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Vulcões submarinos gigantes

12 vulcões submarinos gigantes são descobertos na Antártida

12 vulcões submarinos gigantes na Antártida
Cientistas fazem uma descoberta incrível: pela primeira vez, uma cadeia de vulcões – uma dúzia, pelo menos, vários deles ativos – foi encontrada sob o mar gelado perto da Antártida.
Alguns dos picos têm cerca de 3.000 metros para cima do fundo do oceano, quase altos o suficiente para alcançar a superfície da água. “São vulcões muito grandes. Se estivessem em terra, seriam bastante notáveis”, disse Philip Leat, vulcanólogo que liderou uma expedição de mapeamento do fundo do mar na região entre 2007 e 2010.
O grupo de 12 “montanhas” submarinas fica ao sul das Ilhas Sandwich do Sul (ou Ilhas Sanduíche do Sul), área desolada, coberta de gelo, que se eleva acima do oceano Atlântico sul a meio caminho entre a América do Sul e a África do Sul.
É a primeira vez que um grande número de vulcões submarinos foi encontrado junto na região da Antártida. Leat disse que a equipe de pesquisa ficou surpresa com a descoberta. “Sabíamos que havia outros vulcões na área, mas não tínhamos ideia do que estava lá, só queríamos preencher uma interrogação que tínhamos sobre aquele pedaço do fundo do mar”, conta.
A descoberta veio graças a novas tecnologias de mapeamento do fundo do mar. Segundo Leat, as imagens do fundo do mar aparecem diante de seus olhos nas telas conforme um navio se move através da água.
Em um ponto, na calada da noite, a equipe encontrou um vulcão tão grande que o navio de pesquisa pode realmente bater contra a cúpula escondida. Os pesquisadores pararam o barco e decidiram voltar à luz do dia.
Os instrumentos a bordo revelaram que alguns dos picos estavam dentro de 50 metros da superfície do oceano. Embora eles fossem praticamente invisíveis sem a ajuda de tecnologia de mapeamento 3D, os cientistas puderam dizer que eram vulcões.
“Não há outra maneira de conseguir essa forma de cone no fundo do mar”, disse Leat. Além disso, os pesquisadores coletaram material rochoso de vários picos e encontraram cinzas vulcânicas, pedaços de lava, etc.
A descoberta apoiou relatórios de um navio que visitou a área em 1962, e que indicou que um vulcão irrompeu escondido na região.
Os pesquisadores também descobriram algumas criaturas interessantes, que vivem nas condições quentes e pouco propícias das montanhas submarinas. O próximo passo será estudá-las. Apesar do isolamento e do congelamento, as expedições à região estão longe de chatas.
Fonte: hypescience

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Monte Tambora o Vulcão mais mortal do mundo em risco de erupção

Vulcão Monte TamboraA última vez que o vulcão mais mortal do planeta explodiu foi em 1815. Mais de 71.000 pessoas morreram no local. Ele também foi responsável por um inverno vulcânico que causou a pior fome em todo o mundo no século 19.

Agora, ele pode explodir novamente. O Monte Tambora está localizado na ilha de Sumbawa, na Indonésia. Enquanto ele não tem a explosão de vulcão mais poderosa da história, tem a que causou mais mortes diretas e indiretas.

Quando a explosão aconteceu em abril de 1815, Sumbawa foi obliterada. A caldeira, em seguida, entrou em colapso, após alguns meses de atividade pesada. 

A maioria da população da ilha foi morta e sua vegetação foi reduzida a cinzas.

Algumas árvores foram arrancadas e empurradas para dentro do mar, juntamente com cinzas, criando jangadas gigantes. E tsunamis gerados pela explosão afetaram ilhas nas proximidades.

Mas o seu poder destrutivo não foi apenas limitado a região. A explosão do vulcão afetou o mundo inteiro.

Cinzas subiram em uma coluna que atingiu 43 quilômetros de altura, até a estratosfera. As partículas mais pesadas eventualmente caíram, mas um véu de aerossóis de sulfato permaneceu na estratosfera por anos, escurecendo a luz do sol em toda parte.

