Janot se enrola ao explicar suspensão da delação de Léo Pinheiro

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Decisão é resposta às suspeitas de Gilmar Mendes, mas motivos carecem de lógica: se não há anexo contra Dias Toffoli, por que cancelar as negociações?

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tomou uma decisão inédita: suspendeu as negociações de delação com o empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, no âmbito da Lava Jato. Janot tomou a decisão sob o impacto da capa da edição de VEJA que está nas bancas. Na reportagem, VEJA informa ao longo de seis páginas que Léo Pinheiro, atendendo a um pedido de Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, mandou engenheiros da OAS examinar os problemas de infiltrações que o ministro estava tendo em sua casa. Depois disso, recomendou uma empresa de Brasília para fazer o conserto e, uma vez concluído o serviço, mandou que os engenheiros da OAS voltassem à casa do ministro para checar o resultado. Dias Toffoli, segundo a delação de Léo Pinheiro, pagou a empresa indicada pelo serviço, o que aparentemente mostra que, na transação, não houve nenhuma ilicitude. O caso é que ninguém faz uma proposta de delação para contar trivialidades. No momento em que a delação fosse homologada, o empreiteiro teria então de apontar os crimes e as provas.

Antes que se chegasse a essa etapa decisiva, o procurador Rodrigo Janot resolveu cancelar as negociações com a OAS. Sua decisão inédita – porque jamais se cancelou uma delação em função de vazamentos de qualquer espécie – foi, na realidade, uma resposta às suspeitas levantadas pelo ministro Gilmar Mendes. Na segunda-feira, Mendes especulou que o vazamento da delação para VEJA talvez fosse obra dos “próprios investigadores”. Disse Mendes ao jornal Folha de S. Paulo: “Não quero fazer imputação, mas os dados indicam que a investigação (do vazamento) deve começar pelos próprios investigadores. Estão com mais liberdade do que o normal”.

Em seu gabinete, durante conversa com jornalistas nesta terça-feira, Gilmar Mendes foi explícito. Atribuiu o vazamento a um “acerto de contas” dos procuradores. Isso porque Toffoli teria contrariado os procuradores quando mandou soltar da cadeia o ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e também decidiu fatiar a investigação sobre a mulher do ex-ministro, a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR). “Como os procuradores se sentem onipotentes decidiram fazer um acerto de contas”, disse o ministro. “Não há nenhuma censura imputável a Toffoli, mas tudo indica que ele está na mira dos investigadores”, prosseguiu. As declarações do ministro são as mais potentes até hoje disparadas por um membro do STF contra os procuradores da Lava Jato. “Não se combate crime com a prática de crime. É preciso moderação, que os procuradores calcem as sandálias da humildade”, disse Mendes. “Isso não vai prosseguir assim, a gente tem instrumentos para colocar freios. Isso já ocorreu antes no Brasil. O cemitério está cheio desses heróis”, completou.

Colocado sob suspeita, Janot reagiu, suspendeu as negociações e foi mais longe. Declarou que, na prática, não houve vazamento algum, pois o Ministério Público não recebera nada que pudesse eventualmente ter vazado. Disse Janot, durante uma sessão do Conselho Nacional do Ministério Público, nesta terça-feira: “O que eu posso afirmar, peremptoriamente, é que este fato não foi trazido ao conhecimento do Ministério Público. Esse pretenso anexo jamais ingressou em qualquer dependência do Ministério Público. Ou se trata de um fato que o jornal, ou um meio de comunicação, houve por bem publicar. Ou se trata de um fato que alguém vendeu como verdadeiro a este meio de comunicação e isso escapa da minha possibilidade de análise disto.”

A declaração de Janot parece uma manifestação de perplexidade, mas contém um truque retórico. Ele diz que a informação não pode ter sido vazada porque o anexo da delação não “ingressou” no Ministério Público. O termo remete a uma entrega formal de delação, quando se faz um protocolo e demais formalidades. Mas não é isso que VEJA noticiou. A revista informou que a proposta de delação da qual faz parte o anexo sobre Dias Toffoli fora “apresentada recentemente à Procuradoria Geral da República” e ainda não fora aprovada ou formalizada. Estava em negociação. A reportagem de VEJA informa ao leitor, mais de uma vez, que a delação era uma “proposta de delação” e que ainda não fora nem homologada. Dizer que o anexo não “ingressou” no Ministério Público é o truque retórico para negar a existência do anexo sobre Dias Toffoli. Ele existe, sim, e seus termos estão – ou estavam, até agora – sob negociação.

