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A depressão mental aflige milhões, você pode ser uma vitima!

depressãoOS SINTOMAS de início talvez não pareçam tão graves. A pessoa talvez sinta fadiga, espasmos estomacais ou dores no peito. Poderá notar que acorda bem cedo, sem nenhum motivo aparente; ou a dificuldade talvez seja a de conseguir dormir. 

É possível que a mudança de apetite tenha levado à perda de peso; ou quiçá o problema seja excesso de peso, devido ao súbito afã no comer.

Qual de nós já não sentiu alguns destes sintomas? Podem indicar várias enfermidades físicas simples. Mas, e se persistirem e um exame médico revelar que não temos nenhuma doença física? Em tal caso, é a enfermidade apenas imaginária? Não necessariamente.

A fadiga, as dores físicas e a mudança nos hábitos de alimentação ou de sono podem constituir o que os médicos chamam de “máscara somática da depressão”. 

O que é depressão? 

Por que aflige as pessoas?

As Marcas Identificadoras da Depressão

Todo mundo se sente ‘abatido’ vez por outra. Isto não deve provocar alarme, pois dias ruins desse tipo não são o que os médicos têm presente quando falam da depressão. Numa entrevista registrada em U. S. News World Report, destacado psiquiatra, o Dr. Bertram S. Brown, explicou o significado do termo:

 “Clinicamente, queremos dizer algo mais sério quando falamos de depressão. No estágio intermediário, as vítimas sentem falta de energia e interesse pela vida, que perdura alguns dias ou algumas semanas, e influi em suas funções vitais.”

A pessoa deprimida tem dificuldade de realizar até mesmo as tarefas mais rotineiras, tais como vestir-se, escovar os dentes, preparar o desjejum e fazer decisões rotineiras. 

“O terceiro nível, em que ninguém pode mais duvidar que está lidando com a depressão”, continua o Dr. Brown, “é quando alguém se senta literalmente num canto — quase paralisado — mirando o espaço”.

E, usualmente, a depressão apresenta outro sintoma caraterístico. Comentando as descobertas do Dr. Aaron Beck, um artigo da Times Magazine de Nova Iorque declarou:

“Beck deveras verificou, como relata em seu livro: ‘Depressão: Causas e Tratamento’, que os sonhos [das pessoas deprimidas] repetiam, noite após noite, os temas constantes de inferioridade, falta de atrativos, privação, incompetência. . . . Beck notou que estas fantasias noturnas, sombrias, eram acompanhadas de um modo igualmente negativo de pensar durante o dia. 

Por exemplo, uma mulher deprimida cuja amiga se atrasou para um compromisso ficou convicta de que a amiga não se importava mais com ela, que ninguém gostava dela, e que, com efeito, era impossível alguém gostar dela.

“Beck postulou que quase todas as idéias dos pacientes deprimidos são governadas pelo que ele chama de ‘a tríade cognitiva da depressão’  — conceitos negativos sobre o mundo, eles mesmos, e o futuro. Verificou que as pessoas propensas à depressão exageravam os pequenos obstáculos, transformando-os em barreiras intransponíveis, consideravam-se tolas ou inapelavelmente incompetentes, e viam o futuro como estando apenas cheio de mais fracassos dolorosos.”

Os médicos amiúde se referem à depressão como “aguda” ou “crônica”. A depressão aguda emana de alguma causa externa, tal como a morte dum ente querido, o divórcio ou alguma outra grande perda. Dependendo da seriedade da causa, a depressão aguda poderá durar semanas ou até meses; mas então desaparece. 

Por outro lado, nos casos crônicos, os efeitos danosos da depressão persistem mês após mês.

Outro tipo de sofredor é o “maníaco-depressivo”. Tal pessoa oscila entre o estado “maníaco” (de manikos, “louco” em grego) e o de depressão. 

No estado maníaco, a pessoa se torna superativa, impulsiva, amiúde desordenada ao falar e pensar. Daí, segue-se um período “normal”, após o qual ela mergulha na depressão. 

Alguns permanecem no estado maníaco na maior parte do tempo, com apenas breves períodos de abatimento. 

No caso de outros, dá-se justamente o oposto, eles permanecendo deprimidos na — maior parte do tempo. E há aqueles que, na maior parte, permanecem equilibrados, exceto por breves altos e baixos.

“O Resfriado Comum dos Distúrbios Mentais”

Quão ampla é a depressão grave? Segundo o Dr. Nathan S. Kline, do Departamento de Higiene Mental do Estado de Nova Iorque, “calcula-se que 15 por cento da população adulta dos Estados Unidos possuam algum grau de depressão que é bastante grave para necessitar tratamento. Isto equivale a cerca de 20 milhões de pessoas, o que a torna, não só o mais freqüente distúrbio psicológico, mas também um dos mais comuns de todos os quadros clínicos graves.” 

A depressão é tão ampla que tem sido chamada de “o resfriado comum dos distúrbios mentais”.

Certos estudos relatam que as mulheres ultrapassam os homens, em sofrer depressão, na proporção de 2 a 1, embora alguns afirmem que isto se dá porque as mulheres estão mais dispostas a admitir que estão deprimidas. 

