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Belas imagens que parecem magia!

Se nos dermos um tempo é observarmos ao nosso redor veremos que a beleza em todos os lugares só não é observada!
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Patagônia – a beleza da caverna de Marmol

Patagônia – a beleza da caverna de Marmol.
Natureza sempre consegue nos surpreender.

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Os 33 lugares abandonados mais lindos que você já viu

São lugares com um tanto de mistério e muito de belo e inusitado. Estão abandonados, mas de pé, guardando histórias de um passado glorioso. Compilamos uma lista de lugares abandonados que perderam vida, mas mantiveram sua beleza. Tem um pouco de tudo, desde ilhas a palácios, passando por montanhas ou edifícios em ruínas ou até um parque de diversões abandonado. As cidades, vilas ou aldeias em que se encontram estão espalhadas pelo mundo.

Sorrento, na Itália

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Castelo Eilean Donan

Holey Trinity

Klevem, na Ucrânia

Câmara de resfriamento de usina abandonada

Farol

Gorazde, na Bósnia

Hotel del Salto

Casa do Partido Comunista da Bulgária

Taiwan

Usina abandonada

Curon Venosta, na Itália

Iate afundado, na Antárctica

Estátua de Jesus, em Malta

Prédio abandonado

Mansão abandonada

Prédio abandonado e congelado

Igreja em Indiana, nos Estados Unidos

Moinho de Herdman

Teatro

Estação de metrô

Arbutus

Parque de diversões, no Japão

Saint Dunstan

Saint Etienne

Ruínas

Castelo Buchanan

Prédio em ruínas

Piano em casa abandonada

Estrada de ferro, na França

Teatro Lawdale

Casa abandonada

Estrada de ferro abandonada



Fonte: http://climatologiageografica.com/os-33-lugares-abandonados-mais-lindos-que-voce-ja-viu/
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Discovery compartilha plano da América em caso de uma Catástrofe

Catastrofe

Após a passagem do furacão Sandy sobre os EUA, o Discovery Channel vai exibir no próximo domingo um documentário com informações consideradas ultra-secretas de planos e instalações criados pelo governo norte-americano para enfrentar um cenário apocalíptico.

O Plano da América para o Fim do Mundo mostrará um avião feito especialmente para preservar a vida do presidente dos EUA em situações de emergência, abrigos nucleares em várias partes do país e um plano de continuidade da administração federal em caso de catástrofe.
O Discovery Channel também divulga pela primeira vez ao público detalhes do plano Doomsday de administrações passadas. Durante a administração Reagan, por exemplo, novos bunkers foram abertos nos EUA para o presidente e para membros de seu gabinete. Grande parte do foco naquele momento envolvia os impactos de uma guerra nuclear entre EUA e União Soviética.
Segundo o especialista e escritor de assuntos apocalípticos, Marc Ambinder, que participou da produção do documentário, muitas teorias abordadas sobre a crença de um cenário do governo pós-Fim do Mundo inclui planos para um governo extralegal militar, bem como suspender a Constituição. Ambinder diz que não encontrou nenhuma evidência disso, mas admite muitos detalhes permanecem classificados.
O especialista também diz que 30 por cento do trabalho da FEMA, uma organização criada especialmente para evitar e administrar desastres trabalha com programas de continuidade secretos.
Parte do mundo da FEMA é um segredo como a existência de um centro de operações em Virgínia chamado Tempo Monte. É um dos vários locais de realojamento destinados a funcionários de alto nível militar durante uma catástrofe. O centro inclui um sistema de rádio de alta frequência projetado para a comunicação entre os órgãos de segurança pública e estados durante um desastre.
No documentário, os telespectadores vão poder ver ainda um avião da Força Aérea que é parte essencial do plano Doomsday, com um centro de comando estratégico. O Boeing 747 foi projetado para permitir que o presidente comande o país a partir do ar durante um tempo de catástrofe.
O Plano da América para o Fim do Mundo será exibido pelo Discovery Channel no domingo somente nos EUA.
Fonte: Apocalink
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O clima e a ameaça do caos

