Uma "cidade subterrânea gigante" descoberta no Grand Canyon

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No início do século XX, o acaso nos levou aos portões da cidade subterrânea dos gigantes mais conhecidos naqueles dias. Foi uma descoberta incrível no Grand Canyon e a imprensa logo ecoou.
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De acordo com um artigo publicado na La Gazeta de Arizona em 5 de abril de 1909, o Grand Canyon abriu uma civilização em que viviam pessoas de proporções ciclópicas. Uma civilização que nos deixou apenas algumas estruturas como um testemunho de sua existência.
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O artigo menciona a descoberta de uma enorme cidadela subterrânea por um explorador chamado GE Kinkaid, que acidentalmente encontrou durante o rafting no rio Colorado. Vale ressaltar que Kinkaid era um arqueólogo reconhecido e tinha o apoio financeiro da Smithsonian Institution.
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De acordo com suas descrições, a entrada para esta cidade misteriosa estava no final de um túnel que se estendia por mais de 1600 metros de metro.
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Kinkaid ficou impressionado com a caverna quase inacessível. A entrada era de cerca de 450 metros abaixo da parede do desfiladeiro íngreme. O lugar estava em uma zona protegida pelo governo e o acesso foi penalizado sob multa.
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"Acima da prateleira que não podia ser vista do rio estava a entrada da caverna. Quando vi as marcas do cinzel na parede dentro da entrada, fiquei interessado, peguei minha arma e entrei. "Kinkaid disse.
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A arquitetura encontrada sugeriu que os construtores dessa cidade subterrânea possuíam habilidades avançadas de engenharia.
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O eixo central da cidade subterrânea tornou uma câmera gigantesca da qual passagens irradiadas semelhantes aos raios de uma roda. As paredes da câmara principal foram adornadas com armas de cobre e comprimidos cobertos de símbolos e personagens hieroglíficos muito semelhantes aos que conhecemos no Egito.
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Outra descoberta interessante foi a descoberta de corpos mumificados dentro da cidadela. Nenhuma das múmias encontradas era inferior a 2,74 metros e todas estavam envoltas em linho escuro. Kinkaid disse ter tirado fotografias de uma delas com uma lanterna, no entanto, nenhuma dessas fotos foi encontrada.
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Outras explorações revelaram dados interessantes sobre as crenças desses supostos gigantes da cidade.
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Mais de 30 metros da entrada é uma sala com uma planta em forma de cruz, várias dezenas de metros de comprimento e onde um ídolo foi encontrado que poderia ter sido o deus principal de seu sistema religioso.
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Ele estava sentado com as pernas cruzadas e com uma flor de lótus ou lírio em cada mão. Seu rosto tinha características orientais, bem como a escultura da caverna. Este ídolo tinha certa semelhança com Buda, embora os cientistas da época não terminassem de assegurar que representasse esse culto religioso.
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O artigo também fala sobre a descoberta de cerâmica e outros artefatos com marcas registradas que foram fabricadas em outras partes do mundo. Talvez uma mistura rara de culturas que dificilmente ocorre em achados arqueológicos, então essa descoberta seria de importância sem precedentes.
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A última câmera que eles encontraram na exploração foi o que Kinkaid e seu parceiro, Professor SA Jordan, uma cripta cerimonial, acreditava estar no final do grande salão onde encontraram as múmias.
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Infelizmente, o artigo não fornece muitos detalhes sobre essa descoberta. Nem há versões ou referências oficiais a esta cidade subterrânea enigmática. O Smithsonian Institute nega ter conhecimento da existência desta cidade subterrânea.
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Por enquanto, esta é apenas uma história que continua envolvida em inúmeras teorias da conspiração. Estamos enfrentando uma fantasia jornalística ou talvez tentamos ocultar mais evidências dos mitos antigos?


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Homossexualismo - Conexão satânica



Os ativistas gays mencionam o fato de que até os orixás respeitam a homossexualidade. Mas isso não é de estranhar. Os demônios têm uma inclinação radical pelo pecado e pela destruição do ser humano, ainda que muitas vezes disfarcem suas atividades nefastas com uma fachada de bondade. Uma jovem funcionária de um hemocentro do Rio de Janeiro contou-me de um paciente pai-de-santo gay e aidético que se relacionava sexualmente com crianças. O homossexualismo parece ser um problema comum entre os praticantes dos cultos afro-brasileiros, onde há entidades demoníacas específicas que causam e valorizam a homossexualidade e outras perversões sexuais. Aliás, a palavra quimbanda, do ritual de macumba, era usada em Angola para designar os homossexuais.



Em seu livro Porque Deus Condena o Espiritismo, o jornalista Jefferson Magno Costa revela:

Homossexualismo no candomblé

Estudioso insuspeito, o antropólogo Edison Carneiro (irmão do famoso político Nelson Carneiro), afirma, no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo, confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastide. Segundo Edison Carneiro, é difícil esses efeminados não serem “cavalos de Yansã, orixá que geralmente se manifesta em mulheres inquietas, de grande vida sexual, que se entregam a todos os homens que encontram…”

O jornalista Jefferson conta um caso:

Era pouco mais de meio-dia quando ele encontrou o pequeno Fernando, de nove anos de idade, perambulando pelos trilhos da linha férrea que passa nas proximidades da cidade de São Roque, interior de São Paulo. Levou o menino para casa, pediu à mulher com quem vivia há poucas semanas, Dalva Braga Medeiros, que desse comida ao garoto e lhe trocasse a roupa. Dalva demorou a atendê-lo, e ele mesmo pegou a roupa de um dos filhos da mulher e vestiu em Fernando.

Após beber aguardente, pegou o menino pela mão e saiu, alegando que ia comprar mais bebida. Ao voltar, Dalva viu manchas de sangue na roupa do pequeno Fernando. E imediatamente entendeu que o menino havia sido estuprado.

Instantes depois, ele convidou Fernando para sair outra vez, mas diante da recusa e do medo do menino, resolveu chamar Rogério, de 12 anos, filho de Dalva, para fazer companhia àquela assustada e indefesa criança, e “para ver como se mata um porquinho”. Conduzindo os dois meninos até uma clareira situada no alto de um morro, desenhou um tridente no chão, e em seguida, segundo contou Rogério, pegou o pequeno Fernando pelo pescoço e enterrou-lhe uma faca no peito; porém, insatisfeito por não ver a criança morrer imediatamente, ele, o pai-de-santo Josué Rodrigues de Souza, deu um talho de dez centímetros no pescoço da pequena vítima, e começou a lamber-lhe o sangue.