A depressão aflige a todas as raças e todo nível social e econômico. Ao passo que a enfermidade é mais comum entre as idades de sessenta e setenta anos, assola todas as faixas etárias e tem aumentado entre as pessoas na casa dos vinte anos.

Por que tantos milhões de pessoas sofrem depressão?

Um Fator É a Sociedade Humana

Fizeram-se muitos estudos para descobrir as causas básicas da depressão mental. 

As falhas da sociedade humana constituem uma das principais fontes do problema.

Ilustrando um aspecto disto, há os comentários do Dr. John Schwab, da Faculdade de Medicina da Universidade da Flórida: 

“Estamos agora mesmo numa era de mudanças. Os valores antigos, tais como a velha ética de trabalho, estão sendo rejeitados, e as pessoas estão sendo apanhadas num vácuo ideológico. Os garotos vêem que os frutos de quatrocentos anos de progresso científico talvez sejam mais amargos do que doces — mas eles não sabem o que colocar em seu lugar, e, por conseguinte, há um senso de futilidade.” 

Por causa disso, muitos jovens desiludidos procuram a “fuga” através dos tóxicos e outros meios. “A busca de emoções entre os jovens”, observa o Dr. Schwab, “amiúde é apenas uma fuga do desânimo”.

Também a “supermobilidade” contribui para o aumento da depressão. As famílias que continuam mudando-se do seu lugar de residência, pulando de uma casa para outra e de uma cidade para outra, não ficam por tempo suficiente em nenhum lugar para criar sólidas relações com outras pessoas. Um psiquiatra Centro de Saúde Mental de Massachusetts, EUA, escreveu: 

“Os psiquiatras por volta de Boston já há algum tempo do estão cônscios do que é chamado de ‘a síndrome da Rota 128, ou, na Flórida, da síndrome do Cabo Kennedy’. É encontrada nas famílias jovens que se mudaram demais, e seus componentes são um marido concentrado demais em sua carreira, uma esposa deprimida e filhos atribulados.”

Às vezes surge a depressão quando a pessoa atinge um “planalto” em sua vida, depois de muitos anos de meticuloso labor. Um ambicioso executivo talvez alcance por fim a posição mais alta em sua firma, apenas para se dar conta de que não mais possui um alvo na vida. 

As donas-de-casa de seus quarenta e cinqüenta anos amiúde sofrem o que os psiquiatras chamam de “síndrome do ninho vazio”. Por volta desse tempo, seus filhos usualmente já cresceram, seus maridos estão trabalhando na maior parte do dia e elas têm de enfrentar horas solitárias em casas vazias.

Que dizer dos sentimentos de inferioridade que amiúde acompanham a depressão? Nisso, também, a responsabilidade cabe à sociedade humana. Como assim? Porque é amiúde em tenra idade que se faz com que as crianças se sintam sem atrativos. Seus colegas talvez zombem delas, se não conseguem fazer o que a maioria reputa estar “na moda”. Se um jovem tende a ser desajeitado e descoordenado, os colegas de escola e de folguedos podem influenciar tal criança a crer que “não consegue fazer nada direito”. 

As crianças desse tipo amiúde combinam a generalização: “Eu sou fraca”, com a avaliação subjetiva: “É repugnante ser fraco.” Tais jovens são prováveis candidatos à depressão.

Fatores Biológicos

Nos anos recentes, considerável pesquisa tem sido feita para mostrar que, em muitos casos, a depressão pode ser devida à atividade química deficiente do cérebro. Por todo o cérebro acham-se espalhadas “aminas biogênicas”. Estes compostos químicos se concentram especialmente no “sistema límbico”, parte do cérebro que tem muito que ver com as emoções. 

Os cientistas relacionaram três destas aminas — dopamina, norepinefrina e serotonina — com a transmissão de impulsos de uma célula cerebral para a outra.

É interessante que as experiências tanto com animais como com humanos demonstram que a depressão resulta de se tomar drogas que reduzem o nível das aminas. Por outro lado, animais de laboratório mostraram notável alerteza quando seu nível de aminas foi aumentado. Observa a Times Magazine de Nova Iorque:
“Uma equipe internacional de pesquisas, de cientistas ingleses e norte-americanos, em 1968, acrescentou nova evidência circunstancial em apoio da teoria das aminas, ao descobrir que os cérebros dos pacientes que haviam cometido suicídio pareciam mostrar alguma evidência de níveis reduzidos de aminas. E um estudo recente de pacientes maníaco-depressivos deu-lhe ainda maior apoio: A urina dos pacientes maníaco-depressivos, durante seu período maníaco, mostrava aumentada excreção de norepinefrina, e, o exato oposto, depois de terem passado para a fase normal ou fase depressiva.”
Fonte: Estudo e pesquisa
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SUICÍDIO - A EPIDEMIA IGNORADA, ATE QUE ACONTEÇA COM UM CONHECIDO OU PARENTE!