VEJA, naturalmente, conhece os bastidores do que se convencionou chamar de “vazamento”. Durante a apuração, a revista firmou o compromisso de manter suas fontes no anonimato — e vai manter o compromisso. A reportagem de VEJA teve acesso ao anexo da delação em que Léo Pinheiro mencionou o nome de Dias Toffoli. A expressão “ter acesso” significa que os repórteres de VEJA viram e leram o anexo. E apuraram que os termos do anexo estavam em discussão na proposta de delação de Léo Pinheiro. Por isso, VEJA mantém tudo o que foi publicado na edição que está nas bancas.

O dado mais intrigante na versão pública de Janot é sua decisão de cancelar as negociações com Léo Pinheiro. É intrigante não apenas porque é a primeira vez que o noticiário antecipando os termos de uma delação resulta em cancelamento das negociações. É intrigante, também, porque tem uma falha de lógica. Se nunca houve delação contra Dias Toffoli, se nunca houve anexo algum sobre o assunto, por que o procurador-geral cancelou as negociações? Por que não a manteve normalmente?

Em sua fala na reunião do conselho desta terça-feira, Janot dá uma pista das razões de sua decisão. Disse o seguinte: “Na minha humilde opinião, trata-se de um quase estelionato delacional, em que inventa-se um fato, divulga-se o fato para que haja pressão ao órgão do Ministério Público para aceitar desta ou daquela maneira eventual acordo de colaboração.” Com isso, fica claro que Janot acha que a divulgação da menção a Dias Toffoli é parte de uma conspiração —  da qual VEJA participaria — para forçar que a delação seja aceita. Mas, se não passa de um “quase estelionato delacional”, volta-se à pergunta que não quer calar: por que cancelar a negociação? Não bastaria ao procurador aceitar a delação nos termos que bem entendesse – e desprezar o que a imprensa mentirosa e leviana noticia?

fonte: veja

 

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Lewandowski nega pedido de Dilma para anular pronúncia do impeachment

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O recurso apresentado pela defesa da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) para anular a fase de pronúncia da denúncia por crime de responsabilidade no Senado foi negado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal e do processo de impeachment na Casa, Ricardo Lewandowski, nesta terça-feira (23/8).

No recurso, a defesa afirmou que houve “violação do devido processo legal e a seu direito de defesa” no julgamento de questões preliminares arguidas pela presidente afastada. Para Lewandowski, a votação das preliminares em bloco não trouxe prejuízo algum.

"Com efeito, não vislumbro nenhuma nulidade na decisão de pronúncia proferida pelo Senado Federal. É que o fato de as prejudiciais e preliminares terem sido votadas em bloco não trouxe qualquer prejuízo à acusada”, decidiu o presidente do STF.


De fato, as questões foram propostas em bloco pela própria defesa de Dilma.


Julgamento próximo


O julgamento definitivo de Dilma Rousseff começa nesta quinta-feira (25/9), às 9h, no Plenário do Senado. Para afastar definitivamente a presidente do mandato, são necessários dois terços dos votos, ou seja, 54 dos 81 senadores.


Se afastada, ela ficará inelegível por oito anos, e seu posto será ocupado pelo presidente interino Michel Temer (PMDB). Por outro lado, se o mínimo necessário para o impeachment não for alcançado, Dilma retoma o mandato, e o processo no Senado é arquivado.

FONTE- folhapolitica

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Lulinha quer separar da mulher, Após "áudio do corno"

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O filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria propenso a pedir a separação da esposa, Renata, principalmente depois que vazou uma conversa entre ela e Kalil Bittar, irmão de Fernando, o suposto ‘laranja’ do sítio Santa Bárbara, em Atibaia. Fábio Luiz, no áudio, é tratado como ‘ogro’ pela esposa.