Após praticar esse ato abominável, monstruoso e demoníaco, o pai-de-santo assassino foi chamar Dalva, “pois ela nunca tinha visto um sacrifício”, mostrou-lhe a criança toda ensangüentada e morta, confessou-lhe haver praticado aquilo incorporado pelo caboclo Zé Capoeira, e que havia estuprado a criança antes de matá-la “porque satanás não aceita a alma de gente pura” (Jornal O Globo, 13/03/1986). “Eu tinha de matar uma pessoa e dar o sangue para exu. Ele estava pedindo”, foram suas palavras ao ser preso três dias após o crime. (Revista Veja, 19/03/1986, p. 111).

Escândalos e crimes no rastro das religiões africanas

O bárbaro crime praticado pelo pai-de-santo Josué é mais um entre centenas de casos envolvendo pessoas que, julgando estar servindo a Deus estão servindo ao diabo… Diante dos inúmeros casos desse gênero registrados pela imprensa, é uma pena que a indignação popular não tenha memória. O povo se esquece com muita facilidade. Há alguns anos, por ter assassinado, em rituais de magia negra, seis crianças seqüestradas em diferentes lugares do Estado do Rio, foi preso em Cantagalo, RJ, o pai-de-santo Waldir Souza Lima.

Os casos de crianças desaparecidas que são estupradas e sacrificadas em rituais de pais-de-santo parecem ser um problema sério envolvendo os cultos afro-brasileiros. Assim, além de levarem os indivíduos ao homossexualismo, os demônios também os levam a abusar sexualmente de crianças e até matá-las.

Talvez o pior assassino em série do mundo seja o homossexual Gilles de Rais, que matou brutalmente oitocentos meninos. Cada garoto era atraído à sua casa, onde recebia banho e comida. Então, quando o pobre menino pensava que aquele era o seu dia de sorte, Gilles o estuprava e queimava, ou o cortava e comia. Em seu livro The Devil’s Web (A Teia do Diabo), Pat Pulling revela o envolvimento do satanismo com o estupro e o sacrifício ritual de crianças. Ela cita o caso de Gilles:

Gilles de Rais era um nobre europeu do século 15 que estava totalmente envolvido na alquimia e outras ciências ocultas. Ele era também um pervertido sexual e sadista que matava… crianças antes de ser preso, julgado e condenado à morte. Outras evidências mostram que no passado os praticantes de adoração aos demônios realmente sacrificavam criancinhas durante suas cerimônias rituais.

Em sua pesquisa do ocultismo, Pulling chegou a entrevistar pessoalmente na prisão o homossexual Henry Lucas, um satanista que comia carne humana e que afirmou ter matado 360 pessoas em sacrifício ao diabo. Satanistas como Lucas e até cantores de rock famosos seguem as idéias de Aleister Crowley, o mais conhecido ocultista do século 20 e provavelmente o responsável pela enorme popularidade da magia negra hoje nos EUA e Europa, onde ele é considerado o pai do moderno ocultismo.

ua filosofia principal era “Deixa-te levar pelos desejos carnais!” e “Fazei o que quiserdes” , que se parece muito com a resposta que um gay aidético deu quando as autoridades médicas lhe disseram que ele estava colocando vidas em perigo. O gay aidético declarou: “Tenho o direito de fazer o que quiser com o meu corpo”. Crowley, que também era conhecido como A Besta, era viciado em drogas e tinha um prazer especial na prática da bruxaria homossexual. Seus seguidores (e provavelmente ele também) faziam sacrifícios rituais ao diabo com tanta crueldade e sadismo que o governo italiano o expulsou da Itália depois que se ficou sabendo das sangrentas orgias fatais com crianças que ocorriam em seu templo na Sicília. Pouco antes de morrer, Kinsey visitou esse templo e, de acordo com a Drª Reisman, ele era admirador de Crowley.

Embora as três principais religiões do mundo (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) condenem o homossexualismo, as religiões ocultas seguem um rumo diferente. Nessas religiões, os homossexuais ocupam posições elevadas. Quando as civilizações pagãs governavam o mundo, o comportamento homossexual e a relação sexual entre homens e meninos eram amplamente praticados e aceitos, Os praticantes do homossexualismo eram respeitados e muitas vezes tinham funções de destaque nas religiões e na sociedade. A escritora Judy Grahn, que apóia os ativistas gays, diz:

Muitos aspectos do shamanismo continham homossexualismo, e muitos dos deuses, espíritos e divindades do mundo têm ligação com a homossexualidade. No Taiti, havia divindades especiais para a adoração homossexual. Os antigos templos Shinto do Japão mostram cenas de orgias em rituais sexuais semelhantes às bacanais dos romanos… a Grande Deusa Mãe da antiga China, Kwan-Yin, era adorada com rituais sexuais que incluíam o homossexualismo. Quando os conquistadores espanhóis chegaram à América Central e ao Yucatan, eles viram que o que mais predominava eram sacerdotes gays e estátuas mostrando a união homossexual como ato sagrado.

No Yucatan o deus Chin instituiu a homossexualidade sagrada e sacerdotes gays serviam nos templos exatamente como acontecia na antiga Babilônia…

Na época do Antigo Testamento, as autoridades civis eram orientadas por Deus a aplicar a pena mais elevada para os atos sexuais dos homossexuais:

Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte. (Levítico 20.13 BLH)

O movimento homossexual diz que o homossexualismo não é crime. Então por que no sistema civil da Bíblia os atos homossexuais eram tratados com a penalidade máxima, juntamente com os crimes mais graves? Considerando que as práticas sexuais dos homossexuais muitas vezes trazem uma série de riscos à própria saúde de seus praticantes e ao bem-estar da sociedade em geral, o único modo de desencorajar essas práticas e trazer alguma proteção contra esses perigos era mediante o uso de leis rígidas. Pode-se dizer, com toda justiça, que é útil o estabelecimento de leis que tratam como crimes as condutas e os atos, sejam homossexuais ou não, que propagam doenças e influências fisica e moralmente nocivas para as crianças e para as famílias.