Isso interrompeu todo o clima global em grande forma, e iniciou uma cadeia de eventos que matou milhões através do Hemisfério Norte. No ano seguinte, não houve verão e as temperaturas desceram uma média de 0,5 graus Celsius. Não parece muito, mas o enxofre liberado pelo vulcão causou estragos em culturas agrícolas e morte da pecuária em todos os lugares.

Os Estados Unidos experimentaram extremas geadas e neve pesada no meio do “verão”, arruinando tudo nos campos. O mesmo aconteceu em outros lugares, causando uma grande fome em todo o mundo. Esta fome ajudou a espalhar uma nova cepa da cólera na Ásia e uma epidemia de tifo no sudeste da Europa e no Mediterrâneo oriental. Não foi divertido.

Sabendo de tudo isso, especialistas estão dizendo que o Monte Tambora está pronto para entrar em erupção novamente.

Um fluxo constante de terremotos está agitando a ilha, de menos de cinco por mês em abril para mais de 200 agora. Colunas de cinzas já estão ventilando tão altas quanto 1.400 metros.

As autoridades já estabeleceram um perímetro de perigo de 3,22 quilômetros e seus habitantes estão evacuando sob as ordens do governo.

A maioria das pessoas de lá conhece a história de 1815 e não precisa de qualquer ordem para começar a correr. Na verdade, as pessoas de fora da zona de perigo também estão fugindo por puro medo.

Ninguém sabe ao certo se o Monte Tambora vai explodir com a mesma intensidade de 1815, ou quando vai explodir. Mas sabemos que ele está despertando, o que certamente não é bom.

Fonte: hypescience
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Yellowstone em Alerta 2017: Terremoto mais forte em décadas abala a região do Parque Nacional de Yellowstone

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Devido a anormal frequência de atividades sísmicas na região do Parque Yellowstone (EUA), o SAIBA TA NA NET publicou nos últimos dias alguns artigos sobre a possibilidade do super-vulcão, que está dormente (mas aparentemente acordando) sob aquela região, entrar em erupção, o que poderia causar uma catástrofe mundial.
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Assim, embora este mais recente evento possa não ter maiores consequências, para manter os interessados sobre esta questão informados, aqui está a última notícia de atividade sísmica associada ao super-vulcão, desta vez com o maior terremoto registrado em décadas por lá.
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Um terremoto de magnitude 5.8 ocorreu na quarta-feira (5) a apenas 9,6 quilômetros da cidade de Lincoln, em Montana, e ao noroeste do Parque Nacional de Yellowstone. Foi dito que o terremoto pôde ser sentido nos estados de Washington e Oregon.
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O terremoto de magnitude 5.8 é o maior que atingiu perto da região de Yellowstone e foi relatado às 23h30m do horário local em 5 de julho de 2017, com o epicentro a uma profundidade de 4,3 km. O terremoto foi então sido seguido por outros dois terremotos, ambos classificados como moderados em M4.5 e M3.9…
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…Moradores de muitas regiões afetadas pelo terremoto disseram que foram surpreendidos com o terremoto, que geralmente não acontecem nessa região. O terremoto foi considerado o mais forte da região há mais de 20 anos…
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…Como este é o terremoto mais forte da região de Montana, algumas pessoas estavam perguntando se havia uma razão mais nefasta que causou o terremoto.
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Seguimos alertas quanto ao que possa ocorrer na região do Parque Yellowstone, que inclusive já contou com avistamentos de OVNIs na última vez que a atividade sísmica teve um pico por lá. Mas certamente esperamos que nada extremo ocorra.
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FONTE: UFOOVNI
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Este supervulcão pode destruir o EUA por completo

Este supervulcão pode destruir EUA por completo

Os cientistas alertam que a atividade do supervulcão de Yellowstone poderá crescer e que, se entrar em erupção, pode acabar com os Estados Unidos.