Clima
DE UMA forma ou de outra, a maioria de nós depende de combustível à base de carbono. Dirigimos carros e outros veículos movidos a gasolina ou a diesel. Usamos a energia gerada por usinas elétricas que consomem carvão, gás natural ou petróleo. Queimamos lenha, carvão vegetal, gás natural e carvão mineral para cozinhar ou manter-nos aquecidos. Todas essas atividades aumentam a quantidade de dióxido de carbono (gás carbônico ou CO2) na atmosfera. Esse gás retém o calor do Sol.
Também lançamos na atmosfera outros gases do efeito estufa que retêm calor. O óxido nitroso é liberado pelos fertilizantes de nitrogênio usados na agricultura. O metano é emitido pelos arrozais e pelos currais. Os clorofluorcarbonos (CFCs) resultam da fabricação de espumas de plástico e de outros processos industriais. Os CFCs não só retêm calor como também destroem a camada de ozônio na estratosfera.
Com exceção dos CFCs, que agora estão regulamentados, esses gases que retêm calor estão sendo emitidos na atmosfera a taxas cada vez maiores. Isso se deve, em parte, ao crescente número de pessoas na Terra, junto com o aumento do uso de energia, da atividade industrial e da agricultura. De acordo com a Agência de Proteção ao Meio Ambiente com sede em Washington, o homem lança atualmente seis bilhões de toneladas de dióxido de carbono e de outros gases do efeito estufa na atmosfera, por ano. Esses gases não se dissipam simplesmente; podem permanecer na atmosfera por décadas.
Os cientistas em geral têm certeza de duas coisas. Primeiro: a quantidade de dióxido de carbono e de outros gases do efeito estufa vem aumentando nos últimos séculos e décadas. Segundo: nos últimos cem anos, a média da temperatura da superfície da Terra aumentou entre 0,3 e 0,6 grau Celsius.
A questão é: existe uma relação entre o aquecimento global e o acúmulo de gases do efeito estufa provocado pelo homem? Alguns cientistas dizem que provavelmente não, atribuindo o aquecimento ao aumento na temperatura dentro das variações normais e ao Sol. No entanto, muitos climatologistas concordam com um relatório feito pelo Painel Intergovernamental Sobre Mudança Climática. Segundo o relatório, o aumento na temperatura “não se deve inteiramente a causas naturais” e “o peso da evidência sugere que existe uma influência humana discernível sobre o clima global”. No entanto, se as atividades humanas estão de fato aquecendo o planeta ou não — especialmente quão rápido o mundo poderá ficar mais quente no século 21, e exatamente as conseqüências que isso poderia acarretar — são questões ainda incertas.
As incertezas causam controvérsia
Quando os climatologistas predizem um futuro efeito estufa, eles confiam em modelos de clima emitidos pelos computadores mais rápidos e potentes do mundo. No entanto, o clima da Terra é determinado pela interação extremamente complexa entre a rotação da Terra, a sua atmosfera, os oceanos, o gelo, os aspectos geográficos e o Sol. Com tantos fatores interagindo, em tão vasta escala, é impossível a qualquer computador predizer com certeza o que acontecerá daqui a 50 ou 100 anos. A revista Science observou recentemente: “Muitos climatologistas alertam que ainda não está claro que as atividades humanas tenham começado a aquecer o planeta: ou qual será a gravidade do aquecimento provocado pelo efeito estufa quando ele ocorrer.”
As incertezas tornam fácil negar que haja qualquer ameaça. Os cientistas que encaram o aquecimento global com cepticismo, junto com indústrias poderosas que por questões econômicas preferem deixar as coisas como estão, argumentam que o atual estágio do conhecimento não justifica o que poderia ser uma ação corretiva onerosa. Afinal de contas, dizem, o futuro pode não ser tão ruim quanto algumas pessoas imaginam.