Na conversa que viralizou na internet, ela e o amigo demonstram uma intimidade muito grande, o que teria deixado Fabio Luís extremamente contrariado, possesso. No diálogo trivial, o sócio de Lulinha entrega informações importantes. Ele diz: "Estou na casa daquela acumuladora chamada Marisa Letícia", em referência ao sítio de Atibaia.

E acrescenta em tom jocoso. "Estou com minha equipe de segurança. Eu, Maradona, umas três galinhas." Renata ri e diz para ele pegar uns ovos e rúcula na horta de Marisa. "Faz um rapa na horta."

Entretanto, quando o casal começou a discutir uma eventual separação, a própria ex-primeira dama, dona Marisa Letícia, teria intervindo.

A grande preocupação é a discussão sobre eventual divisão de bens.

A esposa de Fabio Luís conhece e sabe de tudo o que foi adquirido pelo marido, principalmente durante o período em que Lula esteve na presidência.

Uma fonte assegura que o patrimônio é incalculável e também compreende bens, fazendas e dinheiro em outros países.

Para Lula, envolto em tantos problemas e fugindo aterrorizado do juiz Sérgio Moro, é mais uma ‘bomba’ para tentar administrar. O advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, estaria funcionando como conciliador.

FONTE: almanakedaweb

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Senado decidirá o futuro de Dilma; STF julgará denúncia contra Gleisi, 30 de agosto será o “Dia D” do PT

Gleisi Hoffmann E DILMA QUE ROMANTICO

A considerar a sequência de fatos, agosto, a exemplo do que prega a sabedoria popular, será o mês do desgosto. Pelo menos para o Partido dos Trabalhadores. Na quinta-feira (25), o Senado dará início ao julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff, alvo de processo de impeachment por crime de responsabilidade. Na terça-feira subsequente, dia 29 de agosto, será a vez da petista se defender no plenário do Senado, quando tentará intimidar senadores e promete protagonizar um dramalhão muito bem ensaiado.

No dia seguinte, quarta-feira, 30 de agosto, o plenário do Senado decidirá sobre o futuro político de Dilma, que, confirmados os prognósticos, voltará para Porto Alegre, cidade onde reside sua família (ex-marido, filha e netos). Há a possibilidade de a decisão ser prorrogada por mais um dia, dependendo das chicanas jurídicas da defesa, mas será em agosto.

No mesmo dia 30 de agosto, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (SFT) julgará a denúncia contra a senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), que lidera a tropa de choque da presidente afastada no Senado. Gleisi e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), juntamente com o empresário curitibano Ernesto Kluger, são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro.

De acordo com a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a senadora petista recebeu, em 2010, quando concorreu ao Senado, R$ 1 milhão em propina do esquema de corrupção que durante uma década funcionou na Petrobras. Segundo as investigações da Operação Lava-Jato, o dinheiro foi entregue pelo doleiro Alberto Youssef, em quatro parcelas a Ernesto Kugler.

Gleisi, que insiste em alegar inocência – é um direito seu – foi acusada por seis delatores da Lava-Jato de ter recebido propina. Não bastasse, a empresária Monica Moura, mulher e sócia do marqueteiro João Santana, revelou à força-tarefa da Lava-Jato, em acordo de delação premiada, ter recebido dinheiro de caixa 2 na campanha de Gleisi.

Por outro lado, o casal petista – Gleiei e Paulo Bernardo – foi citado na Lava-Jato em delações premiadas de Yousseff e de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras. Costa disse que Paulo Bernardo o procurou com o objetivo de pedir dinheiro para a campanha da mulher. Na sequência coube ao advogado Antônio Carlos Fioravente Pieruccini detalhar como o dinheiro de propina (R$ 1 milhão) teria sido repassado para a campanha de Gleisi.

Em depoimento ao Ministério Público Federal, Pieruccini disse ter transportado R$ 1 milhão de São Paulo para Curitiba, a pedido de Yousseff, que declarou às autoridades que o destino final da propina era a campanha de Gleisi.

O advogado também revelou que as entregas do dinheiro ocorreram em uma sala de propriedade de Ernesto Kugler, localizada shopping de Curitiba, do qual ele é o proprietário. Pieruccini disse ter levado uma caixa lacrada com a inscrição “P.B./Gleisi”. Kugler, por sua vez, segundo o delator, contou as notas (total de R$ 250 mil) e afirmou que o valor “não dava nem para o cheiro”. Outras três entregas de propina ocorreram da mesma forma, segundo Pieruccini.