Por agora, os especialistas falam que há 10% de chances de que o supervulcão que ameaça o Parque Nacional de Yellowstone, no norte do país, tenha uma erupção de categoria 7, a mais alta.
Michio Kaku, famoso físico teórico norte-americano, afirmou para a Fox News que o perigo que o país enfrenta poderia "pôr para fora as entranhas dos Estados Unidos".
"A quantidade de lava que há sob o parque nacional resultou ser duas vezes maior do que os cientistas pensavam no início", reconhece Kaku.
Este supervulcão pode destruir EUA por completo 02 -
Os supervulcões são cem vezes mais potentes que os vulcões normais e não só são capazes de acabar com as vidas de milhões de pessoas, mas de civilizações inteiras. Se o supervulcão de Yellowstone chegar a explodir, toda a América do Norte seria destruída, a Terra seria coberta de fumo e atingida pelo "inverno vulcânico" durante vários anos.
A atividade sísmica deste vulcão começou no dia 12 de maio, quando 30 terremotos surpreenderam os habitantes de Yellowstone.
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FONTE: sputniknews
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Yellowstone - Consequências se houver erupção

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O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, pois sua erupção poderia durar semanas e os efeitos de sua erupção seriam globais, persistindo por meses, ou até por anos.

Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.

O vulcão e sua caldeira situam-se no Parque Nacional de Yellowstone, que ocupa grande parte da região noroeste no Wyoming, além de pequenas partes dos estados de Idaho e Montana, nos Estados Unidos da América.

Consequências da erupção


Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30º C. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50º C.

Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°c, incinerando tudo em um raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.

O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando uma tsunami com ondas de 60 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.

Cenas do Apocalipse - O supervulcão Yellowstone



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Vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção

PARQUE NACIONAL DE YELLOWSTONE

Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.



VEJA VIDEO:
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YellowStone pode explodir e varrer os Yankes da Terra?



Esta é uma daquelas perguntas cuja resposta correta valeria bilhões de dólares. Ninguém tem realmente certeza se ou quando isto ocorrerá, tendo em vista que Yellowstone é parte de um sistema que contém três caldeiras geradas por um hot spot, que é um ponto de calor anômalo no manto, cujo mecanismo de formação ainda não foi totalmente esclarecido. Neste link é possível acompanhar o efeito dohot spot na placa Norte-Americana nos últimos 16 milhões de anos, com a formação de seis campos vulcânicos e mais a região de Yellowstone. Pela figura se deduz que a placa está se deslocando de NE para SW, a uma taxa estimada de 4 cm/ano.


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Mapa esquemático do estado do Wyoming, com destaque para o Parque Nacional de Yellowstone e a caldeira homônima, cujo limite foi demarcado por uma linha tracejada vermelha.
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Desde o surgimento do homem moderno não houve nenhuma grande erupção no local. De fato, nos últimos dois milhões de anos ocorreram três grandes erupções há: 2,00; 1,25 e 0,64 milhões de anos AP. A terceira caldeira, que contém praticamente todo o Parque Nacional do Yellowstone, possui cerca de 80 km de extensão e 50 km de largura. A última erupção significativa ocorreu há cerca de 75.000 anos, considerada pequena porque só ejetou 200 Km3 de magma riolítico e material piroclástico. Nos últimos 640 mil anos ocorreram cerca de 30 destas pequenas erupções, algumas com menos de 1 km3 de material ejetado.
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Eu, pessoalmente, acho que haverá pelo menos outro grande evento eruptivo porque a região continua tendo uma atividade magmática, tipificada nos diversos gêiseres e pelos constantes sismos que indicam movimentações na grande câmara magmática que jaz em subsuperfície, ainda que existam alívios temporários na pressão formada na câmara.
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Entre 1923 e 1984 a superfície da região foi elevada em 83 cm, retornando praticamente ao nível de 1923 entre 1985 e 1989, sendo que tal alçamento e subsidência ocorreram pela combinação da variação no volume de material na câmara magmática e pela variação na pressão da água subterrânea que circula e alimenta os geiseres daquela área. Os freqüentes terremotos desde 1920 também serviram para aliviar o esforço tensional, e eles tem sido muito bem estudados nos últimos 10 anos. Em 1959 foi registrado um terremoto de magnitude 7,5.
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Figura esquemática mostrando os vetores de deslocamento por deformação da superfície na região do Parque Nacional de Yellowstone (flechas) e os sismos associados (bolinhas), entre 2004 e 2009.
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Na década passada, observou-se um soerguimento de aproximadamente 17 cm desde 2004, sendo que este alçamento foi atribuído a uma recarga de magma na câmara magmática, que teria sido aumentada em pelo menos 6 km lineares.
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Mas, diferentemente de outros locais da Terra, as variações geológicas do Parque Nacional de Yellowstone são muito bem acompanhadas remotamente, com várias estações sismológicas e de GPS (estas para acompanhar eventuais deformações e ou deslocamentos).