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O que as estatísticas revelam

Muito se escreveu em anos recentes sobre o número crescente de suicídios entre os jovens. E com razão, pois será que existe tragédia maior do que a morte desnecessária de um jovem promissor e cheio de vida? Mas as manchetes ignoram que o índice de suicídios na maioria dos países vai aumentando com a idade. Isso acontece quer o índice geral de suicídios no país seja alto quer não, como mostra o quadro abaixo. Uma olhada nessas estatísticas também mostra o alcance global dessa epidemia ignorada.

Em 1996, os Centros de Controle de Doenças, dos EUA, relataram que o número de suicídios entre norte-americanos de 65 anos ou mais havia aumentado 36% desde 1980. Parte desse aumento — mas não todo ele — se deve ao maior número de norte-americanos idosos. Em 1996, o índice real de suicídios entre pessoas de 65 anos ou mais também aumentou (9%) pela primeira vez em 40 anos. Entre as mortes causadas por ferimentos, somente as quedas e os acidentes de carro matam mais idosos nos Estados Unidos. Na verdade, mesmo essas cifras assustadoras talvez sejam muito baixas. “Suspeita-se que o número de suicídios seja muito maior do que o que aparece nas estatísticas baseadas nos atestados de óbito”, observa o livro A Handbook for the Study of Suicide (Manual para o Estudo do Suicídio). Ele acrescenta que, segundo alguns cálculos, a cifra real talvez seja duas vezes maior do que o que consta nas estatísticas.
Qual é o resultado disso? Nos Estados Unidos, como em muitos outros países, ocorre uma epidemia ignorada de suicídio de idosos. O Dr. Herbert Hendin, especialista no assunto, observa: “Apesar de o índice de suicídios nos Estados Unidos aumentar constante e acentuadamente com a idade, o suicídio de idosos recebe pouca atenção da opinião pública.” Por quê? Segundo ele, parte do problema reside no fato de o índice de suicídios entre idosos sempre ter sido alto. Assim, “não causou a mesma agitação súbita que o drástico aumento dos suicídios juvenis”.
Eficiência terrível
Embora essas estatísticas sejam chocantes, a simples análise desses números impessoais não nos diz o que é a solidão de uma vida sem o cônjuge amado, a frustração da perda da independência, o desespero causado por uma doença prolongada ou terminal, o vazio da depressão crônica. A triste verdade é que, ao passo que jovens talvez tentem se suicidar como reação precipitada a problemas temporários, os mais velhos geralmente enfrentam problemas que parecem permanentes e insolúveis. Em resultado disso, suas tentativas de suicídio costumam ser mais decididas do que as dos jovens — e terrivelmente eficientes.
“Além de o suicídio ser bem mais comum entre os idosos, o próprio ato suicida reflete diferenças importantes entre idosos e jovens”, diz o Dr. Hendin, no seu livro Suicide in America (Suicídio nos Estados Unidos). “Em especial, a proporção de tentativas de suicídios para os suicídios que realmente se consumam é nitidamente diferente entre os idosos. Entre a população em geral, a proporção é, calculadamente, de 10 tentativas de suicídio para 1 suicídio consumado; entre os jovens (15-24 anos) é, calculadamente, de 100 para 1; e entre pessoas com mais de 55 anos é, calculadamente, de 1 para 1.”
Essas estatísticas dão o que pensar. Como é deprimente envelhecer, perder a força física e sofrer dor e doenças! Não admira que tantos cometam suicídio. Mas existem fortes razões para se amar a vida, mesmo em circunstâncias difíceis.
Por que muitos desistem da vida
“Cada pessoa que se suicida tem seus próprios motivos: muito particulares, profundos e extremamente dolorosos.” Kay Redfield Jamison, psiquiatra.
“V IVER é sofrer”, escreveu Ryunosuke Akutagawa, escritor popular japonês no início do século 20, pouco antes de se suicidar. Mas ele prefaciou a declaração com as palavras: “É claro que não quero morrer, contudo . . . ”
Assim como Akutagawa, muitos suicidas na verdade não desejam morrer, porém “se ver livres da situação que os faz sofrer”, disse um professor de psicologia. Com muita freqüência, o teor de bilhetes e cartas de despedida sugere isso. Frases como ‘Eu não agüentava mais’ ou ‘Perdi toda a razão de viver’ revelam um profundo desejo de fugir das duras realidades da vida. Mas, nas palavras de certo especialista, tirar a própria vida é como “tratar um resfriado com uma bomba nuclear”.
Embora as razões que levam uma pessoa a se suicidar variem, existem certas circunstâncias na vida que podem contribuir para a tragédia.
Fatores circunstanciais
Não é raro acontecer de jovens caírem no desespero e se suicidarem por motivos que parecem irrelevantes aos olhos de outros. Quando se sentem feridos e não podem fazer nada a respeito, os jovens podem encarar a própria morte como forma de vingança. Hiroshi Inamura, especialista em tratar de pessoas com tendências suicidas no Japão, escreveu: “Esses jovens encaram a morte como uma maneira de punir as pessoas que as fizeram sofrer.”
Recente estudo na Grã-Bretanha indicou que quando uma criança é sujeita a graves maus-tratos e humilhação por valentões na escola, a probabilidade de ela tentar o suicídio é quase sete vezes maior. A dor emocional que essas crianças sentem não deve ser subestimada. Um menino de 13 anos que se enforcou deixou um bilhete onde apontava o nome de cinco elementos que o haviam atormentado e às vezes até levavam seu dinheiro. “Por favor, salvem outras crianças”, escreveu.
