação tomada. Daí, cada possível desfecho das ações tomadas (como resultado do desfecho original) também seria registrado.

Uma pessoa, porém, não pode ter consciência de suas outras personalidades - ou até mesmo de sua morte - que existem nos universos paralelos. Então, como saberemos se a teoria dos Muitos Mundos está certa? A certeza de que a interpretação é teoricamente possível veio no fim dos anos 90, com a experiência mental - uma experiência imaginada, usada para provar ou desmentir teoricamente uma idéia - chamada suicídio quântico. Você pode aprender mais sobre isso em Como funciona o suicídio quântico.

Esse experimento mental renovou o interesse na teoria de Everett, que foi, durante muitos anos, considerada bobagem. Desde que se provou a possibilidade dos Muitos Mundos, os físicos e matemáticos têm tentado investigar profundamente as implicações da teoria, mas a interpretação dos Muitos Mundos não é a única teoria que tenta explicar o universo, nem é a única que sugere a existência de universos paralelos ao nosso.





Universos paralelos: separados ou unidos?


A teoria dos Muitos Mundos e a interpretação de Copenhague não são as únicas concorrentes que tentam explicar o nível básico do universo. Na verdade, a mecânica quântica nem é o único campo dentro da física que procura essa explicação. As teorias que surgiram do estudo da física subatômica ainda são teorias, o que divide o campo de estudo de forma semelhante ao mundo da psicologia. As teorias têm partidários e críticos, assim como as estruturas psicológicas propostas por Carl Jung, Albert Ellis e Sigmund Freud.

Desde que sua ciência foi desenvolvida, os físicos estão empenhados emdesmontar o universo - eles estudaram o que poderiam observar e trabalharam sobre níveis cada vez menores do mundo da física. Ao fazer isso, os físicos tentam atingir o nível final e mais básico e é esse nível, eles esperam, que servirá como base para compreender todo o resto.

Seguindo sua famosa Teoria da Relatividade, Albert Einstein ficou o resto de sua vida procurando pelo nível final, que responderia todas as questões da física. Os físicos se referem a essa teoria ilusória como a Teoria do Tudo. Os físicos que estudam física quântica acreditam estar no caminho para encontrar a teoria final, mas outro campo da física acredita que o nível quântico não é o menor nível, portanto não poderia fornecer a Teoria do Tudo. 

Esses físicos se voltaram para um nível subquântico teórico, chamado teoria das cordas, como sendo a resposta para tudo na vida. O que é incrível é que durante sua investigação teórica esses físicos, como Everett, também concluíram que existem universos paralelos.
Dr. Michio Kaku

Ted Thai/Time Life Pictures/Imagens Getty 
Dr. Michio Kaku, o criador 
da Teoria das cordas
teoria das cordas foi criada pelo físico nipo-americano Michio Kaku. Sua teoria afirma que os blocos de construção essenciais de todas as matérias, bem como de todas as forças físicas do universo - como a gravidade - existem em um nível subquântico. Esses blocos de construção lembrariam pequenas tiras de borracha - ou cordas - que formam os quarks (partículas quânticas) e, por vezes, os elétrons,átomoscélulas e assim por diante. O tipo de matéria que é criada pelas cordas e como tal matéria se comporta depende da vibração dessas cordas. É dessa forma que todo nosso universo é composto e, segundo a teoria das cordas, essa composição acontece por meio de 11 dimensões separadas.

Assim como a teoria dos Muitos Mundos, a teoria das cordas demonstra que existem universos paralelos. Segundo essa teoria, nosso próprio universo é como uma bolha que existe lado a lado de universos paralelos semelhantes. Ao contrário da teoria dos Muitos Mundos, a teoria das cordas supõe que esses universos podem entrar em contato entre si. Ela afirma que agravidade pode fluir entre esses universos paralelos. Quando esses universos interagem, acontece um Big Bang semelhante ao que criou nosso universo.

Enquanto os físicos têm criado máquinas capazes de detectar a matéria quântica, as cordas subquânticas ainda precisam ser observadas, o que as torna - e a teoria da qual elas vêm - totalmente teóricas. Alguns não acreditam nela, ao passo que outros pensam que ela está correta.

Então, os universos paralelos realmente existem? Segundo a teoria dos Muitos Mundos, não podemos ter certeza, uma vez que não podemos vê-los ou senti-los de alguma forma. A teoria das cordas já foi testada pelo menos uma vez e com resultados negativos. O Dr. Kaku, contudo, ainda acredita que existam dimensões paralelas [fonte: The Guardian (em inglês)].

Einstein não viveu o bastante para ver sua busca pela Teoria do Tudo ser adotada por outros. Então, se a teoria dos Muitos Mundos estiver certa, Einstein ainda está vivo em um universo paralelo. Talvez, nesse universo, os físicos já tenham encontrado a Teoria do Tudo.