Fonte: "As Ilusões do Movimento Homossexual", de Júlio Severo
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MEDICAMENTOS - Ibuprofeno e diclofenaco aumentam riscos de ter AVC

Estudo de 13 anos com 8.423 pessoas mostra que ibuprofeno e diclofenaco aumentam riscos de ter AVC

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Medicamentos analgésicos usados por milhões de pessoas diariamente têm sido associados a um maior risco de arritmia cardíaca, o que poderia provocar um acidente vascular cerebral.
A chance extra de desenvolver a fibrilação atrial é de 84%, afirmam pesquisadores holandeses.
A arritmia é uma das principais causas de AVC, pois as câmaras superiores do coração ficam fora de um ritmo regular e batem muito mais rápido do que o normal, o que faz com que o sangue se acumule e forme um coágulo.
No Brasil milhões de pessoas com artrite tomam analgésicos, incluindo antiinflamatórios, como o diclofenaco e o ibuprofeno. No estudo, a saúde cardíaca de 8.423 pessoas, com idade de 55 anos ou mais, foi monitorada desde 1990, em Roterdã, Holanda.
Os casos de fibrilação atrial foram diagnosticados usando gravações rítmicas do coração, enquanto os detalhes dos medicamentos prescritos foram recolhidos em farmácias. Durante o período de acompanhamento médio de pouco menos de 13 anos, 857 participantes desenvolveram fibrilação atrial. Destes, 261 nunca tinham usado antiinflamatórios quando foram diagnosticados, enquanto 554 já haviam usado, e 42 estavam ingerindo estes medicamentos no momento da pesquisa.
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O uso atual foi associado a 76% de maior risco de fibrilação atrial do que para aqueles que nunca haviam tomado analgésicos. Idade, sexo e problemas cardíacos subjacentes foram levados em conta.
Percebe-se que os antiinflamatórios podem contribuir para problemas de ritmo cardíaco pelo aumento da pressão arterial como um resultado da retenção de líquidos. Bruno Stricker, do Centro Médico Erasmus, em Roterdã, disse que a pesquisa anterior tinha mostrado uma ligação entre fibrilação atrial e esses analgésicos. "Nossos resultados também sugerem que o aumento do risco ocorre logo após o início do tratamento e podem desaparecer ao longo do tempo", acrescentou. “Apesar dos antiinflamatórios não serem muito eficazes para o tratamento da dor, é importante que ambos os riscos e benefícios sejam considerados cuidadosamente antes de serem prescritos”.
Só no Reino Unido, no ano de 2010, mais de 17 milhões de prescrições foram emitidas para analgésicos.
O ibuprofeno pode ser comprado com farmacêuticos e em supermercados, além de comprimidos contendo diclofenaco em doses muito mais baixas do que na prescrição. Cerca de dez anos atrás, a droga anti-artrite Vioxx foi tirada do mercado por conta do aumento do risco de ataques cardíacos e derrames.
A pesquisa, publicada na revista médica The Lancet, descobriu que o naproxeno foi o analgésico mais seguro. Os pesquisadores analisaram também que as doses de analgésicos prescritos pelos médicos equivalem ao dobro da quantidade diária recomendada para dores de cabeça e outros males menores.

Fonte: jornal ciencia
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A doutrina da Trindade, saiba de onde veio esta crença!


Doutrinas Anti-Bíblicas - A doutrina da Trindade

A doutrina da trindade, conhecida nos meios religiosos principalmente entre os católicos, como “santíssima trindade” referindo a Deus, Jesus Cristo e ao Espírito Santo como sendo uma só pessoa, ou três deuses em um único espírito, não tem fundamento bíblico, porque não há referência bíblica que a Divindade formada pelo Pai, Filho e Espírito Santo, sejam a mesma ou uma única pessoa.

A palavra trindade não consta no conteúdo bíblico, porem, alguns pregadores, passam a falar por si mesmo criando “um” Deus triuno, afirmando que uma pessoa seja três pessoas, e que três pessoas sejam uma só pessoa, instituindo uma doutrina de blasfêmia contra o Pai Altíssimo, que tudo criou. 
Mas desde o princípio, a Palavra não deixa sombra de dúvida quanto à existência e plenitude do PAI CRIADOR, e de Cristo, o seu amado FILHO, o qual, na ascensão ao Trono de Glória do Pai, nos enviou o Espírito Santo como nosso CONSOLADOR, para que não ficássemos órfãos.
  
A teoria da existência de um só “Deus” formado por três pessoas da Divindade é o princípio fundamental da seita dos unicistas, os quais creem em um único Deus, ou melhor, aceitam somente Jesus Cristo, acoplando as três pessoas da trindade em si mesmo, negando a plenitude do DEUS PAI, e a interação do Espírito Santo.
 
Assim como a seita das Testemunhas de Jeová, só reconhecem Jeová (dizem ser o nome de Deus), ignorando o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo como Filho do Altíssimo, como também rejeitam a existência do Espírito Santo como nosso Consolador. Essas doutrinas afrontam as escrituras, porém, não vamos entrar no mérito dessas seitas, por se tratar de doutrinas de heresia.

Uma observação: Quando referimos a Divindade como “pessoa”, evidentemente que não referimos a pessoas formadas por matéria, mas pessoas como seres espirituais, porque a Palavra afirma que Deus é Espírito, como também, Cristo, tendo habitado entre nós na forma humana, mas, morto em sacrifício vivo para remir o homem do pecado, ressuscitou ao terceiro dia, não mais com o corpo que fora desenvolvido no ventre de Maria, mas ressuscitou com um Corpo Glorificado, o qual subiu ao céu, está sentado à destra do Pai, e por nós pecadores intercede.

Vamos fazer um breve comentário sobre as pessoas do Pai e do Filho, posteriormente vamos entrar na intimidade do Espírito Santo de Deus.

Pela verdade expressa na Palavra, cremos em Deus como Pai e Criador de tudo, inclusive de Jesus Cristo, como Filho (Salmos 2.7, Hebreus 1:5 e 5.5), e de tudo que existe.
 
No princípio, deu o Senhor origem a vida e sustentação a todas as coisas, no livro de Gênesis 1.26 disse Deus:  Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. 

Podemos observar claramente que o Senhor Deus não estava só, pois Ele falou no plural e disse a alguém: “Façamos...”  Este é o primeiro sinal da existência do Senhor Jesus Cristo desde o princípio, o que fora confirmado na primeira carta de Paulo aos Coríntios 10.1-4, onde diz:  

Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem; e todos passaram pelo mar... e beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a Pedra era Cristo.

O próprio Senhor, no Evangelho de João 17.5 disse: E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo,com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.