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Mapa esquemático mostrando as estações de GPS em funcionamento (amarelo) e as programadas (azul) em 1999, na região do Parque Nacional do Yellowstone.
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Por fim, a mídia leiga veicula há algum tempo que o “supervulcão” (este termo não existe na literatura vulcanológica) está prestes a explodir de novo porque “ocorreram grandes erupções há cerca de 1,30 e 0,64 milhões de anos” e deste modo “a próxima erupção é eminente”.
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Isto é uma tremenda bobagem. Não há nenhuma evidência de que as erupções ocorram em ciclos, em períodos pré-determináveis. Seria ótimo se assim fosse, pois facilitaria o trabalho dos geólogos, pois a estes bastava datar dois eventos e os demais seriam deduzidos. Infelizmente a natureza dos vulcões é muito mais complexa, não provendo o menor sinal de uma regularidade eruptiva ao longo do tempo geológico.




 


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Vulcões Com Potencial de Gerar Catástrofes Globais e Extinção



Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.

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Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.

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Um dos maiores mistérios da Terra encontra-se no Parque Nacional de Yellowstone.

Este é um dos locais mais ativos, geológicamente, sacudido por mais de 5.000 terremotos no ano e com mais geiseres e fontes quentes que todo o resto do mundo.

Por que Yellostone é tão ativo?

Como se formou? E por que no coração das montanhas rochosas?

Os cientistas estão revelando um passado violento, escavando pelo água, esmagado por glaciais antigos e explodido pelas mais antigas erupções vulcânicas do planeta.

Ainda hoje Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.
Veja este documentário sobre super-vulcões:


Desvendando os mistérios por trás dos super vulcões, conheça mais sobre esse fenômeno natural com grande poder de destruição e ainda imprevisível.

Veja mais: Vulcões

Arranjo: Jhero
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Yellowstone: Geólogos afirmam que erupção do vulcão poderá mudar rumo da humanidade

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A erupção de um vulcão norte-americano provocaria uma catástrofe de caráter mundial, advertem especialistas. Na realidade, o vulcão de Yellowstone  é apenas a saída de um enorme lago de magma subterrâneo localizado no parque homônimo, em uma área que fica entre os estados de Wyoming, Montana e Idaho, nos EUA.
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A humanidade teria passado por um grande flagelo, há 74 mil anos, quando ocorreu a explosão do vulcão de Toba, localizado no atual território de Sumatra. A força da explosão foi 10 mil vezes mais forte que a do monte Santa Helena em 1980, localizado no sudoeste do estado norte-americano de Washington, a 160 quilômetros ao sul de Seattle. Esta erupção causou  graves consequências climáticas no século XX, espalhando cinzas pelo mundo.
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Michael Rampino, geólogo da Universidade de Nova York, salienta que no caso do vulcão de Toba, as temperaturas de lugares altos teriam sofrido um acréscimo de até 21 graus Celsius na época, resultando na morte de três quartos de todas as espécies vegetais do hemisfério norte. Diversos estudos demonstram que tal catástrofe criou um verdadeira devastação na pirâmide demográfica da espécie humana, que foi reduzida a 10 mil pessoas, ancestrais de todos os seres humanos atuais.
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O vulcão de Yellowstone vem mantendo um comportamento bastante regular, com um ciclo de erupções que ocorre a cada 600 mil anos. Especialistas afirmam que a última ocorreu há 640 mil anos, razão pela qual muitos acreditam que uma nova erupção seja iminente. A expectativa é que a erupção de Yellowstone seja 2500 vezes mais forte que a de Santa Helena. Entretanto, pesquisadores da Universidade de Utah asseguram que “não há evidência concreta de uma catástrofe no Parque Nacional de Yellowstone”. Segundo seus cálculos, a próxima erupção ainda deve tardar, pelo menos, 10 mil anos.
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Vulcões EUA – Vulcões Monitorados