Vejam o Video:





Vejam também:

Cientistas provam a existência de mundos paralelos

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CIENCISTAS PROVAM QUE A ALMA EXISTE E DIZEM: “A ALMA NÃO MORRE, MAS RETORNA AO UNIVERSO”

Dois cientistas de renome internacional dizem que podem provar a existência da alma.
CIENTISTAS PROVAM QUE A ALMA EXITE
O médico estadunidense, Dr. Stuart Hamerroff e o físico britânico, Sir Roger Penrose, desenvolveram uma teoria quântica da consciência, que afirma que nossas almas são contidas dentro de estruturas chamadas de microtúbulos, os quais vivem dentro de nossas células cerebrais.

LEIA A NOTA DE RODA PE DESTA POSTAGEM

A idéia se origina da noção de que o cérebro seja um computador biológico, “com 100 bilhões de neurônios cujos disparos axonais e conexões sinápticas agem como redes de informação“.

O Dr. Hameroff, que é Professor Emérito dos Departamentos de Anestesiologia e Psicologia e Diretor do Centro de Estudos da Consciência da Universidade de Arizona, e o Sir Roger, têm estado trabalhando na teoria desde 1996.

Eles alegam que as nossas experiências da consciência são o resultado dos efeitos da gravidade quântica dentro dos microtúbulos – um processo que eles chamam de redução objetiva orquestrada (Orch-OR).

Em uma Experiência de Quase-Morte, os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída.  Ou, em termos compreensíveis aos leitos, a alma não morre, mas retorna ao universo.

O Dr. Hameroff explicou a teoria extensivamente em um documentário narrado por Morgan Freeman, chamado “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca), que foi levado ao ar recentemente pelo Science Channel nos Estados Unidos.

“Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico.  A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo“, disse o Dr. Hameroff.

“Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz ‘Eu tive uma experiêcia de quase-morte“, continuou o Dr. Hameroff.

Caso o paciente morra, seria “possível que esta informação quântica exista foram do corpo por tempo indeterminado – como uma alma“.

O Dr. Hamerof acredita que novas descobertas sobre o papel da física quântica nos processos biológicos, tais como a navegação de pássaros, ajudam a confirmar a teoria. Fonte: Daily Mail

NOTA DE RODAPÉ, LEIA COM MUITA ATENÇÃO


Alma

Os termos das línguas originais (hebr.: né·fesh [נֶפֶשׁ]; gr.: psy·khé [ψυκή]), segundo usados nas Escrituras, mostram que a “alma” é a pessoa, o animal ou a vida que a pessoa ou o animal usufrui.


As conotações que a palavra portuguesa “alma” geralmente transmite à mente da maioria das pessoas não estão de acordo com o significado das palavras hebraica e grega usadas pelos inspirados escritores bíblicos. Este fato tem obtido continuamente um reconhecimento mais amplo. Lá em 1897, no Journal of Biblical Literature (Revista de Literatura Bíblica; Vol. XVI, p. 30), o professor C. A. Briggs, em resultado de pormenorizada análise do uso de né·fesh, comentou: “Alma (soul), no seu uso em inglês, no tempo atual, transmite usualmente um significado muito diferente de נפש [né·fesh] em hebraico, e é fácil que o leitor incauto a interprete erroneamente.”

Mais recentemente, quando a Sociedade Publicadora Judaica da América lançou uma nova tradução da Torá, ou dos primeiros cinco livros da Bíblia, o editor-chefe, H. M. Orlinsky, da Faculdade União Hebraica, declarou que a palavra “alma” tinha sido virtualmente eliminada desta tradução porque “a palavra hebraica em questão aqui é ‘Nefesh’”. Acrescentou: “Outros tradutores a têm interpretado como significando ‘alma’; o que é inteiramente inexato. A Bíblia não diz que temos uma alma. ‘Nefesh’ é a própria pessoa, sua necessidade de alimento, o próprio sangue nas suas veias, seu ser.” — The New York Times, 12 de outubro de 1962.

Qual é a origem do ensino de que a alma humana é invisível e imortal?

A dificuldade reside em que os significados popularmente atribuídos à palavra portuguesa “alma” provêm primariamente, não das Escrituras Hebraicas ou das Gregas Cristãs, mas da antiga filosofia grega, na realidade, do pensamento religioso pagão. Platão, o filósofo grego, por exemplo, cita Sócrates como dizendo: “A alma . . . se ela partir pura, não arrastando consigo nada do corpo, . . . parte para o que é como ela mesma, para o invisível, divino, imortal e sábio, e quando chega ali, ela é feliz, liberta do erro, e da tolice, e do medo . . . e de todos os outros males humanos, e . . . vive em verdade por todo o porvir com os deuses.” — Phaedo (Fédon), 80, D, E; 81, A.