E na primeira Carta Universal do Apóstolo Pedro 1.18-20, a Palavra relata: Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um Cordeiro imaculado e incontaminado, o qual, na verdade, em outro tempo, foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado, nestes últimos tempos, por amor de vós.

Portanto amados, como está escrito, Jesus Cristo já estava com o Pai antes mesmo da fundação do mundo. O que dificulta o entendimento de muitos é a afirmativa do Senhor Jesus ao Pai, quando Ele disse: 

Eu e o Pai somos um (João 10.30).  É importante observar, que com essa declaração Ele não quis dizer absolutamente, que são a mesma pessoa, no que vem o entendimento no próprio livro de João, primeiramente no Capítulo 17.11 onde Jesus, em sua oração, intercedia ao Pai pelos seus apóstolos dizendo: Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós.

Legitimado em João 17.20- 23, onde Cristo declarou: Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua Palavra; a fim de que todos sejam um; como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.

Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.

A Palavra fortalece o entendimento da razão pela qual Cristo disse  Eu e o Pai somos um:  São um, em uma só santidade, uma só glória, perfeitos em unidade. 

Jesus Cristo é a plenitude de Deus a quem pertence à glória e o poder. Para tanto Ele rogou ao Pai por aqueles que haviam de deixar aqui para dar continuidade pregação do Evangelho, dizendo: Pai, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós.  Leiam João 17.18-26.

Deus é o Pai do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e disso não se tenha a menor dúvida, como consta a Palavra em inúmeras passagens do Novo Testamento.

Na Palavra vislumbramos o Pai, o Filho, e o Espírito Santo, manifestados em época e forma diferente, conforme o tempo e a vontade Pai.

Considere que no Antigo testamento, apreciamos a atuação somente de Deus como Criador, o qual falava aos nossos pais pelos profetas (Hebreus 1.1), porem com a promessa da vinda do Messias (o Filho) para a salvação do homem, o qual encontrava-se morto na maldição do pecado.

O Novo Testamento manifestou o nascimento de Cristo e o seu Reino estabelecido entre nós, o qual sempre reverenciou a Deus como Pai e Supremo Dominador, porem, prometia o envio do Espírito Santo para não nos deixar órfão, e quando subiu ao céu, a promessa foi exercida (Atos 2) para nos consolar, até que Ele volte para arrebatar a sua igreja

Portanto o Pai e o Filho não são a mesma, ou um único Espírito, e o Espírito Santo é o Espírito do próprio Deus. Mas cada um conforme o tempo determinado por Deus, tanto que o próprio Senhor Jesus fora ungido pelo Espírito Santo de Deus (Atos 10.38) para cumprir a obra que fora designado. Então se o Pai ungiu o seu Filho com o seu Espírito Santo para fazer a sua obra, como poderão ser a mesma pessoa?

Outra sustentação que são seres espirituais individuais, porem sob o domínio do Senhor Deus, vem no Batismo de Jesus Cristo (Mateus 3.16, 17), onde foi manifestado o aspecto configurado da Santidade, ambos, individualmente. 

Manifestou-se Jesus Cristo na forma de homem sendo batizado por João Batista, e ao sair da água, eis que os céus se abriram, e o Espírito Santo de Deus descendo como pomba e vindo sobre Ele, e uma voz dos céus  dizendo: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo

Naquele momento Cristo fora ungido pelo Espírito Santo para exercer a maior obra já realizada na história da humanidade, porque Deus era com Ele.

Vamos comentar também sobre o Espírito Santo de Deus, o assunto é meticuloso, por isso, precisamos do devido cuidado para não incorrermos no pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo, porque é pecado imperdoável.

E para compilar esta explanação recortamos alguns trechos do Estudo Bíblico o pecado imperdoável, o qual, descreve sobre o Espírito Santo de Deus, a sua obra, e como  Ele opera em nós, quando nos propomos em servir a Deus e a guardar os seus mandamentos.

QUEM É O ESPÍRITO SANTO E QUAL A SUA OBRA?

O Espírito Santo é o nosso consolador (João 14.26), sem Ele seríamos vazios e não receberíamos a  graça do Senhor Jesus. 

É Ele quem nos dá o discernimento e nos convence do pecado (João 16.8); Ele derrama o amor de Deus em nossos corações (Romanos 5.5); e produz o nascimento de uma nova criatura (João 3.1 a 7); Ele nos fortalece para andarmos no caminho da verdade (João 16.13). O Espírito Santo nos fortalece nas nossas fraquezas, porque não sabemos como havemos de pedir, mas Ele intercede por nós junto ao Pai, até com gemidos inexprimíveis (Romanos 8.26). 

O Espírito Santo de Deus realiza um trabalho íntimo na alma humana, e todo desejo de santificação é nutrido por Ele. Cada impulso para o bem e para a verdade é implantado por Ele. Seu trabalho é indispensável à convicção, ao arrependimento e conversão para a salvação da vida eterna.

O  PECADO IMPERDOÁVEL

No Evangelho de Mateus 12.31, 32 disse Jesus: Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.

Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.

Marcos 3.29, Jesus advertiu, dizendo: Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo.

O Senhor Jesus declara que todo pecado e blasfêmia serão perdoados, mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada. E o que é blasfêmia contra o Espírito Santo?

O PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO

Jesus, mediante o Espírito Santo, bate à porta do coração e pede entrada (Apocalipse 3.20).  Alguém não abre a porta, deixa-O esperando do lado de fora, com isso estará entristecendo o Espírito Santo do Senhor (Efésios 4.30).

Talvez com medo de que Ele entre, esse alguém resiste, pois não deseja ter a sua companhia (Atos 7.51). A consciência e o coração se tornam endurecidos (Hebreus 3.15).  

Procura afastá-lo, e acaba extinguindo o Espírito Santo (I Tessalonicenses 5.19). Finalmente o Espírito Santo o abandona.

Que triste e terrível fim. Ele bateu em sua porta e você não abriu, deixou-O esperando do lado de fora, resistiu-O, entristeceu-O, endureceu a sua consciência e o seu coração, procurou extingui-lo. 

Está consumado o pecado imperdoável contra o Espírito Santo, a persistente rejeição contra os apelos do Espírito, e a desobediência se consumou. Portanto como diz o Espírito Santo, se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração (Hebreus 3.7, 8).

Muitos indagam a si mesmo, será que já blasfemei contra o Espírito Santo do Senhor? Mas é importante evidenciar, em que condições o Senhor Jesus declara a blasfêmia como pecado imperdoável?