Os ambientalistas contra-argumentam dizendo que as incertezas científicas não justificam que os que traçam diretrizes fiquem complacentes. Embora seja verdade que o clima no futuro talvez não seja tão ruim quanto alguns temem, é também possível que a situação se torne muito pior! Ademais, arrazoam que não saber com certeza o que acontecerá no futuro não significa que nada deva ser feito para minimizar o risco. As pessoas que param de fumar, por exemplo, não exigem primeiro provas científicas de que se continuarem a fumar desenvolverão com certeza câncer pulmonar 30 ou 40 anos mais tarde. Elas param porque reconhecem o risco e querem minimizá-lo ou eliminá-lo.
O que está sendo feito?
Visto que a extensão do problema do aquecimento global é motivo de tanta controvérsia — debatendo-se até mesmo se o problema realmente existe — não surpreende que existam vários conceitos sobre o que fazer a respeito. Já por anos grupos ambientalistas promovem o uso generalizado de fontes de energia que não polui. A energia pode ser produzida a partir do Sol, do vento, dos rios, e dos reservatórios subterrâneos de vapor e de água quente.
Os ambientalistas também têm insistido com os governos para regulamentar as emissões de gases que retêm calor. A resposta dos governos tem sido assinar tratados. Por exemplo, em 1992, na Cúpula da Terra realizada no Rio de Janeiro, representantes de cerca de 150 países assinaram um tratado comprometendo-se a reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa, especialmente o dióxido de carbono. A meta até o ano 2000 era que as nações industrializadas reduzissem as emissões de gases do efeito estufa aos níveis de 1990. Embora alguns tenham feito progresso nessa direção, a maioria dos países ricos não chega nem perto de cumprir o pouco que se propuseram a fazer. Muito pelo contrário, a maior parte das nações está produzindo mais gases do efeito estufa do que nunca! Nos Estados Unidos, por exemplo, calcula-se que até o ano 2000 as emissões de dióxido de carbono serão provavelmente 11% mais elevadas do que em 1990.
Mais recentemente, tem havido movimentos para ‘que se exerça um controle rigoroso’ sobre os acordos internacionais. Em vez de as reduções serem voluntárias, como no acordo de 1992, há demandas para se estabelecerem metas de redução que sejam obrigatórias.
O custo da mudança
Os líderes políticos estão ansiosos por projetar uma imagem de protetores do meio ambiente. No entanto, também visam interesses econômicos. Visto que, de acordo com a revista The Economist, 90% do mundo depende da energia produzida por combustíveis à base de carbono, substituí-los por outra fonte de energia traria grandes mudanças; e o custo da mudança é debatido com furor.
Qual seria o custo de reduzir as emissões de gases do efeito estufa até o ano 2010 para 10% a menos do que era em 1990? A resposta depende de a quem se pergunta. Considere os conceitos nos Estados Unidos, o país que lança mais desses gases na atmosfera do que qualquer outro. Os grupos de pesquisa das indústrias avisam que tal redução custaria à economia dos Estados Unidos bilhões de dólares anuais e tiraria o emprego de 600.000 pessoas. Já os ambientalistas dizem que alcançar o mesmo alvo poderia significar uma economia de bilhões de dólares anuais e gerar 773.000 novos empregos.
Apesar dos alertas de grupos ambientalistas para que se tome uma ação imediata, existem indústrias poderosas — montadoras de automóveis, companhias de petróleo, e produtores de carvão para mencionar apenas alguns — que utilizam vultosas quantias e influência para minimizar a gravidade da ameaça do aquecimento global e para exagerar o impacto econômico de se deixar de usar os combustíveis fósseis.
O debate prossegue. Se, no entanto, o homem está alterando o clima e não faz nada a respeito além de conversar, o adágio de que todos reclamam do tempo, mas ninguém faz nada, pode significar o prenúncio de uma catástrofe real.
Jhero
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Brasil, o país dos raios