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Existem mais de 160 vulcões norte-americanos que surgiram nos últimos 10.000 anos. Listados abaixo estão muitos dos vulcões monitorados com links para informações adicionais.

Lista Alfabética dos Vulcões

Fonte : http://volcanoes.usgs.gov/about/volcanoes/volcanolist.php
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Supervulcões - Erupções podem ser previstas anos antes

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De acordo com pesquisadores, as erupções dos maiores vulcões do planeta poderiam ser previstas várias décadas antes do evento.

Análises de cristais de rocha da ilha grega de Santorini sugerem que as erupções são precedidas por uma rápida acumulação de magma subterrâneo, coisa que pode ser detectada usando instrumentação moderna.

Vulcanólogos dizem que esses vulcões enormes são “erupções que formam caldeiras”, já que o magma ejetado é tão volumoso que deixa uma depressão enorme na superfície da Terra, uma estrutura parecida como uma cratera conhecida como caldeira.

Os maiores vulcões desse tipo foram apelidados de “supervulcões”, e suas erupções podem desencadear devastação com impactos globais, já que são capazes de produzir cinzas e gás suficientes para mudar o clima global temporariamente.

Esses vulcões ficam adormecidos durante centenas de milhares de anos antes de explodir. Mas, enquanto alguns pesquisadores acreditam que dados sísmicos e outras leituras nos dariam um mês de antecedência de tais erupções, o novo estudo diz que podemos prever estes eventos muito mais cedo.

“Quando esses vulcões ‘acordam’, e quando o magma começa a subir à superfície, faz fissuras na rocha, enviando sinais”, disse o pesquisador Tim Druitt. “Você tem sinais sísmicos, começa uma deformação da superfície, a emissão de gases na superfície aumenta – e isso pode ser detectado”.

A visão clássica era de que os supervulcões tinham um longo descanso, durante períodos de milhares de anos, nos quais acumulavam magma lentamente poucos quilômetros abaixo da superfície até que, finalmente, explodiam.

“O que descobrimos é que há uma fase de aceleração do magma em uma escala de tempo de algumas décadas, o que é surpreendentemente rápido devido aos milhares de anos precedentes a erupção”, explica.
Essa evidência veio da análise de cristais na ilha Santorini, que pesquisadores da França, Suíça e Singapura estudaram usando instrumentação moderna eletrônica. “A mudança na composição dos cristais contam histórias de como o magma evoluiu”, disse Druitt. “E todos os cristais no magma cresceram dentro de poucas décadas da erupção”.

Erupções formadoras de caldeiras podem ser encontradas em todo o mundo, embora se acredita que todas estejam dormentes atualmente. Há supervulcões no Parque Nacional Yellowstone, nos Estados Unidos, em Campi Flegrei, na Itália, e em Santorini e nas ilhas a seu redor, na Grécia.

A última erupção desse tipo conhecida ocorreu mais de 3.600 anos atrás, no que os cientistas pensam que foi o auge da civilização minoica, na ilha de Creta, que pode ter causado o colapso dessa sociedade inteira.