 

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Senado da resposta a OEA dizendo que processo de impeachment de Dilma respeitou constituição

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Senado da resposta a OEA dizendo que processo de impeachment de Dilma respeitou constituição

O advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, encaminhou na noite desta segunda-feira (22) o ofício em resposta aos questionamentos da Organização dos Estados Americanos (OEA) a respeito do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff, cujo julgamento começa na próxima quinta-feira (25).

O documento é uma resposta ao pedido de informações feito pela OEA ao Senado após ser provocada por parlamentares do PT sob a alegação de que o processo em curso no Brasil é um golpe institucional.

Na resposta à OEA, Cascais relata passo a passo todos os procedimentos adotados no processo desde que o Senado recebeu o processo depois que a Câmara aprovou a admissibilidade das denúncias contra Dilma.

O documento dá detalhes sobre a formação da comissão especial que cuidou da instrução processual, a legislação observada e o rito foi obedecido, conforme orientação do Supremo Tribunal Federal.

Cascais destaca que, após a autorização do Senado para que a presidenta fosse processada – ato que a afastou da Presidência e deu início à fase de instrução e coleta de provas –, Dilma foi comunicada oficialmente e a presidência do processo passou a ser exercida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski.

Nesta segunda fase, segundo o advogado-geral do Senado, “as normas constitucionais também foram rigorosamente observadas, admitindo-se questões de ordem e recursos ao presidente do STF”. Cascais ressalta que todos os passos do processo estão disponíveis no sítio eletrônico do Senado Federal para consulta pública.

Processo constitucional

Após informar a OEA sobre os trabalhos da Comissão Processante do Impeachment dia a dia, relatando a fase de oitiva de testemunhas, realização de perícia e juntada de documentos solicitados pelas partes, inclusive pela defesa da presidenta, o advogado-geral conclui que o processo observou todas as normas legais em vigência no país.

“Foram observados os preceitos constitucionais, legais e regimentais que norteiam o processo de impedimento, não havendo que se falar em qualquer ilegalidade ou inconstitucionalidade nos atos praticados pelo Senado Federal, no uso de sua competência assegurada pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, por intermédio dos senadores regularmente eleitos pelo povo”, conclui o relatório.

Além de Cascais, o texto também é assinado pelo diretor do Núcleo de Assessoramento e Estudos Técnicos do Senado, Fernando Cesar Cunha, e direcionado, sob ordem do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao secretário executivo da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, Mario López Garelli.

Mais cedo, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), também encaminhou ofício semelhante à OEA, por intermédio do Itamaraty, com relato sobre toda a fase de admissibilidade da denúncia na Câmara.

(Via Agencia)

 

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Online Scam Artists Are Using Hoaxes About Terrorist Attacks To Make Money

An investigation reveals that the websites and accounts helping spread these hoaxes in the US, the UK, and Canada appear to be linked to the country of Georgia.

 

1. This week police in Ottawa issued a warning to the public about hoax news articles that claimed there was a terrorist attack in the region. Police shared two images of fake news stories posted on Facebook:

 

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An investigation reveals that the websites and accounts helping spread these hoaxes in the US, the UK, and Canada appear to be linked to the country of Georgia.

One hoax claimed three officers and eight citizens had been killed in a suicide bombing in Ottawa. The other, from a different website, claimed an attack by ISIS in the suburb of Kanata had killed 92 people and wounded almost 200 others.

Both hoaxes were posted in private Facebook groups for people in the local area.

2. The last few weeks have in fact seen a rash of these fake local ISIS attack stories. The articles come from websites with domains that are similar to legitimate news organizations: CNNInternationalNews.com, CNNInternational.tk, HeraldNews.tk, and CBCNews.gq.

The stories all contain the same headline and body text, but have the location of the attack changed in order to target people in different areas.

3. These hoaxes appear to have started in late 2015, when they targeted places in the UK. They spread enough that local police spoke out to warn the public.