Outros motivos que levam à tentativa de suicídio incluem problemas na escola, infrações da lei, desilusão amorosa, notas baixas, estresse relacionado com exames escolares ou ansiedades com respeito ao futuro. Entre adolescentes brilhantes, que tendem a ser perfeccionistas, um fracasso — real ou imaginário — pode levar a uma tentativa de suicídio.
No caso de adultos, os fatores circunstanciais parecem estar ligados a problemas financeiros ou do trabalho. No Japão, após anos de recessão econômica, o índice de suicídios recentemente ultrapassou 30.000 por ano. Segundo o jornal Mainichi Daily News, quase três quartos dos homens de meia-idade que se mataram fizeram isso “devido a problemas relacionados com dívidas, falência, pobreza e desemprego”. Problemas familiares também podem levar ao suicídio. Um jornal finlandês declarou: “Homens de meia-idade, recém-divorciados”, constituem um dos grupos de alto risco. Segundo certa pesquisa na Hungria, a maioria das meninas com sentimentos suicidas haviam sido criadas em famílias de pais separados.
A aposentadoria e as doenças, principalmente entre os idosos, também são fatores relevantes. Muitas vezes o paciente opta pelo suicídio como uma saída, não necessariamente quando a doença é terminal, mas quando considera o sofrimento intolerável.
Mas nem todos reagem a essas circunstâncias tirando a própria vida. Muito pelo contrário, a maioria dos que se confrontam com tais situações estressantes não recorre ao suicídio. Então por que alguns consideram o suicídio como a solução ao passo que a maioria não o faz?
Fatores subjacentes
“A decisão de acabar com a própria vida depende muito da maneira de a pessoa encarar a situação”, diz Kay Redfield Jamison, professora de psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins. “A maioria das pessoas que tem uma mentalidade saudável não considera nenhum acontecimento tão devastador que justifique o suicídio.” Eve K. Mościcki, do Instituto Nacional de Saúde Mental, dos EUA, diz que muitos fatores — alguns dos quais subjacentes — contribuem para um comportamento suicida. Esses fatores subjacentes incluem distúrbios mentais, vícios, constituição genética e disfunções químicas no cérebro. Consideremos alguns deles.
Entre os fatores acima citados, os mais freqüentes são distúrbios mentais e de vício, como depressão, distúrbio bipolar do humor, esquizofrenia e uso abusivo de bebidas alcoólicas ou drogas. Estudos na Europa e nos Estados Unidos indicam que mais de 90% dos suicídios consumados estão ligados a esses distúrbios. De fato, pesquisadores suecos descobriram que entre homens que não apresentavam nenhum distúrbio desse tipo, o índice de suicídios era de 8,3 para cada grupo de 100.000 pessoas, ao passo que entre os deprimidos essa proporção era de 650 para cada 100.000! E os especialistas dizem que os fatores que levam ao suicídio são similares em países orientais. Ainda assim, mesmo que haja a combinação da depressão com outros fatores de ordem externa, o suicídio pode ser evitado.
A Dra. Jamison, ela mesma sobrevivente de uma tentativa de suicídio, diz: “Parece que as pessoas conseguem suportar ou tolerar a depressão contanto que acreditem que as coisas vão melhorar.” Mas ela constatou que assim como o desespero cumulativo se torna insuportável, a capacidade psicológica de restringir impulsos suicidas enfraquece aos poucos. Ela compara a situação ao desgaste sofrido pelas lonas de freio de um carro, sob constante estresse.
É muito importante reconhecer essa tendência, porque a depressão pode ser tratada. É possível combater os sentimentos de desesperança. Quando os fatores subjacentes são tratados, muitas vezes as pessoas reagem de forma diferente à angústia ou ao estresse que com freqüência levam ao suicídio.
Há os que são da opinião de que a genética pode constituir um fator subjacente em muitos casos. Sem dúvida os genes são importantes em determinar o temperamento, e estudos revelam que certas linhagens familiares apresentam mais casos de suicídio do que outras. No entanto, “a predisposição genética ao suicídio de forma alguma implica que o suicídio seja inevitável”, diz Jamison.
A química cerebral também pode constituir um fator subjacente. No cérebro, bilhões de neurônios se comunicam por pulsos eletroquímicos. Nas ramificações dos neurônios, há pequenos espaços chamados sinapses por onde os neurotransmissores passam informações quimicamente. É possível que o nível de certo neurotransmissor, a serotonina, esteja envolvido na vulnerabilidade biológica da pessoa ao suicídio. O livro Inside the Brain (Dentro do Cérebro) explica: “O baixo nível de serotonina . . . pode fazer com que a pessoa perca a alegria e o interesse pela vida, aumentando o risco de depressão e suicídio.”
Mas o fato é que ninguém está predestinado a cometer suicídio. Milhões de pessoas convivem com a angústia e o estresse. O fator determinante é a forma de a mente e o coração reagirem às pressões. É preciso lidar não apenas com as causas circunstanciais imediatas, mas também com os fatores subjacentes.
Assim, o que se pode fazer para criar um ponto de vista mais otimista que faça a pessoa recuperar certa medida de gosto pela vida?
Arranjo: Jefferson
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Depressão na adolescência: preste atenção a estes sintomas