Brasil o país dos raios em 2015
O Brasil pode ser atingindo por 50 milhões de raios em 2015. Esta é a previsão de pesquisadores do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
No início do ano, pelo menos cinco pessoas morreram após serem atingidas por raios. E o final de 2014 foi marcado pela morte de quatro pessoas de uma mesma família, vítimas de um raio no litoral paulista, repercutindo o fato na imprensa internacional.
O raio é uma descarga elétrica que começa e normalmente fica na nuvem, mas conforme dados do INPE, em 10% dos casos os raios podem tocar o chão, causando tais tragédias.
Segundo o físico do ELAT – Grupo de Eletricidade Atmosférica do INPE, Marcelo Saba, que participa dos estudos dos raios no Brasil, a maior incidência do fenômeno vai atingir o país durante o verão.
Ainda de acordo com o pesquisador, devido a sua localização e área, o Brasil é um recordista de raios no mundo, conforme análise de anos anteriores e da atual situação global em termos de climatologia.

Marcelo Saba explica que a melhor maneira de conduzir a forte descarga elétrica dos raios para um lugar seguro é através da instalação de para-raios. “Recentemente descobrimos que o para-raio tem também um papel ativo. 

Quando se aproxima um raio, ele lança uma descarga em direção àquela que vem descendo, captura essa descarga e a leva para um lugar sem perigo para a população”.

O físico chama atenção para a necessidade de se prevenir contra acidentes. 


“Quando se tem uma forte corrente elétrica passando pelo corpo humano, ela pode causar parada cardíaca ou respiratória. Se existir um pronto atendimento médico, será possível que a pessoa atingida pelo raio tenha uma boa recuperação, mas sem o socorro imediato as chances de sobrevivência são reduzidas.”
A melhor orientação dada pelo pesquisador do INPE é que em situações de chuva e raios, principalmente nos finais de tarde durante o verão, as pessoas devem evitar locais abertos. 


“Na hora da tempestade tem que evitar estar em praias, piscinas, locais descampados, locais altos como telhados, e se proteger em locais com edificações sólidas e cobertas até que a tempestade passe”.
Com relação ao trabalho realizado pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do INPE, Marcelo Saba destaca que o Instituto realiza o monitoramento de raios, através da instalação de antenas ao longo de todo o Brasil, para saber em que localidades há maior incidência de raios. 


“Isso tem uma série de vantagens, pois é possível saber onde estão as tempestades mais intensas, e aí é possível gerar alertas para edificações ou pessoas que estão trabalhando a céu aberto, ajudando assim a prevenir acidentes”.

O ELAT ainda é responsável pela realização de pesquisas para entender como os raios acontecem. O monitoramento dos raios acontece 24 horas por dia, em toda a semana, sendo possível informar com a antecedência de até uma hora a chegada de uma tempestade em determinada região, para que a área possa ser evacuada.

Fonte: http://br.sputniknews.com/
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Ilhas Canárias - Vulcão El Hierro é uma ameaça ao Brasil?