4. So, who’s behind this coordinated effort to drive traffic to dubious websites using hoaxes about terrorist attacks? And why are they doing it?

An investigation of domain ownership records, of website source code, and of the people who have played a key role in spreading these hoaxes reveals a strong link to people in the country of Georgia.

Their goal is to use the hoaxes to get people to go to websites where they do one of three things: infect the user’s computer with malware, trick people into handing over personal information, or redirect the traffic to online gaming sites in order to earn a commission. (It’s important to note that while people in Georgia are playing a role in this scam, the ringleader(s) may be located elsewhere.)

This is the strange story of how two seemingly random recent hoaxes about communities in Canada can be traced back to the former Soviet republic of Georgia, and to a business that uses frightening hoaxes about ISIS to make money.

5. The website that hosted the Ottawa attack hoax is still online at TheLocal.ga. Its homepage is filled with copies of the same hoax bombing story, each with different city names.

Warning: The site contains a pop-up on every page that will attempt to infect your computer with malware after you click on it.

The other hoax article, about an Ottawa suburb, pointed people to a site, BBC-Last-News.cf, that is no longer online.

6. Both sites have kept their domain ownership records private. However, a Google search found that a website, CNNInternationalnews.com, used the exact same headline and body text as TheLocal.ga in hoax stories about places in New Zealand.

This site also has a malicious pop-up when you arrive on any page. Rather than asking you to download software, it requests visitors fill out a bogus survey and then hand over personal information to receive a free gift that never arrives.

Unlike the other two sites, its domain owner records are public, and they list an address in Tbilisi, Georgia.

7. The headline text of the other fake Canada attack story has also been used by other websites. A search of “brutal terrorist attack by ISIS” on Facebook brought up the UK police warnings about the hoaxes from back in November and December 2015.

Some of the domains running that hoax included ReportForLife.com, BrutalEng.com, NewTabi.com, World-BBC-News.com, BBC-Breaking-News.gq, AllCrashNews.com, FacebookNeww.info, DailyMirror.cf, and UnblockedGames.eu.

As with the fake BBC website, seven of those domains listed owners in Georgia. BuzzFeed News emailed all of the publicly listed owners seeking comment, but none have responded.

8. One site, BBC-Breaking-News.gq, hid its domain ownership record but had source code that included comments in Georgian. This suggests the programmer or designer who helped customize the site is Georgian.

9. Along with being listed as the owners of the hoax sites, Georgians have played a key role in spreading the hoaxes. One of the screenshots shared by Ottawa Police showed someone named Sopo Khotivrishvili sharing a hoax in an Ottawa Facebook group.

Ottawa Police

That Facebook profile was created by a woman in Georgia, but the user profile now says she lives in Ottawa. (Changing the location helps the account get approved for membership in Ottawa Facebook groups.)

10. The account’s current profile and cover photos show members of the band Twenty One Pilots. Those pictures were changed in late July, right around the time this latest burst of hoax attack stories started spreading again.

Facebook

11. Prior to that change, the account mostly posted photos of a family in Georgia, and of a young girl in particular.

Facebook

The recent photo changes and their timing suggests the account may have been hacked. BuzzFeed News sent messages to the account but did not receive a reply.

Khotivrishvili’s is just one of many Georgian Facebook accounts that have posted the hoaxes in Facebook groups to help them spread.

12. For example, this Georgian shared a hoax about an attack in Philadelphia in a Facebook group about the TV show It’s Always Sunny in Philadelphia.

Facebook

13. Though just about everything this person posts on his profile is in the Georgian language, and all of his friends are in Georgia, his profile says he lives in Philadelphia and that he was born there, too.

Facebook

Yet this Philly native seemed to not know that the It’s Always Sunny in Philadelphia Facebook group is about a TV show rather than the city. Based on the birthday listed on the profile, the account apparently belongs to a 13-year-old boy.

I sent a friend request, which the account accepted. I then messaged to ask to speak about the hoax article the account had shared, but never received a reply. The account later blocked me from sending more messages.

(It’s unclear if this account has been hacked, if he shared the hoax because he is part of the scam, or if he was paid by scammers to share the link.)

14. Since we were now Facebook friends, I was able to watch as this account joined one Philadelphia Facebook group after another so it could keep sharing the hoax.