Depressão na adolescência preste atenção a estes sintomas
Especialmente no caso de adolescentes, que têm naturalmente uma confusão de humores, pode ser difícil reconhecer a depressão. Um estudo recente da Social Indicators Research revelou uma evolução nos sintomas de depressão em estudantes desde 1980. Por isso, é importante que os pais saibam como a depressão se parece nessa idade, a fim de que possam ajudar seu filho adolescente a ficar mentalmente apto e, mais importante, seguro.

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Entre os sintomas de depressão relatados na pesquisa, mas que não são tão conhecidos do público, estão: falta de apetite, problemas para dormir, falta de concentração, inquietação e sentir-se sobrecarregado.

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O estudo constatou que, em comparação com os seus homólogos na década de 1980, os adolescentes na década de 2010 eram 38% mais propensos a ter problemas de memória e 74% mais propensos a ter problemas para dormir. Eles também tinham duas vezes mais probabilidade de ter procurado ajuda profissionais para tentar resolver estas questões de saúde mental.

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Entre os estudantes universitários, 50% disseram que estavam sobrecarregados, enquanto adultos relataram sono de má qualidade, falta de apetite e sentimento de inquietude.
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Saiba mais sobre outros sintomas da depressão clicando neste link.
Se você acha que seu filho adolescente pode estar deprimido, procure um terapeuta ou psiquiatra licenciado para obter ajuda. Mesmo que não tenha certeza, não faz mal ter uma segunda opinião, apenas por prevenção.
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DICAS PARA ACABAR COM A DEPRESSÃO

Depressão

Alcançar a cura da depressão pode não ser a tarefa mais fácil do mundo, mas está bem longe de ser impossível. Com a dose certa de motivação e força de vontade, o caminho que parece longo e totalmente fora de alcance começa a se construir aos poucos na sua frente. É como dizem: comece fazendo o necessário, depois o que é possível e, quando você menos esperar, estará fazendo o que antes considerava impraticável.

E o primeiro passo é saber que você não está sozinho.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas do mundo todo sofrem, em algum grau, de depressão. O transtorno mental, que é mais comum do que podemos imaginar, é caracterizado por tristeza, perda de interesse em toda e qualquer atividade, ausência de prazer, oscilações entre sentimentos de culpa e baixa autoestima. Distúrbios do sono e no apetite também são bastante comuns. Ou seja: todas as áreas da vida são afetadas.



O pior de tudo isso é que parentes, amigos e outras pessoas próximas não compreendem totalmente a gravidade e profundidade dessa situação, e acabam sendo negligentes nos cuidados e atenção – o que pode até contribuir para piorar o quadro de depressão.

O vídeo abaixo vai ajudar a entender melhor qual é a realidade de uma pessoa com depressão:

Também segundo a OMS, a depressão pode ser longa duração ou recorrente. Mas qualquer que seja o caso, iniciar um tratamento é absolutamente necessário. E quanto mais cedo começar, melhores serão os resultados.

O interessante desse caso é ressaltar que o paciente é protagonista no processo de recuperação. Porque, paracurar depressão, é preciso – acima de tudo – querer. Você tem todos os sintomas de que já falamos e se sente sem forças para lutar contra todos eles? A depressão também tem isso: ela faz com que você se sinta impotente. Mas você não é.

O que cura depressão

Há algumas (muitas) coisas que uma pessoa pode fazer por si mesma e dar passos largos na grande caminhada que é a cura de uma depressão. Por exemplo:

1. Estabeleça uma rotina

Se você está deprimido, precisa de uma rotina. É o que diz Ian Cook, psiquiatra e diretor do Programa de Pesquisa e Clínica de Depressão da UCLA (Universidade da Califórnia – EUA). A depressão pode fazer a estrutura da sua vida desmoronar, fazendo um dia se fundir com o outro e deixando você totalmente sem rumo. Definir uma agenda diária, com horários e atividades, pode ajudar a colocar as coisas de volta nos trilhos.

2. Pratique exercícios físicos regularmente

Nós já falamos aqui sobre várias situações em que um mínimo de exercícios físicos pode fazer uma grande diferença. Desde ter resultados mais satisfatórios em uma determinada prova à dormir melhor e entrar em forma. E esse é mais um contexto onde esse hábito só tem a colaborar com você.

A prática regular de exercícios aumenta a quantidade de endorfinas no corpo, que são responsáveis por uma sensação de bem-estar reconfortante. Também segundo Ian Cook, a longo prazo, a prática de exercícios físicos regulares parece encorajar o cérebro a se religar de maneira positiva. E não é preciso correr maratonas inteiras para se beneficiar com tudo isso. Caminhadas algumas vezes por semana já são suficientes!
3. Tenha uma alimentação saudável
Não há uma dieta milagrosa para curar depressão, mas ficar de olho no que você come pode ser uma boa ideia. Se a depressão tende a fazer você comer demais, ficar no controle da sua alimentação vai fazer você se sentir melhor e mais confiante automaticamente. Segundo o psiquiátrica americano Cook, há evidências de que alimentos com ômega-3, ácidos graxos – como salmão e atum – e ácido fólico – como espinafre e abacate – podem ajudar a aliviar a depressão.