Justamente por ocasião da acusação dos escribas e fariseus, os quais imputavam a Ele a expulsão dos espíritos malignos pelo poder de belzebu, príncipe das potestades do mal.

Os escribas e fariseus não criam em Jesus Cristo como o Messias vindo de Deus para salvar o homem do pecado, negavam as virtudes do Espírito Santo de Deus, pelo qual Jesus foi por Deus ungido, e fazia muitas curas, milagres e maravilhas (Atos 10.38).

A Palavra afirma que a desobediência e a constante rejeição contra os apelos do Espírito Santo também se constituem em pecado imperdoável.
Portanto amados, se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração, porque amanhã poderá estar fora do tempo aceitável do Senhor.


Fonte: http://cristoeaverdade.net/cristo/index.php/antibiblicas/133-trindade
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Por que é tão difícil realizar o que planejamos?

Por que é tão difícil realizar o que planejamos

Uma grande Jornada

Uma das questões determinantes na gestão de projetos se resume em sua continuidade. Como chegar até o objetivo proposto?
Não são pequenas as decepções quando do atraso ou mesmo do malogro dos propósitos, depois de exauridos os recursos frente a projetos não concluídos. E por que isso acontece?
Numa metáfora toda a realização de um projeto pode ser comparada ao desafio de uma grande jornada.
E é muito difundido a ideia de que uma grande jornada começa pelo primeiro passo.
Essa é uma expressão muito bonita, porém isolada de instruções mais objetivas e de cunho prático não ajuda muito a responder à questão principal que ronda todo o debate filosófico desse tipo: afinal, como fazer para dar continuidade à jornada até concluí-la?
Que uma grande jornada começa pelo primeiro passo é óbvio.
Sim, começa. É este instante de decisão que define o início da jornada. O passo determinante.
Porém a jornada pode acabar ali mesmo no segundo ou no terceiro passo se não existir a determinação e os recursos necessários para se executar os incontáveis passos seguintes, que a constroem com a mesma decisão do primeiro.
Vale como exemplo todas as segundas-feiras de início da dieta hipocalórica ou todas as vezes que se decidiu parar de fumar.
É natural pressupor para a maioria das pessoas que e em algum momento esse objetivo acabou se esvaziando.

Caminhada

De fato, uma grande caminhada é resultado da sequência de passos executados um por vez encadeados numa corrente de passos que primam pela continuidade e pela constância, pois ninguém faz uma grande jornada apenas com o primeiro passo.
Embora exista um propósito dizendo “caminhe”, as dissidências interna e externa dizem “desista”.
O que acontece? – Desistimos.
Como fazer para que isso não aconteça? Como manter a energia de cada passo sem esmorecer?
Evidentemente isso tem a ver diretamente com erros no planejamento e na execução.

Cominuição

A primeira resposta está em nossa própria metáfora: cominuição, ou seja, devemos decompor a jornada em seus passos constituintes e planejar o que fazer passo a passo. Quais os recursos necessários? Qual velocidade deve ser impressa?
Na natureza nada ocorre aos saltos, ou expressando de outro jeito, tudo segue um fluxo dentro de um processo gradual.
Por isso é sábio desconfiar de mudanças radicais.
Toda alteração desse fluxo natural acaba gerando uma reação que na busca do equilíbrio desencadeia o famoso efeito rebote que na maioria das vezes faz com que as coisas voltem à estaca zero.
E esse dissabor já foi experimentado por diversas vezes.
Tomando novamente o exemplo da guerra contra a balança, já existem evidências de que o célebre efeito sanfona é o principal resultado de dietas e outras ações radicais (incluindo drogas e até algumas intervenções cirúrgicas).
Em suma, quando mais ao norte um sujeito quer ir mais ao sul ele chega por puro radicalismo.
Daí a ideia de dividir essa grande jornada em pequenos passos sem ações radicais.
Nas palavras de Gonzales Pecotche “devemos fragmentar uma grande tarefa em tarefas menores” sabendo que cada vez que uma dessas tarefas menores for cumprida surgirão estímulos para executar a tarefa seguinte.
Acho que vale tentar quando planejarmos algo.

Primeiro Passo

No entanto, antes de mais nada devemos perguntar para onde queremos ir e ter certeza desse objetivo.
Esse talvez seja o primeiro e determinante passo. Aquele que vai impulsionar todos os demais.
Para onde quero ir e por quê? Tenho certeza desse rumo?
Pois como diz Sêneca, para aquele que não sabe qual direção tomar todos os ventos sopram contra.

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Satan takes a Holiday, Anton Szandor LaVey – Conheça o que você curte!

Satan takes a
Este álbum é uma surpresa para muitos que buscam o estilo musical apreciado pelo homem que organizou o Satanismo e criou a primeira igreja Satânica aberta para o grande público. Ao invés de um som pesado, de gritarias e um estilo que penderia para o metal, LaVey grava um disco com as músicas que faziam parte de sua vida e que destilam a essência do que era a Church of Satan.
 
Satan Takes a Holiday é o nome do álbum de execuções musicais de Anton Szandor LaVey, que ao invés de músicas de protesto contra o sistema, ou ofensas ao cristianismo e tudo o que incomoda, celebra a alegria de ser humano. Os carnavais e cabarés, a vida noturna e secular que definiram a filosofia do Satanismo.
 
As músicas compõem uma eclética coleção com arranjos do próprio LaVey em seu sintetizador. Algumas dessas músicas são folclóricas e tradicionais na Califórnia e seus autores bem conhecidos. No Entanto LaVey também escolheu músicas mais obscuras em seu repertório para gerar em si próprio humores e sentimentos específicos. Este álbum reflete sua experiência musical oriunda dos anos em que passou trabalhando em parques de diversão, circos itinerantes e casas noturnas.

Participam da produção deste álbum Nick Bougas, diretor do documentário sobre satanismo 'Speak of the Devil' e  Blanch Barton, Alta Sacerdotisa da Church of Satan e autora dos livros "Church of Satan" e Secret Life od satanist, a única biografia autorizada do papa negro.

Não tem como ouvir essa obra e não se senti dentro da própria Black House, sede da Church of Satan na época, compartilhando de um bom vinho com o LaVey. As músicas evocam o cheiro de cigarro e a lembrança de dançarinas exóticas ao seu redor, numa época em que AIDS não era uma preocupação e colesterol fazia parte apenas do vocabulário médico. 
O diabo sorri enquanto se deleita com os acordes inspirados que LaVey tira de seu órgão. Cada música, não importa o quão inusitada, jovial ou obscura, de volta o principal  tema do álbum, Sua Majestade Infernal saindo de férias e confraternizando com os amigos em seu apogeu. Muito mais do que apenas revolta vomitada em ouvintes insatisfeitos, mas a celebração de um projeto bem sucedido. Um recado claro de que quando está satisfeito, o  Diabo é uma boa pessoa. 