Facebook

15. It’s a pattern. Here are six other examples of Georgian accounts posting hoax terrorist attack articles in Facebook groups to help them spread (click on the city names to see each example):

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Some of these accounts belong to real Georgians, while others, such as this and this, appear fake. They have few or no friends and were recently created.

16. That’s how the hoaxes spread and drive traffic to the websites. But how do the people running these websites make money?

17. As noted earlier, some sites trick visitors into downloading malicious software, or they do their best to get readers to hand over personal information.

Adam Shostack, a network security expert and the author of Threat Modeling: Designing for Security, said there are likely several people involved in making this scam work.

“It seems reasonable to think that the people spamming [the hoax links in Facebook groups] are paid by the people who set up the website, who are paid by the people who infect the machines, who pay people to write the malware to do things like send spam or pretend to be you to your bank,” he said.

18. The other way at least one of these sites made money was by sending its traffic to online gaming sites. BBC-Breaking-News.gq had a pop-up ad that sent the user to one of several gaming websites, such as this one.

The person running the hoax site had signed up with a company that helps website publishers make money through buying and selling traffic to online arcades.

19. These strategies are apparently profitable enough to motivate the Georgians — or whoever is employing and/or hacking them — to run the hoax ISIS attack scam again and again. Even when local police catch on, they tend to just warn the public and not investigate.

A spokesman for Ottawa police told BuzzFeed News that they are not pursuing the hoaxers.

“It’s happened before over the years and it’s nothing we haven’t seen before,” he said.

The international nature of the operation also makes it tough for local police to stop this, even if they were inclined to investigate.

And that means this scam will keep running.

20. To review, here’s how the hoax/scam works:

  • Someone or several people create websites filled with copycat articles about terrorist attacks in different cities and towns.
  • They hack existing Facebook accounts, create fake ones, or enlist real people to help them spread the articles.
  • These Facebook accounts change the location listed in their profile to align with the location of the hoax they plan to spread.
  • They find Facebook groups centered around the location and request to join.
  • Once approved, they share the hoax article in the group, hoping that this will cause the hoax to spread among people in the community.
  • People click on the link and visit the website, where they are shown a pop-up ad that pushes them to download malware, to share their personal information, or that will send them to a website that pays a commission back to the scammer for the traffic.
  • When the websites running the hoaxes get shut down due to copyright infringement claims from media companies or as a result of law enforcement action, the scammers registers new domains.
  • Repeat.

 

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Moro X Lula - O fim da linha se aproxima

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Ex-presidente petista não consegue escapar das mãos de Sérgio Moro e, cada vez mais, vê o cerco se fechar contra ele

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou os últimos meses como um lutador de boxe cambaleante à espera do soar do gongo. A interlocutores, admitiu que o pior dos mundos para ele seria cair nas mãos do juiz Sérgio Moro, a quem atribui a coleção de desventuras jurídicas e políticas acumuladas por ele nos últimos tempos. Na terça-feira 16, em um novo round desta batalha, o petista sofreu o golpe de misericórdia. Moro negou um pedido da defesa do morubixaba petista para que os inquéritos contra ele fossem transferidos do Paraná para São Paulo.

 

“Desde que foi levado coercitivamente a depor na 24ª fase da Operação Lava Jato em março, o ex-presidente Lula não fazia outra coisa senão manobrar para não ser julgado pelo juiz Sérgio Moro. Chegou até a ser nomeado dias depois ministro da Casa Civil pela presidente afastada Dilma Rousseff em uma jogada de altíssimo risco. Pretendia, com isso, ganhar foro privilegiado e escapar de um eventual pedido de prisão. O plano virou um tiro no pé com a divulgação de interceptações telefônicas da Lava Jato. Nos diálogos, Lula e sua sucessora tratavam o termo de posse como um salvo-conduto contra as investigações do Petrolão.”

 

Rejeitou os argumentos de que as suspeitas contra o ex-presidente não guardariam relação com os desvios na Petrobras e lembrou que Lula não só foi o mentor do esquema que lesou a estatal, como se beneficiou com as fraudes. “Essa hipótese investigatória, que atribui ao ex-presidente responsabilidade criminal pelo ocorrido na Petrobras e vincula às benesses aos crimes cometidos contra a estatal, é suficiente, nessa fase, para determinar a competência deste Juízo”, decidiu, em despacho.