4. Assuma responsabilidades

Quando você está deprimido, a única coisa que você sente vontade de fazer é se afastar da sua própria vida e abandonar todas as suas responsabilidades – tanto em casa quanto no trabalho. Se esforce para que isso não aconteça. Ficar envolvido com algum projeto e ter responsabilidades diárias ajudam, e muito, pois contribuem para um sentimento insubstituível de autorrealização. Se você não consegue trabalhar o dia inteiro, pense em meio período. Se essa ideia também parece intolerável, considere um trabalho voluntário.

5. Desafie pensamentos negativos

O trabalho mental é uma parte significativa e fundamental na luta contra a depressão. Por isso é preciso mudar o jeito que você pensa. Porque quando se está deprimido, seus pensamentos sempre são os piores possíveis, em relação a tudo. E isso é como um bola de neve. Você começa a se sentir péssimo em relação a você mesmo e a tudo que está a sua volta. Por isso, uma boa ideia é usar a lógica como tratamento natural para curar depressão. Você pode se sentir como se ninguém gostasse de você, mas existe alguma evidência real para achar isso? É preciso prática para pensar assim, mas com o tempo se torna algo natural, e você começa a domar pensamentos negativos antes que eles saiam de controle.

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Depressão: 5 mitos em que muita gente acredita

Depressão 5 mitos em que muita gente acredita
A depressão sempre é motivo de muito debate. Especialmente agora, com a morte do grande ator Robin Williams, que aparentemente cometeu suicídio, o debate mundial a respeito dessa doença e seus sintomas ficou ainda mais em evidência. O eterno Patch Adams sofria com uma depressão profunda, e as especulações são de que ele tenha colocado um fim na própria vida justamente por conta da doença.
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Mundialmente, segundo um estudo epidemiológico publicado na revista especializada BMC Medicine, 121 milhões de pessoas estão deprimidas. Esse número é quase quatro vezes maior do que o de portadores de HIV (33 milhões). Já o Brasil lidera, entre os países em desenvolvimento, o ranking de prevalência da depressão: 18% da população que participou da pesquisa do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo estava deprimida há pelo menos um ano.
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É comum que aqueles que poderiam se beneficiar com um tratamento acabem não tendo acesso a ele, seja por falta de informação ou até por interpretar os sintomas de maneira errada. Que uma coisa fique bem clara desde já: depressão não é frescura!
Abaixo listamos cinco dos mitos mais comuns sobre a condição, para esclarecer de uma vez por todas quão grave é esse diagnóstico:

Mito 1: Depressão é sinônimo de tristeza

Muitos conhecidos do ator Robin Williams que foram entrevistados desde a sua morte falaram que eles nunca o viram infeliz, ainda que ele sofria de depressão profunda. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, muitas das pessoas que sofrem de depressão sentem sim uma tristeza esmagadora, mas, em contrapartida, muitos outros não sentem qualquer emoção específica. A melhor descrição seria uma sensação de vazio e apatia. E uma vez que a ansiedade muitas vezes acompanha a depressão, muitos sentem um constante estado de tensão que persiste por nenhuma razão aparente.

Mito 2: A depressão é um sinal de fraqueza mental

Parte do estigma que envolve a depressão é que os outros vão encarar essa doença como um sinal de fraqueza. No entanto, nós não temos o costume de acusar ninguém que sofra de uma doença cardíaca, ou tenha câncer, por exemplo, que são doenças que afetam uma ampla gama de pessoas. A depressão também é uma doença e, mais especificamente falando, é um transtorno médico absolutamente complexo que tem dimensões biológicas, psicológicas e sociais. Dessa forma, as pessoas “fortes” também podem sofrer de depressão grave, e as consequências de não tratá-la são tão reais e trágicas como em qualquer outro caso de doença grave. Uma condição que afeta a química do cérebro e do sistema nervoso não é menos devastadora do que uma que afeta qualquer outra parte do corpo.

Mito 3: A depressão é sempre situacional

Embora a depressão muitas vezes apareça por conta de um fato pontual, como perda de um ente querido, divórcio, estresse no trabalho, etc, ela não precisa desse tipo de faísca para começar. A depressão normalmente é diagnosticada quando alguém sofre de episódios prolongados (de pelo menos duas semanas) de desesperança, vazio e letargia que não têm nenhuma causa aparente. Esses períodos podem se manifestar inexplicavelmente, mesmo quando os eventos da vida parecem geralmente positivos. Esta, inclusive, é outra razão de porque depressão e tristeza não são sinônimos.