Em contraste direto com o ensino grego sobre a psy·khé (alma) como imaterial, intangível, invisível e imortal, as Escrituras mostram que tanto psy·khé como né·fesh, conforme usadas com referência a criaturas terrestres, referem-se àquilo que é material, tangível, visível e mortal.
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CIENTISTAS COMPROVAM A TEORIA DA TERRA OCA

Cientistas comprovam a teoria da Terra Oca: Descobriram um oceano magnifico no centro da terra.
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Pesquisadores descobriram um pequeno diamante que aponta para a existência de um grande depósito de água sob o manto da Terra. Seu volume poderia preencher três vezes os oceanos que conhecemos. As informações são do site marconews.com.br
TERRA OCA 03

Ecoportal.net – O principal autor do estudo, Graham Pearson, membro da Universidade de Alberta, no Canadá, disse que “Uma das razões da Terra ser um planeta dinâmico é a presença de água em seu interior. As mudanças da água dependem da forma como o mundo funciona”. Depois de discutir a teoria há décadas, os cientistas relatam que finalmente encontraram um grande oceano no manto da Terra, três vezes maior do que os oceanos que conhecemos. Esta descoberta surpreendente sugere que a água da superfície vem do interior do planeta como parte de um ciclo integrado da água, desbancando a teoria dominante de que a água foi trazida para a Terra por cometas gelados que passaram por aqui há milhões anos. Cada vez mais os cientistas estão aprendendo sobre a composição de nosso planeta, compreendendo os acontecimentos relacionados às mudanças climáticas. O clima e o mar estão intimamente relacionados com a atividade tectônica que tem estado continuamente vibrando sob nossos pés. Assim, os pesquisadores acreditam que a água na superfície da Terra poderia ter vindo do interior do planeta, tendo sido “impulsionada” para a superfície por meio da atividade geológica. Estudo Diz: Água subterrânea cobriria toda a superfície do planeta Depois de inúmeros estudos e cálculos complexos para testar suas teorias, os pesquisadores acreditam ter encontrado um reservatório gigante de água numa zona de transição entre as camadas superior e inferior do manto, uma região que se encontra em algum lugar entre 400 e 660 km abaixo da superfície da terra.
TERRA OCA 01
Como sabemos, a água ocupa a maior parte da área de superfície do nosso planeta, que é paradoxalmente chamado de Terra. Embora seja verdade que, em comparação com o diâmetro terrestre a profundidade dos oceanos represente apenas uma fina camada semelhante à casca de uma cebola, descobrimos agora que a presença deste precioso líquido não está limitada à superfície visível. Na realidade, a cerca de centenas de quilômetros de profundidade no subsolo há também enormes volumes de água, com uma importância fundamental para a compreensão da dinâmica geológica do planeta. Quase um oceano no centro da Terra. A descoberta do oceano subterrâneo A importante descoberta foi realizada por pesquisadores canadenses, que se basearam em um diamante encontrado numa rocha, em 2008, em uma área conhecida como Juína, no estado do Mato Grosso, Brasil.
A descoberta ocorreu por acidente, pois a equipe que estava, na realidade, à procura de outro mineral, ter comprado o diamante de alguns garimpeiros que o tinham encontrado através de uma coleta de cascalho realizada em um rio raso. Ao analisar a pedra detalhadamente um estudante descobriu, um ano depois, que o diamante, de apenas três milímetros de diâmetro e de pouco valor comercial, continha em sua composição um mineral chamado ringwoodite, que até agora só tinha sido encontrado em rochas de meteoritos e que contém significativa quantidade de água. No entanto, a confirmação final da presença deste mineral levou muitos anos, pois foi necessária a realização de vários testes e análises científicas. De onde vem este mineral? A análise detalhada da amostra encontrada revelou que, neste caso, o mineral não provinha de meteoritos, mas do manto da Terra, a uma profundidade de cerca de 410 e 660 km, em uma área que é conhecida como “zona de transição”. Anteriormente, discutia-se muito sobre a possibilidade da existência de grandes quantidades de água muitos quilômetros abaixo do subsolo, mas nunca tinha sido antes demonstrada nenhuma prova real de tal teoria, que tem implicações muito importantes para a forma como entendemos os fenômenos geológicos planetários, pois acredita-se que este é o mineral mais abundante na zona do manto. Desta forma, como a amostra encontrada possui até 1,5 por cento de seu peso em água, pode-se afirmar que existem volumes de água realmente extraordinários, como um grande oceano.
TERRA OCA 02
Esta descoberta é, sem dúvida, uma das mais importantes realizadas no campo da geologia nos últimos anos, e forçará os peritos a modificarem, até certo ponto, a abordagem que se tem utilizado até agora para analisar fenômenos como vulcanismo, placas tectônicas e muitos outros processos de importância na compreensão da dinâmica da Terra – cujo nome, depois dessa descoberta, se tornou ainda mais paradoxal. A peculiaridade desta descoberta é que esta água não existe em qualquer um dos três estados que conhecemos: líquido, sólido ou gasoso. A água foi encontrada em estruturas moleculares de formações rochosas no interior da Terra. Uma concentração tão importante de água trás uma mudança significativa nas teorias relacionadas com a origem da água na superfície da Terra. Esta descoberta é a prova de que nas partes mais profundas do nosso planeta, a água pode ser armazenada. Fato este que poderá colocar fim em uma polêmica de 25 anos, sobre se o centro da terra é seco ou úmido em algumas áreas. A capacidade de armazenar água em seu interior não é exclusiva da Terra. Outros planetas, como Marte, podem conter grandes quantidades de água, algo que nos faz pensar se o planeta vermelho poderia abrigar vida. Fonte Ecoportal.net Veja o video:




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