Satan Takes a Holiday

Stop, look, and listen to me,
Last night at a quarter past three

The Devil started dancin'
He was entrancin'
Then he did the "Jangle: his own way
His bones were rattlin' loudly,
As he began to shuffle proudly,
That's the way that Satan takes a holiday

The music wasn't good,
But it was plenty spooky,
That 's the way he likes it night and day
Teh gentleman prefers to listen
To aggravatin' rhythm
That's the way Satan takes a holiday.

Watch out, He's comin' out,
And then you'll shout unless you're good, knock wood.
He's really rather goofy tryin' to be spooky,
But he has to do it day by day
His job is not allurin' never-the-less quite endurin'
Maybe that's why Satan takes a holiday

Tradução de Satan takes a Holiday
(Satã saiu no Feriado)
Pare, olhe e me escute
Noite passada, às três e quinze

O Diabo começou a dançar
Ele estava encantador
Então ele "tilintava" ao seu próprio modo
Seus ossos estavam estalando alto
assim que ele começou a deslizar com orgulho
É desse feito que Satã curte o feriado

A música não era boa
Mas era repleta de assombro
É desse jeito que ele gosta, noite e dia
Os cavalheiros preferem ouvir
este ritmo crescente
É desse feito que Satã curte o feriado

Cuidado, Ai vem ele,
E você estará gritando, ao menos que seja bom, bata na madeira
Ele é um sarro tentando assustar a todos,
Mas ele tem que fazer isso, dia após dia
Seu trabalho não é atraente e assim mesmo não termina nunca
Talvez por isso Satã saiu no feriado
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Encontrado na China em 2007 UFOs OVNIs em minas de carvão.

Encontrado na China em 2007 óvnis em mina de carvão. A 300 milhões de anos atrás.
alerta ovnis

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Profecias sobre um Novo Reino

Deus é um governador. Ele domina porque é Deus. Através dos tempos, Deus tem exercido sua autoridade sobre a humanidade e toda a criação. Começando em Gênesis 1:1, Deus estabeleceu-se como aquele que tem o poder supremo sobre o universo inteiro, criando todas as coisas com o poder de sua Palavra (João 1:1-3).

Nos dias do Velho Testamento, Deus tinha um reino entre os homens. Ele tinha escolhido a nação judaica que veio de Abraão (Gênesis 17:6) para ser sua nação santa e um reino sacerdotal (Êxodo 19:5-6). Mas no final os judeus acabaram rejeitando um rei que não podiam ver, que não os conduzia fisicamente na batalha, que não os representava entre outras nações com pompa e cerimônia; eles exigiam um rei diferente para dominar sobre eles (1 Samuel 8:6-9). Deus concedeu-lhes um rei humano, um sistema que se mostrou tão difícil como Deus tinha profetizado que seria. Deus estava desenvolvendo seu plano para um reino que jamais cairia e jamais o rejeitaria como rei.

Em Gênesis 17:6, a Abraão foi dito que muitas nações e reis descenderiam dele. O reino de maior destaque a sair de Abraão foi a nação israelita; muitos grandes reis governaram essa nação, tais como Davi, Salomão, Ezequias e Josias. Mas o melhor rei que já chegou a reinar sobre Israel foi Cristo, também descendente de Abraão (Mateus 1:1-17). Através do Rei constituído por Deus, o Ungido, o Cristo, todas as nações da terra são abençoadas (Gênesis 12:3). Jacó profetizou que o cetro (autoridade) jamais se apartaria de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que viesse Siló (Gênesis 49:10). Muitos homens que governaram como reis indicados por Deus vieram e foram através da linhagem de Abraão, Isaque e Jacó; mas é Cristo quem por último ocupou o trono de Deus e ainda permanece a dominar nesse trono hoje, porque ele vive para sempre (Salmo 45:6).

O salmo 45 diz respeito a um grande rei sobre o povo de Deus. Mas esta passagem se refere a mais do que um mero homem. O versículo 6 exalta Deus como rei “para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do teu reino”. O versículo 7 aponta para Deus que é ungido por Deus acima de todos os outros. Esse salmo profetizou um novo reino que ainda estava por vir.

O profeta Natã previu um novo reino a vir depois do reinado de Davi. A maioria da profecia diz respeito ao sucessor imediato de Davi, Salomão, mas diversos versículos afirmam coisas que não correspondiam a ele. Salomão não viveu para sempre (2 Samuel 7:13). O reinado de Salomão foi dividido e também levado em cativeiro depois dos seus dias (2 Samuel 7:16). Ainda que a linhagem continuasse até o tempo de Cristo, ninguém realmente assumiu o trono sobre o povo de Deus durante mais de 400 anos entre os dois testamentos. Essa passagem aponta para outro reino que ainda estava por vir.

Deus revelou através do profeta Daniel alguma noção do tempo quando Deus começaria seu domínio através de Cristo. Em Daniel 2:31-45, Daniel explicou o sonho de Nabucodonosor, com respeito a uma imagem com quatro partes diferentes em seu corpo. Cada parte predizia um império mundial que estava por vir, começando com o império corrente dos babilônios, a cabeça de ouro. O peito e os braços, de prata, eram o império medo-persa que derrotaria os babilônios em breve. O ventre e os quadris, de bronze, representavam o império grego. Depois, o reino simbolizado pelas pernas de ferro, e os pés, em parte de ferro, em parte de argila, era o império romano. “Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que...subsistirá para sempre” (Daniel 2:44). Esse é o reino de Deus que estava por vir.
Os judeus nunca estiveram errados em crer num grande reino vindouro. Deus deixou muito claro que ele tinha um plano para estabelecer o domínio de seu Filho, Jesus o Cristo, sobre um reino eterno que o honraria sempre e o serviria de boa vontade e alegremente. Os cidadãos desse reino se regozijariam porque seu rei governaria com justiça (Isaías 32:1). Até mesmo seu nome seria Paz, Maravilhoso, Poder e Eternidade (Isaías 9:6-7). O Rei provindo de Deus reinaria com julgamento e justiça; os súditos teriam segurança e salvação através dele (Jeremias 23:5-6).
Sob a mão opressora do Império Romano, os judeus ansiavam por esse reino. Eles erradamente interpretaram essas profecias como significando um reino físico que derrubaria a carga romana; mas, em seus reinos terrestres, Deus estava prenunciando um reino espiritual que não era deste mundo; um reino que veio em Cristo (João 18:36-37).