Mito 4: Sintomas de depressão são todos mentais

Embora seja verdade que muitos sintomas de depressão são coisas que normalmente associamos com a “cabeça” (emoção, tensão, etc), a condição se manifesta com frequência em todo o corpo. Sintomas depressivos comuns incluem indigestão, dificuldade em respirar, aperto no peito e fadiga geral. Alguns pacientes também se queixam de dores musculares persistentes.

Mito 5: Se você é diagnosticado com depressão, você usará antidepressivos o resto de sua vida

A forte presença de comerciais de antidepressivos e insistência da mídia nesse assunto tem tido uma repercussão negativa. Muitas pessoas têm medo de serem colocadas em um antidepressivo, mesmo que possam se beneficiar de seus efeitos, porque acham que o medicamento pode viciar e gerar uma dependência.
A realidade é que nem todo mundo se beneficia com antidepressivos. Segundo algumas estimativas, cerca de 40% das pessoas que recebem prescrição para ingerir o medicamento não experimentam nenhum benefício. Afinal, cada um é cada um. Algumas pessoas reagem melhor a formas de psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental, ou uma combinação de medicação e terapia. Mesmo alguém que obtém bons resultados a partir de um antidepressivo pode, com supervisão médica, eventualmente, reduzir essa medicação. Por isso é importante o acompanhamento médico. Só um profissional irá saber o que receitar e qual o melhor tratamento para cada caso.
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O Facebook, a inveja e a depressão

O Facebook, a inveja e a depressão
Navegar no Facebook se tornou uma atividade diária de centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo. Com tantos se envolvendo com o site diariamente, os pesquisadores estão interessados em descobrir quão envolvidos emocionalmente os usuários do Facebook podem estar com a rede social e como o uso regular pode afetar sua saúde mental.
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Estudantes de jornalismo da Universidade de Missouri, nos EUA, fizeram um levantamento com mais de 700 estudantes universitários e descobriram que o uso do Facebook pode levar a sintomas de depressão na medida em que a rede social desencadeia sentimentos de inveja entre seus usuários. Margaret Duffy, professora e presidente da comunicação estratégica na Escola de Jornalismo da MU, diz que a forma como os usuários do Facebook usam o site faz a diferença em como eles respondem a isso.
“O Facebook pode ser uma atividade divertida e saudável, se os usuários aproveitam o site para ficarem conectados com a família e com velhos amigos e partilhar aspectos interessantes e importantes de suas vidas”, diz Duffy. “No entanto, se o Facebook é usado para ver o quão bem financeiramente um conhecido está ou quão feliz um velho amigo está em seu relacionamento – coisas que causam inveja entre os usuários – o uso do site pode levar a sentimentos de depressão”, alerta.
Para seu estudo, Duffy e Edson Tandoc, professor assistente na Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, entrevistaram jovens usuários do Facebook e descobriram que os que se dedicam a usar o Facebook para “vigiar” a vida alheia também experimentam sintomas de depressão, enquanto aqueles que usam o site simplesmente para se manterem conectados não sofrem efeitos negativos.
“Descobrimos que se os usuários do Facebook sentem inveja das atividades e estilos de vida de seus amigos na rede social, eles são muito mais propensos a relatar sentimentos de depressão. É importante que os usuários do Facebook estejam cientes desses riscos para que possam evitar esse tipo de comportamento”, diz Duffy.
“Uma alfabetização de mídia social é importante”, sugere Tandoc. “Com base em nosso estudo, bem como em outros já feitos, usar o Facebook pode exercer efeitos positivos sobre o bem-estar. Mas quando se desencadeia a inveja entre os usuários, isso é uma história diferente. Os usuários devem estar conscientes de que uma apresentação autopositiva é uma motivação importante no uso de mídias sociais, por isso, é de se esperar que muitos usuários postem somente coisas positivas sobre si mesmos. Essa consciência, eu espero, pode diminuir os sentimentos de inveja”.


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A REALIDADE DE QUEM VIVE COM DEPRESSÃO: "OU PEDE AJUDA, OU SE SUICIDA"


A atriz e diretora Katarzyna Napiórkowska produziu impactantes vídeos que mostram vida com depressão e dá dicas de como conviver com alguém depressivo.



A depressão é uma doença devastadora, mas que não é levada a sério por muitos. Quantas vezes já escutou a frase “isso é frescura” quando alguém toca nesse assunto? Pensando nisso, a atriz, diretora, fotógrafa e vlogueira  Katarzyna Napiórkowska produziu um vídeo impactante mostrando como é a vida de quem sofre com depressão. 


Depressão não é invenção ou desculpa, é uma doença que pode causar morte.

Em “Living with depression” (ou Vivendo com depressão, em português), uma jovem descreve todo o processo de desenvolvimento da doença, seus sentimentos e atitudes. É uma tentativa de mostrar como a doença realmente afeta o dia a dia da pessoa e a transforma. 







Com o tempo a situação só piora e as mínimas coisas se tornam grandes problemas.