El hierro

Vulcão nas ilhas Canárias poderia provocar tsunami no Atlântico

Falha em estrutura da ilha poderia provocar um deslocamento de terra para o mar, resultando em uma onda gigante. Veja infográfico
vulcão El Hierro 03
Imagem de satélite mostra o vulcão Cumbre Vieja, na ilha de La Palma
Em um periodo, o vulcão El Hierro pegou de surpresa moradores e turistas das ilhas Canárias. O vulcão submerso entrou em atividade e deve formar uma nova ilha ao arquipélago, ainda que não se saiba exatamente quando isso vai acontecer. No entanto, se El Hierro impressionou o mundo, o perigo está a 100 quilômetros de lá, no vulcão Cumbre Vieja, de acordo com cientistas.
Há uma falha geológica na estrutura da ilha de La Palma, onde fica o Cumbre Vieja e caso ele entre em erupção, parte da ilha poderia ceder, deslocando grandes quantidades de terra para o oceano e assim formando uma onda gigante, que poderia chegar até o Caribe, costa leste dos Estados Unidos e até no nordeste brasileiro ou para a costa de Espanha, Marrocos e Portugal.
De acordo com Alberto Brum Novais, geofísico da Universidade Federal da Bahia (UFBA), não é possível prever quando isto poderá acontecer, mas o fenômeno criaria ondas de 500 km de extensão e 30 metros de altura.
“A ocorrência do tsunami vai depender do nível de erupção da região da ilha de La Palma”, disse Novais, que ressalta que o vulcão vem sendo monitorado há muitos anos. “Também não dá para ter uma previsão se o El Hierro vai influenciar o Cumbre Vieja”, completou. Novais lembra que o terremoto, que destruiu Lisboa em 1775, tem relação direta com o Cumbre Vieja.
A região que vai das Ilhas Canárias à Islândia é formada por uma cadeia montanhosa dorsal atlântica, formada pelo encontro das placas tectônicas Africana e Sul-americana. Por conta disso, é uma região com muitos vulcões ativos. Veja no infográfico:
vulcão El Hierro 04 Conhecendo mais um pouco sobre este Vulcão El Hierro
A ilha triangular de El Hierro é a SW mais e menos estudado das Ilhas Canárias.
Após intenso terremoto enxames desde Julho de 2011, uma nova erupção submarina começou em outubro de 2011 com um respiradouro ca. 1 km ao sul de La Restinga largo da extremidade sul da ilha. A erupção, que poderia mesmo começar a construir uma nova ilha, está em curso no momento da atualização. Siga o página de notícias de El Hierro para os eventos mais recentes.
Plano de fundo:
O vulcão de escudo maciço El Hierro é truncado por uma grande escarpa voltados para NW formada como resultado do colapso gravitacional de vulcão El Golfo cerca de 130.000 anos atrás. Escarpa de 1500-m-alta com lados íngremes torres acima de uma plataforma de lava baixa na fronteira com 12 km de todo El Golfo Bay, e três outros depósitos de grande deslizamento Submarino ocorrem a SW e SE. Três fendas proeminentes orientados NW, NE e o Sul em ângulos de 120 graus formam cristas topográficas proeminentes.
A porção subaerial do vulcão consiste em quaternário deitado plana basáltico e trachybasaltic fluxos de lava e tufos nivelada por numerosos cones de escória jovem e lava fluxos. Fluxos e Holoceno cones são encontrados nos flancos exteriores e na depressão de El Golfo. El Hierro contém a maior concentração de jovens aberturas nas ilhas Canárias. Incerteza envolve o relatório de uma erupção histórica na 1793at Volcan0 de Lomo Negro. Fonte: Smithsonian GVP

El Hierro pode provocar tsunami no Brasil?

Em 28-06-2012
A actividade sísmica do vulcão El Hierro, nas ilhas Canárias, aumentou significativamente nos últimos dias. Se vier a entrar em erupção, há risco de provocar um grande tsunami.
Mais de 750 sismos registados em um periodo.
Em quatro dias a ilha cresceu 5 cm.
El Hierro volta a estar sob enorme pressão magmática. Autoridades definem para já alerta amarelo.

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Aquecimento global - Maldivas já estão condenadas. Que será depois?

Aquecimento global Maldivas já estão condenadas Que será depois

O nível global do mar sobe a um ritmo recorde. Segundo as recentes pesquisas dos cientistas da Universidade de Harvard (EUA), durante os últimos 25 anos, o mar ganhou 250% mais espaço à terra firme do que nos anteriores 90 anos do século passado. Em 2100, a água poderá se elevar a nível planetário a dezenas de centímetros, o que significa que muitas ilhas e zonas costeiras serão em breve completamente inundadas.