Outras matérias da fonte:
Servos especiais
Purificação do Templo

Você é um Verdadeiro Discípulo de Jesus?

O batismo é obra de justiça?

Catolicismo e Cristianismo

Esperando o Reino Messiânico

O Altíssimo Tem Domínio

O Reino dos Céus

Daniel - O Profeta do Reino

Deus Respondeu a Nabucodonosor

A Plenitude do Tempo

Profecias sobre um Novo Reino

A Decisão de Daniel

Respostas a algumas perguntas comuns sobre o livro de Apocalipse

O Reino do Velho Testamento

Expandindo o reino de justiça de Deus

O Reino dos Céus na Terra

Senaqueribe e Satanás

Relacionando as Profecias de Daniel 7 e Apocalipse 17 com a História do Império Romano
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Mistérios da Humanidade - Construções da Antiguidade

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O Arrebatamento descrito na Bíblia

Arrebatamento

Será você arrebatado para o céu?

MUITOS acreditam que irão para o céu quando morrerem. Mas outros acham que serão levados para o céu no que chamam de arrebatamento. É esta também a sua expectativa?

O arrebatamento é “o repentino desaparecimento de muitos milhões de pessoas sem deixarem sequer um indício para onde foram”! Assim disse um evangelista protestante. Segundo o Dicionário Evangélico de Teologia (em inglês), o termo “arrebatamento” refere-se a “ser a igreja unida com Cristo na sua segunda vinda”.

Alguns acham desconcertante pensar em abandonar seus amigos e os membros de sua família, a fim de se encontrar com Jesus Cristo. No entanto, muitos acreditam que o arrebatamento tem de ocorrer. Ocorrerá mesmo? Em caso afirmativo, quando?

Diversos conceitos sobre o arrebatamento

A Bíblia mostra que, antes do início do prometido Reinado Milenar de Cristo, haverá um período chamado de “grande tribulação”. Jesus disse: “Então haverá grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo.” (Mateus 24:21; Revelação [Apocalipse] 20:6) Alguns situam o arrebatamento no período que precede à grande tribulação. Outros o esperam durante esse tempo. Ainda outros acham que o arrebatamento ocorrerá depois dessa aflição sem paralelo.

O conceito de o arrebatamento ocorrer depois da tribulação prevalecia até o início do século 19. Daí, na Inglaterra, surgiu um movimento encabeçado por um ex-clérigo da Igreja da Irlanda, John Nelson Darby. Ele e outros anglicanos que pensavam da mesma maneira ficaram conhecidos como os Irmãos. De sua base em Plymouth, Darby viajava para pregar na Suíça e em outras partes da Europa. Ele afirmava que a volta de Jesus ocorreria em duas etapas. Começaria com um arrebatamento secreto, em que os “santos” seriam arrebatados antes de um período de sete anos de tribulação devastar a Terra. Daí, Cristo apareceria visivelmente, acompanhado por esses “santos”, e juntos governariam a Terra por mil anos.

Darby enfatizava a necessidade de se estar separado do mundo, e os que compartilhavam seu conceito por fim tornaram-se conhecidos como Irmãos Exclusivos. B. W. Newton encabeçava uma facção diferente, que cria no arrebatamento, mas não que ocorresse antes da tribulação. Alexandre Reese, que advogava o arrebatamento após a tribulação, sustentava que “as teorias do Arrebatamento Secreto são uma ameaça à esperança da Vinda de Cristo”.

Os que acreditam que ocorra antes da tribulação crêem que esta diferença de conceito é séria o bastante para afetar “a natureza da [sua] esperança com relação à vinda de Cristo”. Outros depositam confiança numa “teoria de arrebatamento parcial”, acreditando que os mais leais a Cristo serão arrebatados primeiro e que os mais mundanos serão levados mais tarde.

Muitos grupos evangélicos proclamam um arrebatamento iminente de cristãos fiéis. No entanto, confrontados com opiniões diferentes, um folheto publicado pela Igreja Pentecostal Elim, da Grã-Bretanha, diz: “Embora acreditemos num esquema geral dos eventos relacionados com a volta do Senhor Jesus . . ., concede-se liberdade para interpretar a profecia segundo a convicção da pessoa. 

Muitos adotam uma posição não-dogmática, esperando pacientemente que os próprios eventos revelem o programa profético.”

A Palavra inspirada de Deus, a Bíblia, é o padrão pelo qual temos de medir a veracidade de todas as crenças. (2 Timóteo 1:13; 3:16, 17) Portanto, o que diz ela sobre o arrebatamento?



Definição: A crença de que os fiéis cristãos serão arrebatados da terra em corpo, sendo subitamente tirados do mundo, para se encontrarem com o Senhor “no ar”.

Quando o apóstolo Paulo disse que os cristãos seriam “arrebatados”, encontrando-se com o Senhor, qual era o assunto em pauta?

1 Tes. 4:13-18, IBB: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem [“dos que dormem na morte”, NE; “dos mortos”, BV, MC], para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também aos que dormem, Deus, mediante Jesus, os tornará a trazer juntamente com ele. Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem. Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 

Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (Evidentemente, alguns membros da congregação cristã em Tessalônica haviam morrido. Paulo incentivou os sobreviventes a consolarem-se uns aos outros com a esperança da ressurreição. Ele lhes lembrou que Jesus fora ressuscitado depois de morrer; portanto, também, na vinda do Senhor, aqueles fiéis cristãos entre eles que haviam morrido seriam ressuscitados para estarem com Cristo.)

Quem são os que serão ‘arrebatados nas nuvens’, conforme declarado em 1 Tessalonicenses 4:17?

O versículo 15  explica que são os fiéis que ‘ficarem vivos para a vinda do Senhor’, isto é, eles ainda estão vivos no tempo da vinda de Cristo. Será que morrerão algum dia? Segundo Romanos 6:3-5 e 1 Coríntios 15:35, 36, 44 (citados na página 51), eles precisam morrer antes de poderem ganhar a vida celestial. Mas, não precisam permanecer no estado de morte, na espera da volta de Cristo. Serão instantaneamente “arrebatados”, “num abrir e fechar de olhos”, para estarem com o Senhor. — 1 Cor. 15:51, 52, IBB; também Revelação 14:13.