 

Procuradores e delegados federais possuem robustas provas de que o petista recebeu dinheiro do Petrolão por meio de palestras e de que com a ajuda de familiares ocultou as propriedades de um tríplex no Guarujá e um sítio no interior paulista, reformados com recursos de empreiteiras. Apesar das suspeitas, o clã Lula prefere se refugiar no silêncio. Na última semana, a ex-primeira-dama Marisa Letícia e um dos filhos do casal Fábio Luis Lula da Silva simplesmente se recusaram a depor à Polícia Federal nas investigações sobre a propriedade do sítio.

 

Os advogados da família juram que não há desrespeito, afronta ou temor. Não é o que parece. Aos agentes da PF, os familiares do ex-presidente poderiam esclarecer, por exemplo, as graves acusações feitas naquele mesmo dia pelo pecuarista amigo de Lula José Carlos Bumlai, preso no Petrolão. Em depoimento, ele disse que, a pedido de dona Marisa, escalou um engenheiro de sua usina para tocar as obras de ampliação do sítio. Dias depois, recebeu um telefonema do assessor de Lula Rogério Aurélio Pimentel, para deixar a obra. Com a seguinte justificativa: uma construtora assumiria a reforma para acelerar os trabalhos. Documentos e depoimentos indicam que os serviços foram bancados e realizados por empreiteiras envolvidas no Petrolão, como a Odebrecht e a OAS.

 

MORO-03-IE

 

Desrespeito às instituições

No caso do sítio e de outras investigações, o ex-presidente Lula, familiares e aliados investem no discurso desesperado da vitimização. Dizem-se perseguidos pelo Judiciário, por procuradores e delegados federais. Um enredo que de tão criativo chega a fantasiar que o juiz Sérgio Moro faria, como alegaram os advogados do petista na ONU, parte de uma trama política com propósitos eleitorais. Acusações que o PT tenta espalhar pelo mundo com cartilhas traduzidas para quatro idiomas e que de tão infundadas fazem o partido cair em contradição. Nos documentos, alegam que Lula não é réu de nenhum processo. Neste caso, faltam com a verdade.

 

Pelas mãos de Moro, realmente, ainda não. Mas, em julho, outro magistrado aceitou uma denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o líder petista e outros acusados por tentarem obstruir as investigações da Operação Lava Jato e comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras. Ou seja, em prejuízo à narrativa, o petista é réu, sim.

 

MORO-02-IE

 

Na ONU, Lula afirma ser vítima de perseguição, como se fosse alvo de um processo político. Só mostra o descaso com que trata as instituições e a soberania do País

 

Desde que foi levado coercitivamente a depor na 24ª fase da Operação Lava Jato em março, o ex-presidente Lula não fazia outra coisa senão manobrar para não ser julgado pelo juiz Sérgio Moro. Chegou até a ser nomeado dias depois ministro da Casa Civil pela presidente afastada Dilma Rousseff em uma jogada de altíssimo risco. Pretendia, com isso, ganhar foro privilegiado e escapar de um eventual pedido de prisão. O plano virou um tiro no pé com a divulgação de interceptações telefônicas da Lava Jato. Nos diálogos, Lula e sua sucessora tratavam o termo de posse como um salvo-conduto contra as investigações do Petrolão.

 

Foi a primeira das tentativas desesperadas. Houve ainda o recurso ao STF e o apelo à Organização das Nações Unidas (ONU) por pretensa violação aos Direitos Humanos. Ao órgão internacional, o petista se diz vítima de perseguição, como se fosse alvo de um processo político, o que definitivamente não é o caso. As iniciativas não só não lograram êxito, como evidenciaram como Lula e parte de seus aliados tratam com descaso as instituições e a soberania do País, governado pelo PT por mais de treze anos. A tentativa de politizar as acusações pode até adoçar a boca de simpatizantes do PT, ávidos por um discurso para chamar de seu, mas não tem o condão de resolver a situação do ex-presidente frente a um técnico judiciário.

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