O nível da água dos oceanos está subindo mais rápido do que o esperado. O fenômeno é causado pela expansão térmica da água e o derretimento intensivo do gelo na Groenlândia e na Antártida Ocidental. Estes processos têm na origem a influência humana sobre o clima, diz Alexei Kokorin, coordenador do programa "O Clima e a Energia" do Fundo Mundial para a Natureza (World Wildlife Fund):
"Este é um fato sustentado também pelos cientistas russos, em particular, do Instituto de Oceanologia da Academia das Ciências da Rússia. O nível de água sobe, efetivamente, a velocidade aumentada. E esse processo vai continuar e vai se intensificar.
Como resultado, no final do século XXI, o nível global do mar vai subir cerca de 1 metro. A previsão para o século XXII é de mais um metro, se o impacto humano sobre o clima for minimizado, até três metros. Quanto a uma perspectiva a mais longo prazo, não se pode exclur uma subida de cinco a dez metros. Particularmente, se a humanidade continuar impactando sobre o sistema climático e reforçando o efeito estufa".
No entanto, as consequências dessas mudanças serão diferentes. Algumas áreas ficarão submersas, mas outras, pelo contrário, vão se elevar por acima do nível do mar. O derretimento fará com que a pressão do gelo sobre a placa tectônica vá diminuir e esta comece a se movimentar. Hoje já é bem perceptível que, por exemplo, Oslo (Noruega) sobe, enquanto Helsinque (Finlândia) desce, continua explicando o climatologista Alexei Kokorin:
"O oceano mundial irá subir de forma desigual. Nos trópicos, o processo será mais pronunciado do que nas latitudes norte. Realmente, apresenta muito perigo para as pequenas ilhas tropicais e áreas baixas como Bangladesh ou Shanghai. No entanto, ao longo prazo, o desafio será também muito sério para São Petersburgo e Veneza".
A humanidade está preocupada com este problema desde o final do século XX. Depois da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, em 1997 foi aprovado o Protocolo de Kyoto que obriga os países desenvolvidos e com economias emergentes a reduzir ou a manter as emissões de gases do efeito estufa.
Contestável em muitos aspetos, o documento ainda não resultou em um impacto realmente positivo sobre o clima. Mas seja como for, ele levou todas as nações a refletir sobre a contribuição que cada uma delas em particular possa fazer para conservar o mapa-múndi em sua forma atual.
No entanto, já não há tempo para lucubrações. Mesmo que a humanidade reduza drasticamente o impacto sobre o clima, algumas áreas já não poderão ser salvas, enfatiza o coordenador do programa "O Clima e a Energia" do Fundo Mundial para a Natureza, Alexei Kokorin:
"Quando se trata do oceano, é preciso entender que todos os processos aí são muito lentos, têm uma inêrcia. Mesmo se a humanidade passar amanhã completamente ao uso de fontes de energia renovável e nuclear, as que não produzem emissões de gases do efeito estufa, os atuais processos irão prosseguir no oceano ao longo de uns 30 anos. Quer dizer, a camada superior do oceano continuará se aquecendo por inércia, tornando-se cada vez mais quente. Portanto, tudo quanto vai acontecer até aos meados do século XXI, já é inevitável. Infelizmente, temos de reconhecer que, por exemplo, as Maldivas estão condenadas, estas ilhas não poderão ser salvas. O destino de outras áreas dependerá das atitudes dos seres humanos".
Em 2015, todos os Estados deverão anunciar as obrigações que estão prontos para assumir com vistas a reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Estes dados serão incluídos no projeto de um novo tratado internacional que substituirá o Protocolo de Kyoto. Contudo, é de notar que todas as últimas conferências internacionais sobre o clima terminaram, infelizmente, sem resultado.


Fonte: Voz da Russia

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A linguagem dos golfinhos poderia ser traduzida até 2021


EM RESUMO

  • A startup sueca Gavagai AB, uma empresa de tecnologia da linguagem, estará usando suas capacidades de AI para decifrar a linguagem dos golfinhos.

  • Esta última aplicação de AI terá implicações para zoologia, negócios e talvez até mesmo exploração espacial.