Aparecerá Cristo visivelmente numa nuvem, levando então os fiéis cristãos para os céus enquanto o mundo observa?

Disse Jesus se o mundo o veria de novo com olhos físicos?

João 14:19, IBB: “Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais; mas vós [seus fiéis discípulos] me vereis, porque eu vivo, e vós vivereis.” (Grifo acrescentado.) (Compare com 1 Timóteo 6:16.)

Qual é o significado de o Senhor “descerá do céu”?

Pode o Senhor ‘descer do céu’, conforme se diz em 1 Tessalonicenses 4:16, sem ser visível aos olhos físicos? Nos dias da antiga Sodoma e Gomorra, Jeová disse que ‘desceria e veria’ o que as pessoas faziam. (Gên. 18:21, IBB) Mas, quando Jeová fez aquela inspeção, nenhum humano o viu, embora os representantes angélicos que ele enviou fossem vistos. (João 1:18) De modo similar, Jesus, sem ter que voltar em carne, pode dirigir a sua atenção a seus fiéis seguidores na terra para recompensá-los.

Em que sentido, então, “verão” os humanos o Senhor “vir em uma nuvem”?

Jesus predisse: “Então verão vir o Filho do homem [Jesus Cristo] em uma nuvem, com poder e grande glória.” (Luc. 21:27, IBB) De forma alguma contradiz esta declaração, ou outras similares a esta em outras passagens, o que Jesus disse, segundo registrado em João 14:19. Considere: O que sucedeu no monte Sinai, quando Deus ‘veio ao povo em uma nuvem espessa’, conforme se diz em Êxodo 19:9? (IBB) Deus estava invisivelmente presente; o povo de Israel viu a evidência visível de sua presença, mas nenhum deles viu realmente a Deus com os próprios olhos. Portanto, também, quando Jesus disse que ele viria “em uma nuvem”, só podia significar que seria invisível aos olhos humanos, mas que pessoas na terra ficariam apercebidas de sua presença. Tais o ‘veriam’ com seus olhos mentais, discernindo o fato de que ele estava presente. (Para comentários adicionais, veja o tópico geral “Volta de Cristo”.)

É possível os cristãos serem levados para o céu com seus corpos físicos?

1 Cor. 15:50, IBB: “Digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus; nem a corrupção herda a incorrupção.”

Será que a experiência do profeta Elias contradiz isso? De forma alguma. É preciso entender à luz do que Jesus expressou claramente séculos mais tarde: “Ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem.” (João 3:13, IBB) Embora Elias fosse visto quando “subiu ao céu num redemoinho”, isto não significa que ele foi para o domínio espiritual. Por que não? Porque se relata mais tarde a respeito dele que enviou uma carta de repreensão ao rei de Judá. (2 Reis 2:11, IBB; 2 Crô. 21:1, 12-15) Antes que os humanos inventassem aviões, Jeová usou ali seus próprios meios (um carro de fogo e um redemoinho) para elevar Elias do solo para o céu, onde os pássaros voam, a fim de transportá-lo para outro lugar. — Compare com Gênesis 1:6-8, 20.

Serão os fiéis cristãos talvez levados para o céu em secreto, por simplesmente desaparecerem da terra sem morrer?

Rom. 6:3-5, IBB: “Porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? . . . Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição.” (O que sucedeu no caso de Jesus estabelece a norma. Seus discípulos, assim como outros, sabiam que ele morrera. Ele não foi restabelecido à vida celestial senão depois de morrer e ressuscitar.)

1 Cor. 15:35, 36, 44, IBB: “Alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? e com que qualidade de corpo vêm? Insensato! o que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer. Semeia-se corpo animal, é ressuscitado corpo espiritual.” (Portanto, a morte vem antes de alguém receber esse corpo espiritual, não é assim?)

Serão todos os fiéis cristãos levados milagrosamente da terra pelo Senhor antes da grande tribulação?

Mat. 24:21, 22: “Pois então haverá grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo. De fato, se não se abreviassem aqueles dias, nenhuma carne seria salva; mas, por causa dos escolhidos, aqueles dias serão abreviados.” (Não se diz aqui que “os escolhidos” serão todos levados para o céu antes da grande tribulação, será que se diz? Antes, apresenta-se-lhes a perspectiva, junto com seus associados na carne, de sobreviverem na terra a essa grande tribulação.)

Rev. 7:9, 10, 14, IBB: “Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos; e clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro. . . . 

Estes são os que vêm da grande tribulação.” (Para alguém ‘vir’ de algo precisa ter entrado ou estado nele. Portanto, esta grande multidão tem de ser pessoas que passam realmente pela grande tribulação e saem dela quais sobreviventes.) (Quanto a estarem na terra, veja as páginas 85, 86.)

Que proteção haverá para os verdadeiros cristãos durante a grande tribulação?
Rom. 10:13, IBB: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor [“Jeová”, NM] será salvo.”

Sof. 2:3, IBB: “Buscai ao Senhor [“Jeová”, NM, VB], vós todos os mansos da terra, que tendes posto por obra o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura sereis escondidos no dia da ira do Senhor.” (Também Isaías 26:20.)

Serão levados todos os verdadeiros cristãos para o céu depois da grande tribulação?

Mat. 5:5, IBB: “Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.”
Sal. 37:29, IBB: “Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre.” (Também os versículos 10, 11, 34 .)

1 Cor. 15:50, IBB: “Carne e sangue não podem herdar o reino de Deus.”
Veja também o tópico geral “Céu”.

Por que são alguns cristãos levados para o céu para estarem com Cristo?
Rev. 20:6, IBB: “Serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.” (Visto que hão de reinar com Cristo, tem de haver pessoas sobre as quais reinarão. Quem são essas? Veja Mateus 5:5 e Salmo 37:29.)

Será que os que vão para o céu irão retornar à terra para viver para sempre no Paraíso aqui?

Pro. 2:21, IBB: “Os retos habitarão a terra [“morarão na terra”, NE], e os íntegros permanecerão nela.” (Note que o texto não diz que tais pessoas íntegras retornarão à terra, mas que permanecerão nela.)

1 Tes. 4:17, IBB: “E assim estaremos [os cristãos arrebatados para o céu] para sempre com o Senhor.”

Fonte: Estudo e pesquisa Bíblica

Arranjo: Jhero
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