Ou seja, prever tais eventos com anos de antecedência poderia se provar vital. “O que estamos dizendo é que todos os vulcões formadores de caldeira, mesmo aqueles em regiões remotas do globo, devem ser monitorados utilizando instrumentos modernos altamente sensíveis”, sugeriu o pesquisador.

As novas evidências reforçam a ideia de que grandes sistemas de magma parecem acordar de um longo período de descanso só meses, anos ou décadas antes da erupção. O próximo problema a ser estudado é entender o que causa essa aceleração de acúmulo de magma, para que possamos reconhecê-la antes de uma grande erupção.

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Vulcão Yellowstone AVISO: A erupção catastrófica destruiria TODA a vida na Terra

O supervulcão de YELLOWSTONE poderia ter magma suficiente para destruir a vida na Terra em questão de décadas, advertiram os pesquisadores.
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Nova pesquisa mostra que a pressão sob Yellowstone poderia construir muito mais rápido do que se pensava anteriormente, e tal erupção poderia tornar a Terra inabitável.


A pesquisa apresentada pela Universidade Estadual do Arizona em uma reunião recente em Oregon vai contra descobertas anteriores, que pode levar milhares de anos para construir.
Os cientistas dizem que isso pode acontecer dentro de dezenas de anos após um estudo analisando cristais em rochas vulcânicas encontradas na área.
À medida que os cristais cresciam, eles estavam cada vez mais propensos a serem influenciados pelos arredores, como pressão, calor e teor de água.
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Vulcão Yellowstone AVISO: A erupção catastrófica destruiria TODA a vida na Terra
A pesquisadora principal, Hannah Shamloo, da Arizona State University, disse ao New York Times: "É chocante o tempo necessário para que um sistema vulcânico fique quieto e sentado à beira de uma erupção".


Sua colega Chrissy Hill acrescentou: "Esperamos que haja processos que aconteçam ao longo de milhares de anos antes da erupção".
"Em vez disso, os bordos exteriores dos cristais revelaram um aumento claro na temperatura e uma alteração na composição que ocorreu em uma escala de tempo rápida. Isso poderia significar que a super erupção ocorreu apenas décadas após uma injeção de magma fresco sob o vulcão ".
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A magma, abaixo dos joias, poderia construir em uma questão de décadas
Com ele, pesquisas que mostram que uma acumulação pode ocorrer facilmente dentro de toda a vida, os cientistas agora esperam que possam detectar outros sinais de alerta.
A Sra. Till acrescentou: "É uma coisa pensar sobre este lento acúmulo gradual - é outra coisa pensar sobre o seu móvel de 1000 quilômetros cúbicos de magma em uma década".
No entanto, eles declararam que as chances de uma erupção permanecem pequenas, mas haveria muito menos aviso se Yellowstone estivesse a soprar.
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Uma erupção de Yellowstone poderia destruir a vida na Terra
Recentemente, o vulcão em Wyoming, EUA, experimentou um enxame de terremoto quase recorde sob a superfície, provocando medos de que está prestes a explodir.
O vulcão geralmente pacífico já experimentou cerca de 2.750 tremores desde 12 de junho, o que pode indicar que está pronto para voltar à vida.
Este é o segundo enxame de terremotos mais ativos desde que os registros começaram.
Mas, o US Geological Survey (USGS) Mike Poland diz que o enxame provavelmente não terá que se preocupar, mas ajudará os especialistas a aprender mais sobre o poderoso supervolcano.



Ele disse à Newsweek: "Este é o tipo de trabalho que acontecerá nos próximos meses, enquanto reunimos todos os dados disponíveis e começamos a criar números".
O supervolcano de Yellowstone Caldera entrou em erupção há 70 mil anos.
Se o vulcão estivesse em erupção mataria aproximadamente 87.000 pessoas imediatamente e tornaria os dois terços dos EUA imediatamente inabitáveis.
A grande quantidade de cinzas na atmosfera bloquearia a luz solar e afetaria diretamente a vida sob ela criando um "inverno nuclear"
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