GAVAGAI AB

A empresa sueca Gavagai AB, uma empresa de tecnologia da linguagem originária do Instituto Sueco de Ciência da Computação, domina 40 línguas humanas com seu software de análise de linguagem. Agora, os pesquisadores do KTH Royal Institute of Technology estão se unindo com Gavagai AB para assumir a linguagem dos golfinhos, em um projeto sem dúvida focado tanto em testes e expansão das capacidades do sistema como decifrar os pensamentos dos golfinhos.
A equipe irá monitorar golfinhos nariz-de-garrafa em um parque de vida selvagem e usar a tecnologia de análise de linguagem de Inteligência Artificial (AI) da Gavagai para decodificar os sons e, se tudo correr de acordo com o plano, compilar um dicionário de linguagem de golfinhos. A equipe está confiante de que eles serão capazes de fazer isso, graças não apenas às capacidades de AI do sistema Gavagai AB, mas também à disponibilidade de mais dados dolphin, maiores recursos computacionais e métodos de gravação mais recentes.
"Esperamos ser capazes de entender golfinhos com a ajuda da tecnologia de inteligência artificial", disse o professor adjunto do KTH, Jussi Karlgren, co-fundador da Gavagai, em entrevista à  Bloomberg . "Sabemos que os golfinhos têm um sistema complexo de comunicação, mas ainda não sabemos do que estão falando". Se Gavagai pode convencer outros pesquisadores em biologia marinha continua a ser visto.
Gavagai já dominou 40 línguas , mas seus sistemas se concentram em análise textual. Como a ferramenta final para um estudante paranoid da High School júnior - ou um negócio savvy que precise de controlar sua reputação e de manter um olho em concorrentes - estes programas por Gavagai permitem a análise textual profunda em 40 línguas. Isso pode incluir monitoramento e comparação de vários conceitos, bem como fornecer insights instantâneos, visuais em uma gama de possíveis respostas emocionais.
AI quebrando barreiras
Compreender a linguagem dolphin pode soar como um tipo de meta estranha, mas no contexto faz sentido. Naturalmente, os zoólogos se beneficiariam da descoberta, mas também as empresas. Empresas massivas como Amazon.com e Alphabet já estão usando o aprendizado de máquina e AI para responder às solicitações dos clientes e problemas mais rapidamente e sem nova programação. Este último empreendimento com golfinhos será uma espécie de teste de nível seguinte para esses tipos de capacidades, e como o CEO Lars Hamberg diz Bloomberg, a pesquisa golfinho vai ajudar Gavagai AB melhorar a sua ferramenta para outros usos.
Além disso, não é difícil imaginar outras aplicações, algumas mais controversas do que outras. A Marinha dos Estados Unidos usou mamíferos marinhos, incluindo golfinhos, em seu Espaço de San Diego e no Centro de Sistemas de Guerra Naval do Pacífico (SPAWAR) por algum tempo. Seus golfinhos foram usados ​​para pensar como a busca de minas.
A idéia de se preparar para se comunicar com formas alienígenas também vem à mente. Um dos problemas com a descoberta de vida extraterrestre, tão emocionante como a perspectiva é, é que vamos precisar encontrar maneiras de se comunicar. Uma vez que os sistemas de Gavagai já dominaram as línguas humanas, passar para outras formas de vida parece ser um próximo passo inteligente se algum dia esperarmos usar a IA e o aprendizado mecânico para nos comunicar com quem e o que quer que encontremos enquanto exploramos nosso Universo.
wecivilized
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Fenômenos naturais estão ganhando força (Arq.)

Fenômenos naturais

Na Europa, o verão foi marcado pela intensificação de calamidades naturais. Na sequência das cheias, oito pessoas morreram, mais oito estão desaparecidas.