Vivendo com depressão (Legendado)
O vídeo original teve mais de 1,5 milhão de visualizações e foi compartilhado diversas vezes nas redes sociais. O seu complemento, outro vídeo intitulado de “Living with a depressed person” (Vivendo com uma pessoa depressiva, em português), veio alguns dias depois. Nele, Kat conta que nunca teve depressão, mas que já conviveu com muitas pessoas depressivas e deixa claro que o passo mais importante é pedir ajuda médica. 
“Não, eu nunca tive depressão, não estou na posição de dar nenhum conselho, mas já convivi com muitas pessoas nessa situação. A depressão não é uma escolha, são reações químicas que acontecem no cérebro e ninguém consegue controlar isso.”, explica Kat.







Chega uma hora que a pessoa com depressão só tem duas saídas: procurar ajuda ou tentar o suicídio.

As principais dicas dadas Katarzyna para quem convive com pessoas depressivas são:
1. Nunca diga coisas do tipo “não entendo porque está reclamando” ou “não sei do que você precisa”. Isso nunca ajuda e quem tem depressão não pode se sentir envergonhado ou culpado. 
2. Não se torne superprotetor. Se a pessoa não quiser conversar sobre o problema, dê espaço para ela respirar. Volte depois de um tempo e apenas mostre que você está ali para qualquer coisa. 







Dê espaço para quem tem depressão respirar, mas mostre que você está sempre por perto.

3. Encoraje quem tem depressão a procurar um especialista. Um tratamento apropriado é o que mais ajuda.
4. Saiba que a convivência é muito complicada e que você terá que ter paciência e força. Muitas vezes não é a pessoa que está falando, mas sim a doença. Não crie muitas expectativas.
Para mais dicas e depoimentos, veja o vídeo em inglês.
FONTE: http://saude.ig.com.br/

Comentário: A depressão não é uma escolha, são reações químicas que acontecem no cérebro e ninguém consegue controlar isso.
“Fiquei desconcertado, encurvei-me ao máximo; o dia inteiro tenho andado entristecido.” — Salmo 38:6.
O QUE OS ESPECIALISTAS DIZEM
Todas as pessoas se sentem deprimidas de vez em quando, mas a depressão clínica é um distúrbio debilitante contínuo que interfere no dia a dia da pessoa. Nem todos os especialistas concordam no que é tristeza “normal” e no que é “distúrbio”. Mas, sem dúvida, algumas pessoas têm sentimentos negativos profundos, às vezes acompanhados de excessivo sentimento de culpa e de inutilidade.
O QUE A BÍBLIA DIZ
A Bíblia menciona muitos homens e mulheres que tiveram sentimentos negativos. Por exemplo, Ana sentiu-se “amargurada de alma” — uma expressão que pode ser vertida como ‘aflita’ e ‘muito triste’. (1 Samuel 1:10) Certa ocasião, o profeta Elias ficou tão triste a ponto de pedir ao Eterno Deus que tirasse sua vida. — 1 Reis 19:4.
Os cristãos do primeiro século foram instruídos a ‘falar consoladoramente às almas deprimidas’. (1 Tessalonicenses 5:14) De acordo com uma obra de referência, o termo “almas deprimidas” pode se referir àqueles “que são temporariamente vencidos pelo estresse da vida”. Tudo indica que até mesmo homens e mulheres fiéis do passado às vezes se sentiam deprimidos.
A pessoa é culpada de ter depressão?
“Toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores até agora.” — Romanos 8:22.
O QUE A BÍBLIA DIZ
A Bíblia ensina que as doenças são resultado da rebelião do primeiro casal humano. Por exemplo, Salmo 51:5 declara: “Em erro fui dado à luz com dores de parto, e em pecado me concebeu minha mãe.” Romanos 5:12 explica que “por intermédio de um só homem [Adão] entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado”. Por termos herdado a imperfeição de Adão, todos nós estamos sujeitos a doenças físicas e emocionais. Por isso, “toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores”. (Romanos 8:22) Mas a Bíblia também dá uma esperança que nenhum médico pode dar — a de um novo mundo pacífico, prometido por Deus, onde não haverá mais doenças nem distúrbios, incluindo a depressão. — Revelação (Apocalipse) 21:4.
Como você pode lidar com a depressão?
“Perto está YHWH dos que têm coração quebrantado; e salva os que têm espírito esmagado.” — Salmo 34:18.
POR QUE ISSO DEVERIA INTERESSAR VOCÊ?
Nem sempre você pode controlar as circunstâncias, e coisas ruins acabam lhe afetando. (Eclesiastes 9:11, 12) Mas você pode tomar medidas práticas para não ser dominado por sentimentos negativos.
O QUE A BÍBLIA DIZ
A Bíblia reconhece que os doentes precisam de médico. (Lucas 5:31) Então, se você sofre de um debilitante transtorno de humor, não há nada de errado em procurar ajuda médica. A Bíblia também enfatiza a importância da oração. Por exemplo, Salmo 55:22 diz: “Lança teu fardo sobre o próprio YHWH, e Ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” Os benefícios da oração não são imaginários; são reais. Quando oramos, nos comunicamos com o Eterno Deus, que está ‘perto dos que têm coração quebrantado’. — Salmo 34:18.
Abrir-se com um amigo íntimo também pode ser de ajuda. (Provérbios 17:17)

FONTE SECUNDARIA:http://www.apocalipsenews.com/
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