As previsões meteorológicas estão longe de ser otimistas: os aguaceiros continuarão. Enquanto isso, nos EUA, estão ativos os furações. Desde o fim de maio, os tornados mataram mais de 50 pessoas. O alarme máximo no oeste do país não foi levantado até hoje.
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As prolongadas chuvas na Europa causaram enchentes simultâneas em vários países, com uma particular incidência na República Tcheca, na Áustria e na RFA. Na República Tcheca, foi decretado o estado de emergência, tendo sido retiradas pessoas das zonas mais perigosas. Foram fechadas muitas escolas e, no centro de Praga, foi suspensa a circulação de trem de metrô. O Jardim Zoológico da cidade foi parcialmente evacuado. As águas do rio Vltava subiram acima do aterro de proteção e as equipes militares ajudam a construir novas fortificações.
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O reforço dos militares será necessário ainda para as equipes de socorristas alemãs. A situação mais grave se criou na Baviera, Saxônia e outros Estados do sul. Foram suspensas a navegação nos rios Reno, Meno e Neckar e o tráfego ferroviário entre Munique e Salzburgo.
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O nível de água continua subindo nos recursos aquáticos da Polônia e Suíça, podendo atingir o máximo nos rios e lagos em 4 de junho. As precipitações intensas deverão parar já na terça-feira, podendo o tempo começar a normalizar-se, afirma Natalia Ponkratenko, do Departamento de Análise Global e Previsões Meteorológicas da Rússia.
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“Agora, na Grã-Bretanha se formou um anticiclone favorável que avançará em direção da Europa, afastando as chuvas para o leste. Amanhã, as precipitações irão cair na Polônia e na Bielorrússia. Depois, na Europa se estabelecerá um bom tempo ”.
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Quanto ao tempo nos EUA, aí os prognósticos são menos otimistas. Os tornados prosseguem muito ativos nos Estados ocidentais, afetando, sobretudo, o estado de Oklahoma onde, em 22 de maio, pereceram mais de 20 pessoas e, ainda por cima, em 1 de junho, o furacão matou 15 moradores locais, segundo as informações preliminares.
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O maior problema consiste na impossibilidade de retirar as pessoas das zonas em perigo. O tornado costuma formar-se em condições idênticas às de tempestades normais. Por isso, podem-se fazer previsões sobre os seus efeitos, no máximo, três horas antes do início da calamidade, adianta os detalhes Elena Vlasyuk, perita do centro meteorológico Phobos.
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“Imagine esperar-se a passagem do ar frio. Durante o dia e no período de verão, esta frente atmosférica está sendo acompanhada por uma série inteira de outros fenômenos desfavoráveis – aguaceiros, trovoadas, granizo e fortes rajadas do vento. Pode constatar certa intensidade de chuvas e formação de torvelinhos. Isto se falarmos do território, digamos, de um estado norte-americano. No entanto, as previsões sobre eventual formação de tornados em uma cidade concreta podem ser feitas num período de antecedência relativamente curto.
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Mantém-se a ameaça de formação de novos furacões no leste dos EUA. Os habitantes locais foram avisados, cabendo-lhes não se afastar longe de abrigos e refúgios.
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Conheça a “Porta para o Inferno”, localizada no Turcomenistão

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Visto de início, essa cena parece ter sido tirada direto de um filme de ficção científica, onde alienígenas fazem um ataque à Terra a partir do espaço sideral. Mas este buraco gigante de fogo, localizado no meio do deserto de Karakum, realmente existe, e foi criado por humanos, embora que de certa forma acidentalmente. Trata-se de uma cratera feita por geólogos mais de 40 anos atrás, e as chamas ainda estão queimando desde aquela época.

Seja bem-vindo à Darvaz, no Turcomenistão – ou, como os moradores chamam, “A Porta para o Inferno”.

Geólogos da URSS perfuraram o local no ano de 1971, e sem querer descobriram uma caverna repleta de gás natural. No entanto, o chão sob a plataforma de perfuração colapsou, abrindo a cratera que tem uma diâmetro de cerca de 70 metros.

Os geólogos imaginaram que a cratera pudesse liberar gases tóxicos, então decidiram queimá-lo. Eles acharam que o fogo iria queimar todo o combustível em poucos dias. Leve engano: a cratera ainda está em chamas hoje, e estima-se que ainda levará muitos anos para apagar.

O brilho gerado pelas chamas pode ser visto por quilômetros ao redor de Darvaz, uma aldeia com uma população de cerca de 350 habitantes. Darvaz está a cerca de 260 quilômetros ao norte de Ashgabat, capital do Turcomenistão. O deserto de Karakum, que abrange grande parte do país, está ao leste do Mar Cáspio, e possui jazidas de petróleo e gás natural em abundância. [DailyMail]

Veja as fotos:

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